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O universo inteiro sabe …

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O que Vorcaro está oferecendo para o casal Viviane e Alexandre em Dubai ? Em novembro, Vorcaro foi detido em Guarulhos quando embarcava em seu jatinho particular para Dubai. O Brasil está farto dessas farras, quem não se lembra da farra dos guardanapos em Paris. Agora é farra de togado em Dubai !

O que Vorcaro está oferecendo para o casal Viviane e Alexandre em Dubai ? Em novembro, Vorcaro foi detido em Guarulhos quando embarcava em seu jatinho particular para Dubai. O Brasil está farto dessas farras, quem não se lembra da farra dos guardanapos em Paris. Agora é farra de togado em Dubai !

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Bom dia meus amigos, a história continua… Foi uma dificuldade enorme levar minha mãe ontem para cortar o cabelo e ir ao geriatra. Meu pai está cansado e me disse: “Não vamos conseguir. Na marra ela não sai de casa.” É claro que não dá para levá-la à força, mas já percebi que existem estratégias. Bater de frente só piora. É preciso mudar de assunto, falar de qualquer outra coisa. Vi claramente que meu pai já está cansado. Quando chegou para cortar o cabelo, disse que não queria cortar nada. A cabeleireira tentou convencê-la, disse que precisava cortar para dar vida ao cabelo, mostrou, explicou, falou “apenas um centímetro”, e ela dizia não. Depois que lavaram o cabelo, ao ser penteada, disse que tudo bem, podia cortar um pouquinho. Ela é vaidosa, e quando é elogiada abre um sorriso. Quando terminou, queria ir para casa e se dirigiu para a rua para pedir um táxi. Fui contornando, caminhando por Ipanema com ela e meu pai, cada um de um lado, e contando a história de uma loja que tive no 550. Por alguns instantes, ela parou de procurar um táxi. Andamos dois blocos, chegamos ao prédio, e ela perguntou o que faríamos ali, voltando a dizer que queria ir embora. Eu disse que era a médica que o Dr. João Marcello tinha indicado. Resistiu para entrar no elevador, disse que não precisava de médicos. Na consulta, a médica fez um teste cognitivo rápido. Ela não sabe o ano, o mês, o dia, nem a estação em que estamos. Falhou em quase tudo o que foi perguntado. A médica foi muito astuta. Disse: “Pois é… você que foi professora, hoje será minha aluna, e agora vamos fazer um teste.” Ela tentava responder tudo olhando para o meu pai, e a médica dizia: “Ahh, mas não pode colar.” Começou a tremer, disse que estava nervosa. Se esforçou para responder, para lembrar. Eu só observando… De repente, ficou agressiva, com raiva de mim. Disse que eu estava gostando de humilhá-la, de vê-la naquela situação. Mas, claro, a incapacidade dela ficou exposta. Ao retornarmos, no elevador lotado, disse que eu era uma filha horrível, uma filha de bosta, que a maltratava. Pegamos um táxi, ela me empurrou porque não queria que eu sentasse atrás com ela, e foi falando palavrões durante todo o percurso até em casa. Esse nunca foi o comportamento dela. Sempre foi elegante, educada e carinhosa. Chegamos em casa e ela não parou. Tranquei meu quarto, saí de casa e fui encontrar uma amiga de décadas para espairecer… Fiquei pensando no meu pai, coitado dele. Ontem, a médica falou de coisas importantes. Falou do meu pai, exausto aos 92 anos, e de que ele não pode mais cuidar dela sozinho, mesmo estando lúcido. Falou de demência avançada da minha mãe e pediu vários exames. Me colocou a par da lei brasileira de abandono de incapaz, falou da responsabilidade dos filhos, falou da importância de cuidadores, e de procuração, de curatela, de toda a parte legal. Deu exemplos de algumas decisões de familiares de seus pacientes. Entrei a madrugada falando no telefone com meus irmãos… Estou EXAUSTA. Que Deus restaure minhas forças e me dê sabedoria e energia para agir no que for necessário. 🙏🏻🙌✨

Bom dia meus amigos, a história continua… Foi uma dificuldade enorme levar minha mãe ontem para cortar o cabelo e ir ao geriatra. Meu pai está cansado e me disse: “Não vamos conseguir. Na marra ela não sai de casa.” É claro que não dá para levá-la à força, mas já percebi que existem estratégias. Bater de frente só piora. É preciso mudar de assunto, falar de qualquer outra coisa. Vi claramente que meu pai já está cansado. Quando chegou para cortar o cabelo, disse que não queria cortar nada. A cabeleireira tentou convencê-la, disse que precisava cortar para dar vida ao cabelo, mostrou, explicou, falou “apenas um centímetro”, e ela dizia não. Depois que lavaram o cabelo, ao ser penteada, disse que tudo bem, podia cortar um pouquinho. Ela é vaidosa, e quando é elogiada abre um sorriso. Quando terminou, queria ir para casa e se dirigiu para a rua para pedir um táxi. Fui contornando, caminhando por Ipanema com ela e meu pai, cada um de um lado, e contando a história de uma loja que tive no 550. Por alguns instantes, ela parou de procurar um táxi. Andamos dois blocos, chegamos ao prédio, e ela perguntou o que faríamos ali, voltando a dizer que queria ir embora. Eu disse que era a médica que o Dr. João Marcello tinha indicado. Resistiu para entrar no elevador, disse que não precisava de médicos. Na consulta, a médica fez um teste cognitivo rápido. Ela não sabe o ano, o mês, o dia, nem a estação em que estamos. Falhou em quase tudo o que foi perguntado. A médica foi muito astuta. Disse: “Pois é… você que foi professora, hoje será minha aluna, e agora vamos fazer um teste.” Ela tentava responder tudo olhando para o meu pai, e a médica dizia: “Ahh, mas não pode colar.” Começou a tremer, disse que estava nervosa. Se esforçou para responder, para lembrar. Eu só observando… De repente, ficou agressiva, com raiva de mim. Disse que eu estava gostando de humilhá-la, de vê-la naquela situação. Mas, claro, a incapacidade dela ficou exposta. Ao retornarmos, no elevador lotado, disse que eu era uma filha horrível, uma filha de bosta, que a maltratava. Pegamos um táxi, ela me empurrou porque não queria que eu sentasse atrás com ela, e foi falando palavrões durante todo o percurso até em casa. Esse nunca foi o comportamento dela. Sempre foi elegante, educada e carinhosa. Chegamos em casa e ela não parou. Tranquei meu quarto, saí de casa e fui encontrar uma amiga de décadas para espairecer… Fiquei pensando no meu pai, coitado dele. Ontem, a médica falou de coisas importantes. Falou do meu pai, exausto aos 92 anos, e de que ele não pode mais cuidar dela sozinho, mesmo estando lúcido. Falou de demência avançada da minha mãe e pediu vários exames. Me colocou a par da lei brasileira de abandono de incapaz, falou da responsabilidade dos filhos, falou da importância de cuidadores, e de procuração, de curatela, de toda a parte legal. Deu exemplos de algumas decisões de familiares de seus pacientes. Entrei a madrugada falando no telefone com meus irmãos… Estou EXAUSTA. Que Deus restaure minhas forças e me dê sabedoria e energia para agir no que for necessário. 🙏🏻🙌✨

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Cheguei aqui nos EUA, achando que quem é bom será bom em qualquer lugar. Trouxe comigo todo o orgulho alimentado no Brasil. Saí do Leblon para Jurerê Internacional, e de lá para os EUA. Fui convidada para “n” exposições de arquitetura, tive o meu nome publicado em revistas e apareci na RBS TV falando sobre o meu espaço da Casa Cor. Cheguei aqui cheia de mim, e do orgulho das minhas conquistas. Aprendi com os anos, aqui nos EUA, a desinflar o ego, o famoso “ It’s not about you”(não é sobre vc). Aprendi a sair dos holofotes e dar espaço ao outro. Me lembro da Vitória me dizendo: “mãe, olha a fila” “mãe, não fica no meio do corredor” “mãe, você está falando muito alto”… Ela já estava no sistema, eu ainda não. Depois de 14 anos, e alguns empregos que me afastaram da minha profissão, finalmente consegui concretizar o meu sonho, e incluiu voltar a estudar para poder exercer a minha profissão. Parabéns à PUC do Rio, impecável na transcrição do currículo, e lamentável a postura da UNISUL, com carimbo duvidoso e nota faltando, tudo rejeitado pelo departamento de educação. Tive que fazer novo requerimento para que corrigissem e alterassem o carimbo, ou colocassem selo seco. Tudo isso para ser aceita na universidade daqui. Poderia ter ido para um Master, mas isso não me daria o título de arquiteto aqui. Consegui e entrei, a turma era de jovens, que poderiam ser meus filhos, todos sonhando em ser arquitetos. Sofri muito bullying, a princípio achei que era por ser mais velha e por ter sotaque, mas a verdadeira razão era outra: competição, por ter sempre os meus trabalhos escolhidos e receber prêmios. Eles são super competitivos, já crescem assim, não queriam perder sempre, e fizeram grupinhos para reclamar com o professores, diziam que eles me favoreciam. Ouvi isso de uns 3 professores. Apesar da minha experiencia na área, eles se esqueceram como tudo para mim foi mais difícil, pela língua, mas principalmente por eu não ter nascido na geração iPhone. Aprendi todos os novos programas, com muito mais lentidão do que eles. Fui aprendendo também, e aos poucos, como me “comportar”, como colocar o orgulho de lado, e nos últimos anos comecei a trabalhar totalmente em silêncio. Fui aprendendo que “It’s not not about me”, não é sobre mim. Aqui o senso de comunidade é muito forte, e todos tem chance. Esses anos me mostraram que não sei tudo, e com isso me tornei mais humilde, e vi que há muito espaço para melhorias e aperfeiçoamento. Vi que aqui não importa a raça, a cor, o background social, ou a origem, o mérito é de quem o conquista. Ontem fui surpreendida com os jovens da minha turma, me chamando para tirar fotos com eles, e me apresentando aos pais, que me disseram: “você, ajudou o meu filho, seremos sempre gratos” ou “ você foi inspiração p minha filha” ou ainda “ouvimos o seu nome várias vezes em nossa casa”. Tudo isso mostra que tudo valeu a pena, impactei muitos jovens, algumas famílias, mostrei paixão e resiliência, mostrei que não há limites quando a gente tem um sonho, e “apresentei”Deus a alguns deles, que testemunharam coisas incríveis … Termino esse ciclo com uma gratidão enorme ao meu marido, que é a coluna da minha casa, e que me incentivou, me ouviu, me abraçou, e torceu por mim a cada queda e a cada vitória. Que me disse que era possível quando eu achava impossível, e que orou por mim todo esse tempo. Que teve câncer durante esse período, e ainda está sob tratamento, mas que nunca reclamou de nada para não me tirar do foco. 😭 Mr. Thomas Aker você é um gigante! Meus amigos, que esse registro sirva de inspiração a todos vocês… Muitos só relatam os louros, nunca os tombos, atrás das imagens de sucesso há sempre uma história ✨🙌🙏

Cheguei aqui nos EUA, achando que quem é bom será bom em qualquer lugar. Trouxe comigo todo o orgulho alimentado no Brasil. Saí do Leblon para Jurerê Internacional, e de lá para os EUA. Fui convidada para “n” exposições de arquitetura, tive o meu nome publicado em revistas e apareci na RBS TV falando sobre o meu espaço da Casa Cor. Cheguei aqui cheia de mim, e do orgulho das minhas conquistas. Aprendi com os anos, aqui nos EUA, a desinflar o ego, o famoso “ It’s not about you”(não é sobre vc). Aprendi a sair dos holofotes e dar espaço ao outro. Me lembro da Vitória me dizendo: “mãe, olha a fila” “mãe, não fica no meio do corredor” “mãe, você está falando muito alto”… Ela já estava no sistema, eu ainda não. Depois de 14 anos, e alguns empregos que me afastaram da minha profissão, finalmente consegui concretizar o meu sonho, e incluiu voltar a estudar para poder exercer a minha profissão. Parabéns à PUC do Rio, impecável na transcrição do currículo, e lamentável a postura da UNISUL, com carimbo duvidoso e nota faltando, tudo rejeitado pelo departamento de educação. Tive que fazer novo requerimento para que corrigissem e alterassem o carimbo, ou colocassem selo seco. Tudo isso para ser aceita na universidade daqui. Poderia ter ido para um Master, mas isso não me daria o título de arquiteto aqui. Consegui e entrei, a turma era de jovens, que poderiam ser meus filhos, todos sonhando em ser arquitetos. Sofri muito bullying, a princípio achei que era por ser mais velha e por ter sotaque, mas a verdadeira razão era outra: competição, por ter sempre os meus trabalhos escolhidos e receber prêmios. Eles são super competitivos, já crescem assim, não queriam perder sempre, e fizeram grupinhos para reclamar com o professores, diziam que eles me favoreciam. Ouvi isso de uns 3 professores. Apesar da minha experiencia na área, eles se esqueceram como tudo para mim foi mais difícil, pela língua, mas principalmente por eu não ter nascido na geração iPhone. Aprendi todos os novos programas, com muito mais lentidão do que eles. Fui aprendendo também, e aos poucos, como me “comportar”, como colocar o orgulho de lado, e nos últimos anos comecei a trabalhar totalmente em silêncio. Fui aprendendo que “It’s not not about me”, não é sobre mim. Aqui o senso de comunidade é muito forte, e todos tem chance. Esses anos me mostraram que não sei tudo, e com isso me tornei mais humilde, e vi que há muito espaço para melhorias e aperfeiçoamento. Vi que aqui não importa a raça, a cor, o background social, ou a origem, o mérito é de quem o conquista. Ontem fui surpreendida com os jovens da minha turma, me chamando para tirar fotos com eles, e me apresentando aos pais, que me disseram: “você, ajudou o meu filho, seremos sempre gratos” ou “ você foi inspiração p minha filha” ou ainda “ouvimos o seu nome várias vezes em nossa casa”. Tudo isso mostra que tudo valeu a pena, impactei muitos jovens, algumas famílias, mostrei paixão e resiliência, mostrei que não há limites quando a gente tem um sonho, e “apresentei”Deus a alguns deles, que testemunharam coisas incríveis … Termino esse ciclo com uma gratidão enorme ao meu marido, que é a coluna da minha casa, e que me incentivou, me ouviu, me abraçou, e torceu por mim a cada queda e a cada vitória. Que me disse que era possível quando eu achava impossível, e que orou por mim todo esse tempo. Que teve câncer durante esse período, e ainda está sob tratamento, mas que nunca reclamou de nada para não me tirar do foco. 😭 Mr. Thomas Aker você é um gigante! Meus amigos, que esse registro sirva de inspiração a todos vocês… Muitos só relatam os louros, nunca os tombos, atrás das imagens de sucesso há sempre uma história ✨🙌🙏

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Foi um longo caminho, mas ela conseguiu 😭🙏🙌 Essa brasileirinha chegou aqui com 11 anos de idade, sem inglês nenhum, mas entendeu rápido o sistema americano da meritocracia. Usou o sistema a seu favor, teve inúmeras oportunidades, ganhou bolsas de estudos e vários prêmios em tudo o que fez. Se formou primeiro em Biochemistry and Molecular Biology, 4 anos e meio, foi a campo trabalhar em clínicas veterinárias para poder conseguir as horas necessárias para medicina veterinária (foram mais 2 anos) e depois pode concorrer para a vaga de medicina veterinária na UGA. Na época esse era o diálogo: Eu perguntava: É Difícil? Ela respondia: Muito, praticamente impossível. Ela tinha ouvido de vários chefes que ela deveria ter um plano B pois VET na UGA era muito difícil, eles não conheciam ninguém que tinha conseguido. E ela respondia para eles que só tinha o plano A. Cada vez que ela me dizia que não iria conseguir pq era mais difícil entrar p VET da UGA do que entrar para Harvard, eu perguntava..É impossível mesmo? Ela me respondia: É ! E eu falava : Ótimo ! O meu Deus adora o impossível… Ela se lembrou disso hoje! 👀🙏… A conquista é dela mas a vitória é de nós duas! Doctor Maria Vitória … Orgulho que não cabe no peito 🫶🏻!

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Foi um longo caminho, mas ela conseguiu 😭🙏🙌 Essa brasileirinha chegou aqui com 11 anos de idade, sem inglês nenhum, mas entendeu rápido o sistema americano da meritocracia. Usou o sistema a seu favor, teve inúmeras oportunidades, ganhou bolsas de estudos e vários prêmios em tudo o que fez. Se formou primeiro em Biochemistry and Molecular Biology, 4 anos e meio, foi a campo trabalhar em clínicas veterinárias para poder conseguir as horas necessárias para medicina veterinária (foram mais 2 anos) e depois pode concorrer para a vaga de medicina veterinária na UGA. Na época esse era o diálogo: Eu perguntava: É Difícil? Ela respondia: Muito, praticamente impossível. Ela tinha ouvido de vários chefes que ela deveria ter um plano B pois VET na UGA era muito difícil, eles não conheciam ninguém que tinha conseguido. E ela respondia para eles que só tinha o plano A. Cada vez que ela me dizia que não iria conseguir pq era mais difícil entrar p VET da UGA do que entrar para Harvard, eu perguntava..É impossível mesmo? Ela me respondia: É ! E eu falava : Ótimo ! O meu Deus adora o impossível… Ela se lembrou disso hoje! 👀🙏… A conquista é dela mas a vitória é de nós duas! Doctor Maria Vitória … Orgulho que não cabe no peito 🫶🏻!

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Que conquista 🙏✨ ! Coloquem no Google “Magna Cum Laude” para vocês entenderem, não é pouca coisa meus amigos, e é falado logo depois do meu nome. Até o penduricalho do chapéu é diferenciado, é “honors”. Foi difícil, trabalhei muito duro para tudo isso 🙏 com Deus sempre ao meu lado ! Hoje foi honra e emoção tripla. Enquanto a bandeira tremulava no telão, durante o hino americano, passou um filminho na minha cabeça, minha chegada aos EUA apenas com a minha filha mais nova. Mas não tenho apenas a Vitória, tenho também a Carolina, que chamo de filha pródiga. Assistam ao vídeo para entenderem porque é honra tripla !!!

Que conquista 🙏✨ ! Coloquem no Google “Magna Cum Laude” para vocês entenderem, não é pouca coisa meus amigos, e é falado logo depois do meu nome. Até o penduricalho do chapéu é diferenciado, é “honors”. Foi difícil, trabalhei muito duro para tudo isso 🙏 com Deus sempre ao meu lado ! Hoje foi honra e emoção tripla. Enquanto a bandeira tremulava no telão, durante o hino americano, passou um filminho na minha cabeça, minha chegada aos EUA apenas com a minha filha mais nova. Mas não tenho apenas a Vitória, tenho também a Carolina, que chamo de filha pródiga. Assistam ao vídeo para entenderem porque é honra tripla !!!

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