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1 - Plata tem Arrasca e Carrascal como opções na profundidade, mas opta por acionar Pedro no espaço. 2 - Pedro tem opções de passe, mas prende demais a bola e perde a posse. 3 - Carrascal conduz a bola muito próximo do pé, perdendo velocidade, permitindo abordagem de...

43,968 просмотров • 5 месяцев назад •via X (Twitter)

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Esses três lances mostram, sim, que o Palmeiras pode entregar mais do que vem entregando. Não é segredo, não é defesa ao treinador e nem tentativa de mascarar problemas claros de desempenho. O time tem jogadores capazes e, em momentos específicos, já executou ideias que hoje aparecem de forma esporádica. O problema não é ausência de conceito, mas a falta de constância e repetição desses comportamentos. Os lances também deixam claro que o Palmeiras pode ser mais vertical quando o contexto permite, mas que também tem capacidade para construir com calma. Existe a possibilidade de acelerar, atrair e atacar a última linha rapidamente, mas também de pausar, circular a bola e criar os espaços. Pra jogar curto, porém, não basta só querer. Isso precisa ser trabalhado adequadamente no dia a dia. O que esses três lances têm em comum é a movimentação constante dos jogadores para atrair o adversário, gerar dúvidas e, principalmente, criar linhas de passe. Não se trata apenas de passes curtos ou longos, mas de oferecer soluções reais ao portador da bola. Quando há apoio, jogadores se apresentando em diferentes alturas e ocupação racional dos espaços, a progressão acontece. Quando isso some, o jogo trava, a bola fica exposta e o time passa a depender de ações individuais ou de bolas longas forçadas. O Palmeiras mostra, nesses recortes, que sabe fazer. O desafio é transformar esses momentos pontuais em comportamento recorrente, porque material humano e possibilidades de jogo existem. O que falta é frequência. 🎥: TNT Sports BR

Análise Verdão

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O relator do PL da Anistia, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), se reuniu com Aécio Neves e Michel Temer para discutir os rumos do projeto. A mensagem é clara: querem limitar o debate à dosimetria das penas, vendendo a narrativa de que o objetivo é “pacificar o país” e de que “o Brasil precisa pensar no futuro”. A dosimetria das penas não é favor político, mas obrigação jurídica. Após o voto do ministro Luís Fux, ficou estabelecido que os advogados têm não apenas o direito, mas o dever de exigir a individualização do processo e condutas dos réus e a correta dosimetria da pena - mesmo sem qualquer anistia em discussão. Esse pacto com Fausto não protege a democracia, mas sim o regime e seus abusadores. O problema é que, na prática, a verdadeira caneta que escreverá esse pacto não está nas mãos de Paulinho, Aécio ou Temer - mas sim nas de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, que já se posicionam como os verdadeiros “árbitros”do jogo. É um escândalo sem precedentes. Essa promessa de anistia seletiva não tem nada a ver com pacificação nacional - é apenas a perpetuação de um sistema apodrecido, que usa a toga e a caneta para salvar os seus e esmagar os outros. Chamam de “justiça”, mas não passa de mais uma fraude. O Brasil, mais uma vez, é condenado a assistir a um teatro: mudam-se os enredos, mas os atores e o roteiro são quase sempre os mesmos - um país sequestrado para que tudo continue exatamente como está.

Karina Michelin

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