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🚨 A BOMBA que pode abalar a campanha de Bolsonaro acaba de explodir! Há pouco, na GloboNews, Miriam Leitão trouxe de volta ao debate uma informação que o palanque preferia deixar longe dos holofotes: a existência de uma articulação na família Bolsonaro para propor a retirada de Nossa Senhora...

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A dois domingos da eleição, Flávio Dino derrubou neste domingo, 27 de setembro, uma decisão de André Mendonça, no Tribunal Superior Eleitoral, e determinou o restabelecimento de publicações que associavam Flávio Bolsonaro à retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. A informação que originou a controvérsia é falsa, e Mendonça havia classificado os conteúdos como “notoriamente inverídicos”. Mendonça havia determinado a remoção de 1.125 publicações que faziam a associação falsa entre Flávio e um antigo projeto para retirar o título da santa. O projeto foi apresentado em 2007 pelo então deputado Victório Galli e arquivado em 2008 - não era de Flávio Bolsonaro. Mas Dino entrou em campo; a decisão nasceu de um pedido do humorista Antonio Tabet, que escreveu no X: “A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”. Como Tabet não escreveu nominalmente “Flávio Bolsonaro”, Dino sustentou que seria necessário presumir que a expressão se referia ao candidato e afirmou não enxergar “grau de certeza de ilicitude” suficiente para restringir a liberdade de expressão. E mandou restabelecer também as demais publicações excluídas pelo mesmo fundamento. Uma informação FALSA volta a circular em pleno período eleitoral por determinação de um ministro comunista do Supremo. A campanha de Flávio reagiu dizendo receber a decisão com “perplexidade” e acusou Dino de usurpar competência da Justiça Eleitoral. Qual é, afinal, o critério brasileiro para fake news? Durante anos, “desinformação” foi invocada para justificar remoção de conteúdos, bloqueios de perfis, multas e investigações de todos aqueles de direita. Agora, quando uma informação falsa atinge um adversário de Lula às vésperas da eleição, surge uma interpretação expansiva da liberdade de expressão para permitir sua circulação. Não se combate desinformação escolhendo quais mentiras merecem censura e quais merecem proteção constitucional. Ou a lei vale para todos - direita, esquerda, governo e oposição - ou não vale para ninguém. Às vésperas das eleições, a extrema esquerda quebra todas as regras e leis liberticidas que eles mesmos criaram.

Karina Michelin

28,649 views • 5 days ago