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THI🅰️GO DE 🅰️R🅰️ÚJO

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Um jornalista atleticano. Mais atleticano que jornalista. Do Canal Thiago de Araújo e Banda Atômica.

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Será que o Scarpa tá feliz com a saída do Sampaoli?

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Nos últimos dias, uma fala do jornalista João Vitor Xavier ganhou eco entre torcedores do Atlético: há gente trabalhando contra a diretoria do clube. Não é crítica comum, não é cobrança normal, segundo ele, existe má-vontade organizada. E, olhando para o clima nas redes, fica difícil discordar. O debate sobre o Atlético saiu do campo e virou palco de algoritmo. Não é mais sobre discordar de decisões, mas sobre torcer para dar errado para gerar engajamento. A crítica deixou de ser ferramenta e virou produto. Quanto pior o ambiente, mais curtidas, mais comentários, mais “eu avisei”. E é curioso: alguns não querem solução, querem narrativa. Existe cobrança justa? Sempre. Atlético é clube grande e precisa ser questionado. Mas há uma diferença clara entre cobrar e sabotar o ambiente diariamente, transformando qualquer notícia em crise e qualquer silêncio em caos. A diretoria erra, acerta, negocia, segura informação, faz parte do jogo. O que não faz parte é a torcida ser empurrada para um clima de permanente incêndio. E assim se cria um cenário artificial: se contrata, reclamam do nome; se não contrata, reclamam da demora; se fala, criticam o discurso; se não fala, criticam o silêncio. Não há ponto de equilíbrio, porque o objetivo nunca foi o equilíbrio, foi o engajamento. O Atlético vive um momento de reformulação, decisões difíceis e mercado complexo. Não é hora de tapar o sol com a mão, nem de romantizar diretoria. Mas também não é hora de torcida comprar narrativa de caos fabricado. Crítica constrói. Má-vontade organizada destrói. No fim, o algoritmo não entra em campo. Quem joga é o time, quem decide é o clube. E talvez o maior gesto de apoio, agora, seja um pouco de lucidez: parar de transformar qualquer movimento em tempestade e entender que rede social não pode ser diretora de futebol. Porque, se a discussão vira só barulho, quem comemora é o engajamento, não o Atlético. Portal @ultimajogada.blog.galo Canal @thdearaujogalo 🗞️ @joaovitorxavierbh Por Raquel.produtorajornalista

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71,722 просмотров • 6 месяцев назад

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A entrevista do Pedro Daniel praticamente confirma aquilo que nos bastidores já vinha sendo desenhado: o aporte de R$ 530 milhões não é solução definitiva. É uma operação de sobrevivência e reorganização financeira. E ele deixa isso muito claro em vários momentos. O primeiro ponto importante é a sinceridade sobre o tamanho do problema. Quando ele admite que o Atlético pagou quase R$ 300 milhões em juros em um único ano, ele expõe o quanto a dívida bancária estava sufocando o clube. É um número brutal. Pouquíssimos clubes no Brasil suportariam isso sem entrar em colapso operacional. Na prática, o Atlético trabalhava para pagar banco. Quando Pedro diz que o aporte vai reduzir os juros para cerca de R$ 150 milhões em 2026, ele mostra qual é o principal ganho imediato da operação: eficiência financeira. O clube não ficou rico. Apenas vai parar de sangrar tanto. Essa talvez seja a principal leitura que a torcida precisa fazer. O aporte não significa capacidade automática de sair contratando pesado. Significa primeiro aliviar a asfixia financeira. Outro ponto muito relevante da entrevista é quando ele admite, sem rodeios, que “é bem provável” um novo aporte no ano que vem. Essa talvez tenha sido a fala mais forte da coletiva. Porque ela desmonta qualquer narrativa de solução definitiva. Pedro praticamente assume que o Atlético ainda não consegue se sustentar sozinho dentro do nível de competitividade que deseja manter. Portal @ultimajogada.blog.galo Canal @thdearaujogalo

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21,200 просмотров • 2 месяцев назад

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