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Paulo Brito

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Jornalista independente, fotógrafo e ser humano nas horas vagas. Viva o Complexo da Penha, viva a periferia! 🏳️‍🌈

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Presidente do Fluminense, Mário Bittencourt se empolga, pega o microfone, solta a voz em show do Roupa Nova e provoca flamenguistas: "torcida deles não tem nenhum dente!". Flu Music aconteceu no gramado das Laranjeiras

Presidente do Fluminense, Mário Bittencourt se empolga, pega o microfone, solta a voz em show do Roupa Nova e provoca flamenguistas: "torcida deles não tem nenhum dente!". Flu Music aconteceu no gramado das Laranjeiras

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MOMENTO FOFOCA - Filha mais velha do presidente do Fluminense, Maria Isabel, que é tricolor fanática, comemora seus 15 anos numa festa de gala no Salão Nobre das Laranjeiras. Nossa câmera escondida registrou os momentos que antecedem a grande celebração na sede social do Flu.

MOMENTO FOFOCA - Filha mais velha do presidente do Fluminense, Maria Isabel, que é tricolor fanática, comemora seus 15 anos numa festa de gala no Salão Nobre das Laranjeiras. Nossa câmera escondida registrou os momentos que antecedem a grande celebração na sede social do Flu.

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📨 | CARTA ABERTA AO PRESIDENTE MÁRIO BITTENCOURT Ei, brother… tu é foda, né? Conseguiu papar mais uma eleição, depois daquela queda pro Abad em 2016. Eu sei que você não será o presidente “de direito”, mas é impossível se desvencilhar da ideia de que continuará sendo o presidente “de fato”. Tu adora mandar, né? Desde a época em que eu “corrigia” seus textos antes de publicá-los no NETFLU. Faz parte do jogo. Aliás, gostei do perfume que tem usado ultimamente. É o CK One? Sempre achei que você combinava mais com algo amadeirado, mas ficou bom. O mesmo cheiro que te acompanhava na quarta te seguiu no sábado. Mas hoje não vou comentar sobre fragrâncias. Eu sei que, tal qual o Thanos, você será inevitável na próxima gestão. O Mattheuzinho já proclamou isso aos quatro ventos. Parece até um casamento perfeito: ninguém discute, ninguém briga, e sempre sobra tempo e disposição pra namorar a noite inteira. Sendo assim, já consciente de que, de algum modo, você vai assumir o futebol do clube quando deixar a presidência — o que, na prática, muda quase nada — eu preciso desabafar contigo. Urgentemente. Vamos lá. A tentação é grande, mas não precisa mandar mensagem todo dia pro Eduardo Uram, tampouco pro Bertolucci ou pro André Cury. Eles estavam ali nas más… e lucraram enquanto a gente sofria. Não significa que sejam a salvação nas boas. Já te falei pra largar essa ladainha de “gratidão” quando a coincidência beira a bizarrice profissional. Arquiva a conversa, porque, se você não procurar, pode ter certeza: eles procurarão você. E, por favor, tira essa galera do close friends. Melhor não dar chance pro azar. Ninguém precisa te ver suado, batucando um samba aleatório numa noite de sexta-feira primaveril. O departamento de scout também não é uma área que você abrace com tanto carinho assim. Uma dica: não contrate cegamente jogadores indicados por treinador sem fazer o básico - analisar histórico técnico, físico e mental dos últimos dois anos, pelo menos. Você virou chacota com a novela Soteldo. E já tinha sido antes, quando renovou com Hudson, Wellington, Guga, e trouxe o reserva do Bahia pra ocupar o lugar do promissor Kauã Elias. Por mais que diga ali nas Laranjeiras que não liga, a gente sabe que, às vezes, um ego ferido incomoda mais do que um coração partido. Outra coisa: esquece esse papo de comprar zagueiro a lote só pra fazer número. Tá conversando com o Nino e tal - tomara que funcione - mas não repita essa história de que “quem tem quatro zagueiros não tem nenhum”. Meu amigo, você pode ter vinte defensores no elenco; se todos forem ruins, aí mesmo é que não vai ter nenhum, sacou? Thiago Silva vale por três, mas só tem meio pulmão hoje em dia. Precisa de rotatividade pra aguentar o tranco. Então refresca a cabeça naquela piscininha com cascata que você gosta, bota Ferrugem no rádio, fecha os olhos e lembra da sua boemia em Vila Isabel. Que saudades daquele Mário, hein? Ousadia, alegria e muitos sonhos. “Você é responsável por aquilo que cativas”, presidente. Se existe uma legião de bravos apoiadores - sem trocadilho - também existe uma comunidade de haters. Faz parte. Quando o soco quebra o dente, o dente também pode arranhar o punho. De fora, a gente só tenta controlar a narrativa sobre a pancada. Lembro das nossas conversas ao telefone. Lembro das conversas no seu escritório na Santa Luzia, ou em algum restaurante da Cidade Maravilhosa. Relaxe: nada do que deveria ficar naquelas reuniões sairá delas. Nasceram e morreram ali, como cavaleiros que somos. Diga-se de passagem: você até melhorou no discurso. Antes dava sono. Agora está menos prolixo, mas ainda professoral demais. O Ronaldo pode fazer até melhor — e eu sei que vai. O Fluminense ainda é pequeno para as suas pretensões. Você é uma ave de rapina num cativeiro, pronta pra voar na selva. Mas ainda não é a hora. Registro aqui minha admiração pela sua constância — inclusive nos erros. A Libertadores tem a sua assinatura, apesar da linha de ataque e nem o técnico terem sido suas primeiras ou segundas opções. Em paralelo, sempre espero que responda no zap desde o caso Live Sorte, mas acho que encheram tanto a sua cabeça de abobrinha que não tem mais volta, né? Lá no fundo, ainda me inspira a ideia de tocar adiante depois de limpar ferida. Ano novo, vida nova, presidente. O Saint-Exupéry escreveu: “Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela uma amiga. Ela é agora única no mundo.” Assim éramos nós até 2019, mas perdemos essa força. Que o tempo te transforme num profissional de futebol melhor do que batedor de pênalti em pelada — embora eu ainda sinta aquele gol. Aliás, sua fixação pelo “Pequeno Príncipe” precisa ficar só da porta pra dentro, hein, cara? Papo reto. Essa frase de que “o essencial é invisível aos olhos” só funciona na literatura e em casais apaixonados. Nada tem que ser invisível num clube que se diz profissional. O nome disso é transparência — na SAF, nas transações, nas questões judiciais. Agora a bronca é do Matheus; dá pra colocar tudo na conta dele — e ele não vai ser deselegante a ponto de dizer que é seu legado. E quando o buraco apertar, a gente sabe que você vai meter a cara, igual cachorro louco, como fez naquele Fla-Flu ao lado do seu irmão (ver anexo), enquanto o Mattheus recuava à francesa. No fim de semana mesmo, naquela confusão com o Borim, você botou a bola azul na mesa e, supostamente, mandou que eram bons no voto e na porrada. Eu não duvido. Gosto quando usa sua testosterona pro bem. Que ela fale mais alto em 2026 — por todos os tricolores que acreditaram de novo no seu discurso e por aqueles que ainda torcem o nariz. Vamos por mais. Sempre. Com carinho, Paulo Brito PS: evite deixar o computador aberto quando não estiver usando. Ou, pelo menos, lembre-se de deslogar as redes sociais, principalmente se estiver no clube.

📨 | CARTA ABERTA AO PRESIDENTE MÁRIO BITTENCOURT Ei, brother… tu é foda, né? Conseguiu papar mais uma eleição, depois daquela queda pro Abad em 2016. Eu sei que você não será o presidente “de direito”, mas é impossível se desvencilhar da ideia de que continuará sendo o presidente “de fato”. Tu adora mandar, né? Desde a época em que eu “corrigia” seus textos antes de publicá-los no NETFLU. Faz parte do jogo. Aliás, gostei do perfume que tem usado ultimamente. É o CK One? Sempre achei que você combinava mais com algo amadeirado, mas ficou bom. O mesmo cheiro que te acompanhava na quarta te seguiu no sábado. Mas hoje não vou comentar sobre fragrâncias. Eu sei que, tal qual o Thanos, você será inevitável na próxima gestão. O Mattheuzinho já proclamou isso aos quatro ventos. Parece até um casamento perfeito: ninguém discute, ninguém briga, e sempre sobra tempo e disposição pra namorar a noite inteira. Sendo assim, já consciente de que, de algum modo, você vai assumir o futebol do clube quando deixar a presidência — o que, na prática, muda quase nada — eu preciso desabafar contigo. Urgentemente. Vamos lá. A tentação é grande, mas não precisa mandar mensagem todo dia pro Eduardo Uram, tampouco pro Bertolucci ou pro André Cury. Eles estavam ali nas más… e lucraram enquanto a gente sofria. Não significa que sejam a salvação nas boas. Já te falei pra largar essa ladainha de “gratidão” quando a coincidência beira a bizarrice profissional. Arquiva a conversa, porque, se você não procurar, pode ter certeza: eles procurarão você. E, por favor, tira essa galera do close friends. Melhor não dar chance pro azar. Ninguém precisa te ver suado, batucando um samba aleatório numa noite de sexta-feira primaveril. O departamento de scout também não é uma área que você abrace com tanto carinho assim. Uma dica: não contrate cegamente jogadores indicados por treinador sem fazer o básico - analisar histórico técnico, físico e mental dos últimos dois anos, pelo menos. Você virou chacota com a novela Soteldo. E já tinha sido antes, quando renovou com Hudson, Wellington, Guga, e trouxe o reserva do Bahia pra ocupar o lugar do promissor Kauã Elias. Por mais que diga ali nas Laranjeiras que não liga, a gente sabe que, às vezes, um ego ferido incomoda mais do que um coração partido. Outra coisa: esquece esse papo de comprar zagueiro a lote só pra fazer número. Tá conversando com o Nino e tal - tomara que funcione - mas não repita essa história de que “quem tem quatro zagueiros não tem nenhum”. Meu amigo, você pode ter vinte defensores no elenco; se todos forem ruins, aí mesmo é que não vai ter nenhum, sacou? Thiago Silva vale por três, mas só tem meio pulmão hoje em dia. Precisa de rotatividade pra aguentar o tranco. Então refresca a cabeça naquela piscininha com cascata que você gosta, bota Ferrugem no rádio, fecha os olhos e lembra da sua boemia em Vila Isabel. Que saudades daquele Mário, hein? Ousadia, alegria e muitos sonhos. “Você é responsável por aquilo que cativas”, presidente. Se existe uma legião de bravos apoiadores - sem trocadilho - também existe uma comunidade de haters. Faz parte. Quando o soco quebra o dente, o dente também pode arranhar o punho. De fora, a gente só tenta controlar a narrativa sobre a pancada. Lembro das nossas conversas ao telefone. Lembro das conversas no seu escritório na Santa Luzia, ou em algum restaurante da Cidade Maravilhosa. Relaxe: nada do que deveria ficar naquelas reuniões sairá delas. Nasceram e morreram ali, como cavaleiros que somos. Diga-se de passagem: você até melhorou no discurso. Antes dava sono. Agora está menos prolixo, mas ainda professoral demais. O Ronaldo pode fazer até melhor — e eu sei que vai. O Fluminense ainda é pequeno para as suas pretensões. Você é uma ave de rapina num cativeiro, pronta pra voar na selva. Mas ainda não é a hora. Registro aqui minha admiração pela sua constância — inclusive nos erros. A Libertadores tem a sua assinatura, apesar da linha de ataque e nem o técnico terem sido suas primeiras ou segundas opções. Em paralelo, sempre espero que responda no zap desde o caso Live Sorte, mas acho que encheram tanto a sua cabeça de abobrinha que não tem mais volta, né? Lá no fundo, ainda me inspira a ideia de tocar adiante depois de limpar ferida. Ano novo, vida nova, presidente. O Saint-Exupéry escreveu: “Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela uma amiga. Ela é agora única no mundo.” Assim éramos nós até 2019, mas perdemos essa força. Que o tempo te transforme num profissional de futebol melhor do que batedor de pênalti em pelada — embora eu ainda sinta aquele gol. Aliás, sua fixação pelo “Pequeno Príncipe” precisa ficar só da porta pra dentro, hein, cara? Papo reto. Essa frase de que “o essencial é invisível aos olhos” só funciona na literatura e em casais apaixonados. Nada tem que ser invisível num clube que se diz profissional. O nome disso é transparência — na SAF, nas transações, nas questões judiciais. Agora a bronca é do Matheus; dá pra colocar tudo na conta dele — e ele não vai ser deselegante a ponto de dizer que é seu legado. E quando o buraco apertar, a gente sabe que você vai meter a cara, igual cachorro louco, como fez naquele Fla-Flu ao lado do seu irmão (ver anexo), enquanto o Mattheus recuava à francesa. No fim de semana mesmo, naquela confusão com o Borim, você botou a bola azul na mesa e, supostamente, mandou que eram bons no voto e na porrada. Eu não duvido. Gosto quando usa sua testosterona pro bem. Que ela fale mais alto em 2026 — por todos os tricolores que acreditaram de novo no seu discurso e por aqueles que ainda torcem o nariz. Vamos por mais. Sempre. Com carinho, Paulo Brito PS: evite deixar o computador aberto quando não estiver usando. Ou, pelo menos, lembre-se de deslogar as redes sociais, principalmente se estiver no clube.

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Alvos do protesto nas Laranjeiras: Páginas e torcedores do Fluminense criticam Mário Bittencourt, Mattheus Montenegro, gestão de Xerém, SAF, defesa institucional, Ronaldo França (chefe da comunicação do clube), Freytes e até Zubeldía.

Alvos do protesto nas Laranjeiras: Páginas e torcedores do Fluminense criticam Mário Bittencourt, Mattheus Montenegro, gestão de Xerém, SAF, defesa institucional, Ronaldo França (chefe da comunicação do clube), Freytes e até Zubeldía.

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💥 | O clima em Duque de Caxias está "tranquilo" com a Jovem Fla se encaminhando para o... estádio (?) nesta manhã. Torcer para que não entrem em conflito com a Força Jovem do Vasco e que seja um domingo tranquilo para os cariocas e fluminenses.

💥 | O clima em Duque de Caxias está "tranquilo" com a Jovem Fla se encaminhando para o... estádio (?) nesta manhã. Torcer para que não entrem em conflito com a Força Jovem do Vasco e que seja um domingo tranquilo para os cariocas e fluminenses.

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🚨 | MATTHEUS MONTENEGRO maior ALVO: Veja algumas das faixas da manifestação Torcedores seguem se reunindo para o protesto nas Laranjeiras Falta pouco para o início do protesto iniciado por páginas nos arredores das Laranjeiras. Com cerca de 50 pessoas reunidas até o momento, a ideia é fazer pressão contra a gestão e falta de defesa institucional.

🚨 | MATTHEUS MONTENEGRO maior ALVO: Veja algumas das faixas da manifestação Torcedores seguem se reunindo para o protesto nas Laranjeiras Falta pouco para o início do protesto iniciado por páginas nos arredores das Laranjeiras. Com cerca de 50 pessoas reunidas até o momento, a ideia é fazer pressão contra a gestão e falta de defesa institucional.

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Torcedora fanática do Rivadavia (ARG), esposa de Freytes celebra com "hinchas" antes do jogo. 🎥 | Reprodução Instagram

Torcedora fanática do Rivadavia (ARG), esposa de Freytes celebra com "hinchas" antes do jogo. 🎥 | Reprodução Instagram

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🚨 | Torcedores de Flamengo e Fluminense travam guerra fria em Laranjeiras Disputa por territórios através de adesivos ganha corpo Um cão marca território com a própria urina. Uma torcida faz o mesmo com cores, símbolos e provocações. Nas Laranjeiras, bairro historicamente ligado ao Fluminense, o que se vê é uma espécie de ringue urbano de representatividade, onde torcedores de Fla e Flu travam uma disputa silenciosa, porém explícita, para afirmar quem manda naquele pedaço da cidade. Muros, postes e placas viram trincheiras. Stickers, grafites e adesivos funcionam como assinaturas de guerra. Na última semana, tricolores perceberam que diversos elementos ligados ao clube, espalhados pelo bairro da Zona Sul, estavam sendo encobertos por adesivos de São Judas Tadeu, padroeiro do Flamengo, em vermelho e preto. Não era devoção religiosa, mas recado direto. Uma provocação rubro-negra clara. O objetivo é não deixar que as três cores que traduzem tradição e pertencimento se perpetuem em paz no território imortalizado na voz de Cássia Eller. Eram representantes do Flamengo dizendo “estamos aqui”, justamente onde o Fluminense sempre disse “esse lugar é nosso”. O conflito não é novo, embora raramente ganhe espaço no debate público. Trata-se de uma cultura urbana importada, mas já consolidada entre torcidas organizadas ao redor do mundo. No Rio, ela começa a ganhar contornos mais visíveis. Na Tijuca, na Zona Norte, a "treta" também se materializa em paredes e postes, numa disputa estética que reflete a rivalidade histórica entre os clubes. O futebol escapa do campo e ocupa o cotidiano. Como manda o roteiro clássico do Fla-Flu, houve resposta. No último sábado, torcedores do Fluminense passaram pelo bairro retirando os adesivos rubro-negros ou cobrindo-os com novas marcas tricolores, numa tentativa de retomar o controle simbólico das Laranjeiras. A tendência é que essa disputa ganhe novos capítulos à medida que o enredo se popularize em terras cariocas. Nem o clube nem a região administrativa têm qualquer participação nas ações, que partem exclusivamente de torcedores dispostos a alinhar a identidade do bairro às próprias paixões.

🚨 | Torcedores de Flamengo e Fluminense travam guerra fria em Laranjeiras Disputa por territórios através de adesivos ganha corpo Um cão marca território com a própria urina. Uma torcida faz o mesmo com cores, símbolos e provocações. Nas Laranjeiras, bairro historicamente ligado ao Fluminense, o que se vê é uma espécie de ringue urbano de representatividade, onde torcedores de Fla e Flu travam uma disputa silenciosa, porém explícita, para afirmar quem manda naquele pedaço da cidade. Muros, postes e placas viram trincheiras. Stickers, grafites e adesivos funcionam como assinaturas de guerra. Na última semana, tricolores perceberam que diversos elementos ligados ao clube, espalhados pelo bairro da Zona Sul, estavam sendo encobertos por adesivos de São Judas Tadeu, padroeiro do Flamengo, em vermelho e preto. Não era devoção religiosa, mas recado direto. Uma provocação rubro-negra clara. O objetivo é não deixar que as três cores que traduzem tradição e pertencimento se perpetuem em paz no território imortalizado na voz de Cássia Eller. Eram representantes do Flamengo dizendo “estamos aqui”, justamente onde o Fluminense sempre disse “esse lugar é nosso”. O conflito não é novo, embora raramente ganhe espaço no debate público. Trata-se de uma cultura urbana importada, mas já consolidada entre torcidas organizadas ao redor do mundo. No Rio, ela começa a ganhar contornos mais visíveis. Na Tijuca, na Zona Norte, a "treta" também se materializa em paredes e postes, numa disputa estética que reflete a rivalidade histórica entre os clubes. O futebol escapa do campo e ocupa o cotidiano. Como manda o roteiro clássico do Fla-Flu, houve resposta. No último sábado, torcedores do Fluminense passaram pelo bairro retirando os adesivos rubro-negros ou cobrindo-os com novas marcas tricolores, numa tentativa de retomar o controle simbólico das Laranjeiras. A tendência é que essa disputa ganhe novos capítulos à medida que o enredo se popularize em terras cariocas. Nem o clube nem a região administrativa têm qualquer participação nas ações, que partem exclusivamente de torcedores dispostos a alinhar a identidade do bairro às próprias paixões.

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⚠️ | COFRE ENJAULADO: Fluminense deve aluguéis das grades do Maracanã Clube não pagou 12 dos últimos 13 jogos no estádio Todo dia surge um pequeno caos na mesa do presidente Mattheus Montenegro. A bola da vez são as grades do Maracanã. Segundo apuração, o Fluminense não efetuou o pagamento do aluguel das grades do estádio em 12 dos últimos 13 jogos realizados como mandante. Polêmico, o tema é um velho conhecido dos bastidores do clube. Uma das maiores críticas envolve o fato de o Fluminense não adquirir as próprias grades. Internamente, explicação mais citada é que o custo de manutenção e conservação do equipamento (ver anexo) poderia ser superior ao valor da locação. No entanto, dependendo da partida, o aluguel ultrapassa os R$ 50 mil. A empresa proprietária das grades é a Equiloc Locação e Serviços, criada em 2011. O atual dono é Marcelo Abrantes Martins, ex-supervisor da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. Marcelo aparece como sócio da empresa desde 2015, após deixar a Ferj. O aluguel de estruturas, como grades de contenção e organização de filas, representa um custo operacional contínuo dentro da gestão do estádio. Ou seja, tanto o Fluminense como o Flamengo pagam a conta em toda partida realizada o "Maior do Mundo". Atualmente, não há qualquer previsão de mudança nesse cenário. A assessoria de comunicação do Fluminense foi procurada para se manifestar sobre o débito, mas preferiu não se pronunciar. 📸 | Divulgação 🎥 | Divulgação

Paulo Brito

325,347 views • 27 days ago

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🚨 | A história não contada sobre a saída de Thiago Silva do Fluminense O Fluminense se despediu, nesta semana, de seu principal líder dentro de campo. Em comum acordo com a diretoria tricolor, o zagueiro Thiago Silva rescindiu o contrato seis meses antes do fim do vínculo, sem custos para o clube. A justificativa oficial foi a saudade da esposa e dos filhos, que residem na Europa. No entanto, embora legítima, essa razão não explica sozinha a antecipação da decisão. Outros fatores, ligados diretamente ao projeto esportivo e às escolhas institucionais do clube, pesaram de forma decisiva. Quando o projeto foi apresentado a Thiago Silva, em 2024, a promessa era clara: a montagem de um elenco competitivo, com jogadores vencedores e protagonistas — ao menos um em cada setor do campo. A realidade, porém, foi bem diferente logo na chegada. O zagueiro desembarcou em um ambiente de instabilidade, com a equipe lutando contra o rebaixamento, e precisou assumir imediatamente um papel de liderança extrema, dentro e fora de campo. Foi peça central na permanência do clube na Série A e, a partir dali, passou a defender a necessidade de qualificação do elenco, sobretudo com a inclusão de atletas mais jovens e capazes de sustentar um projeto de médio prazo. Mais um ponto a destacar é que, em sua chegada, Thiago Silva também aceitou uma redução salarial significativa, baseada nas informações recebidas sobre a real condição financeira do Fluminense. O gesto não foi apenas contratual, mas simbólico: uma aposta no projeto. Contudo, ao longo da temporada seguinte, essa percepção começou a mudar. A sinalização de um pagamento mensal em torno de R$ 2 milhões para Rony - mais do que o dobro do que recebia o próprio Thiago - alterou completamente o cenário. Não se tratava de disputa salarial ou vaidade pessoal, mas de uma leitura objetiva sobre prioridades. O clube demonstrava capacidade de investimento elevada, inclusive com cifras próximas de R$ 50 milhões em negociações de atletas como o atacante do Atlético-MG, mas sem que isso se traduzisse, necessariamente, em protagonismo esportivo ou em um elenco equilibrado. Essa lógica se repetiu em outras movimentações de mercado. Após o encerramento da Copa do Mundo de Clubes, na qual o Fluminense terminou em quarto lugar, havia a expectativa interna de que, finalmente, seria formado um grupo mais forte e consistente. O que ocorreu, no entanto, foi o oposto. A saída de Árias fragilizou ainda mais o time, enquanto as chegadas de Soteldo e Santi Moreno, que custaram mais de R$ 55 milhões aos cofres do clube, tiveram impacto esportivo mínimo, com pouquíssima utilização em campo. A soma desses fatores unido ao desgaste emocional provocado pela distância da família, a frustração com a condução do departamento de futebol e a sensação de sobrecarga por assumir sozinho o papel de cobrança interna, funcionou como estopim. Amparado por uma brecha contratual prevista desde o início do vínculo, Thiago Silva optou por antecipar sua saída. O comportamento interpretado por muitos como “ranzinza” era, segundo pessoas próximas ao jogador, apenas reflexo de exigências por mais organização, planejamento e um elenco verdadeiramente homogêneo. A própria esposa do jogador, Belle Silva, seu pistas nas redes sociais (ver anexo) que não se tratava de uma ruptura de contrato somente pelas saudades. No Porto, clube que o anunciou neste sábado, o zagueiro encontrará um cenário distinto. O salário será quase três vezes superior ao que recebia no Fluminense, além de benefícios como moradia e outras garantias contratuais. O acordo inicial é de seis meses, com possibilidade de renovação por mais um ano mediante o cumprimento de metas esportivas. Embora a família do atleta resida na Inglaterra e ele tenha optado por Portugal, a escolha também passou pela logística. A distância entre Porto e Londres é pouco superior a 2 mil quilômetros, o que representa cerca de duas horas e meia de voo comercial, permitindo visitas frequentes, inclusive em fins de semana ou até em deslocamentos rápidos. Seus filhos, Isago e Iago, atuam nas categorias de base do Chelsea (ING). Torcedor declarado do Fluminense, Thiago Silva seguirá acompanhando o clube à distância e torcendo pelo bicampeonato da Libertadores. O atleta confessou a pessoas próximas que conquistas desse porte se tornam mais difíceis quando as políticas de contratação não caminham com clareza e quando a responsabilidade por cobrar excelência recai quase exclusivamente sobre um único líder no vestiário - que, muitas vezes, acaba sendo responsabilizado justamente por exigir o melhor do clube que escolheu defender. 📽️ | Reprodução Instagram 📸 | Reprodução Instagram 📸 | Reprodução Instagram

Paulo Brito

311,005 views • 5 months ago

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Sensacional

Paulo Brito

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⚠️ | Flamengo lidera ofensiva por impostos menores e fortalece RESISTÊNCIA À SAF NO FLUMINENSE Rival "ajuda" o Tricolor a permanecer como clube associativo Seria o destino mandando um recado para o Tricolor das Laranjeiras? O Flamengo liderou e comemorou, nesta quarta-feira, a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto que reduz a carga tributária dos clubes associativos. A medida diminui os impostos de cerca de 11,4% da receita para menos de 5%, aproximando os valores da realidade das SAFs, que atualmente pagam cerca de 6%. Embora o Fluminense não tenha participado diretamente da articulação, o clube acaba beneficiado pelo movimento. Internamente, a decisão é vista como um argumento importante para quem defende a permanência do modelo associativo e resiste à transformação em SAF. Nesse sentido, embora o diretor-geral, Mário Bittencourt, que era um dos maiores defensores da SAF tenha recuado com a informação de que não seria, supostamente, mais o CEO, o presidente do clube, Mattheus Montenegro, segue firme com a ideia. O projeto também surge em meio ao debate sobre desigualdade tributária no futebol brasileiro, principalmente após dirigentes defenderem que clubes interessados em menos impostos deveriam aderir ao modelo SAF. Agora, a proposta seguirá para análise no Senado. O Flamengo, um dos principais defensores do Regime Especial de Tributação para Associações Desportivas (RETAD), continuará atuando pela aprovação definitiva da medida enquanto clubes como o Fluminense observam o desenrolar e, de certa forma, são beneficiados também. Veja na íntegra, em anexo, o documento de tramitação e a PL.

Paulo Brito

20,040 views • 24 days ago

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📨 | CARTA ABERTA AO PRESIDENTE MÁRIO BITTENCOURT Ei, brother… tu é foda, né? Conseguiu papar mais uma eleição, depois daquela queda pro Abad em 2016. Eu sei que você não será o presidente “de direito”, mas é impossível se desvencilhar da ideia de que continuará sendo o presidente “de fato”. Tu adora mandar, né? Desde a época em que eu “corrigia” seus textos antes de publicá-los no NETFLU. Faz parte do jogo. Aliás, gostei do perfume que tem usado ultimamente. É o CK One? Sempre achei que você combinava mais com algo amadeirado, mas ficou bom. O mesmo cheiro que te acompanhava na quarta te seguiu no sábado. Mas hoje não vou comentar sobre fragrâncias. Eu sei que, tal qual o Thanos, você será inevitável na próxima gestão. O Mattheuzinho já proclamou isso aos quatro ventos. Parece até um casamento perfeito: ninguém discute, ninguém briga, e sempre sobra tempo e disposição pra namorar a noite inteira. Sendo assim, já consciente de que, de algum modo, você vai assumir o futebol do clube quando deixar a presidência — o que, na prática, muda quase nada — eu preciso desabafar contigo. Urgentemente. Vamos lá. A tentação é grande, mas não precisa mandar mensagem todo dia pro Eduardo Uram, tampouco pro Bertolucci ou pro André Cury. Eles estavam ali nas más… e lucraram enquanto a gente sofria. Não significa que sejam a salvação nas boas. Já te falei pra largar essa ladainha de “gratidão” quando a coincidência beira a bizarrice profissional. Arquiva a conversa, porque, se você não procurar, pode ter certeza: eles procurarão você. E, por favor, tira essa galera do close friends. Melhor não dar chance pro azar. Ninguém precisa te ver suado, batucando um samba aleatório numa noite de sexta-feira primaveril. O departamento de scout também não é uma área que você abrace com tanto carinho assim. Uma dica: não contrate cegamente jogadores indicados por treinador sem fazer o básico - analisar histórico técnico, físico e mental dos últimos dois anos, pelo menos. Você virou chacota com a novela Soteldo. E já tinha sido antes, quando renovou com Hudson, Wellington, Guga, e trouxe o reserva do Bahia pra ocupar o lugar do promissor Kauã Elias. Por mais que diga ali nas Laranjeiras que não liga, a gente sabe que, às vezes, um ego ferido incomoda mais do que um coração partido. Outra coisa: esquece esse papo de comprar zagueiro a lote só pra fazer número. Tá conversando com o Nino e tal - tomara que funcione - mas não repita essa história de que “quem tem quatro zagueiros não tem nenhum”. Meu amigo, você pode ter vinte defensores no elenco; se todos forem ruins, aí mesmo é que não vai ter nenhum, sacou? Thiago Silva vale por três, mas só tem meio pulmão hoje em dia. Precisa de rotatividade pra aguentar o tranco. Então refresca a cabeça naquela piscininha com cascata que você gosta, bota Ferrugem no rádio, fecha os olhos e lembra da sua boemia em Vila Isabel. Que saudades daquele Mário, hein? Ousadia, alegria e muitos sonhos. “Você é responsável por aquilo que cativas”, presidente. Se existe uma legião de bravos apoiadores - sem trocadilho - também existe uma comunidade de haters. Faz parte. Quando o soco quebra o dente, o dente também pode arranhar o punho. De fora, a gente só tenta controlar a narrativa sobre a pancada. Lembro das nossas conversas ao telefone. Lembro das conversas no seu escritório na Santa Luzia, ou em algum restaurante da Cidade Maravilhosa. Relaxe: nada do que deveria ficar naquelas reuniões sairá delas. Nasceram e morreram ali, como cavaleiros que somos. Diga-se de passagem: você até melhorou no discurso. Antes dava sono. Agora está menos prolixo, mas ainda professoral demais. O Ronaldo pode fazer até melhor — e eu sei que vai. O Fluminense ainda é pequeno para as suas pretensões. Você é uma ave de rapina num cativeiro, pronta pra voar na selva. Mas ainda não é a hora. Registro aqui minha admiração pela sua constância — inclusive nos erros. A Libertadores tem a sua assinatura, apesar da linha de ataque e nem o técnico terem sido suas primeiras ou segundas opções. Em paralelo, sempre espero que responda no zap desde o caso Live Sorte, mas acho que encheram tanto a sua cabeça de abobrinha que não tem mais volta, né? Lá no fundo, ainda me inspira a ideia de tocar adiante depois de limpar ferida. Ano novo, vida nova, presidente. O Saint-Exupéry escreveu: “Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela uma amiga. Ela é agora única no mundo.” Assim éramos nós até 2019, mas perdemos essa força. Que o tempo te transforme num profissional de futebol melhor do que batedor de pênalti em pelada — embora eu ainda sinta aquele gol. Aliás, sua fixação pelo “Pequeno Príncipe” precisa ficar só da porta pra dentro, hein, cara? Papo reto. Essa frase de que “o essencial é invisível aos olhos” só funciona na literatura e em casais apaixonados. Nada tem que ser invisível num clube que se diz profissional. O nome disso é transparência — na SAF, nas transações, nas questões judiciais. Agora a bronca é do Matheus; dá pra colocar tudo na conta dele — e ele não vai ser deselegante a ponto de dizer que é seu legado. E quando o buraco apertar, a gente sabe que você vai meter a cara, igual cachorro louco, como fez naquele Fla-Flu ao lado do seu irmão (ver anexo), enquanto o Mattheus recuava à francesa. No fim de semana mesmo, naquela confusão com o Borim, você botou a bola azul na mesa e, supostamente, mandou que eram bons no voto e na porrada. Eu não duvido. Gosto quando usa sua testosterona pro bem. Que ela fale mais alto em 2026 — por todos os tricolores que acreditaram de novo no seu discurso e por aqueles que ainda torcem o nariz. Vamos por mais. Sempre. Com carinho, Paulo Brito PS: evite deixar o computador aberto quando não estiver usando. Ou, pelo menos, lembre-se de deslogar as redes sociais, principalmente se estiver no clube.

Paulo Brito

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🚨 | EXCLUSIVO - TUDO PELA SAF: Fluminense e BTG patrocinam pesquisa para entender críticas da torcida à proposta Clube e empresas querem compreender as angústias dos tricolores Dívidas equacionadas e a quase certeza de que aprovar a SAF seria apenas uma questão de tempo no Fluminense. Toda a expectativa, entretanto, morreu na praia quando a proposta da Lazuli Partners e da LZ Sports foi oficialmente divulgada, setembro do ano passado, em reunião do Conselho Deliberativo (CDel) do clube. Além dos conflitos de interesse, como o favoritismo de Mário Bittencourt para ser CEO, os valores envolvidos não foram suficientes para acalmar os ânimos dos torcedores tricolores. Diante disso, Fluminense, BTG Pactual e a própria Lazuli contrataram uma empresa de marketing para entender as razões pelas quais a primeira proposta de compra do clube recebeu tantas críticas de torcedores, especialistas e da mídia. Sendo assim, foi elaborado um questionário com 26 perguntas, entre discursivas e de múltipla escolha, com o objetivo de traçar um perfil mais profundo dos anseios da torcida. A tendência é que os tricolores recebam o questionário via Google Docs, por e-mail ou redes sociais, mas não há previsão para a conclusão do estudo, conforme apuração. Vale lembrar que a empresa propôs adquirir 65% da SAF do Fluminense. Entre os principais números, o aporte inicial seria de R$ 500 milhões nos dois primeiros anos (R$ 250 milhões por temporada - o único dinheiro novo em questão), além da assunção total da dívida, que era de R$ 871 milhões. Também está prevista em contrato a obrigatoriedade de investimento de R$ 6,4 bilhões ao longo de 10 anos. Curiosamente, porém, a dívida do Fluminense saltou para mais de R$ 1 bilhão nesta temporada, quando a promessa era justamente reduzí-la para incentivar um maior aporte da Lazuli. A expectativa é que a nova proposta seja apresentada durante o período da Copa do Mundo, em julho. CONFIRA ALGUMAS PERGUNTAS DA PESQUISA EM PRIMEIRA MÃO (EM ANEXO, AS OPÇÕES DE REPOSTAS E QUESTIONÁRIO COMPLETO): ➡️SEÇÃO 1 de 10 – PERFIL DO TORCEDOR 1. Idade 2. Você é sócio do clube? 3. Com que frequência você assiste aos jogos do Fluminense? 4. Frequência no estádio 5. Antes desta pesquisa, você já tinha conhecimento da primeira proposta apresentada para a SAF? ➡️SEÇÃO 2 de 10 – PERCEPÇÃO GERAL 6. Você achou positivo a entrada das SAF’s no futebol brasileiro? 7. E no Fluminense você acredita que a SAF pode ser boa para o clube e sua torcida? 8. Qual foi o seu sentimento ao ouvir sobre a primeira proposta para a SAF do Fluminense? ➡️SEÇÃO 3 de 10 – ENTENDIMENTO DO PROJETO 9. De forma geral, qual foi sua impressão sobre a primeira proposta? 10. Qual frase melhor representa sua percepção sobre a primeira proposta? 11. O que você acredita que vai acontecer com o clube após a SAF? ➡️SEÇÃO 4 de 10 – PONTOS POSITIVOS 12. O que você viu de positivo na proposta? (A pesquisa também exibe escalas de avaliação para: Profissionalização da gestão, Competitividade no longo prazo, Manutenção de gestores experientes, Redução de dívidas e Melhora na estrutura do clube). ➡️SEÇÃO 5 de 10 – PONTOS DE ATENÇÃO 13. O que você não gostou ou te gerou desconfiança? 14. O que mais te preocupa na SAF? (Escolha até 3 opções) 15. O que faltou na comunicação da primeira proposta? ➡️SEÇÃO 6 de 10 – TRANSPARÊNCIA 16. Em uma escala de 1 a 5, quanto você sentiu que a primeira proposta foi transparente? 17. Você confia nas informações divulgadas até agora? 18. Que tipo de informação você gostaria de ver com mais clareza? ➡️SEÇÃO 7 de 10 – PERTENCIMENTO 19. Você sente que a torcida faz parte do processo? 20. O que faria você se sentir parte da decisão? ➡️SEÇÃO 8 de 10 – GATILHOS DE APROVAÇÃO 22. Você faria alguma mudança relevante na estrutura da proposta inicial da SAF? 📸 | Roberta Agum/FFC 🎥 | Paulo Brito

Paulo Brito

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Para quem se acostumou a me acompanhar por aqui ou no NETFLU, hoje se encerra o meu ciclo no portal. Foram 14 anos de muitas histórias, trabalho, erros, acertos, carinho e ódio. Agradeço a todos, inclusive aos críticos, que observavam de perto as minhas informações no site, bem como as opiniões no Twitter. Nunca fui unanimidade, mas mantive a esportiva até com ofensas, entendendo que o debate ajuda a construir vias para edificar os caminhos desta profissão. Nesse período de NETFLU, panfletei nos estádios, divulguei milhares de links na extinta comunidade do Orkut do Jovan, tomei pedrada em saída de aeroporto, cobri vários protestos, inalei gás de pimenta em Curitiba, gás lacrimogêneo em Barueri, ameaças de morte de cambistas, contudo também pude conhecer por dentro o Fluminense e grandes profissionais, que agora posso chamar de amigos. E mais: vi craques entrando e saindo do clube, o CT Carlos Castilho crescer do zero e emplaquei algumas exclusivas importantes como a saída do Fred, chegada da Drywold e rompimento com a Unimed. Agradeço ainda a toda a equipe atual do NETFLU e aos que já passaram pelo portal. Cada qual foi fundamental para deixar o site na posição em que está. Seguirei nesta rede informando, na medida do possível, enquanto reestruturo a vida para os próximos passos. O fim do ciclo pode ser o começo de uma nova - e melhor - trajetória. Vi isso no Google quando fui pesquisar como me despedir de uma empresa. Espero que seja verdade. Até breve! Mandem jobs!

Paulo Brito

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🚨 | ISOLADO E TRAÍDO EM VIDA, MINIMIZADO APÓS A MORTE: Celso Barros recebe homenagem discretíssima no Maracanã Diretoria cria expectativas e entrega praticamente nada O falecimento do ex-presidente da Unimed, doutor Celso Barros, pegou a todos de surpresa no último fim de semana. Durante o velório no Salão Nobre das Laranjeiras - gentilmente cedido aos familiares - o presidente Mário Bittencourt, acompanhado por outros membros da gestão, incluindo o vice-geral Mattheus Montenegro e o chefe de comunicação, Ronaldo França, prestou suas condolências. Além disso, prometeram aos parentes e amigos uma homenagem à altura do ex-dirigente no Fla-Flu do Maracanã. Tudo ficou no discurso. A expectativa sobre o que seria feito em tributo ao médico era visível. Inicialmente, cerca de 20 ingressos de cortesia foram distribuídos entre o Maracanã+ e o Setor Sul. Pelos corredores do clube, comentava-se sobre conversas entre Mário e Celsinho, filho de Celso Barros, nas quais o presidente teria desenhado uma homenagem espetacular. Acreditava-se em algo grandioso. Ledo engano. Apesar de o time atuar de luto pela morte de Celso, houve apenas a exibição de uma foto do ex-mandatário da Unimed no telão do Maracanã, por um minuto. Nada além disso. Nenhum vídeo, nenhuma mensagem, nenhuma interação institucional. O único gesto partiu da arquibancada, que espontaneamente puxou o grito: “Ah, é Celso Barros!”. Parecia que o doutor havia sido apenas um sócio comum, visitante ocasional das Laranjeiras - e nada mais. Vale lembrar que o departamento de marketing, responsável pela homenagem em conjunto com a comunicação, responde diretamente a Ronaldo França, braço direito do presidente. Celso Barros sempre apontou França como responsável por sua saída do clube, após a publicação de uma nota na coluna de Lauro Jardim - amigo de Ronaldo - insinuando um atrito entre o dirigente da Unimed e Abel Braga. Celso ficou irritadíssimo, negou qualquer problema com Abel e, ao interpretar que Ronaldo teria sido a origem da informação, pediu sua demissão. Mário Bittencourt não permitiu. Desde então, Celso foi gradualmente isolado, a ponto de deixar de receber ingressos e camisas durante um período, mesmo ocupando a vice-presidência do clube. Nem ações simples foram realizadas: nenhuma imagem de Celso celebrando um gol quando o Fluminense balançasse as redes, nenhum vídeo histórico do médico endereçado à torcida - e há vários -, nenhuma entrada em campo com camisas ou faixas carregando seu nome. A sensação foi de uma homenagem culposa: feita sem alma, sem identidade, sem verdadeira intenção de homenagear. Celso via o Fla-Flu como o jogo mais importante. Num ambiente lotado, transmissão para diversos países, atmosfera de celebração incrível, o Fluminense perdeu uma oportunidade única de fazer algo inesquecível. Continuam existindo promessas de outras homenagens, mas nada que se compare com o impacto de um tributo no clássico. Responsável por mudar a história do Fluminense no fim dos anos 90, quando apostou no clube por meio da Unimed e ajudou a reerguer a instituição, Celso foi perdendo prestígio conforme os aportes financeiros diminuíram. Como principal investidor tricolor, conquistou dois brasileiros, uma Copa do Brasil, três Cariocas, além de um vice da Sul-Americana e outro da Libertadores. E, ainda assim, teve no Maracanã um tributo que não condiz com sua dimensão.

Paulo Brito

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