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Hugo Freitas

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Vice-presidente e diretor jurídico da @FSU_BR, advogado, mestre em Direito pela UFMG, colaborador recorrente da @gazetadopovo.

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Por que essa pressa toda para aprovar antes das eleições um projeto que prevê derrubada de perfis de ofício pelo Judiciário? 🤔

Por que essa pressa toda para aprovar antes das eleições um projeto que prevê derrubada de perfis de ofício pelo Judiciário? 🤔

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A quantidade de mentiras não tem fim. Tábata Amaral defendeu o PL de Criminalização da Misoginia culpando (sem provas) grupos na internet com os quais ela discorda pelo “crescimento de assassinatos de mulheres”. Os assassinatos de mulheres DIMINUÍRAM no Brasil!!!

A quantidade de mentiras não tem fim. Tábata Amaral defendeu o PL de Criminalização da Misoginia culpando (sem provas) grupos na internet com os quais ela discorda pelo “crescimento de assassinatos de mulheres”. Os assassinatos de mulheres DIMINUÍRAM no Brasil!!!

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Reinaldo, Reinaldo! Quem injuriou alguém nesse caso foi justamente o juiz, que chamou a ré que ele ia julgar de BURRA! Claramente não estava nem aí pra dar a menor aparência de imparcialidade, ao contrário de você, que se esforça muito mais que ele

Reinaldo, Reinaldo! Quem injuriou alguém nesse caso foi justamente o juiz, que chamou a ré que ele ia julgar de BURRA! Claramente não estava nem aí pra dar a menor aparência de imparcialidade, ao contrário de você, que se esforça muito mais que ele

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Glenn Greenwald discorrendo sobre o Brasil para os gringos: "Lula, que é de esquerda, é presidente apenas nominalmente. O juiz Alexandre de Moraes é quem, basicamente, governa o país, mais ou menos como um rei não-eleito. O Lula apoia tudo o que ele faz."

Glenn Greenwald discorrendo sobre o Brasil para os gringos: "Lula, que é de esquerda, é presidente apenas nominalmente. O juiz Alexandre de Moraes é quem, basicamente, governa o país, mais ou menos como um rei não-eleito. O Lula apoia tudo o que ele faz."

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O mundo dá voltas. Em 2021, a mesma Kátia Abreu defendeu “bajular” a China, “deitar no chão e deixar que pise”, sem “o menor orgulho”. O motivo: medo da China retaliar o Brasil por meras falas de ministros nossos contra a China. Trump sancionou o Brasil por bem mais que falas.

O mundo dá voltas. Em 2021, a mesma Kátia Abreu defendeu “bajular” a China, “deitar no chão e deixar que pise”, sem “o menor orgulho”. O motivo: medo da China retaliar o Brasil por meras falas de ministros nossos contra a China. Trump sancionou o Brasil por bem mais que falas.

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O que levou o min. Moraes a acusar o homem de “tentar entrar no STF pra explodir o STF”? Não foi o que as filmagens pareceram indicar E qual a conveniência de falar isso meras horas depois do fato, se ele era o juiz designado para presidir as investigações ainda em andamento?

O que levou o min. Moraes a acusar o homem de “tentar entrar no STF pra explodir o STF”? Não foi o que as filmagens pareceram indicar E qual a conveniência de falar isso meras horas depois do fato, se ele era o juiz designado para presidir as investigações ainda em andamento?

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Há 7 anos, Renata Lo Prete enunciava corretamente o propósito anunciado pelo STF para abrir o Inquérito 4.781: fake news e “ataques” contra os ministros. Agora, 7 anos depois, a jornalista diz que o inquérito “já cumpriu sua missão e precisaria acabar”. Como assim “já cumpriu sua missão”? Ela não entendeu que o objeto do inquérito é infinito por natureza? Todo dia há novos “ataques” contra o STF. Ou algum bruxo de Harry Potter fez um feitiço de modificação de memória e a fez acreditar retroativamente que a “missão” do inquérito era prender Jair Bolsonaro? O STF certamente não anunciou essa missão em momento algum na portaria instauradora em 2019. E o min. Moraes certamente também não acha que a “missão” era essa, vide o uso que fez do inquérito agora para investir contra o presidente da Unafisco por suas críticas ao STF.

Há 7 anos, Renata Lo Prete enunciava corretamente o propósito anunciado pelo STF para abrir o Inquérito 4.781: fake news e “ataques” contra os ministros. Agora, 7 anos depois, a jornalista diz que o inquérito “já cumpriu sua missão e precisaria acabar”. Como assim “já cumpriu sua missão”? Ela não entendeu que o objeto do inquérito é infinito por natureza? Todo dia há novos “ataques” contra o STF. Ou algum bruxo de Harry Potter fez um feitiço de modificação de memória e a fez acreditar retroativamente que a “missão” do inquérito era prender Jair Bolsonaro? O STF certamente não anunciou essa missão em momento algum na portaria instauradora em 2019. E o min. Moraes certamente também não acha que a “missão” era essa, vide o uso que fez do inquérito agora para investir contra o presidente da Unafisco por suas críticas ao STF.

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Tábata mente dizendo que só incitação à violência vai ser criminalizada pelo PL da Misoginia, e não qualquer fala. Tenho informações de bastidores: a Tábata foi REPETIDAMENTE procurada para limitar o texto do projeto para que só a incitação à violência fosse, de fato, criminalizada. A Tábata NEGOU todos os pedidos. Mas, em público, finge que o projeto só vai criminalizar casos como esses. Jura que não vão ser criminalizados os casos X, Y e Z. Com base em quê? “La garantía soy yo.” Garantia que não vale de nada, pois, como a Julia Zanatta bem apontou, a Tábata não é juíza. A interpretação que ela faz da lei vale tanto quanto a minha ou a sua; o que vale, e que os juízes vão aplicar, é o que estiver escrito. E é aí que reside o poder da Tábata: como legisladora, a função dela é justamente escrever a lei para restringir como pode ser intepretada. (Não é só um poder, aliás: é um DEVER e trabalho básico de qualquer legislador, porque lei penal vaga não é admissível.) Mas, se você pede para ela, então, fazer a parte dela e colocar no papel que os casos X, Y e Z não vão ser criminalizados, como ela jura que não vão ser, ela se nega terminantemente. Por quê? Qual é a intenção da Tábata com esse projeto? Quem é o próximo Bruno Lambert que ela mira? Obs.: ao contrário do que ela diz, NÃO FORAM opositores do projeto que fizeram “fake news” de que ia virar crime perguntar se mulher estava de TPM ou interromper mulher em reunião. Foram APOIADORES do projeto que falaram isso. Foram jornalistas da Band e da Globo, que estavam interpretando o mesmo projeto de péssima redação legislativa que veio do Senado e que a Tábata defendeu. A interpretação dessas jornalistas vale tanto quanto a da Tábata e, de forma crucial, nenhuma das duas vale tanto quanto a interpretação de um juiz, que pode fazer o que ele quiser com a carta em branco que a Tábata está dando a ele. Resta saber com qual objetivo.

Hugo Freitas

19,800 views • 16 days ago

hugofreitas_r's profile picture

A Tabata Amaral e a Soraya Thronicke deviam ser denunciadas a organizações internacionais de direitos humanos. O que elas estão fazendo em plenário é retórica eliminacionista de grupos ideológicos minoritários e mais fracos, com estratégias retóricas de desumanização, associando os dissidentes a “submundo” e a crimes, no intuito de cercear os direitos humanos de uma parcela da população brasileira, criminalizando a ideologia adversária. E reparem no aspecto satânico da coisa, que elas se apresentarem como se estivessem fazendo o contrário. A Tábata falando em “construir consensos” e “ouvir inclusive quem pensa muito diferente de mim”, na mesma respiração em que ela defende CRIMINALIZAR cidadãos de quem ela discorda e que têm muito menos poder que ela. As pessoas que ela se digna a “ouvir” são só os poderosos que detêm poder para criminalizar, porque precisa do apoio deles; inclusive lobbys poderosos como a bancada evangélica, a quem ela está propondo um pacto imoral para criar uma exceção especial para eles na censura em troca de aprovarem a censura pra cima dos cidadãos sem poder, que não têm lobby na Câmara. Já a Soraya tem a audácia de falar que os cidadãos sem poder que ela quer censurar promovem um “ecossistema de radicalização” — no mesmo discurso em que ela promove uma pauta totalitária de censura dos adversários, produzida pela radicalização ideológica do progressismo identitário. Os tais “redpills” que ela coloca como vilões têm quantos deputados no Congresso? Ou mesmo no plano retórico: nos tais fóruns de internet, algum deles já defendeu a pauta radical e autoritária de criminalizar ideologias adversárias, como o feminismo? Nunca vi. Já a Tábata e a Soraya, que são poderosas paradoxalmente se colocando como parte de um grupo desprivilegiado, estão tomando medidas concretas para criminalizar os adversários. Ironicamente, para os que defendem o Paradoxo da Tolerância, quem deveria ser criminalizado na história seria a Tábata e a Soraya, que são as únicas pessoas nessa história toda defendendo responder a discursos com punhos e pistolas.

Hugo Freitas

22,490 views • 25 days ago

hugofreitas_r's profile picture

🚨GRAVE! A jornalista Daniela Lima confirma a AMEAÇA ilegal contra a empresa do Mark Zuckerberg, que administra o Instagram e o Facebook: se ela não censurar da forma como querem, vai haver RETALIAÇÃO usando abusivamente um julgamento do STF. Supostamente, afirma a jornalista, se o Zuckerberg implantar a promessa de expressão mais livre, ministro(s) passaria(m) a votar com desvio de finalidade, não para cumprir a Constituição, mas sim para retaliar a Meta e forçar a empresa a censurar seu conteúdo conforme o(s) ministro(s) quer(em). O suposto plano funcionaria da forma mais crua possível. Hoje, plataformas como Instagram e Facebook essencialmente não são legalmente obrigadas a fazer “moderação de conteúdo”, impedindo as pessoas de dizerem coisas ou de manterem no ar. Fazem isso, supostamente (e ênfase nessa palavra) porque querem, supostamente para manter um bom ambiente na plataforma. Mas o que a ameaça veiculada pela Daniela Lima está dizendo é: se pararem de censurar “voluntariamente”, uma canetada do STF vai tornar, na prática, obrigatória a mesma censura, responsabilizando as plataformas se mantiverem o conteúdo no ar – quiçá até mesmo sem notificação alguma para remover! A ideia é: “Ou censura por bem, ou censura por mal.” A coisa é pior ainda: como todos sabem que uma decisão assim imporia um passivo muito grande às plataformas, ela equivale a uma punição. Na narrativa da Daniela Lima, essa “punição” ilegal estaria sendo ameaçada como arma para interferir nas políticas internas da plataforma, forçando-as, já hoje, a manter políticas de censura que, potencialmente, poderiam ser ainda mais amplas do que se imagina. Afinal, se as plataformas forem previdentes, elas vão querer fazer qualquer que seja a censura que o detentor da ameaça achar “suficiente”. Depois dessa, só um grande cínico pode defender censura nas plataformas alegando que “é empresa privada e faz o que quiser”. Se a Daniela Lima estiver dizendo a verdade e as empresas estiverem sendo COAGIDAS a censurar conforme agentes de Estado querem, isso não é censura privada, é CENSURA ESTATAL disfarçada. E mal disfarçada, já que o suposto plano estaria sendo divulgado em TV nacional através de uma jornalista.

Hugo Freitas

327,493 views • 1 year ago