
MiguelCat 𓃠
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OS BLOGUEIROS DE CRACHÁ NUNCA DESAPARECERAM. APENAS MUDARAM DE DISFARCE. Há uma diferença abismal entre fazer jornalismo e fazer militância política com um microfone na mão. E há quem pareça ter perdido completamente a capacidade de distinguir uma coisa da outra. Ana Paula do Vôlei resolveu ressuscitar uma acusação contra Felipe Moura Brasil: a de que ele teria passado a criticar Bolsonaro porque não conseguiu a chefia da SECOM. E as provas, Ana Paula? Onde estão? Porque falar até um papagaio fala. Difícil é sustentar aquilo que se diz. Felipe, pelo contrário, apresenta declarações públicas de agosto e novembro de 2018, anteriores à escolha do chefe da SECOM, nas quais já rejeitava ocupar cargos no governo e reafirmava a sua independência jornalística. Perante documentos, datas e declarações verificáveis, não basta aparecer diante de uma câmara a distribuir acusações e a diagnosticar supostas dores de cotovelo. Isso não é investigação. É mexerico político com pretensões de jornalismo. E depois temos Luís Ernesto Lacombe, que acha particularmente espirituoso chamar «Felipe Morra Brasil» a um jornalista que já foi alvo de ameaças de morte. Que extraordinária demonstração de elevação intelectual! Quando faltam argumentos, recorre-se à deturpação do nome. Uma infantilidade indigna de quem pretende ser levado a sério. Mas a cereja no topo deste espetáculo de servilismo político é chamar Felipe Moura Brasil de «isentão». ISENTÃO?! Desde quando a independência perante políticos se tornou um defeito profissional? Desde quando um jornalista tem a obrigação de beijar os pés de Bolsonaro para demonstrar que não gosta de Lula? Desde quando denunciar irregularidades de um governo significa trabalhar para os seus adversários? Jornalismo não é uma declaração de amor a políticos. Não é uma claque organizada. Não é um concurso para descobrir quem bajula melhor o seu líder de estimação. E a ironia é deliciosa: Ana Paula ainda invoca a reportagem «Os blogueiros de crachá», de Felipe Moura Brasil. Talvez o problema de certos comentadores com essa reportagem seja precisamente a pergunta que ela continua a levantar: onde termina o jornalismo e começa a militância remunerada ou disfarçada de informação? Quanto à famosa «dor de cotovelo», Ana Paula, convém ter cuidado com os diagnósticos à distância. Porque quem parece incapaz de aceitar que um jornalista tenha independência para criticar os seus políticos favoritos não está propriamente a dar uma lição de liberdade de pensamento. O verdadeiro teste de um jornalista não é atacar os políticos de quem não gosta. É ter coragem de investigar e criticar aqueles de quem gosta. O resto pode ser propaganda, fanatismo, bajulação ou oportunismo. Jornalismo é que não passa a ser só porque alguém tem um microfone, uma audiência e uma opinião aos gritos. Agora assistam ao vídeo. Primeiro, as acusações de Ana Paula do Vôlei. Depois, a resposta de Felipe Moura Brasil, acompanhada das declarações que ele apresenta para as contrariar. De um lado, acusações sobre intenções e ressentimentos. Do outro, documentos e datas que podem ser confrontados. Tirem as vossas conclusões. Porque a língua não tem ossos, mas a credibilidade deveria ter coluna vertebral.
MiguelCat 𓃠144,003 görüntüleme • 2 gün önce

Nesta conversa, foram mencionados Claudio Dantas e Reinaldo Azevedo. Eu acrescentaria Prof.Marco Antonio Villa e Rodrigo Constantino. Há quem defenda princípios. E há quem pareça ter descoberto que os princípios também podem ser um negócio lucrativo. A verdade exige coragem. A bajulação rende audiência. E a audiência rende dinheiro. Para mim, certas mudanças de discurso cheiram mais a conveniência financeira do que a evolução intelectual. É fácil denunciar os pecados dos adversários enquanto se escondem os dos aliados. Difícil é morder a mão que alimenta. Porque mudar de opinião é legítimo. Mas trocar a coerência pelos aplausos de uma plateia rentável é outra história.
MiguelCat 𓃠137,035 görüntüleme • 4 gün önce

Kim Paim disse que, se estivesse no lugar dos Bolsonaro, «ia aprontar» com o jornalista Felipe Moura Brasil. Imaginem este sujeito com poder nas mãos! Critica a perseguição política enquanto fantasia com represálias contra quem investiga jornalisticamente os seus ídolos. A distância entre a Austrália e o Brasil é enorme. Entre o discurso de liberdade e a mentalidade autoritária de Kim Paim, parece ser ainda maior.
MiguelCat 𓃠65,984 görüntüleme • 6 gün önce

Em 2022, com o apoio de Nando Moura, Renato Battista teve 54.551 votos. Em 2026, Nando fez de Renato um dos principais alvos da sua anticampanha. Resultado: 89.489 votos. +64%. Renato ficou suplente não porque lhe faltaram votos, mas pelo sistema proporcional e pelo desempenho da legenda, teve, inclusive, mais votos nominais que candidatos eleitos por outros partidos. Nando tentou barrar Renato e ele ganhou 34.938 votos. O homem já disse até que “derrubou Bolsonaro”. 😂 Esse “peso eleitoral” precisa urgentemente de uma balança nova.
MiguelCat 𓃠112,126 görüntüleme • 1 ay önce

Coitado do Mosquitão... Quem poderia imaginar? Pareciam ter tudo para dar certo... 🙄
Miguel 𓃠 ⬛⬜🟨456,420 görüntüleme • 4 ay önce

O ministro indicado pelo ex presidiário deu um tiro no próprio pé, e foi de caçadeira. Toffoli pensou que Renan Santos era algum moleque que, diante de uma canetada, colocaria o rabo entre as pernas e ficaria calado. Aconteceu exatamente o contrário. Renan dobrou a aposta e foi pra cima de Toffoli. Tentaram intimidar o sujeito errado. #SomosTodosRenanSantos14 #FechadoComRenan14
MiguelCat 𓃠184,470 görüntüleme • 2 ay önce

Vocês merecem o Brasil que têm hoje. VTNC. Transformaram a Avenida Paulista num grande palanque eleitoral. O impeachment de Moraes virou escada para candidato surfar na indignação popular, fazer propaganda e caçar voto. Enquanto disputam quem aparece mais, os togados assistem de camarote e continuam rindo da cara de vocês. No fim, muita encenação, muito oportunismo e resultado nenhum.
MiguelCat 𓃠141,598 görüntüleme • 1 ay önce

CARTA ABERTA AO RENAN SANTOS Renan, Ontem, assistindo à sua conversa no IronTalks, houve um momento em que a política deixou de importar para mim. Foi quando ouvi seu pai falar de você. Talvez aquilo tenha me tocado tanto porque, apesar das nossas histórias serem diferentes, encontrei ali alguma coisa que também faz parte da minha. Fui abandonado quando tinha apenas seis meses de idade. Mas a vida, que às vezes nos tira por uma mão, devolve pela outra. Tive a sorte de ser criado pelos meus avós e posso dizer, sem hesitar, que tive os melhores pais que poderia ter tido. Por isso acredito muito na importância de quem nos cria. Pais são um pouco como o ceramista diante do barro. Enquanto somos pequenos, aquelas mãos vão nos dando forma. Corrigem aqui, sustentam ali, apertam quando é preciso e protegem quando ainda somos frágeis demais. Depois vem o forno. E o forno é a vida. É ela que endurece aquilo que foi moldado, deixa marcas, às vezes racha algumas partes, mas também transforma aquele barro em alguma coisa capaz de resistir ao tempo. Quando ouvi seu pai falar, pensei nisso. E talvez tenha sido ali que passei a compreender um pouco melhor algumas coisas em você. Ontem também vi algo que valorizo muito numa pessoa: você não teve medo de reconhecer erros e pedir desculpas quando achou que devia. E isso me obrigou, mais uma vez, a olhar para os meus próprios erros. Porque eu também tenho um pedido de desculpas a fazer. Durante algum tempo, encampei uma guerra virtual que não era minha. Achei que estava lutando do lado certo e só mais tarde percebi que, em vários momentos, estava pegando nas armas de quem transformava qualquer contraditório numa guerra pessoal. Eu participei disso. Compartilhei, escrevi, ataquei e ajudei a alimentar uma narrativa contra você, contra o MBL e contra pessoas que eu sequer tinha procurado conhecer verdadeiramente. Não vou colocar toda a responsabilidade em quem me influenciou, porque seria fácil demais. As mãos eram minhas. O teclado era meu. A decisão de publicar também era minha. Por isso, Renan, eu lhe peço desculpas. Não porque hoje concorde com cada palavra sua. Não concordo e provavelmente nunca concordarei. E ainda bem. Aprendi da pior maneira que transformar alguém em dono da verdade é justamente o começo do problema. Peço desculpas porque hoje reconheço que fui injusto. Também percebi que, durante muito tempo, me deixei envolver pela guerra pessoal do Nando Moura. Passei a enxergar pessoas através da régua dele e a comprar conflitos que, na verdade, não eram meus. Com o tempo, comecei a perceber um padrão que me incomodava: o contraditório rapidamente virava conflito pessoal; quem discordava deixava de ser apenas alguém com outra opinião e passava a ser tratado como inimigo. E eu, acreditando estar defendendo aquilo que era certo, entrei nessa lógica. Hoje reconheço que peguei nas armas de uma guerra que não era minha. Mas não quero usar o Nando como desculpa para os meus próprios atos. Ele pode ter influenciado a forma como eu enxergava vocês, mas quem escreveu, compartilhou e atacou fui eu. Essa responsabilidade é minha. E talvez seja justamente por ter errado que hoje dê tanto valor a quem consegue dizer simplesmente: “Eu errei.” Não é fraqueza. É preciso muito mais coragem para reconhecer um erro publicamente do que para passar anos inventando justificativas para ele. Também comecei a entender melhor de onde vem parte da sua dureza quando fala de criminalidade. Existem coisas cujo peso é difícil compreender olhando de fora. Quem já sentiu na própria pele as consequências da violência e da criminalidade carrega determinadas palavras de outra maneira. E, para além da história pessoal, passei a ouvir suas ideias. Não cortes escolhidos por adversários. Não interpretações de terceiros. Você. Vi alguém capaz de sentar durante horas e conversar sobre política, economia, segurança, história, tecnologia, cultura e tantos outros assuntos; alguém que estudou, trabalhou e queimou muita pestana para construir o caminho que percorreu. Posso discordar aqui e ali. Isso continuará acontecendo. A diferença é que agora quero discordar de você, quando for o caso, e não da caricatura que alguém construiu de você para mim. Talvez seja essa a maior mudança que aconteceu comigo. Eu continuo sendo o mesmo homem em muitas das minhas convicções. Mas deixei de precisar de um ídolo que pense por mim e de um inimigo que eu precise odiar. Ontem, vendo você falar, pedir desculpas pelos próprios erros e depois ouvindo seu pai, senti uma identificação que já não era apenas política. Era humana. Somos resultado das mãos que nos moldaram, das pancadas que levamos e do forno pelo qual a vida nos obrigou a passar. Algumas peças saem perfeitas. Outras carregam marcas. Eu carrego as minhas. E uma delas é saber que um dia fui injusto com você. Não posso apagar aquilo que escrevi. Não posso voltar no tempo e retirar palavras que já foram lidas. Posso apenas fazer hoje aquilo que deveria ter feito antes: reconhecer, assumir e pedir desculpas. Que amanhã, independentemente de tudo o que a vida e a política ainda reservem, você nunca perca a capacidade que demonstrou de reconhecer seus próprios erros. Porque projetos importam. Ideias importam. Coragem importa. Mas caráter também se revela naquele momento difícil em que somos capazes de olhar para trás e dizer: “Aqui eu errei.” Hoje sou eu quem diz. Desculpa, Renan. E obrigado por, mesmo sem saber, ter me feito olhar novamente para a minha própria história. Pedro Miguel
MiguelCat 𓃠78,244 görüntüleme • 1 ay önce

UM MINUTO E MEIO. FOI TUDO O QUE RENAN PRECISOU. Nas considerações finais, Renan Santos usou cada segundo para dar voz a milhões de brasileiros que estão cansados da corrupção, do populismo e dessa polarização que sequestrou o debate político do país. Enquanto tentam nos convencer de que o Brasil está condenado a escolher eternamente entre dois lados, Renan deixou um recado: CHEGA. O BRASIL NÃO É PROPRIEDADE DE NINGUÉM. Hoje não terminou uma eleição. Começou uma disputa. E o 14 mostrou que veio para jogar. 🔥🇧🇷 #RenanSantosPresidente 🗳️1⃣4⃣⬛️⬜️🟨
MiguelCat 𓃠162,804 görüntüleme • 2 ay önce
0:27
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O vídeo é chocante. Um homem, aparentemente bêbado, bateu na traseira de outro carro. Até aqui, um crime em potencial já está configurado: quem sai dirigindo sob efeito de álcool está apto a matar alguém (homicídio culposo em potencial). Mas o que se segue é ainda mais grave: o outro motorista, em vez de acionar a polícia, parte para a barbárie. Ele desfere murros seguidos no rosto de um homem indefeso, sentado dentro do veículo, enquanto sua esposa grava tudo. Isso não é “reação”, isso é tentativa de homicídio. Quando alguém agride dessa forma, sem dar chance de defesa, está assumindo o risco de matar. Quem age assim deixa de ser vítima para se tornar criminoso. E se você vier aqui defender essa barbárie, já lhe adianto: você não evoluiu como ser humano.
MiguelCat 𓃠824,892 görüntüleme • 1 yıl önce

Confesso que ri 😂 Caiado fez uma pergunta para Renan que mais pareceu uma bola levantada na medida para ele chegar chutando de primeira. E Renan não desperdiçou. Até num assunto sério conseguiu arrancar risadas sem fugir do conteúdo. Para mim, Renan Santos foi o homem do jogo neste primeiro debate. O campeonato está longe de acabar, ainda tem muita bola para rolar… Mas, depois de hoje, o camisa 14 larga na frente na artilharia. ⚽🔥
MiguelCat 𓃠159,984 görüntüleme • 2 ay önce

Felca tem vídeos onde faz “humor” pesado com crianças, simulando violência, insinuações e situações claramente de mau gosto. Agora, surge com um vídeo mais sério denunciando abusos e a sexualização de menores. O curioso é que, quando pessoas da direita fizeram as mesmas denúncias no passado, foram ignoradas ou censuradas. E vale lembrar: essa sexualização sempre esteve na cara de todos, até em canais de TV aberta, com crianças dançando, vestidas de forma insinuante e cantando músicas que só fazem sentido no universo adulto. Mas, vindo dele, a pauta foi imediatamente abraçada pela esquerda e repercutida no Congresso. Por isso, algo não encaixa. Essa súbita mobilização cheira mais a cortina de fumaça do que a genuína defesa das crianças.
MiguelCat 𓃠900,239 görüntüleme • 1 yıl önce

Nando Moura fez vídeo, discurso, anticampanha, bateu, bateu, bateu… Kim em 2022: 295 mil votos. Kim em 2026: 520 mil votos. 📈 76% de crescimento. Há derrotas. Há humilhações. E há o sujeito que faz tanta anticampanha contra você que acaba parecendo seu coordenador de marketing.
MiguelCat 𓃠63,652 görüntüleme • 1 ay önce
2:10
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Nikolas Ferreira coloca o “Daniela Lima de calças” no lugar dele ao vivo na CNN O jornalista Gustavo Uribe se disse "apenas um repórter fazendo perguntas". Mas basta assistir para ver que a intenção não era neutra coisa nenhuma. As "perguntas" vinham carregadas de insinuações, narrativas e provocações disfarçadas de imparcialidade. Mas Nikolas Ferreira não caiu no teatrinho. Com firmeza e argumentos, colocou o "Daniela Lima de calças" no lugar que merece: sendo confrontado pelos próprios exageros. A velha imprensa ainda não aprendeu: quem joga com militância, acaba sendo exposto ao vivo. E dessa vez, não teve edição que salvasse.
Miguel 𓃠566,790 görüntüleme • 1 yıl önce