#g1norockinrio

#g1norockinrio - O músico americano PJ Morton, tecladista do Maroon 5, fez sua apresentação solo no Palco Sunset para uma plateia vazia nesta sexta-feira (11). Escalado como a penúltima atração do Palco Sunset, que ainda terá os veteranos do Jamiroquai na mesma noite, ele sofreu para atrair público naquele que é considerado o "dia do K-Pop" do festival. No Palco Mundo, atrações do gênero como NEXZ, Hwasa e Stray Kids foram responsáveis por grande parte dos jovens fãs desta sexta na Cidade do Rock. Saiba mais no #g1. #maroon5 #sunset #pjmorton #música
g1318,301 views • 9 days ago

Filhas de Ivete se juntam à cantora no palco do Rock in Rio #g1norockinrio #g1
g1216,151 views • 7 days ago

🎶🎙️ #g1norockinrio - (este texto é uma resenha crítica escrita por dora guerra) A banda britânica Jamiroquai estava meio deslocada no line-up desta sexta-feira (11), dia de k-pop no Rock in Rio. Nesta segunda vez pelo festival – 15 anos após a última –, o grupo ocupou um espaço peculiar entre as atrações: tocou no Sunset, logo antes do headliner Stray Kids, no Palco Mundo. Com essa concorrência desleal, as fiéis “stays” (fãs de Stray Kids) ficaram por lá, e o Sunset acabou virando, de modo geral, estacionamento de pais… e alguns filhos. E segundo Zé Ricardo, curador do festival, falou ao g1, essa era a intenção. Afinal, o tempo passa. O grupo, que era descolado e modernoso na época de discos como “Return of the Space Cowboy” (1994) e “Traveling Without Moving” (1996), virou, nesta noite, o headliner de quem era jovem nos anos 90. No mínimo, a média de público era mais adulta que da multidão no Palco Mundo. A sorte é que um bom groove é atemporal, e até as crianças presentes (por insistência dos pais, provavelmente) estavam dançando. Essa é a fórmula mágica do acid jazz do Jamiroquai, que mescla funk, soul, disco com elementos eletrônicos do house ao hip-hop. Baixo inquieto, percussão apertada, teclas com brilho, e ninguém no público ficou parado. Jay Kay, hoje com 56 anos, está com vocais ainda melhores que na última década. Cantou faixas como “Don’t Give Hate a Chance” e “Alright” como se fossem a versão de estúdio. E desfilou diferentes adereços de cabeça, claro – algumas coisas nunca podem mudar. Nesta noite, eles fizeram tudo soar azeitado, e dá pra ver que tiram de letra os grandes sucessos do grupo. (Há um papo de que vem aí um álbum novo, que pode ser bem interessante considerando a qualidade da banda.) Leia a resenha completa no #g1. #jamiroquai #rockinrio #rir2026 #show
g1221,665 views • 9 days ago

🎶🎙️ #g1norockinrio - A cantora Hwasa, integrante do Mamamoo, foi a primeira artista solo de k-pop a se apresentar no festival. Antes de subir ao palco nesta sexta (11), ela falou ao #g1 sobre expectativas e relação com o Brasil: “A forma como os fãs brasileiros expressam o amor é muito o meu estilo”. Saiba mais em #hwasa #mamamoo #kpop #rockinrio #notícias
g1128,636 views • 9 days ago

Hwasa mostra que é diva de alto calibre e dispensa polidez do k-pop no Rock in Rio #g1norockinrio
g1121,668 views • 9 days ago

🎶🎙️ #g1norockinrio - (este texto é uma resenha crítica escrita por dora guerra) À primeira vista, a cantora Poppy parecia uma diva pop ao subir no Palco Sunset neste sábado (5) de Rock in Rio. De look temático verde e azul (que até lembrava o de Lady Gaga em Copacabana), ela surgiu cantando delicadamente a faixa “Have You Had Enough”, com cabelo longo preto e pedestal brilhante. Para um desavisado, parecia ser uma artista pop encaixada no dia errado. Isto é, até a segunda página. À medida que as músicas ganham peso, Poppy se assume uma diva do metal. Vai do “fofo kawaii” ao gutural, acompanhada de uma banda coma máscaras bizarras e solos acelerados. O trunfo de Poppy é brincar com contrastes e, de certa forma, sempre foi assim. Antes de cantar, ela ganhou notoriedade no início dos anos 2010, com vídeos enigmáticos em que interpretava uma “boneca androide”. Fofa e bizarra, convidativa e aterrorizante. Em 2016, se lançou como cantora pop, com sonoridade mais eletrônica e dançante. Mas se encontrou mesmo no metal, ainda que ela prefira se definir como uma artista eclética. Essa dualidade é interessante e, nos primeiros “sustos”, animou bem o público nesta noite. As chamas e fumaça no palco sempre ajudam. Depois, ficou batido: a maior parte das faixas começa devagar até a percussão apertar, e a constante oscilação de ritmos esfriou a energia ao longo do show. Ela também não conversou muito. Falou o básico, pediu rodinhas e seguiu o repertório – não mencionou nem que “V.A.N”, uma das que mais engajou a galera, era uma parceria com Bad Omens, que também se apresenta mais tarde. Não que o público não tenha se divertido. Além das clássicas rodinhas punk e sinalizadores, por algum motivo, alguns chegaram a se sentar no chão enlameado e puxar uma “remada viking” (sim, como a torcida da seleção norueguesa de futebol) durante o show. Leia a crítica completa no #g1. #poppy #rockinrio #rock #rir2026
g1199,127 views • 15 days ago

🎶🎙️ #g1norockinrio - O Rock in Rio ganhou um marco em sua história nesta sexta (11), com a aguardada estreia do k-pop. Foram três atrações da indústria sul-coreana no Palco Mundo (Nexz, Hwasa e os headliners Stray Kids), em uma nova (e acertada) tentativa de renovação de público por parte do festival. Pode parecer estranho para um festival com "rock" no nome. Mas a escolha reflete uma lógica que acompanha o Rock in Rio desde sua origem: entender o momento da música e trazer para o palco quem está definindo esse momento, independentemente da sonoridade. Além disso, mostra que o Rock in Rio quer atrair e conquistar novas gerações de fãs — principalmente de um estilo que atrai fãs tão passionais, dispostos a viajar (e gastar) pelos seus artistas preferidos. Momentos antes do show mais aguardado da noite pelos fãs, o #g1 conversou com o grupo Stray Kids sobre as expectativas para o encontro dos sul-coreanos com o público brasileiro. Saiba mais em #straykids #rockinrio #rir2026 #show
g1115,341 views • 9 days ago

🎶🎙️ #g1norockinrio - (este texto é uma resenha crítica escrita por Braulio Lorentz ) Quem leu o nome do show “Luísa Sonza convida Menescal” pensou que a cantora faria uma homenagem à bossa nova tendo o ícone do estilo com algum destaque. A cantora gaúcha, porém, entregou seu recorrente show pop com um pequeno bloco dedicado à bossa. Seria maldade dizer que o mais intimista da performance foi o público pequeno, o menor dentre as três performances dela no Rock in Rio? Após mostrar força com duas vezes ao Rock in Rio, Luísa teve problemas nesta segunda (7). O pior deles foi a pouca presença de público. Era fácil chegar na grade. Bastava desviar de uns poucos fãs de Elton John, headliner da noite. Outro problema foi o som. Ele estava embolado e estourado, com a voz da cantora por vezes escondida em uma massa sonora, principalmente em canções de batidas pesadas como “Motinha 2.0”. Era difícil entender o que ela cantava se você não conhece as letras e não se trata de um problema de dicção. Afinal, ela evoluiu bastante como cantora. Falando do repertório, Luísa fez seu show de pop recorrente com um bloco dedicado à bossa nova. “Esse show é o mais importante da minha carreira”, comentou, quando convidou a “lenda” Menescal ao palco. Foram 18 minutos de bossa e 42 dedicados ao pop dançante com 11 dançarinos. Veja a crítica completa no #g1. #luisasonza #rockinrio #rir2026 #show
g1136,242 views • 13 days ago