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JONAS STELMANN

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⚖️ Pós-graduação em Direito Desportivo 📊 Info • Análise • Bastidores do Futebol 🇧🇷 @goaltvbr

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A forma como o Walace Yan entrou no jogo, nenhum garoto que disputa a Taça das Favelas entra. Muito nervoso, displicente, ajudou a incendiar a partida com lances bizarros. Não parecia um profissional. A marcação dele no LANCE DO GOL é uma total aberração pela falta de urgência! 📸 Rodrigo Lima / Flamengo | Coluna do Fla #crf #flamengo

A forma como o Walace Yan entrou no jogo, nenhum garoto que disputa a Taça das Favelas entra. Muito nervoso, displicente, ajudou a incendiar a partida com lances bizarros. Não parecia um profissional. A marcação dele no LANCE DO GOL é uma total aberração pela falta de urgência! 📸 Rodrigo Lima / Flamengo | Coluna do Fla #crf #flamengo

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Quando a torcida visitante é educada, não precisa de TELA DE PROTEÇÃO! #bbmp #bahia #flamengo #crf

Quando a torcida visitante é educada, não precisa de TELA DE PROTEÇÃO! #bbmp #bahia #flamengo #crf

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Há muito tempo eu não perdia meu tempo assistindo ao Linha de Passe. Hoje, por acaso, me peguei vendo alguns minutos — e é irritante constatar como, para eles, nenhuma equipe que vence um time paulista tem méritos. Sempre a mesma ladainha: “o time de São Paulo não estava em um bom dia”. O senhor André Kfouri, na ânsia de lacrar e destilar seu ranço, conseguiu dizer uma das maiores asneiras possíveis. Segundo ele, o jogo de hoje teve erros mais “capitais” do que a partida entre Palmeiras e São Paulo. Só que, convenhamos, lá no Morumbi seria 3 a 0 para o São Paulo, e no Maracanã 1 a 0 para o Palmeiras — com um jogo inteiro ainda por disputar. Isso não é opinião, é clubismo travestido de análise. É má-fé, é desonestidade intelectual. E é exatamente por esse tipo de postura que a audiência do programa desaba a cada semana. Rumo à irrelevância. #crf #flamengo

Há muito tempo eu não perdia meu tempo assistindo ao Linha de Passe. Hoje, por acaso, me peguei vendo alguns minutos — e é irritante constatar como, para eles, nenhuma equipe que vence um time paulista tem méritos. Sempre a mesma ladainha: “o time de São Paulo não estava em um bom dia”. O senhor André Kfouri, na ânsia de lacrar e destilar seu ranço, conseguiu dizer uma das maiores asneiras possíveis. Segundo ele, o jogo de hoje teve erros mais “capitais” do que a partida entre Palmeiras e São Paulo. Só que, convenhamos, lá no Morumbi seria 3 a 0 para o São Paulo, e no Maracanã 1 a 0 para o Palmeiras — com um jogo inteiro ainda por disputar. Isso não é opinião, é clubismo travestido de análise. É má-fé, é desonestidade intelectual. E é exatamente por esse tipo de postura que a audiência do programa desaba a cada semana. Rumo à irrelevância. #crf #flamengo

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Não Dá Pra Ser Europeu com Alma Brasileira Flamengo 2 x 4 Bayern Era visível que muitos jornalistas estavam torcendo — sim, torcendo — pela queda do Flamengo, só pra poder soltar o famoso “eu avisei”. E quando apontamos os quatro gols sofridos por erros individuais, esses mesmos analistas mudam o discurso: “foram erros forçados pela marcação do Bayern”. A velha narrativa conveniente. Mas aí vem Alex Sandro, um dos jogadores com mais bagagem no futebol europeu, e joga um tapa na cara com luva de experiência como podemos ver no vídeo. E a frase do técnico alemão, que muitos romantizaram como elogio — “O Flamengo é um time europeu fora da Europa” —, deveria soar como alerta vermelho. Porque não é elogio. É diagnóstico. O Flamengo não é europeu, não tem o investimento europeu, não joga num calendário europeu. Tentar copiar o modelo de jogo dos gigantes do velho continente, com estrutura e orçamento sul-americanos, é como querer pilotar uma Fórmula 1 com um carro de kart: a queda é inevitável — e previsível. Ninguém aqui disse que os clubes brasileiros são melhores do que os cinco maiores do planeta — Real Madrid, Barcelona, City, Bayern e PSG. Mas dizer que o futebol brasileiro fica devendo a todo o resto do mundo é um absurdo. O que atrasa o nosso futebol é justamente essa síndrome de vira-lata, esse deslumbramento com a grama do vizinho. Enquanto o Brasil insistir em copiar modelos que não pode sustentar, seguirá sendo uma cópia mal feita. Nosso auge no futebol foi justamente quando o Brasil não tentou ser europeu. Foi quando mostramos ao mundo aquilo que eles não conseguiam imitar: o improviso, a genialidade, a solução fora do script. Isso, sim, é essência brasileira. Quando um time europeu enfrenta outro europeu — um original contra uma cópia —, o resultado será sempre previsível: vence quem é de verdade. #crf #flamengo 📹 CazeTv

Não Dá Pra Ser Europeu com Alma Brasileira Flamengo 2 x 4 Bayern Era visível que muitos jornalistas estavam torcendo — sim, torcendo — pela queda do Flamengo, só pra poder soltar o famoso “eu avisei”. E quando apontamos os quatro gols sofridos por erros individuais, esses mesmos analistas mudam o discurso: “foram erros forçados pela marcação do Bayern”. A velha narrativa conveniente. Mas aí vem Alex Sandro, um dos jogadores com mais bagagem no futebol europeu, e joga um tapa na cara com luva de experiência como podemos ver no vídeo. E a frase do técnico alemão, que muitos romantizaram como elogio — “O Flamengo é um time europeu fora da Europa” —, deveria soar como alerta vermelho. Porque não é elogio. É diagnóstico. O Flamengo não é europeu, não tem o investimento europeu, não joga num calendário europeu. Tentar copiar o modelo de jogo dos gigantes do velho continente, com estrutura e orçamento sul-americanos, é como querer pilotar uma Fórmula 1 com um carro de kart: a queda é inevitável — e previsível. Ninguém aqui disse que os clubes brasileiros são melhores do que os cinco maiores do planeta — Real Madrid, Barcelona, City, Bayern e PSG. Mas dizer que o futebol brasileiro fica devendo a todo o resto do mundo é um absurdo. O que atrasa o nosso futebol é justamente essa síndrome de vira-lata, esse deslumbramento com a grama do vizinho. Enquanto o Brasil insistir em copiar modelos que não pode sustentar, seguirá sendo uma cópia mal feita. Nosso auge no futebol foi justamente quando o Brasil não tentou ser europeu. Foi quando mostramos ao mundo aquilo que eles não conseguiam imitar: o improviso, a genialidade, a solução fora do script. Isso, sim, é essência brasileira. Quando um time europeu enfrenta outro europeu — um original contra uma cópia —, o resultado será sempre previsível: vence quem é de verdade. #crf #flamengo 📹 CazeTv

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Quando a torcida do Vasco canta, abafa totalmente a torcida do Flamengo aqui no Maracanã, impressionante. #CRF #Flamengo #FlamengoxVasco

Quando a torcida do Vasco canta, abafa totalmente a torcida do Flamengo aqui no Maracanã, impressionante. #CRF #Flamengo #FlamengoxVasco

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Boa tarde!! #crf #flamengo

JONAS STELMANN

431,703 Aufrufe • vor 7 Monaten

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O método que germinou o caos Nos últimos anos, as reclamações viraram protagonistas no futebol brasileiro. O que antes era uma insatisfação pontual, hoje é método. A pressão sobre a arbitragem deixou de ser consequência e passou a ser estratégia — ensaiada, repetida, institucionalizada. Toda derrota virou coletiva de acusações. “Sistema”, “perseguição”, “erro intencional”. E assim se construiu um ambiente em que o árbitro entra em campo sob constante ameaça: qualquer vacilo, qualquer decisão, pode se transformar em manchete, coletiva ou teoria conspiratória. E funcionou. O barulho deu resultado. Outros clubes observaram o método e começaram a usá-lo também, como um jogo de empurra na pressão sobre a arbitragem. O problema é que, quando todos gritam, ninguém mais é ouvido. E o futebol vira um tribunal onde todos são vítimas e ninguém é responsável. Curioso é que o criador da fórmula agora se faz de vítima dela. Reclama do exagero, do “caos” que ajudou a semear. Mas foi exatamente essa semente — plantada lá atrás, regada com discursos inflamados e coletivas ensaiadas — que germinou o cenário atual. Hoje, vivemos o colapso da credibilidade da arbitragem, da confiança no jogo, e até da discussão racional. Tudo virou disputa de narrativa. Nunca é sobre o futebol, é sempre sobre o meu clube. Quando perdem, é erro; quando vencem, é “coisa do jogo”. E assim seguimos: o futebol jogado em segundo plano, a arbitragem no centro do palco, e o método — esse mesmo método — colhendo o fruto amargo daquilo que plantou. #crf #flamengo

JONAS STELMANN

94,293 Aufrufe • vor 7 Monaten