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Sheila Barrios

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Brasileira, casada, cristã e Patriota | Ponto de vista e análise política.

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Juntando os pontos. Depois do encontro com Trump, Lula convocou a imprensa para falar da reunião na Casa Branca. Ele ressurge com semblante visivelmente preocupado e faz um discurso que soou muito mais como um aviso aos seus do que como uma política de Estado: 'É muito sério, é muito sério. A partir da semana que vem, nós vamos lançar um plano de combate ao crime organizado que é pra valer. Quem escapou até semana que vem, tudo bem! Mas quem não escapou, não escapa mais.' Por que essa pressa repentina? Lula sabia exatamente o que estava por vir. O plano de combate às facções, como PCC e CV, já estava desenhado no tabuleiro, mas não por ele. Flávio Bolsonaro, que sempre teve a segurança pública como pauta é a peça-chave aqui. A articulação internacional feita por Eduardo Bolsonaro e Figueiredo, dias atrás, demonstrou uma visão estratégica que vai muito além do debate paroquial. Eles identificaram a sinergia perfeita e amarraram uma agenda de altíssimo interesse para os Estados Unidos. O que vemos é "o compromisso" assumido por Flávio, caso saia vitorioso nas urnas. Essa é a função tática estabelecida na guerra contra o crime transnacional. O desespero de Lula não é coincidência; é a reação de quem percebeu que a direita se antecipou e fechou alianças de peso no cenário geopolítico. Eu posso estar enganada, mas essa leitura faz muito sentido para mim.

Juntando os pontos. Depois do encontro com Trump, Lula convocou a imprensa para falar da reunião na Casa Branca. Ele ressurge com semblante visivelmente preocupado e faz um discurso que soou muito mais como um aviso aos seus do que como uma política de Estado: 'É muito sério, é muito sério. A partir da semana que vem, nós vamos lançar um plano de combate ao crime organizado que é pra valer. Quem escapou até semana que vem, tudo bem! Mas quem não escapou, não escapa mais.' Por que essa pressa repentina? Lula sabia exatamente o que estava por vir. O plano de combate às facções, como PCC e CV, já estava desenhado no tabuleiro, mas não por ele. Flávio Bolsonaro, que sempre teve a segurança pública como pauta é a peça-chave aqui. A articulação internacional feita por Eduardo Bolsonaro e Figueiredo, dias atrás, demonstrou uma visão estratégica que vai muito além do debate paroquial. Eles identificaram a sinergia perfeita e amarraram uma agenda de altíssimo interesse para os Estados Unidos. O que vemos é "o compromisso" assumido por Flávio, caso saia vitorioso nas urnas. Essa é a função tática estabelecida na guerra contra o crime transnacional. O desespero de Lula não é coincidência; é a reação de quem percebeu que a direita se antecipou e fechou alianças de peso no cenário geopolítico. Eu posso estar enganada, mas essa leitura faz muito sentido para mim.

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Eduardo Bolsonaro não falou por falar. Respondeu diretamente a uma pergunta precisa do Silvio: "Como a direita pode voltar aos trilhos institucionais e construir algo sólido para 2026 e além". Em vez de discurso inflamado, deu uma aula prática de estratégia: o bolsonarismo precisa evoluir. Não basta ser raiz nas redes ou ter carisma; é preciso construir e garantir continuidade do movimento. O grande destaque é o pragmatismo. Eduardo explica que o eleitor do interior paulista liga muito mais para quem entrega obra, reforma delegacia ou corta fita de hospital, do que para debate ideológico puro. Por isso, defende André do Prado (PL) para o Senado. Um nome com forte máquina, que aprova as pautas de Tarcísio, controla dezenas de deputados estaduais e cerca de 400 (dos 645 prefeitos) do estado de São Paulo. Não é “traição", de jeito nenhum; é fusão esperta — trazer voto de máquina para dentro do bolsonarismo, garantindo governabilidade real e territorialidade profunda no maior colégio eleitoral do Brasil. Por fim, Eduardo pinta o quadro de longo prazo. Eleger dois senadores aliados em São Paulo (André e Derrite) é fundamental para Flávio Bolsonaro, que é o grande nome da direita para a Presidência. Isso fortalece e evita fragmentação de votos e prepara 2030 com o PL mais forte, André do Prado como possível sucessor natural do Valdemar e a família Bolsonaro como eixo de articulação. São Paulo vira motor do projeto de Brasil, pois, quem controla o estado controla a influência nacional. O recado é claro e sofisticado: quem quer salvar o Brasil não pode ficar só torcendo. Tem que aliar, plantar no chão e construir poder duradouro. Uma aula de realpolitik nascida da pergunta certeira do comentarista. Vale muito assistir para entender o cenário e a estratégia. Prevalecendo o voto certeiro e concentrado para vencermos no 1o turno.🇧🇷

Sheila Barrios

48,977 views • 4 months ago

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Concordo, Fiuza🇧🇷

Sheila Barrios

101,105 views • 3 years ago

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