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Informações do @NASAWebb + Astronomia, Biologia, Física, Química, Matemática e curiosidades científicas. ☄️ 💫 🪐 🔭 PIX: [email protected]

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Se a morte reduz o orgulho a nada em poucos segundos, por que deixamos que ele conduza toda a nossa vida?

Se a morte reduz o orgulho a nada em poucos segundos, por que deixamos que ele conduza toda a nossa vida?

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Em 27 de dezembro de 2025, após fortes tempestades no Sul do Brasil, o fotógrafo Gabriel Zaparolli registrou um fenômeno raro no litoral norte de Santa Catarina: sprites vermelhos - descargas elétricas que ocorrem acima das tempestades, entre 50 e 90 km de altitude. A partir do molhe do Passo de Torres, em um local sem poluição luminosa, ele e Viviane Lumertz observaram flashes de milissegundos no céu, incluindo um registro em vídeo que mostra um sprite seguido de “trolls”, jatos luminosos que surgem logo após o fenômeno principal. As imagens foram captadas com câmeras Sony A7S2 e A7C e lente de grande abertura, adequadas para eventos rápidos e de baixa luz. Créditos: IG / gabriel_zaparolli

Em 27 de dezembro de 2025, após fortes tempestades no Sul do Brasil, o fotógrafo Gabriel Zaparolli registrou um fenômeno raro no litoral norte de Santa Catarina: sprites vermelhos - descargas elétricas que ocorrem acima das tempestades, entre 50 e 90 km de altitude. A partir do molhe do Passo de Torres, em um local sem poluição luminosa, ele e Viviane Lumertz observaram flashes de milissegundos no céu, incluindo um registro em vídeo que mostra um sprite seguido de “trolls”, jatos luminosos que surgem logo após o fenômeno principal. As imagens foram captadas com câmeras Sony A7S2 e A7C e lente de grande abertura, adequadas para eventos rápidos e de baixa luz. Créditos: IG / gabriel_zaparolli

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Enquanto você dormia ontem à noite, entregue e vulnerável como só o sono permite, nossa galáxia percorreu milhões de quilômetros pelo espaço. Você não fez nada. Não precisou. O universo carregou você. Carl Sagan escreveu certa vez que somos “pó de estrelas que ganhou consciência de si mesmo” - fragmentos do cosmos que aprenderam a se perguntar sobre sua própria origem. Guarde essa ideia por um momento. Pense no que isso significa: você acordou hoje em um lugar onde nenhum ser humano jamais esteve. O mesmo quarto, o teto familiar, a luz entrando pela mesma fresta e, ainda assim, cosmicamente falando, um território absolutamente virgem. A realidade é nova a cada manhã de um modo que vai muito além da poesia. E agora, neste exato momento, enquanto seus olhos percorrem estas palavras, seja sentado na cadeira, deitado no sofá, recostado na cama, a Terra não parou para esperar. Ela gira sobre si mesma a mais de 1.600 quilômetros por hora. Orbita o Sol a quase 30 quilômetros por segundo. E arrasta consigo todo o sistema solar em direção à constelação que os antigos chamavam de Hércules. Tudo isso enquanto você lê. Enquanto você respira. Enquanto você, por um instante, pensou que estava parado. Você nunca esteve parado. Nem nos seus dias mais imóveis. Nem nas suas fases mais difíceis, quando tudo parecia estagnado e o tempo pesava como chumbo. O universo nunca aceitou essa imobilidade. Ele seguiu te carregando, silencioso e fiel, mesmo quando você duvidou de si mesmo. E se o universo se dá ao trabalho de carregar você milhões de quilômetros enquanto você vive, talvez haja algo de importante nessa viagem. Talvez você seja parte importante dela. Somos a única parte conhecida do cosmos capaz de se maravilhar com o próprio movimento. As estrelas não sabem que viajam. As galáxias não contemplam sua própria grandiosidade. Só você faz isso, só você lê uma frase sobre o cosmos e sente que há algo grandioso lá fora. Então da próxima vez que você acordar sentindo que está no mesmo lugar de sempre, que nada mudou, que você não avançou, lembre-se: você passou a noite inteira viajando pelo universo. Você chegou a mais um dia, a mais um lugar que não existiam ontem. Ninguém mais vai viver este ponto exato do cosmos por você.

Enquanto você dormia ontem à noite, entregue e vulnerável como só o sono permite, nossa galáxia percorreu milhões de quilômetros pelo espaço. Você não fez nada. Não precisou. O universo carregou você. Carl Sagan escreveu certa vez que somos “pó de estrelas que ganhou consciência de si mesmo” - fragmentos do cosmos que aprenderam a se perguntar sobre sua própria origem. Guarde essa ideia por um momento. Pense no que isso significa: você acordou hoje em um lugar onde nenhum ser humano jamais esteve. O mesmo quarto, o teto familiar, a luz entrando pela mesma fresta e, ainda assim, cosmicamente falando, um território absolutamente virgem. A realidade é nova a cada manhã de um modo que vai muito além da poesia. E agora, neste exato momento, enquanto seus olhos percorrem estas palavras, seja sentado na cadeira, deitado no sofá, recostado na cama, a Terra não parou para esperar. Ela gira sobre si mesma a mais de 1.600 quilômetros por hora. Orbita o Sol a quase 30 quilômetros por segundo. E arrasta consigo todo o sistema solar em direção à constelação que os antigos chamavam de Hércules. Tudo isso enquanto você lê. Enquanto você respira. Enquanto você, por um instante, pensou que estava parado. Você nunca esteve parado. Nem nos seus dias mais imóveis. Nem nas suas fases mais difíceis, quando tudo parecia estagnado e o tempo pesava como chumbo. O universo nunca aceitou essa imobilidade. Ele seguiu te carregando, silencioso e fiel, mesmo quando você duvidou de si mesmo. E se o universo se dá ao trabalho de carregar você milhões de quilômetros enquanto você vive, talvez haja algo de importante nessa viagem. Talvez você seja parte importante dela. Somos a única parte conhecida do cosmos capaz de se maravilhar com o próprio movimento. As estrelas não sabem que viajam. As galáxias não contemplam sua própria grandiosidade. Só você faz isso, só você lê uma frase sobre o cosmos e sente que há algo grandioso lá fora. Então da próxima vez que você acordar sentindo que está no mesmo lugar de sempre, que nada mudou, que você não avançou, lembre-se: você passou a noite inteira viajando pelo universo. Você chegou a mais um dia, a mais um lugar que não existiam ontem. Ninguém mais vai viver este ponto exato do cosmos por você.

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A retirada de câmeras de iPhones e outros smartphones acontece principalmente por motivos de segurança. Muitas empresas, fábricas, órgãos públicos e instalações militares não permitem celulares com câmera para evitar fotos, vazamento de informações e espionagem. Por isso, funcionários precisam usar aparelhos modificados. Em alguns casos, a remoção é feita por técnicos especializados; em outros, as empresas encomendam versões sem câmera diretamente dos fabricantes, principalmente na Ásia. Trata-se de uma medida comum em ambientes que exigem sigilo total.

A retirada de câmeras de iPhones e outros smartphones acontece principalmente por motivos de segurança. Muitas empresas, fábricas, órgãos públicos e instalações militares não permitem celulares com câmera para evitar fotos, vazamento de informações e espionagem. Por isso, funcionários precisam usar aparelhos modificados. Em alguns casos, a remoção é feita por técnicos especializados; em outros, as empresas encomendam versões sem câmera diretamente dos fabricantes, principalmente na Ásia. Trata-se de uma medida comum em ambientes que exigem sigilo total.

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Meus antigos amigos não sabem mais quem eu sou. Meus novos amigos nunca souberam quem eu fui. No fim, apenas eu carrego a história inteira: todas as minhas versões, todos os meus começos e todas as pessoas que deixei de ser pelo caminho.

Meus antigos amigos não sabem mais quem eu sou. Meus novos amigos nunca souberam quem eu fui. No fim, apenas eu carrego a história inteira: todas as minhas versões, todos os meus começos e todas as pessoas que deixei de ser pelo caminho.

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A humanidade existe há cerca de 300 mil anos. Mas apenas cerca de 5 mil anos estão registrados em textos. Durante quase 295 mil anos, nossos ancestrais viveram, exploraram o planeta, criaram ferramentas, dominaram o fogo e desenvolveram cultura, sem deixar registros escritos. A escrita surgiu por volta de 3.200 a.C., com os Sumérios, na antiga Mesopotâmia. Antes disso, tudo o que sabemos vem de fósseis, arte rupestre, ferramentas e vestígios arqueológicos. Ou seja: mais de 98% da história humana aconteceu antes da escrita. Portanto, existe um passado imenso da humanidade, vasto, silencioso e em grande parte invisível, que estamos apenas começando a desvendar - se é que um dia conseguiremos.

A humanidade existe há cerca de 300 mil anos. Mas apenas cerca de 5 mil anos estão registrados em textos. Durante quase 295 mil anos, nossos ancestrais viveram, exploraram o planeta, criaram ferramentas, dominaram o fogo e desenvolveram cultura, sem deixar registros escritos. A escrita surgiu por volta de 3.200 a.C., com os Sumérios, na antiga Mesopotâmia. Antes disso, tudo o que sabemos vem de fósseis, arte rupestre, ferramentas e vestígios arqueológicos. Ou seja: mais de 98% da história humana aconteceu antes da escrita. Portanto, existe um passado imenso da humanidade, vasto, silencioso e em grande parte invisível, que estamos apenas começando a desvendar - se é que um dia conseguiremos.

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O filme mais estranho que você nunca viu e que prova que o nonsense pode ser genial Em plena década de 1980, longe do brilho épico de Star Wars, o cinema soviético apresentou uma ficção científica muito mais estranha e, talvez por isso, mais reveladora. Em 1986, Georgiy Daneliya levou às telas Kin-dza-dza!, um filme que parece caótico à primeira vista, mas que esconde uma lógica própria, desconfortável e precisa. Tudo começa com um evento banal que rapidamente sai do controle: dois homens são transportados para Pluk, um planeta árido onde nada funciona como deveria - ou talvez funcione exatamente como uma crítica exagerada do nosso próprio mundo. Ali, status social depende da cor da roupa. Máquinas sofisticadas parecem feitas de restos. A linguagem se reduz a poucas palavras, como “Koo”, repetida até perder o sentido. E, acima de tudo, a empatia praticamente desapareceu. A comparação com Mad Max surge pelo visual desolado; já o espírito lembra o humor caótico do Monty Python. Mas Kin-dza-dza! não é apenas uma soma dessas influências. Ele usa o absurdo como disfarce para algo mais sério: uma crítica silenciosa ao autoritarismo, às hierarquias arbitrárias e à lógica distorcida de sistemas fechados. Talvez por isso tenha passado pela censura soviética sem levantar suspeitas imediatas. E talvez por isso tenha sobrevivido tão bem ao tempo.

O filme mais estranho que você nunca viu e que prova que o nonsense pode ser genial Em plena década de 1980, longe do brilho épico de Star Wars, o cinema soviético apresentou uma ficção científica muito mais estranha e, talvez por isso, mais reveladora. Em 1986, Georgiy Daneliya levou às telas Kin-dza-dza!, um filme que parece caótico à primeira vista, mas que esconde uma lógica própria, desconfortável e precisa. Tudo começa com um evento banal que rapidamente sai do controle: dois homens são transportados para Pluk, um planeta árido onde nada funciona como deveria - ou talvez funcione exatamente como uma crítica exagerada do nosso próprio mundo. Ali, status social depende da cor da roupa. Máquinas sofisticadas parecem feitas de restos. A linguagem se reduz a poucas palavras, como “Koo”, repetida até perder o sentido. E, acima de tudo, a empatia praticamente desapareceu. A comparação com Mad Max surge pelo visual desolado; já o espírito lembra o humor caótico do Monty Python. Mas Kin-dza-dza! não é apenas uma soma dessas influências. Ele usa o absurdo como disfarce para algo mais sério: uma crítica silenciosa ao autoritarismo, às hierarquias arbitrárias e à lógica distorcida de sistemas fechados. Talvez por isso tenha passado pela censura soviética sem levantar suspeitas imediatas. E talvez por isso tenha sobrevivido tão bem ao tempo.

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Olha o tamanho da criança! Furacão Milton visto do espaço através da ISS. Registro do astronauta da NASA Matthew Dominick.

Olha o tamanho da criança! Furacão Milton visto do espaço através da ISS. Registro do astronauta da NASA Matthew Dominick.

971,327 views

LIGUE O SOM. AUMENTE O VOLUME. Você está ouvindo, pela primeira vez em mais de 10 mil anos, os uivos de um lobo-terrível. Conheça Romulus e Remus — os primeiros animais extintos a voltar à vida. Eles nasceram no dia 1º de outubro de 2024.

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LIGUE O SOM. AUMENTE O VOLUME. Você está ouvindo, pela primeira vez em mais de 10 mil anos, os uivos de um lobo-terrível. Conheça Romulus e Remus — os primeiros animais extintos a voltar à vida. Eles nasceram no dia 1º de outubro de 2024.

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A manipulação mais perigosa não é aquela que te obriga pela força. É aquela que te convence a duvidar da própria realidade. No vídeo, a cena parece absurda: um homem é pressionado até negar aquilo que vê com os próprios olhos. Aos poucos, ele abandona sua percepção para aceitar a versão que lhe foi imposta. Parece ficção, mas esse mecanismo acontece diariamente em sistemas religiosos abusivos, seitas, grupos sociopolíticos e grupos de alto controle psicológico. A ciência conhece e estuda esse fenômeno há décadas. O psiquiatra Robert Jay Lifton, em seu estudo clássico sobre reforma do pensamento e totalitarismo psicológico, analisou como ambientes ideológicos fechados conseguem remodelar crenças e comportamentos através de isolamento, repetição, culpa e submissão à autoridade. Mais tarde, o pesquisador Steven Hassan desenvolveu o chamado Modelo BITE, mostrando como grupos coercitivos manipulam quatro pilares da vida humana: - comportamento - informação - pensamento - emoções A lógica é simples: quando uma pessoa é exposta continuamente à mesma narrativa, afastada de opiniões divergentes e emocionalmente dependente do grupo, sua capacidade crítica começa a enfraquecer. A psicologia social demonstrou isso em diversos experimentos famosos. Nos experimentos de conformidade de Solomon Asch, participantes chegavam a negar respostas visualmente óbvias apenas para não discordar do grupo. Stanley Milgram mostrou que pessoas comuns podiam obedecer ordens moralmente perturbadoras quando uma figura de autoridade legitimava o comportamento. Já Philip Zimbardo, no Experimento da Prisão de Stanford, evidenciou como ambientes autoritários alteram rapidamente a percepção, a identidade e a conduta humana. Esses mecanismos aparecem repetidamente em grupos de alto controle: - Isolamento A pessoa é afastada de quem pensa diferente para que não exista contraste com o discurso interno do grupo. - Autoridade absoluta Questionar o líder passa a ser tratado como rebeldia, fraqueza espiritual ou corrupção moral. - Desconstrução da percepção O indivíduo aprende a desconfiar dos próprios sentidos e emoções, acreditando que apenas a “verdade” do grupo merece confiança. - Repetição constante Quando uma narrativa é repetida milhares de vezes dentro de uma bolha fechada, o cérebro começa a processá-la como familiar — e familiaridade muitas vezes é confundida com verdade. Pesquisadores modernos evitam o termo “lavagem cerebral” porque ele sugere um controle absoluto da mente. O consenso atual é mais complexo: não existe hipnose mágica. O que existe é influência coercitiva gradual, dependência emocional, pressão social, medo, culpa e controle de informação. É assim que muitas pessoas deixam de pensar por si mesmas sem perceber. Nenhuma verdade precisa destruir sua capacidade crítica para sobreviver. Nenhuma comunidade saudável exige que você negue fatos, silencie dúvidas ou abandone sua percepção da realidade para provar lealdade. A verdade liberta. O controle mental, não. Fontes: Robert Jay Lifton — Thought Reform and the Psychology of Totalism (1961) Steven Hassan — Combating Cult Mind Control Solomon Asch — Studies of Independence and Conformity Stanley Milgram — Behavioral Study of Obedience (1963) Philip Zimbardo — Stanford Prison Experiment S. Taylor — “The Psychology of Pandemics and Mass Influence” Margaret Singer — Cults in Our Midst

A manipulação mais perigosa não é aquela que te obriga pela força. É aquela que te convence a duvidar da própria realidade. No vídeo, a cena parece absurda: um homem é pressionado até negar aquilo que vê com os próprios olhos. Aos poucos, ele abandona sua percepção para aceitar a versão que lhe foi imposta. Parece ficção, mas esse mecanismo acontece diariamente em sistemas religiosos abusivos, seitas, grupos sociopolíticos e grupos de alto controle psicológico. A ciência conhece e estuda esse fenômeno há décadas. O psiquiatra Robert Jay Lifton, em seu estudo clássico sobre reforma do pensamento e totalitarismo psicológico, analisou como ambientes ideológicos fechados conseguem remodelar crenças e comportamentos através de isolamento, repetição, culpa e submissão à autoridade. Mais tarde, o pesquisador Steven Hassan desenvolveu o chamado Modelo BITE, mostrando como grupos coercitivos manipulam quatro pilares da vida humana: - comportamento - informação - pensamento - emoções A lógica é simples: quando uma pessoa é exposta continuamente à mesma narrativa, afastada de opiniões divergentes e emocionalmente dependente do grupo, sua capacidade crítica começa a enfraquecer. A psicologia social demonstrou isso em diversos experimentos famosos. Nos experimentos de conformidade de Solomon Asch, participantes chegavam a negar respostas visualmente óbvias apenas para não discordar do grupo. Stanley Milgram mostrou que pessoas comuns podiam obedecer ordens moralmente perturbadoras quando uma figura de autoridade legitimava o comportamento. Já Philip Zimbardo, no Experimento da Prisão de Stanford, evidenciou como ambientes autoritários alteram rapidamente a percepção, a identidade e a conduta humana. Esses mecanismos aparecem repetidamente em grupos de alto controle: - Isolamento A pessoa é afastada de quem pensa diferente para que não exista contraste com o discurso interno do grupo. - Autoridade absoluta Questionar o líder passa a ser tratado como rebeldia, fraqueza espiritual ou corrupção moral. - Desconstrução da percepção O indivíduo aprende a desconfiar dos próprios sentidos e emoções, acreditando que apenas a “verdade” do grupo merece confiança. - Repetição constante Quando uma narrativa é repetida milhares de vezes dentro de uma bolha fechada, o cérebro começa a processá-la como familiar — e familiaridade muitas vezes é confundida com verdade. Pesquisadores modernos evitam o termo “lavagem cerebral” porque ele sugere um controle absoluto da mente. O consenso atual é mais complexo: não existe hipnose mágica. O que existe é influência coercitiva gradual, dependência emocional, pressão social, medo, culpa e controle de informação. É assim que muitas pessoas deixam de pensar por si mesmas sem perceber. Nenhuma verdade precisa destruir sua capacidade crítica para sobreviver. Nenhuma comunidade saudável exige que você negue fatos, silencie dúvidas ou abandone sua percepção da realidade para provar lealdade. A verdade liberta. O controle mental, não. Fontes: Robert Jay Lifton — Thought Reform and the Psychology of Totalism (1961) Steven Hassan — Combating Cult Mind Control Solomon Asch — Studies of Independence and Conformity Stanley Milgram — Behavioral Study of Obedience (1963) Philip Zimbardo — Stanford Prison Experiment S. Taylor — “The Psychology of Pandemics and Mass Influence” Margaret Singer — Cults in Our Midst

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A rotação da Terra, conforme os dias da semana.

A rotação da Terra, conforme os dias da semana.

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A imagem recente de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, é muito difícil de compreender. É impressionante! É aterrorizante! É comovente! Crédito: Jornal Razão - heliturtaxiaereo

A imagem recente de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, é muito difícil de compreender. É impressionante! É aterrorizante! É comovente! Crédito: Jornal Razão - heliturtaxiaereo

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“O que é mais assustador? A ideia de extraterrestres em mundos estranhos, ou a ideia de que, em todo este imenso universo, nós estamos sozinhos?” - Carl Sagan

“O que é mais assustador? A ideia de extraterrestres em mundos estranhos, ou a ideia de que, em todo este imenso universo, nós estamos sozinhos?” - Carl Sagan

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Você sabia? O som mais alto já registrado na história moderna foi o da erupção do vulcão Krakatoa, em 1883, na Indonésia. Detalhes impressionantes: - intensidade estimada: pico de 310 decibéis (dB), muito acima do limite da dor humana (em torno de 130 dB). - Alcance: o som foi ouvido a mais de 4.800 km de distância, em lugares como Austrália e até na ilha Rodrigues, no Oceano Índico. - Impacto: a onda de choque deu a volta ao mundo por cerca de quatro vezes e estourou tímpanos de marinheiros a mais de 60 km do vulcão. Para comparação: - Um motor a jato em decolagem: cerca de 150 dB (a poucos metros de distância). - A explosão da bomba atômica em Hiroshima foi estimada entre 240 e 280 dB.

Você sabia? O som mais alto já registrado na história moderna foi o da erupção do vulcão Krakatoa, em 1883, na Indonésia. Detalhes impressionantes: - intensidade estimada: pico de 310 decibéis (dB), muito acima do limite da dor humana (em torno de 130 dB). - Alcance: o som foi ouvido a mais de 4.800 km de distância, em lugares como Austrália e até na ilha Rodrigues, no Oceano Índico. - Impacto: a onda de choque deu a volta ao mundo por cerca de quatro vezes e estourou tímpanos de marinheiros a mais de 60 km do vulcão. Para comparação: - Um motor a jato em decolagem: cerca de 150 dB (a poucos metros de distância). - A explosão da bomba atômica em Hiroshima foi estimada entre 240 e 280 dB.

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Talvez, você já tenha ouvido o som do Big Bang - e não percebeu Imagine que você está de volta aos anos 90…80…70… sentado no tapete da sala, tentando sintonizar um canal que insiste em não pegar. A tela é um caos de “chuviscos”, aquele mar de pontos brancos e pretos dançando sem parar, acompanhado por um chiado estático irritante que preenche o silêncio da casa. Naquela época, a gente só queria que a imagem estabilizasse para ver o desenho ou o filme, mas a verdade é que, sem saber, estávamos diante do maior espetáculo da história. Escondido naquele ruído, havia algo absolutamente absurdo. Uma pequena parte daquela interferência, cerca de 1% do que você via e ouvia, não vinha de antenas vizinhas ou de problemas técnicos. Era a radiação cósmica de fundo em micro-ondas, um sinal físico real que atravessa o vazio do espaço há bilhões de anos. Em termos práticos, sua TV analógica estava funcionando como um radiotelescópio improvisado, captando o eco do Big Bang. Enquanto você mudava de canal impacientemente, o seu televisor estava interceptando um sussurro que começou há cerca de 13,8 bilhões de anos. É um sinal que viaja desde antes da Terra existir, antes das primeiras estrelas brilharem e, claro, muito antes de qualquer história humana ser escrita. O mais curioso é que a ciência só descobriu isso porque dois sujeitos, Arno Penzias e Robert Wilson, não aguentavam mais um “chiado” persistente em uma antena gigante nos anos 60. Eles tentaram de tudo: revisaram os circuitos, investigaram interferências de rádio e chegaram ao ponto de remover fisicamente a sujeira de pombos que moravam na antena, ou, como descreveram no relatório técnico para parecerem mais profissionais, “material dielétrico branco”. Nada adiantou. O ruído continuava lá, vindo de todas as direções ao mesmo tempo. E não era um defeito; era o universo falando. Aquele chiado é, na verdade, o fóssil de luz mais antigo da existência. É um brilho que esfriou ao longo de éons até chegar a apenas 2,7 graus acima do zero absoluto, transformando-se em micro ondas que a tecnologia da sua sala conseguia detectar. Então, da próxima vez que você pensar em silêncio absoluto ou se sentir desconectado de tudo, lembre se: o passado mais profundo da criação já esteve materializado bem na sua frente, em forma de estática. O universo nunca ficou em silêncio; a gente é que demorou para aprender a ouvir.

Talvez, você já tenha ouvido o som do Big Bang - e não percebeu Imagine que você está de volta aos anos 90…80…70… sentado no tapete da sala, tentando sintonizar um canal que insiste em não pegar. A tela é um caos de “chuviscos”, aquele mar de pontos brancos e pretos dançando sem parar, acompanhado por um chiado estático irritante que preenche o silêncio da casa. Naquela época, a gente só queria que a imagem estabilizasse para ver o desenho ou o filme, mas a verdade é que, sem saber, estávamos diante do maior espetáculo da história. Escondido naquele ruído, havia algo absolutamente absurdo. Uma pequena parte daquela interferência, cerca de 1% do que você via e ouvia, não vinha de antenas vizinhas ou de problemas técnicos. Era a radiação cósmica de fundo em micro-ondas, um sinal físico real que atravessa o vazio do espaço há bilhões de anos. Em termos práticos, sua TV analógica estava funcionando como um radiotelescópio improvisado, captando o eco do Big Bang. Enquanto você mudava de canal impacientemente, o seu televisor estava interceptando um sussurro que começou há cerca de 13,8 bilhões de anos. É um sinal que viaja desde antes da Terra existir, antes das primeiras estrelas brilharem e, claro, muito antes de qualquer história humana ser escrita. O mais curioso é que a ciência só descobriu isso porque dois sujeitos, Arno Penzias e Robert Wilson, não aguentavam mais um “chiado” persistente em uma antena gigante nos anos 60. Eles tentaram de tudo: revisaram os circuitos, investigaram interferências de rádio e chegaram ao ponto de remover fisicamente a sujeira de pombos que moravam na antena, ou, como descreveram no relatório técnico para parecerem mais profissionais, “material dielétrico branco”. Nada adiantou. O ruído continuava lá, vindo de todas as direções ao mesmo tempo. E não era um defeito; era o universo falando. Aquele chiado é, na verdade, o fóssil de luz mais antigo da existência. É um brilho que esfriou ao longo de éons até chegar a apenas 2,7 graus acima do zero absoluto, transformando-se em micro ondas que a tecnologia da sua sala conseguia detectar. Então, da próxima vez que você pensar em silêncio absoluto ou se sentir desconectado de tudo, lembre se: o passado mais profundo da criação já esteve materializado bem na sua frente, em forma de estática. O universo nunca ficou em silêncio; a gente é que demorou para aprender a ouvir.

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Menos de 1 segundo mudou o destino do programa espacial brasileiro. Às 13h26 de 22 de agosto de 2003, uma falha catastrófica matou 21 engenheiros e técnicos brasileiros, apenas três dias antes de uma missão que poderia marcar um novo capítulo na história espacial do país. O Brasil possui uma das localizações mais privilegiadas do planeta para lançamentos espaciais: o Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, a cerca de 2° da linha do Equador. Essa posição permite aproveitar melhor a rotação da Terra, reduzindo o consumo de combustível e aumentando a capacidade de carga dos foguetes. Após mais de quatro décadas de desenvolvimento, o terceiro protótipo do VLS-1 estava pronto para decolar. A missão levaria dois satélites brasileiros ao espaço e representava um passo importante rumo à autonomia nacional no acesso orbital. Mas, infelizmente, algo deu errado. Uma corrente elétrica acionou prematuramente um dos motores do foguete ainda na plataforma de lançamento. Em segundos, cerca de 40 toneladas de combustível sólido entraram em combustão. O resultado foi devastador: 21 vidas perdidas, anos de trabalho destruídos e um dos projetos mais ambiciosos da ciência e da engenharia brasileiras interrompido de forma trágica. Hoje, a economia espacial global movimenta cerca de US$ 600 bilhões. O Brasil investe uma fração minúscula desse orçamento, sofrendo com subinvestimento crônico e perdendo espaço para outras nações emergentes. A tragédia de Alcântara deixou uma lição que vai muito além da exploração espacial: muitas vezes, o fator - ou fatores - que provoca uma catástrofe não é aquilo que estamos observando, mas justamente o que passou despercebido ou foi simplesmente negligenciado. Créditos do vídeo: IG / abelezadosdados

JAMES WEBB

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Líderes mundiais gerados por IA. Acho que o "mascote" do Brasil derrota vários dessa lista. Certo?
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Qual foi a resposta de Carl Sagan quando perguntaram se ele era socialista? Em 1989, durante uma entrevista na CNN, Ted Turner lançou a pergunta de forma direta: Ted Turner: “Você é socialista?” Carl Sagan respondeu: “Não tenho certeza do que é um socialista. Mas acredito que o governo tem a responsabilidade de cuidar das pessoas. Não estou falando de esmolas. Estou falando de tornar as pessoas autossuficientes, capazes de cuidar de si mesmas. Existem países perfeitamente capazes de fazer isso. Os Estados Unidos são um país extremamente rico e perfeitamente capaz de fazer isso. Escolhe não fazer. Escolhe ter pessoas sem-teto. Estamos em 19º lugar no mundo em mortalidade infantil. Há dezoito países que salvam melhor a vida de seus bebês do que nós. Eles se importam mais com seus bebês do que nós com os nossos. Acho isso uma vergonha. E este país tem uma riqueza imensa. Basta olhar para algo como o ‘Star Wars’. Já gastaram cerca de 20 bilhões de dólares nisso. Se deixarem esses sujeitos continuarem, gastarão um trilhão de dólares no ‘Star Wars’. Pense no que esse dinheiro poderia fazer em educação, em ajuda social, em dar às pessoas um senso de autoconfiança, em melhorar não apenas a felicidade das pessoas na América, mas sua situação econômica e a competitividade dos Estados Unidos. Estamos gastando dinheiro nas coisas erradas.” … Sem aceitar o rótulo ou sem entrar num jogo ideológico, Sagan devolveu a discussão ao lugar que realmente importava: não a ideologia, mas a responsabilidade moral de uma nação diante de sua própria riqueza.

JAMES WEBB

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Gostei do 4° andar.

JAMES WEBB

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