
Gustavo Dias
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História, base, jogos, estudos, estatísticas e identidade. Historiador | UnB
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Isso aqui é muito foda. Foda pelo compromisso do HUGO SOUZA de ficar horas analisando cobranças de pênaltis e foda pelo analista conseguir notar padrões na passada do jogador, como ele se comportava em cada momento. Acho que hoje um dos maiores batedores de pênaltis do Brasil, se não o maior, é o Neymar. O poder dele deslocar o goleiro e esperar até o último momento é absurdo. Mas eu fico revoltado com os goleiros, pois ele segue um padrão muito específico. Ele vai devagar para bola olhando para o goleiro e esperando o lado que ele vai cair, o goleiro sempre cai antes e em questão de milésimos ele bate no lado inverso. Os pênaltis que ele erra, o goleiro não cai. Segura até o final. E acho que os caras sabem disso. Hoje estudam tudo. Enfim, agora o mais assustador nisso tudo é o VEIGA ter batido 40 pênaltis na carreira. O Vasco deve ter tido 40 pênaltis nos últimos 15 anos (teve muito na época do Wagner Diniz — cavava um todo jogo haha).
Gustavo Dias289,494 views • 1 month ago

Torcida do Palmeiras voltando para casa de metrô. O segurança do metrô pede para o corinthiano aguardar, ele diz: — Dois eu derrubo! — Dois você derruba, mas vai derrubar dez? — Eu não posso fugir. Eu sou da Gaviões da Fiel! VAI TOMAR NO CU! Não pode ser sério essa porra! 😂😂
Gustavo Dias440,884 views • 5 months ago

Tava vendo aqui a polêmica do Bernardinho com o garoto mandando ele "relaxar". Isso com um jogo perdendo e que depois gerou a eliminação do Brasil. Temos uma geração muito diferente da anterior e o próprio Bernardinho já havia percebido isso alguns anos atrás (vídeo abaixo). Lembro de certa vez do Phil Jackson, treinador do Bulls e do Lakers, falando algo do tipo: "às vezes é necessário colocar fogo no ambiente, incendiar", gerar o caos, já em outros momentos é hora de fazer o inverso. A pressão faz parte do jogo. Sir Alex Ferguson é outro que dizia que os atletas precisavam sentir as suas exigências, um que falhava nos padrões cobrados podia gerar o fracasso coletivo. Tem vários vídeos de atletas como o Gary Neville, Van de Sar, Roy Keane falando como ele dava broncas absurdas no vestiário. Romário no seu documentário fica bem claro num dos trechos como o Van Gaal gostava de provocá-lo. Mexer nos seus ânimos. Quando ele era provocado ia lá e queria mostrar que aquele cara não sabia nada. Hoje temos uma geração muito diferente, que não sabe lidar com a pressão. Acreditam que por serem atletas de elite ou já terem feito algo pelo esporte não podem ser cobrados. Esse pensamento já começa a corromper até a base. Na entrevista do JP Sampaio no Charla, ele fala que muitos caras chegam nos 21, 22, 23 anos e não querem mais nada, pois vivem muitos anos na pressão e cumpriram a meta que era se tornarem profissionais. Outro exemplo é enquanto um Serginho (do vôlei) lutava todos os dias como se fosse o último por um prato de pão, se cobrava nas férias, no dia a dia, com anos de antecedência para uma Olimpíada, hoje temos atletas com menos de 1 ano para uma Copa do Mundo pensando nas férias (vide o Raphinha). A mentalidade é outra. O mundo é outro. E isto é uma lição para todas áreas e para nós mesmos. Eu particularmente odeio receber cobranças ou críticas de algo que fiz, mas sempre fui muito humilde para ouvir e repensar minhas ações. Errar duas vezes no mesmo item na minha cabeça nunca existiu. Enfim, Bernardinho e todos estes multicampeões tem muito a nos ensinar! Vivemos um processo de transição no futebol brasileiro, nos clubes, creio que é hora de ouvir e aprender! Isso serve para todos nós!
Gustavo Dias82,769 views • 1 month ago

Estava vendo aqui aquele BRASIL x FRANÇA de 2006. Brasil não jogou nada naquela partida. Agora lembro que o pessoal chamava o Ronaldo já de gordo nesta época, mas impressionante a capacidade de drible dele contra caras gigantes do futebol. Parreira demorou a mexer também. Cafu e o Kaká não estavam bem. O segundo inclusive jogou machucado pelos relatos. Cicinho e Robinho deram outra dinâmica.
Gustavo Dias93,133 views • 1 month ago

Baita crítica social. Mas o final me pegou demais! 📽 Max Vitorino (Instagram)
Gustavo Dias86,166 views • 5 months ago

Um foi pênalti. O outro não! A camisa pesa neste Brasileirão...
Gustavo Dias323,688 views • 2 years ago

Esse vídeo aqui é para exemplificar como era Brasil x Argentina para quem viu nos anos 80, 90 e início dos anos 2000. Porque o povo das gerações passadas é tão puto hoje em dia! Você vê que os caras hoje chegam para separar. É muito samaritano. Apanham calados. Nas décadas passadas você via o Renato Gaúcho indo para cima, Adriano e Luís Fabiano querendo cacetar. Cafu chegava empurrando os argentinos (e não segurando os brasileiros), o Mouzar, o Ricardo Rocha, o César Sampaio rasgando. Romário e Edmundo se odiavam, mas na hora da briga se juntavam. Era outra dinâmica. Hoje uma seleção de mocinhos. Kaká que era o mais nutella nos anos 2000, hoje seria bad boy!
Gustavo Dias16,581 views • 1 month ago

Assisti aqui a entrevista do Andrey Fernandes na VascoTV. O clube que ele jogou dos 8 aos 13 anos é o Flamengo. E aqui não é uma crítica ao rival, e sim ao futebol brasileiro e a nossa formação, até porque a gente que se deu bem nesta em poder ter um atleta que veio a jogar nas seleções de base e que é artilheiro em todos torneios que joga. Esta temporada mesmo foram 8 gols em 9 jogos pelo sub-20. Como você descarta um garoto aos 13 ANOS por conta de altura? Um guri que se destaca na sua base? A maioria dos clubes hoje estão reféns dos resultados na base, da força física, se o garoto não se desenvolve rápido já é descartado. Um garoto com 13 anos ainda está em fase de crescimento. Cansei de ver meninos baixinhos ali com 11-12 anos espicharem com 15-16 anos. É bizarro a altura ser um critério para descartar um garoto aos 13 anos. Andrey, segundo os dados que encontrei na internet, tem 1,76 de altura. Tá longe de ser baixinho! Os clubes brasileiros precisam rever muita coisa na formação.
Gustavo Dias31,666 views • 5 months ago

Vendo esta entrevista do Luís Fabiano só lembro como o TIME C do Brasil impunha mais respeito do que o atual. A Argentina se borrava de medo para o Brasil. Nesta Copa América mesmo os caras foram com HEINZE, MASCHERANO, AYALA, SORÍN, SAVIOLA, TÉVEZ, ZANETTI (baita seleção no papel) e o Brasil com uma porrada que nem disputou a Copa do Mundo de 2006. Júlio César — Não jogou a Copa. Maicon — Não jogou a Copa. Juan — Titular em 2006. Luisão — Reserva em 2006 Gustavo Nery — Não jogou a Copa. Renato — Não jogou a Copa. Kléberson — Não jogou a Copa. Edu — Não jogou a Copa. Alex — Não jogou a Copa. Luís Fabiano — Não jogou a Copa. Adriano — Titular em 2006. Fábio — Não jogou a Copa. Mancini — Não jogou a Copa. Bordon — Não jogou a Copa. Cris — Reserva em 2006. Adriano (LE) — Não jogou a Copa. Dudu Cearense — Não jogou a Copa. Júlio Baptista — Não jogou a Copa. Diego — Não jogou a Copa. Felipe — Não jogou a Copa. Ricardo Oliveira — Não jogou a Copa. Vágner Love — Não jogou a Copa. Dois foram titulares em 2006. Dois foram reservas e o resto tudo nem foram para Copa do Mundo de 2006. Tenho para mim que este time C do Brasil a grande maioria seria titular hoje da seleção brasileira. O que a Franca hoje impõe de medo, o Brasil impunha naquela época. Infelizmente o respeito não adiantou nada, pois perdemos a Copa. Faltaram as sandálias da humildade, já que tínhamos tantos craques e acharam que já estava ganho. 📽 Flow Sport Club
Gustavo Dias13,045 views • 2 months ago