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João Eigen

@joaoeigen34,582 subscribers

Escritor. Mestre em ciência política (UFSC). Advogado. Youtuber. Colunista na @RevistaEsmeril. Não tenho vínculo partidário. Vídeos e artigos na Linktree⬇️

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Assisti ao debate do Pablo Marçal e Elias Jabbour (ele me bloqueou - marquem-no se quiserem), no Inteligência Ltda.. Vou encapsular toda a minha crítica utilizando este trecho - acho que ele representa muito bem o debate e o Brasil atualmente. Quem ver o trecho pensará que se trata da ética de usar ghostwriter, mas não é: trata-se de uma representação de como o povo brasileiro e a sua elite acadêmica e política encaram o bem mais precioso de uma nação, que é a cultura no sentido de um alto conhecimento ou representação artística da experiência de ser brasileiro e que contenha algum valor para as outras culturas. Peguemos Jabbour como o representante ideal da classe acadêmica e política brasileira: esquerdista, inclinado ao comunismo, professor universitário e escritor de livros de teor pro-socialismo. Jabbour se insere numa tradição livresca e acadêmica que produz conhecimento útil apenas para a a própria classe acadêmica e política de esquerda, contribuição necessária para alimentar a câmara de retroalimentação do viés revolucionário. Do outro lado, temos Pablo Marçal, um suposto conservador evangélico tornado guru de enriquecimento rápido na internet, com um passado de ética comercial e produtos questionáveis. Marçal, nesse sentido, é um representante do "povo" brasileiro no sentido de ser aquela massa buscando soluções rápidas para sair do subemprego, consumidor de livros de autoajuda ou espiritualidade rasteira que não percebe que gasta o seu dinheiro mas não sai realmente do lugar. Marçal, no corte, começa tentando mostrar que seus 85 livros seriam sinal de alguma relevância intelectual ou cultural - porque, afinal, são livros... -; Jabbour, no entanto, questiona a autoria dos livros, encurralando Marçal que se salva na pura honestidade: não é o autor, mas o encomendador das obras. Sua justificativa é a de que não tem tempo para escrever os livros: ele é "produtor de conteúdo". Apenas contrata alguém para escrever o que ele diz em vídeos. O debate, então, se transforma nessa contenda grotesca do intelectual comunista tendo que tomar a frente como o defensor de uma pretensa ética cultural perante o assalto do popular guru da internet e seus 85 livros - com títulos como a "chave mestra do universo". Um diálogo infernal: O povo brasileiro e sua ignorância esperta do "jeitinho" para buscar atalhos que o levará ao enriquecimento rápido, passando por um simulaco de cultura que é a pilha de dezenas de livros, sendo questionado pelo intelectual comunista cuja única proposta é oferecer uma revolução nacional e a morte de dissidentes políticos - porque na "China deu certo". Um povo consumidor de livros inúteis para seus propósitos, enganando-se de estar avançando na vida enquanto enriquece o prometedor do método do enriquecimento, e o intelectual pago com dinheiro público tentando defender uma ética cultural que ele mesmo só acredita ser útil para seus fins revolucionários. A grande ausência, nisso tudo, são os verdadeiros intermediários entre a loucura das massas da era moderna e a elite revolucinária pretensiosa: os intelectuais e produtores de cultura, que amarguram no anonimato ou na impopularidade, e por isso mesmo nem foram considerados para um tal debate "sobre o futuro do Brasil". E, de fato, não estou culpando Vilela por estipular essa propaganda chamativa: os dois lados da mesa realmente são os representantes do futuro do Brasil - e isso é desesperador. É realmente triste que o Brasil esteja avançando no século XXI em debates deste calibre, mas é o sintoma do descalabro um povo governado por um Partido que, convocado pelas circunstâncias a defender sua soberania, o fez alçando um cachorro de rua, programas governamentais de auxílio para dezenas de milhões de cidadãos famélicos e memes de redes sociais como as provas máximas do resultado da existência brasileira neste terra.

João Eigen

83,578 views • 7 months ago

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Ian Neves: Por que ninguém ensina nas escolas que o Holocausto surgiu para defender o capital da burguesia ocidental? Sabem por quê? Porque é um absurdo. O Holocausto foi, sim, um fenômeno extraordinário e não se repetiu em nenhum outro lugar do mundo. Isso ocorreu não apenas devido à índole dos nazistas, mas também à complexidade de sua ideologia. Responda-me, Ian Neves - História Pública: se o "nazifascismo" e o Holocausto — o extermínio industrial e premeditado de judeus — não são fenômenos singulares e únicos, por que não houve outro Holocausto no Chile, na Espanha, em Portugal, no Japão, no Brasil de Bolsonaro ou, agora, na Indonésia? Certamente, você considera todos esses regimes "fascistas", mas não consegue explicar por que nenhum Holocausto ocorreu neles. As suas explicações genéricas e marxistas são insuficientes para compreender a realidade histórica. Isso porque tudo o que vocês querem é julgar a história sob a ótica do "capitalismo" ou do "capital", sem sequer fazer o mínimo esforço para entender os fenômenos políticos e ideológicos que analisam. Caramba, vocês marxistas nem sequer realmente leram os documentos, os livros e os discursos dos nazistas para entender as motivações para a decisão de empreender o Holocausto: não, isso é trabalhoso demais, melhor só falar "PORQUE ELES QUERIAM DEFENDER A BURGUESIA". As suas categorias de interpretação marxistas são obsoletas e completamente incapazes de ensinar alguém o que foi o fascismo, o nazismo ou o Holocausto.

João Eigen

130,522 views • 1 year ago

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Me enviaram esse corte do Elias Jabbour 🇧🇷 🇱🇧 🇵🇸 e, mais uma vez, é um bom exemplo didático para mostrar como a retórica da confusão é usada para ludibriar o público. Vamos destrinchar e refutar por partes. 1) Jabbour fala: "Então eles [os EUA] lançam duas bombas nucleares no Japão em nome da democracia, evidente né, [...] foi o capitalismo que lançou essas duas bombas nucleares lá". Eu não vou cobrar o Jabbour de ser um especialista em Segunda Guerra, o que ele não é, mas essa fala é completamente sem sentido. Os EUA não lançaram as duas bombas "em nome da democracia", isso é absolutamente errado: lançaram-nas porque estavam numa guerra que o próprio Japão havia lhes declarado ao atacar Pearl Harbor em 1941. Ainda tratando-se de um inimigo desestabilizador da ordem global, aliado dos nazistas e imperialista. Pode-se questionar se foram realmente necessárias para encerrar o conflito, mas é óbvio que era uma situação de guerra declarada e que, portanto, os EUA tinha todo direito de usar as armas que tinham para derrotar o inimigo e poupar seus homens. Esquecer esses "pequenos detalhes" beira a má-fé. O interlocutor ali fala o óbvio que o Holocausto foi obra do Nacional-Socialismo, uma ideologia antiliberal e tal, ao que o Jabbour responde: 2) Jabbour fala: "Não, o fascismo ele é um produto de sociedades que tem problemas de conflito distributivo [...] então o nazismo é um problema cíclico do capitalismo [...] surgiu com muita força na Alemanha, um país em crise, uma Europa em crise, ressurge hoje no capitalismo em crise, ou seja as crises capitalistas fazem reverberar essas noções de povo eleito, essas noções de superioridade racial, de intolerância com o outro [...] isso que nós estamos tendo aqui é impossível em uma sociedade nazificada, por exemplo [...] mas os industriais alemães apoiaram loucamente o regime nazista e o maior processo de privatização na história da humanidade se deu na Alemanha nazista". Jabbour tem um problema gigantesco com conceitos e a linha do tempo, mas é parte de sua retórica popular: confundir os conceitos e a linha do tempo, jogando elementos parciais no meio para dar a impressão de estar fazendo análise histórica, mas é só confusão mesmo. Vamos por partes. Ele começa falando do fascismo, quando o assunto é nazismo, porque provavelmente não sabe diferenciá-los, porque, na cabeça dele, é tudo "consequência do capitalismo". Mas isso é um problema para sua análise: Se o fascismo surge de crises cíclicas da produtividade capitalista, como explicar a própria Itália fascista? Mussolini chegou ao poder em 1922, antes da Grande Depressão e num momento em que a produtividade mundial estava começando subir novamente após a Primeira Guerra. E mais ainda, num país muito pouco capitalista, porque a Itália era majoritariamente agrária... Claro, Jabbour falaria que foi por causa da "guerra mundial" promovida pelo, óbvio, "capitalismo". É um termo coringa que ele usa para descrever qualquer parcela da história moderna que lhe seja útil para emplacar a sua narrativa comunista. Mas é besteira, o fascismo italiano surgiu numa época de paz e crescente produtividade capitalista, isto é, justamente no começo da superação de uma crise. E agora a crise de 1929. Se, como Jabbour falou ali, Hitler ascendeu devido à crise capitalista, porque o país epicentro dela, os EUA, não viu nada disso, mas, pelo contrário, um governo de cunho historicamente "esquerdista", promovedor de políticas celebradas pela esquerda mundial e profundamente hostil ao nazismo? No epicentro da crise mundial capitalista surgiu um governo extremamente hostil e contrário ao "nazifascismo", sendo que o "nazifascismo" é oriundo das crises do capitalismo? Jabbour quer, à todo custo, emplacar uma causação entre "crises do capitalismo" e o "nazifascismo", mas basta estudar um pouquinho a história para perceber que é, no máximo, uma correlação, e que mais elementos precisam ser inseridos para entender o que aconteceu - justamente o que Jabbour não pode fazer para não quebrar sua narrativa. Como típico de sua estratégia retórica, ele joga ainda ali no meio a ideia do "povo escolhido", claramente insinuando que os EUA são o "nazifascismo" modernos. Isso é só para enganar mesmo, porque a doutrina do "Manifest Destiny" não é uma criação exclusivamente americana, mas uma adaptação de um ethos da modernidade encarnado em vários Estados-nações. O resultado, mesmo que paradoxal, foi a criação de uma nação multiétnica continental. O americanismo modificou o sentido de "povo" para adaptar e enquadrar várias etnias... justamente o contrário das aspirações nazistas, fundamentadas numa raça específica, geneticamente identificável, que havia se espalhado e diluído seu conteúdo pelo mundo inteiro, e que precisava ser promovida novamente através de uma inédita criação estatal que não se restringia ao Estado alemão fundado por Bismarck. Percebem o quanto escapa e é escondido pela retórica confusa e lisa de Jabbour? É uma lástima que esclarecer e ensinar demande muito mais tempo e texto do que confundir e arregimentar. Jabbour quer militantes para a causa, e militante não precisa pensar, só escutar e obedecer, e sua estratégia está bem alinhada com esse objetivo.

João Eigen

25,609 views • 3 months ago

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É difícil compreender o nível de canalhice e degeneração intelectual do Elias Jabbour (ele me bloqueou). 1) Ele diz que enfrentar o crime organizado com armas "não resolva o problema" - algo que nem sequer foi tentado a sério -, e daí ainda emenda: "Se desse certo, os EUA não teriam crimes". Oi???? Os EUA, proporcional a uma população de 330 milhões de habitantes, tem 15 homicídios para cada 100 mil. o Brasil, numa população de 212 milhões, tem 21 homicídios para cada 100 mil. E os EUA tem o controle sobre todo o seu território, ao contrário do Estado brasileiro: 19% da população brasileira vive sob o governo do tráfico. Então, Jabbour: enfrentar o crime organizado com armas pesadas é sim uma solução que tem que ser tentada a sério. A analogia com os EUA refuta o seu argumento. 2) Qual é a solução, já que armas não funcionam? Uma ampla discussão... a beleza... como se isso não fosse discutido diariamente há tantos anos. Ele fica nessa paumolice estúpida para falar que "temos que rever o sistema econômico brasileiro e carioca". Entendi: a solução nunca é matar ou prender bandido, mas fazer a engenharia social da turminha do Jabbour: ou seja, dar poder para que eles possam brincar de revolução, aí sim pode confiar que eles resolverão tudo. 3) E, por fim, ele culpa quem... o "neoliberalismo" e o discurso de "reduzir o Estado". Eu confesso que tenho dificuldades de saber se o Jabbour está trolando ou é realmente muito burro mesmo: o neoliberalismo não é anarquista e estamos falando de SEGURANÇA POLICIAL, que é o principal ponto da existência do Estado que nem os neoliberais questionam. Diminuir o Estado para um neoliberal não é retirar-lhe o monopólio da força, Jabbour, é cortar gastos perdulários. Como você confunde uma coisa com a outra? O que falta ao RJ é justamente o Estado FAZER O MÍNIMO QUE LHE É ESPERADO: a segurança na sua jurisdição. Bem que ele disse no começo que é contra ser "tudólogo" e não é um especialista. Deveria ter ficado quieto.

João Eigen

49,093 views • 8 months ago

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O Elias Jabbour 🇧🇷 🇱🇧 🇵🇸 é um mestre da confusão. Suas falas são tão contraditórias e erradas que é até mesmo difícil entender o que ele está dizendo. Vejam esse corte. Ele começa afirmando que o nazismo, e depois adiciona o fascismo - provavelmente porque não sabe diferenciá-los -, como "partes da história do capitalismo", porque, né, eles não "surgem do nada". O truque essencial de demagogos semeadores da confusão como Jabbour é NUNCA DEFINIR OS TERMOS DA DISCUSSÃO. Querem ver por que? Como ele não definiu o que é "capitalismo", ele somente joga nazismo e fascismo como suas consequências, mas é estranho, porque o fascismo surgiu em 1918-19 na Itália... um país majoritariamente agrário e com uma fraca base de produção capitalista. Bem, como que o fascismo italiano é uma "expressão de um capitalismo em crise" em condições que o sistema de produção capitalista nem havia se desenvolvido? Jabbour responderia que é porque a crise gerada pela "Primeira Guerra é uma crise do capitalismo"... porque Lênin disse em seu livro. Ah, tá... então a crise do capitalismo é mundial mesmo em países cuja base de produção capitalista era subdesenvolvida... É bem conveniente. E fica pior. Se a ascensão de Hitler ao poder devido à crise de 1929 foi uma "expressão" dessa crise capitalista, porque nos EUA, o país epicentro da crise, gerou o New Deal do democrata Franklin Roosevelt, talvez o maior pacote de mudanças "socialistas" na história americana. E mais, a administração Roosevelt foi fortemente antinazista desde o início! Então, a crise do capitalismo "expressa" o nazismo em um país... mas "expressa" um pacote de caráter socialista e um governo antinazista no outro? E pior ainda: gera um governo de pendor socialista e antinazista NO PAÍS EPICENTRO DA CRISE? Jabbour, claro, responderia com algum contorcionismo se utilizando de outra definição de "capitalismo" diferente da utilizada para defender a visão que o fascismo italiano foi "expressão" da crise do capitalismo. O estranho é que na sua fala, para dar um "exemplo" de suas afirmações, eles não fala nada sobre os anos 20-30 do século XX, mas pula para... hoje! Os EUA seriam os maiores "exportadores de ideologias de extrema direita" atualmente... Tá, e o que isso tem a ver com as supostas crises que "expressaram" o fascismo e o nazismo? Como isso explica que o país que supostamente mais "exporta ideologias de extrema direita" nunca teve um governo nazista ou fascista e, na verdade, foi um dos países que contribuiu na derrota do nazifascismo? Ah, é porque... Himmler e Hitler admiravam as leis segregacionistas americanas e a KKK - o que é falso, os nazis tinham sentimentos ambíguos quanto a KKK -... tá, e daí? O que isso explica qualquer coisa dos pontos levantados até agora? Muitos países europeus viam positivamente as leis segregacionistas americanas... e só dois deles viraram fascista e nazista. Como que isso explica o fascismo e o nazismo como "expressão" da crise capitalista? Certamente não é nenhuma defesa quanto às objeções que escrevi até agora. É porque na verdade é só tática diversionista da atenção do público. Jabbour não explica nada, ele só joga essas correlações forçadas e espera que o público não esteja prestando atenção suficiente para perceber as artimanhas. Aliás, para terminar, e até onde pude pesquisar, esse "exemplo" que o Jabbour deu nem sequer o ajuda muito, porque, em termos de células neonazis, o Brasil supera os EUA - embora os EUA tenha mais grupos de impacto e importância. Então, se esse é um bom exemplo da tese que o fascismo e o nazismo são expressões de crises do capitalismo, é porque a crise gestada pelo PT e que explodiu em 2015-2016 foi uma crise do capitalismo? Se for o caso, então o PT é o partido que gesta e gera as crises do capitalismo? E por causa dela os grupos neonazis cresceram? E o Jabbour não apoia o PT? Então o Jabbour apoia as crises do capitalismo que geraram os grupos neonazis? Viram? Estou usando o "método Jabbour" de explicação para mostrar que Jabbour apoia o surgimento de grupos neonazis brasileiros.

João Eigen

14,868 views • 4 months ago

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Foi-me enviado este vídeo, de uma influenciadora socialista chamada Aline Câmara - especialista em "trauma religioso". No vídeo, ela vai falar sobre como o bolsonarismo é um fascismo que existe... dentro de cada pessoa, como uma doença psíquica, e invoca a autoridade do... ator Pedro Cardoso?! - No fim, ela ainda referencia Theodoro Adorno e ... Umberto Eco. Sim, é patético. É um festival de pseudointelectualidade, pseudociência, viés ideológico e desumanização para a aniquilação do outro. O que Aline Câmara, Pedro Cardoso, Theodoro Adorno e Umberto Eco sabem sobre fascismo? Nada. Podem juntá-los todos, que não conseguiriam explicar nem 0.1% do que foi o fascismo. Mas o objetivo é claro: amalgamar toda a maldade e reputação ruim do fascismo histórico, desrespeitando a memória das vítimas no processo, e transformá-lo numa pseudociência de psicologia acusatória para angariar dividendos políticos. O fascismo existe DENTRO de certas pessoas, é uma tendência que surge nelas... e coincidentemente, exatamente nas pessoas que o esquerdista brasileira não gosta. A retórica que levou ao assassinato de Charlie Kirk está bem viva: agora, são os bolsonaristas e evangélicos, mas amanhã pode ser você que também se opõem ao PT ou ao socialismo da Aline Câmara - ela quem vai decidir se você é ou não um "fascista", porque ela detém o poder do diagnóstico pseudocientífico para te desumanizar. O rosto do "fascismo moderno", a sanha autoritária, acusatória e o desejo de eliminar o outro exsite, sim, e pode ser visto neste vídeo.

João Eigen

15,852 views • 7 months ago

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