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Ana Maria Braga

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Aqui a gente fica por dentro do que está rolando no mundo rapidinho, troca receitas e ideias. Também tô no Insta como "AnaMariaBragaOficial”.

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Regra é regra, gente. Se eu cozinho, eu não lavo! 👀 #maisvocê #bbb26

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O amor é igual a um pum. Se você precisa forçar… provavelmente é uma bosta.

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A evolução da vida adulta 😂

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É hoje! A grande final do #DançadosFamosos no @domingão Meu amigo @lucianohuck me convidou e eu, claro, aceitei o convite. Em 2010 era eu ali participando e agora estou vibrando pela tati @amaurylorenzo e @lucyalves Boa sorte, molecada!

É hoje! A grande final do #DançadosFamosos no @domingão Meu amigo @lucianohuck me convidou e eu, claro, aceitei o convite. Em 2010 era eu ali participando e agora estou vibrando pela tati @amaurylorenzo e @lucyalves Boa sorte, molecada!

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Torno a perguntar: medida protetiva serve para o quê? De 2015 a 2025, mais de 13 mil mulheres foram mortas no Brasil. A média é estarrecedora: quatro mulheres assassinadas por dia. Não são apenas números. São vidas interrompidas por homens que não aceitaram o fim de um relacionamento, que confundiram amor com posse e transformaram frustração em violência. A medida protetiva, prevista na Lei Maria da Penha, é um instrumento jurídico essencial. Pode determinar o afastamento do agressor, proibir aproximação e contato, suspender porte de arma. É uma barreira legal necessária. Mas os dados mostram que, isoladamente, ela não resolve um problema estrutural. Quando há falhas na fiscalização, quando a resposta do Estado é lenta ou quando a vítima não dispõe de rede de apoio, o risco persiste. Isso não significa desacreditar a lei. Significa reconhecer que proteção real exige atuação integrada, contínua e especializada. Denunciar é fundamental. Registrar ameaças, comunicar qualquer descumprimento, acionar a polícia em situação de risco iminente, buscar orientação jurídica e fortalecer a rede de apoio são medidas concretas que podem salvar vidas. A responsabilidade nunca é da vítima. A violência é escolha do agressor. E é nesse ponto que iniciativas sérias fazem diferença. O Bem Querer Mulher atua em uma de suas frentes mais importantes com o suporte direto às vítimas. Oferece atendimento humanizado e multidisciplinar, com assistência social, apoio psicológico, orientação jurídica, conexão com o sistema de justiça e encaminhamento à rede de atendimento local, acompanhando cada caso de forma individualizada. Não é apenas acolhimento. É acompanhamento técnico, estruturado e responsável. Está precisando de apoio? Entre em contato com o time do Bem Querer Mulher para receber esse suporte tão importante. Buscar ajuda é um ato de coragem e pode ser o primeiro passo para romper o ciclo da violência. Não podemos normalizar quatro mortes por dia. Precisamos transformar indignação em ação concreta.

Ana Maria Braga

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