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João Paulo M. Rocha

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Advogado formado pela Universidade Estadual de Londrina - PR., casado, cristão. Pai da Laurinha e da Elisa.

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Inacreditável. Daniela Lima MENTE ao tratar do caso da Débora "do batom". A jornalista afirma que a cabeleireira foi condenada por "obstrução de justiça" por supostamente ter "prestado informação falsa em depoimento". A sentença da Débora é pública. Essa informação pode ser facilmente verificável. E é FALSA. Os crimes pelos quais ela foi condenada são os de: - tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; - tentativa de golpe de Estado; - dano qualificado; - deterioração de patrimônio tombado; - associação criminosa armada. Os jornais, inclusive, passaram meses dizendo que ela foi condenada por esses 5 crimes. É simplesmente inacreditável. Não dá pra entender de onde ela tirou essa história.

Inacreditável. Daniela Lima MENTE ao tratar do caso da Débora "do batom". A jornalista afirma que a cabeleireira foi condenada por "obstrução de justiça" por supostamente ter "prestado informação falsa em depoimento". A sentença da Débora é pública. Essa informação pode ser facilmente verificável. E é FALSA. Os crimes pelos quais ela foi condenada são os de: - tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; - tentativa de golpe de Estado; - dano qualificado; - deterioração de patrimônio tombado; - associação criminosa armada. Os jornais, inclusive, passaram meses dizendo que ela foi condenada por esses 5 crimes. É simplesmente inacreditável. Não dá pra entender de onde ela tirou essa história.

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O ministro Benedito Gonçalves, mais conhecido como "Missão Dada, Missão Cumprida", foi aprovado hoje para ser Corregedor do CNJ. Embora ele tenha ficado famoso pela frase dita ao pé do ouvido de Alexandre de Moraes, pouca gente sabe qual foi exatamente a "missão" que ele cumpriu. Vamos relembrar aqui então: Nas eleições de 2022, Benedito Gonçalves era um dos ministros do TSE. Integrou, junto com Moraes, Carmen Lúcia e Lewandowski, a ala de 4 ministros que garantiu diversas "vitórias" (a grande maioria justamente pelo placar de 4x3) contra "o bolsonarismo" (como Barroso admitiu depois). Alguns exemplos notáveis: - Remoção de publicações e vídeos considerados desinformação (inclusive baseados em reportagens jornalísticas). - Bloqueio do documentário da Brasil Paralelo sobre a facada em Bolsonaro (nesse caso, inclusive, foi ele o responsável pela liminar que suspendeu o lançamento. Liminar essa confirmada posteriormente com o voto histórico e vergonhoso de Carmen Lúcia, de que aceitaria a censura excepcionalmente, "só até o dia 31 de outubro"). - Decisões sobre propaganda irregular e direitos de resposta. - Desmonetização de canais pró-Bolsonaro. Todos essas medidas censórias, abusivas e parciais só foram possíveis por causa do voto de Gonçalves. Todas pelo placar de 4x3 e todas com os 4 votos sendo do mesmo quartetozinho de "ministros-políticos". Além disso, ele proferiu várias decisões monocráticas que determinaram a remoção ou desmonetização de conteúdos em redes sociais (YouTube, etc.) considerados parte de suposta rede de desinformação ligada à campanha de Bolsonaro. Desnecessário lembrar que o conceito de "desinformação" adotado pelo TSE foi, no mínimo, controverso, e pendeu para um lado só. Também foi ele o responsável pela liminar que proibiu que Bolsonaro usasse imagens do 07 de setembro. No famoso vídeo em que ele diz "missão dada, missão cumprida" a Moraes, a fala é dita logo após Moraes chamar Lula para ser diplomado. Fica muito claro, portanto, qual foi a missão dada a Benedito e como ela foi cumprida: garantir a eleição de Lula, tomando as decisões que fossem necessárias para esse fim. É esse o ministro que agora encabeçará o órgão que supervisiona a atuação de todos os juízes do país. Cada dia estamos mais longe de ser um país que dará certo.

O ministro Benedito Gonçalves, mais conhecido como "Missão Dada, Missão Cumprida", foi aprovado hoje para ser Corregedor do CNJ. Embora ele tenha ficado famoso pela frase dita ao pé do ouvido de Alexandre de Moraes, pouca gente sabe qual foi exatamente a "missão" que ele cumpriu. Vamos relembrar aqui então: Nas eleições de 2022, Benedito Gonçalves era um dos ministros do TSE. Integrou, junto com Moraes, Carmen Lúcia e Lewandowski, a ala de 4 ministros que garantiu diversas "vitórias" (a grande maioria justamente pelo placar de 4x3) contra "o bolsonarismo" (como Barroso admitiu depois). Alguns exemplos notáveis: - Remoção de publicações e vídeos considerados desinformação (inclusive baseados em reportagens jornalísticas). - Bloqueio do documentário da Brasil Paralelo sobre a facada em Bolsonaro (nesse caso, inclusive, foi ele o responsável pela liminar que suspendeu o lançamento. Liminar essa confirmada posteriormente com o voto histórico e vergonhoso de Carmen Lúcia, de que aceitaria a censura excepcionalmente, "só até o dia 31 de outubro"). - Decisões sobre propaganda irregular e direitos de resposta. - Desmonetização de canais pró-Bolsonaro. Todos essas medidas censórias, abusivas e parciais só foram possíveis por causa do voto de Gonçalves. Todas pelo placar de 4x3 e todas com os 4 votos sendo do mesmo quartetozinho de "ministros-políticos". Além disso, ele proferiu várias decisões monocráticas que determinaram a remoção ou desmonetização de conteúdos em redes sociais (YouTube, etc.) considerados parte de suposta rede de desinformação ligada à campanha de Bolsonaro. Desnecessário lembrar que o conceito de "desinformação" adotado pelo TSE foi, no mínimo, controverso, e pendeu para um lado só. Também foi ele o responsável pela liminar que proibiu que Bolsonaro usasse imagens do 07 de setembro. No famoso vídeo em que ele diz "missão dada, missão cumprida" a Moraes, a fala é dita logo após Moraes chamar Lula para ser diplomado. Fica muito claro, portanto, qual foi a missão dada a Benedito e como ela foi cumprida: garantir a eleição de Lula, tomando as decisões que fossem necessárias para esse fim. É esse o ministro que agora encabeçará o órgão que supervisiona a atuação de todos os juízes do país. Cada dia estamos mais longe de ser um país que dará certo.

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A jogadinha do PT que a imprensa não vai te contar: Lula vetou trecho de PL que encareceria contas de luz. O Congresso derrubou o veto. A imprensa reporta insinuando que a culpa é da oposição. Acontece que TODA A BANCADA DO PT votou para derrubar o veto.

A jogadinha do PT que a imprensa não vai te contar: Lula vetou trecho de PL que encareceria contas de luz. O Congresso derrubou o veto. A imprensa reporta insinuando que a culpa é da oposição. Acontece que TODA A BANCADA DO PT votou para derrubar o veto.

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No dia 02/04/1988, Ivan Lester McGuire, um paraquedista experiente com mais de 800 saltos realizados, ia realizar o seu terceiro salto do dia. Seu objetivo era filmar um aluno pulando com seu instrutor. Naquela época, diferente de hoje em dia, em que se consegue filmar com uma GoPro minúscula, para realizar filmagens no ar era necessário um equipamento pesado carregado em uma mochila. Com a repetição dos eventos do dia, McGuire cometeu um erro inacreditável para um paraquedista tão experiente: simplesmente pulou sem o paraquedas. Confundiu o peso da mochila do equipamento de filmagem com o da mochila do paraquedas. Esse vídeo mostra seus últimos momentos, em que filma o aluno e o instrutor até que ambos abrem o paraquedas e chega o momento em que precisa abrir o seu próprio e, para seu horror, descobre que não tem um. 12 pessoas estavam com ele no avião antes de ele saltar, e ninguém percebeu que ele não estava usando um paraquedas. As investigações apontaram a fadiga e a repetição de eventos ao longo do dia como causas para o acidente. Com a repetição, o cérebro "se confunde" e acredita que a pessoa já realizou ações que, na verdade, foram realizadas no evento anterior. Além disso, havendo realizado centenas de saltos antes, a rotina cria automação. Os "passos" são realizados em modo "automático", e não mais conscientemente. Nós fazemos isso ao dirigir, por exemplo. Motoristas experientes não ficam pensando conscientemente sobre como precisam acelerar, reduzir, parar ou dar seta. Essas ações são tomadas automaticamente. E com a experiência, vem a falsa sensação de segurança. Isso explica, por exemplo, por que grande parte dos acidentes de trânsito acontecem próximos à residência das pessoas, em locais em que já estão habituadas e em que já se sentem seguras para "baixar a guarda" e ficarem menos alertas. Mas McGuire não saltou para a própria morte "assumindo o risco de morrer". É claríssimo que morrer não foi nem a sua intenção e nem a de assumir esse risco. Aliás, pular sem paraquedas a 2300m de altitude não seria sequer "um risco de morrer", mas CERTEZA de morrer. Tampouco houve "dolo eventual" por parte de nenhuma das outras 12 pessoas a bordo. O piloto chegou a ser investigado, porque havia uma regra que determinava expressamente ao piloto que verificasse se todos os saltadores estavam com paraquedas antes do salto, mas não foi nem processado. Nem mesmo por homicídio culposo, pois consideraram razoável a alegação de que o piloto confundiu a mochila do equipamento de filmagem com a do paraquedas. Enfim, trago esse caso para mostrar como esse tipo de erro fatal, embora pareça bizarro e inacreditável, não é novidade. É, sim, grave, mas as suas causas e ocorrências são bem documentadas como comportamento humano. Inclusive, sabendo disso, medidas de segurança costumam ser tomadas para mitigar esses riscos, como checagem dupla ou checklist em voz alta. No caso do rope jump, a ausência dessas precauções após centenas ou milhares de saltos bem sucedidos indica que os profissionais agiram "traídos" por essa falsa sensação de segurança. "Fizemos isso tantas vezes antes. Fazemos todos os dias. Nunca tivemos problemas". Isso não caracteriza dolo. Não se trata de praticar conduta que poderiam prever que resultaria em morte (até porque esse resultado nunca tinha acontecido antes), mas sim de NEGLIGENCIAREM passo essencial, por um lapso, que nunca havia sido negligenciado antes. Como eu disse antes, essa negligência, ainda que grave e fatal, implica em crime culposo. Não em dolo eventual. A culpa deles é grave e inaceitável, mas isso não a transforma em dolo.

João Paulo M. Rocha

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