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🚫 ELIMINADO: Barba suja Abdul Mun'im Ibrahim Abu Arqoud, um alto comandante da Jihad Islâmica Palestina acusado de envolvimento no assassinato e estupro de dezenas de civis israelenses, foi eliminado em uma operação militar especial israelense.

🚫 ELIMINADO: Barba suja Abdul Mun'im Ibrahim Abu Arqoud, um alto comandante da Jihad Islâmica Palestina acusado de envolvimento no assassinato e estupro de dezenas de civis israelenses, foi eliminado em uma operação militar especial israelense.

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Esta filmagem viral explica perfeitamente por que Israel mantém verificações de segurança tão rigorosas, cercas de segurança, postos de controle e muros em suas fronteiras. A terrorista muçulmana é Fatma Amarna, uma mulher muçulmana palestina de 40 anos. Ela se infiltrou ilegalmente em Israel de Jenin, chegou à Cidade Velha de Jerusalém com uma faca sob seu véu islâmico completo e, de acordo com seu próprio interrogatório, queria sacrificar sua alma por Alá realizando a jihad contra os não-muçulmanos - na esperança de chegar ao paraíso através de sua morte. O policial israelense reagiu instantaneamente. Ele usou seu corpo para empurrar o terrorista para o chão e a neutralizou com força física. Ele deliberadamente escolheu não atirar nela com sua arma porque temia que espectadores inocentes na área pudessem ser prejudicados. Esta é a realidade diária que Israel enfrenta: terroristas muçulmanos que veem o assassinato de outros como um ato sagrado de adoração a Alá. Sem as barreiras de segurança, milhares de israelenses inocentes seriam massacrados nas ruas. O mundo adora condenar as medidas de segurança de Israel como "apartheid" ou "opressão". A verdade é simples: Israel constrói muros e cercas porque o outro lado continua enviando terroristas que querem matar pessoas como sacrifícios humanos em prol de Alá. Compartilhe este vídeo. O mundo deve ver a constante ameaça com a qual Israel vive - e a incrível contenção que suas forças de segurança mostram todos os dias.

Esta filmagem viral explica perfeitamente por que Israel mantém verificações de segurança tão rigorosas, cercas de segurança, postos de controle e muros em suas fronteiras. A terrorista muçulmana é Fatma Amarna, uma mulher muçulmana palestina de 40 anos. Ela se infiltrou ilegalmente em Israel de Jenin, chegou à Cidade Velha de Jerusalém com uma faca sob seu véu islâmico completo e, de acordo com seu próprio interrogatório, queria sacrificar sua alma por Alá realizando a jihad contra os não-muçulmanos - na esperança de chegar ao paraíso através de sua morte. O policial israelense reagiu instantaneamente. Ele usou seu corpo para empurrar o terrorista para o chão e a neutralizou com força física. Ele deliberadamente escolheu não atirar nela com sua arma porque temia que espectadores inocentes na área pudessem ser prejudicados. Esta é a realidade diária que Israel enfrenta: terroristas muçulmanos que veem o assassinato de outros como um ato sagrado de adoração a Alá. Sem as barreiras de segurança, milhares de israelenses inocentes seriam massacrados nas ruas. O mundo adora condenar as medidas de segurança de Israel como "apartheid" ou "opressão". A verdade é simples: Israel constrói muros e cercas porque o outro lado continua enviando terroristas que querem matar pessoas como sacrifícios humanos em prol de Alá. Compartilhe este vídeo. O mundo deve ver a constante ameaça com a qual Israel vive - e a incrível contenção que suas forças de segurança mostram todos os dias.

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A TOTAL HUMILHAÇÃO BRITÂNICA - UMA DAS ENTREVISTAS MAIS VERGONHOSAS DA HISTORIA DO REINO UNIDO O ministro da Defesa britânico, John Healey, não tropeçou. Ele desmoronou. Ao vivo, no rádio, diante de uma pergunta elementar, “quantas fragatas tem a Marinha Real?”, o homem gaguejou, suou e, depois de longos segundos de silêncio constrangedor, cuspiu o número 17. Mentira. A verdade é muito pior. Hoje, a Marinha que um dia conquistou o mundo, afundou a frota nazista e bloqueou os navios de imigrantes judeus, tem exatamente uma embarcação de guerra ativa. Uma. Não dezessete. Não sete. Uma. Em algarismos: 1. Em letras: uma única e patética fragata. Isso não é declínio.Isso é morte. É o cadáver de um império que se suicidou. É o que sobra quando uma nação decide que exército é “opressor”, que patriotismo é “fascismo” e que defender suas fronteiras é “racismo”. Enquanto isso, a Grã-Bretanha afunda em tempo real: Células terroristas iranianas queimam ambulâncias judaicas nas ruas de Londres. Tribunais islâmicos paralelos funcionam abertamente. Gangues de estupro coletivo são varridas para debaixo do tapete. Políticos tremem de medo de serem assassinados se ousarem abrir a boca. Um parlamentar já teve o gabinete incendiado com coquetel molotov, e, em vez de reagir, pediu demissão. E o que fez a elite britânica durante décadas? Apagou a própria bandeira. Cuspiu na memória de Churchill. Abriu as portas para quem quer destruir tudo o que restava. E quem avisou? Foi chamado de “extrema-direita”. Resultado? Uma Marinha com uma fragata. Nunca devemos nos esquecer da lição patética que os britanicos estão dando de forma gratuita Este é o espelho do futuro das nações que baixaram a guarda. Nenhuma nação de respeito pode repetir o suicídio britânico. A lição é cristalina: Ou as nacoes de respeito se defendem com unhas e dentes, ou todos acabarão como eles,gaguejando no rádio com uma única fragata. Porque quando restar apenas uma fragata… já será tarde demais.

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