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O Cidadão Gritou em Pleno Campo: TEMOS FOME JOÃO LOURENÇO. Vejam o resultado desses gritos... 👉🏾Chocolates 🍫 e Rebuçados 🍬

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Tragédia no Cazenga: Vídeos mostram revolta após agente do SIC matar 3 membros da mesma família Vídeos a circular nas redes sociais mostram confrontos entre a polícia e a população no Cazenga, Luanda, após um agente do SIC matar 3 membros da mesma família. O crime, na madrugada de quarta-feira (19), gerou revolta na comunidade. As vítimas, confundidas com bandidos, foram abatidas a tiro pelo agente que fugiu do local.

Tragédia no Cazenga: Vídeos mostram revolta após agente do SIC matar 3 membros da mesma família Vídeos a circular nas redes sociais mostram confrontos entre a polícia e a população no Cazenga, Luanda, após um agente do SIC matar 3 membros da mesma família. O crime, na madrugada de quarta-feira (19), gerou revolta na comunidade. As vítimas, confundidas com bandidos, foram abatidas a tiro pelo agente que fugiu do local.

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A polícia angolana precisa urgentemente de treinamento cívico, ético e humano👮🏾‍♂️. Se a polícia continuar a agir como age, tão logo cenas de horror contra a polícia que temos visto nos EUA, Brasil e não só poderão acontecer em Angola 🇦🇴. Vimos no Rangel a ira do povo.

A polícia angolana precisa urgentemente de treinamento cívico, ético e humano👮🏾‍♂️. Se a polícia continuar a agir como age, tão logo cenas de horror contra a polícia que temos visto nos EUA, Brasil e não só poderão acontecer em Angola 🇦🇴. Vimos no Rangel a ira do povo.

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Angola e o Culto do Gigantismo: A Ilusão de Grandeza num País de Castelos de Areia A recente visita do advogado e influenciador brasileiro Nelson Willians, acompanhado pelos irmãos da CLÉ, à Assembleia Nacional de Angola vai além da ostentação. Representa um sintoma da cultura do gigantismo e da megalomania incutida pelo MPLA, onde prédios espelhados escondem bairros sem saneamento, megaprojetos falham e o discurso de desenvolvimento não se reflete na vida da população. Angola tornou-se um palco onde a elite insiste em apresentar uma imagem de potência continental, ignorando a realidade de um país longe de qualquer grandeza concreta. Com um IDH de 0,586, ocupa a posição 148 de 191 países, segundo o Relatório do Desenvolvimento Humano 2023. Paradoxalmente, ostenta algumas das maiores infraestruturas do continente, enquanto metade da população vive abaixo da linha da pobreza e a esperança média de vida é de apenas 61 anos. Essa encenação de grandeza reflete-se também no comportamento da elite, que vê na ostentação um reflexo de status e poder. A chegada de Nelson Willians e dos irmãos da CLÉ numa frota de veículos milionários, incluindo um Rolls-Royce Cullinan, não foi apenas um ato de exibicionismo, mas um reflexo da cultura política do país, onde o poder se traduz num estilo de vida faustoso, desproporcional à realidade da maioria dos angolanos. Desde 1975, o MPLA alimenta essa ilusão. Primeiro, com megaprojetos socialistas que colapsaram nos anos 90. Depois, com a euforia do petróleo, canalizando receitas bilionárias para projetos faraónicos agora em ruínas. A Cidade do Kilamba, vendida como um modelo de urbanização moderna, tornou-se um símbolo de fracasso: edifícios vazios, infraestrutura degradada e falta de serviços essenciais. O Porto de Caio, em Cabinda, deveria ser um dos maiores da região, mas continua uma promessa incumprida. A obsessão por ser “o maior” reflete-se também na política externa. O governo gasta milhões em alianças e patrocínios internacionais enquanto o sistema de saúde pública colapsa, universidades carecem de condições e a taxa de desemprego jovem atinge 57,5%, segundo o Banco Mundial. Essa mentalidade permite que indivíduos ligados ao poder desfilem em carros de luxo num país onde 76% da população sobrevive na economia informal. A Assembleia Nacional, que deveria debater soluções reais, transforma-se num teatro político, onde a aparência importa mais do que a substância. Os militantes do MPLA defendem essa realidade como progresso, mas ela reflete prioridades deturpadas. O verdadeiro desenvolvimento não se mede por monumentos ou frotas de carros de luxo, mas pela qualidade de vida, acesso a serviços básicos e oportunidades reais para a juventude. A sociedade angolana precisa de questionar até quando permitirá que essa cultura de ilusão continue a ditar o rumo do país. O desenvolvimento não vem de castelos de areia, mas de estruturas sólidas, construídas sobre justiça social, transparência e responsabilidade. Se Angola quiser ser grande, deve abandonar a necessidade de parecer grande e focar-se em resolver os problemas que há décadas comprometem o seu futuro.

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81,128 Aufrufe • vor 1 Jahr

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🔴 DENÚNCIA PÚBLICA — CONTRASTE ENTRE AS DECLARAÇÕES DA POLÍCIA NACIONAL E A REALIDADE NAS RUAS 🔴 Entre os dias 28 a 30, de julho de 2025, durante a paralisação nacional convocada pela ANATA, foram captados em vídeo um agentes da Polícia Nacional fardados e à paisana a disparar deliberadamente contra civis a distância, em plena luz do dia. Estes agentes não apontoaram para o chão, nem para as pernas, nem para o ar — apontoaram para o peito e para a cabeça. E os mais de 30 mortos confirmam que os disparos foram feitos para matar. Ainda assim, o Subcomissário da Polícia Nacional, Mateus Rodrigues, veio a público afirmar: “Não houve uma intenção da polícia de ir pra rua matar pessoas… Não há, não houve uma ordem para os efectivos da polícia matarem (…) Os polícias não são impunes, nem de dentro pra dentro nem de dentro pra fora… Devem ser denunciados sempre que inobservarem os princípios da actuação.” Ora, a brutalidade captada em vídeo contradiz diretamente esta narrativa. O que vimos não foi contenção, nem tentativa de proteger cidadãos, nem tão-pouco cumprimento da lei. O que vimos foi execução sumária em plena via pública. Não há como disfarçar, nem justificar. A pergunta que se impõe é: onde estão os resultados do inquérito prometido? Quem foi responsabilizado? Até agora, apenas silêncio e cinismo. 📢 Exigimos: 1.A identificação e julgamento destes agentes que dispararam a queima-roupa, conforme consta neste e outros vídeos. 2.A divulgação pública dos resultados do inquérito interno prometido pela Polícia Nacional. 3.Que todos os agentes envolvidos em execuções sumárias durante os protestos sejam levados a tribunal e responsabilizados nos termos da Constituição e das leis da República de Angola. 4.Que se respeite o devido processo legal: mesmo cidadãos que tenham cometido crimes não podem ser mortos na rua. Angola não prevê a pena de morte. A impunidade institucional mata mais do que qualquer arma. 📍Os cidadãos foram para as ruas exercer um direito constitucional — o da manifestação. A resposta das autoridades não pode ser a execução. O Estado de Direito não pode coexistir com a banalização da morte. Justiça para os mortos. Respeito pela Constituição. Fim à impunidade. #JustiçaJá #Angola #DireitosHumanos #ParemAsExecuções

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