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Felipe Moura Brasil

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🇧🇷Jornalista;🏆1 prêmio Comunique-se, 4 troféus iBest; 📺 🎙️✍🏼 Trabalhou: CNN Brasil, Estadão, UOL, BandNews FM, JP, Veja, OA! e Crusoé. Participa: CNN🇵🇹

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Tarcísio usou ato realizado alegadamente contra anistia dos envolvidos no 8/1 para lavar imagem de Bolsonaro até no período da Covid-19. “Eu vi o presidente preocupado com as pessoas na pandemia e, por isso, ele arrumou rapidamente alternativas.” Relembro o que o Brasil viu.

Tarcísio usou ato realizado alegadamente contra anistia dos envolvidos no 8/1 para lavar imagem de Bolsonaro até no período da Covid-19. “Eu vi o presidente preocupado com as pessoas na pandemia e, por isso, ele arrumou rapidamente alternativas.” Relembro o que o Brasil viu.

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Vídeo flagra momento em que a refém Agam Berger - soldado israelense de 20 anos, sequestrada da base militar de Nahal Oz em 7/10/2023 - é instruída por terrorista do Hamas atrás da câmera a imitar seu gesto de aceno. Assim é feita a propaganda do terror.

Vídeo flagra momento em que a refém Agam Berger - soldado israelense de 20 anos, sequestrada da base militar de Nahal Oz em 7/10/2023 - é instruída por terrorista do Hamas atrás da câmera a imitar seu gesto de aceno. Assim é feita a propaganda do terror.

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Alexandre de Moraes prometeu em sabatina de 2017 no Senado declarar-se impedido no STF em casos envolvendo o escritório de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, “mesmo que não houvesse previsão legal”. O ministro ainda elogiou como “sábia” e feita “em boa hora” a então ampliação da vedação à atuação de magistrado em casos envolvendo o escritório e não só a “figura personalíssima” de cônjuge e/ou parentes próximos. Seis anos depois, em 2023, no entanto, Moraes votou contra a ampliação que havia elogiado, ajudando o STF a derrubar a obrigatoriedade de impedimento em casos envolvendo escritório de parentes próximos e/ou cônjuge, como o Barci de Moraes, de sua esposa e dois de seus filhos, Giuliana e Alexandre. Ainda assim, como Moraes havia afirmado, em relação à declarar-se impedido, que “o faria mesmo que não houvesse previsão legal”, não está claro - para dizer o mínimo - se ele vai ou não cumprir sua promessa. No ano seguinte, em 2024, o Barci de Moraes assinou contrato com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, prevendo um total de R$ 130 milhões em pagamentos mensais de mais de R$ 3,6 milhões, os quais, interrompidos em novembro de 2025, quando Vorcaro foi preso e a instituição liquidada pelo Banco Central, renderam R$ 80,2 milhões ao escritório da esposa e de dois filhos do ministro do STF. O atual advogado de Vorcaro é o criminalista José Luís Oliveira Lima, que assumiu sua defesa em março de 2026, em lugar de Pierpaolo Bottini, após a decisão do Supremo de manter a prisão do banqueiro. A troca sinalizou a intenção do preso de fechar um acordo de colaboração premiada, cujas negociações se arrastaram pelo mês de abril e entraram em maio sem definição. Antes, sua defesa também foi integrada por Walfrido Warde, ex-sócio da então esposa do ministro do STF Dias Toffoli, Roberta Gurgel. Toffoli foi o primeiro relator do caso Master, mas deixou a relatoria em fevereiro de 2026, após a revelação de que era sócio-oculto da Maridt, empresa que teve parte de suas cotas no resort Tayayá compradas pelo fundo Arleen, controlado por Fabiano Zettel, cunhado e operador de Vorcaro. Mensagens mostram o banqueiro ordenando a Zettel o pagamento de R$ 35 milhões ao resort então administrado pela família Toffoli. O caso Master passou a ser relatado no STF pelo ministro André Mendonça, que destravou investigações travadas pelo ex-relator. * Assista ao vídeo completo no meu canal de YouTube:

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“Toffoli é um exemplo” entre “magistrados firmes”, pois “não teme reações adversas”, disse o então ministro Lewandowski em evento patrocinado por Master e JBS em outubro de 2024 em Roma, com Daniel Vorcaro, Ciro Nogueira e PGR Paulo Gonet. Dois meses depois, Vorcaro se reuniu com Lula, por intermédio do ex-ministro Guido Mantega, que faturava R$ 1 milhão por mês do Master, enquanto o escritório da família Lewandowski recebia R$ 250 mil mensais do banco de Vorcaro, o que renderia mais de R$ 6 milhões até setembro de 2025. Toffoli lamentou a quantidade exorbitante de 14 mil processos julgados por ano no STF, criticando a “judicialização excessiva”. Mas ele próprio somaria mais um, mantendo o caso Master no Supremo, sob sua relatoria. A administração do resort Tayayá, ligado à sua família, já teve participação do cunhado do dono do Master e hoje está a cargo de um advogado da JBS - as mesmas empresas patrocinadoras daquele evento. A “firmeza” contra “reações adversas”, obviamente, só é admirável quando essas reações afrontam a verdade, violam a moralidade e demandam indiferença às regras do jogo. Do contrário, não se tem “firmeza”, mas apenas o descaramento das condutas impróprias, das decisões convenientes e da blindagem do sistema. Essa postura, sim, é admirada e desejada por muita gente poderosa que tem rabo-preso e esqueleto no armário. [* Assista a outros conteúdos no canal de Felipe Moura Brasil no YouTube, clicando na aba Vídeos:

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Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, chamou de “meu amigo” o senador Ciro Nogueira, no 2° Fórum Esfera Internacional, em Roma, em 2024. Dias Toffoli, agora relator do caso Vorcaro no STF, participou com Ricardo Lewandowski do evento patrocinado por Master e JBS. Assista à minha edição. “A gente tá entrando num eixo de amadurecimento da população, de amadurecimento das nossas instituições, que eu acho que a gente pode sim viver ciclos muito bons e muito prósperos pros próximos anos”, disse Vorcaro. “É preciso que tenhamos magistrados firmes e o Toffoli é exemplo desse”, declarou Lewandowski, atual ministro do governo Lula, dizendo-se “admirador” do ex-colega de Supremo. Já Toffoli defendeu “um pacto entre os Poderes”. “A sociedade e o Estado não podem ser inimigos”, disse ele, reclamando da “criminalização dos encontros” entre a cúpula dos Três Poderes. Relembro: - Toffoli impôs sigilo máximo ao caso Vorcaro; e sua esposa virou sócia em 2021 de um dos advogados do dono do Master; - Lewandowski já foi contratado por Vorcaro para comitê consultivo estratégico; - Ciro Nogueira defendeu os interesses do dono do Master no Congresso; - Toffoli e Lewandowski, no STF, deram decisões favoráveis aos irmãos Batista, donos da JBS; - Lewandowski já foi contratado pelos empresários como parecerista. Esse é o Brasil supostamente amadurecido, dos pactos e amizades. Saiba mais: (e inscreva-se no canal).

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