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⏱️ 2 minutos sobre o efeito perverso da rigidez laboral
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11 Kommentare

5/ Mais. O modelo dinamarquês assenta numa forte cooperação entre empresas e sindicatos, no sentido de gerarem equilíbrios que permitam acomodar os interesses de ambas as partes. Não há perseguições a representantes sindicais, nem a trabalhadores que exerçam os seus direitos

Nem sindicatos com ligação umbilical a partidos

Basicamente só estás a defender o dumping salarial e aumento da precariedade

Porra a tua consistência na burrice é impressionante. Olha estou a defender dumping salaria aumento da precariedade dinamarquês.

8/ Essa conversa do "despedimento mau" em Portugal, que "é a causa de todos os males" e da "perda de competitividade e eficiência" das empresas cá do burgo, é uma treta pegada. Se quer comparar, compare a cultura das empresas e empregadores dinamarqueses. E depois falamos.

Não se muda a cultura sem mudar os incentivos. Tornar isto mais rígido só torna as empresas mais defensivas na hora de contratar. Mas logicamente não se trata apenas de flexibilizar. Isso é só uma parte da equação.

1/Ó Hélder, das duas, uma: ou estudas pouco e mal, ou sabes que estás a distorcer factos e a inventar. Na Dinamarca, o empregador não pode "despedir quando lhe apetece".

"Na dinamarca nâo sei quê da flexiseguranca e o trabalhador recebe subsído durante 2 anos" Uma das medidas "reformadoras" da troika e do governo passos coelho foi a redução dos valores e tempo de benefício do subsídio de desemprego IL: Venda ambulante de banha da cobra

Primeiro, isto não é conteúdo IL. Segundo, as medidas reformadoras da troika, podes agradecê-las ao PS, não à IL. Terceiro, ainda assim temos das leis laborais mais rígidas da Europa.

Three ex-presidents denounce the current one in a two-week stretch.

3/ Mas ainda bem que mencionou a Dinamarca, porque as empresas lá do burgo são reconhecidas internacionalmente como das que mais investem na satisfação e formação laboral. E não estamos a falar de formação de treta.

