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A esquerda vive dizendo que pancadão se resolve com “diálogo”. Que é só chegar, conversar e pedir para abaixar o som. Pois uma mãe em Minas fez exatamente isso. Pediu menos barulho porque dentro de casa havia uma criança autista, sensível a estímulos sonoros. Segundo a denúncia, a resposta...

79,614 次观看 • 13 天前 •via X (Twitter)

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1984: O Aviso de George Orwell que o Mundo Não Quis Ouvir - Documentário Orwell não escreveu um romance. Ele escreveu um manual de reconhecimento de padrões. Um detector de mentiras do poder. Um aviso para gente adulta, não para plateia infantilizada por slogans. O truque do controle nunca começa com tanques. Começa com palavras. Começa quando a linguagem vira espuma e a verdade vira “versão”. Quando a mentira passa a ser “contexto”, a censura vira “cuidado”, a vigilância vira “proteção” e a coerção vira “bem comum”. Aí você acorda um dia e percebe que a realidade já não é algo que se descobre. É algo que se recebe pronto, embalado, carimbado e autorizado. Em 1984, o terror não é só a polícia na rua. É a polícia dentro da cabeça. É a autocensura como instinto. Você não fala porque “não pode”. Você não fala porque dá trabalho explicar. Porque você sabe que qualquer frase pode ser editada, cortada, invertida, transformada em prova do crime de pensar. O cidadão vira um funcionário do próprio silenciamento. E o sistema agradece. Sem algemas, sem barulho, sem escândalo. Só com o medo bem administrado. A manipulação mais sofisticada não é arrancar confissão. É fabricar consenso. É treinar pessoas para engolirem contradições com orgulho, como se fosse maturidade. Guerra é paz, liberdade é servidão, ignorância é força. Hoje isso aparece em versões moderninhas, cheias de selo moral e verniz acadêmico, mas a engrenagem é a mesma. Se você controla o vocabulário, você controla a possibilidade de pensar fora dele. Quando tiram as palavras, tiram as ideias. E quando tiram as ideias, tiram o futuro. E não, isso não é ficção antiga. É retrato do nosso tempo com roupa nova. A vigilância ganhou design, interface e termo de uso. A propaganda ganhou entretenimento. O ódio ganhou trend. A humilhação virou “educação pública”. E a verdade, coitada, virou um estorvo. Uma inconveniência. Um problema a ser gerenciado. O ponto não é dizer que estamos vivendo exatamente naquele mundo. O ponto é perceber a direção. Toda vez que alguém pede mais controle em troca de promessa de segurança, a porta abre um pouco. Toda vez que alguém exige silêncio em troca de “harmonia”, a porta abre mais. Toda vez que alguém redef ine palavras para que você não consiga discordar sem parecer um criminoso moral, a porta abre de vez. Por isso vale assistir, vale lembrar, vale insistir. Porque o totalitarismo moderno não quer só obediência. Ele quer devoção. Ele não quer que você cale a boca. Ele quer que você sorria enquanto cala. E a única coisa que impede esse tipo de inferno não é uma teoria bonita. É a recusa diária em aceitar o absurdo como normal. Orwell não pede que você vire herói. Ele pede que você não vire cúmplice.

・ Ice ・  Ⅹ ・

58,201 次观看 • 8 个月前

Cleitinho, eu estava te esperando. Você sempre se retrata, não é? Também não gosto de cortes fora de contexto ou de trechos pinçados maldosamente, como fazem muitos lulistas e petistas com Bolsonaro e os bolsonaristas. Não acredito que o corte que rodou foi com essa intenção, mas vamos vê-lo novamente junto com outros trechos da sua entrevista. Quem sabe ao final, você entenda que não é Jesus Cristo. A sua ânsia em se defender sobre falar de ser grato a Bolsonaro fez você se justificar por nada. Na entrevista, você mesmo disse que seria grato a ele pelo resto da vida, então nesse caso não precisaria se retratar e emendar com: “quis dizer que continuarei pagando.” E já que estamos falando da entrevista, quando perguntaram se você seria candidato ao governo do estado, você respondeu que iria sozinho novamente, como foi candidato a senador sozinho. Onde foi parar Bolsonaro aí ? Aqui você mostra a sua ingratidão ou seria um lapso de memória? No seu vídeo da retratação você diz: “ … minha gratidão será para o resto da vida com “vocês” (apoiadores de Bolsonaro). Na entrevista, o contrário: “Eu tenho gratidão por Bolsonaro, não é com a família, com os filhos, NÃO É COM OS APOIADORES NÃO. Você é bipolar ? Quando perguntaram se você não é de nenhum lado, se não é bolsonarista nem lulista, você respondeu: “Eu sou Jesus Cristo.” Jesus Cristo não descerá dos céus pra te dar votos, tanto é que você veio se retratar com a BASE BOLSONARISTA, porque sabe que seus votos saem daqui e NÃO DOS PETISTAS. O problema de pessoas como você é não sustentar que a verdade de hoje PODE não mais ser a mesma do passado e ficar nesse escorregão de palavras. Gratidão e lealdade, senão forem para ser verdadeiras, é melhor que sejam cortadas. Por último, você apoiou o picareta do Marçal, mas não apoiaria Eduardo, e falar de Michelle pro Senado é o atalho perfeito pra não ter que dizer em alto e bom som que também não a apoiaria.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

242,222 次观看 • 10 个月前

O que este agente da PSP fez a Tyler Oliveira em Odivelas deveria ser motivo para expulsão da Polícia. Bater num cidadão com um cacetete, dizer "fuck you" a alguém na rua, ameaçar usar a força e insultar com "putas daqui para fora" não é policiamento, é abuso de autoridade. Um agente do Estado não pode agir assim, sem qualquer justificação e, pior, quando nem sequer está em curso um crime. Ponto. Em Portugal, qualquer cidadão tem o direito de filmar intervenções policiais na via pública. Não é opinião, é lei. A própria PSP tem regras internas que proíbem os agentes de impedir esse registo. O Código Civil permite a captação de imagem quando enquadrada em factos de interesse público ou que decorram em espaços públicos. Um polícia não pode confiscar o telemóvel, não pode destruir ou danificar equipamento de gravação, e não pode ameaçar quem filma. Quando o faz, comete ele próprio um ilícito. Conhece os teus direitos. Filma. Partilha. O caso Tyler Oliveira em Portugal prova que existem alguns polícias que são fortes com quem denuncia a substituição populacional e são fracos quando imigrantes ilegais cometem crimes. O agente da PSP agiu com violência desnecessária, linguagem abusiva e tentou impedir uma filmagem que tinha todo o direito de existir. Isso é grave, é documentado em vídeo, e merece uma resposta institucional séria do Ministério da Administração Interna. Exijamos responsabilidade ao agente e vamos enviar uma exposição ao Ministro da Administração Interna. Por isso é importante assinar a petição e combater a substituição populacional 👉

Bruno Fialho

10,044 次观看 • 3 个月前

Há falas que não são apenas comentários políticos. São registros históricos. As palavras de Silvio Navarro é um desses momentos em que o jornalismo deixa de narrar o fato e passa a expor a falência moral de um sistema inteiro. O que se viu não foi a transferência de um preso. Foi a celebração pública da arbitrariedade. Jovens formandos em Direito, futuros juízes, promotores e defensores, aplaudindo um ministro que normalizou a perseguição, relativizou a Constituição e transformou a exceção em método. Não aplaudiram uma decisão. Aplaudiram o abuso. Aplaudiram o mal exemplo. Aplaudiram a ideia de que a lei pode ser torcida quando o alvo é “o inimigo certo”. E isso é mais grave do que qualquer discurso de palanque. Porque quando a plateia que bate palmas é formada por quem deveria defender garantias fundamentais, o problema já não está apenas no topo do poder. Está na base que o sustenta. .Silvio toca num ponto que muitos fingem não ver: barulho incessante como instrumento de tortura não é metáfora. É método histórico. É técnica documentada. É prática de regimes que aplaudem confissões arrancadas pelo desgaste físico e psicológico. Quando um ex-presidente, com comorbidades conhecidas, precisa de abafador de ouvido para suportar o dia, já não estamos falando de prisão. Estamos falando de crueldade institucionalizada. E enquanto isso, a hipocrisia grita. Lula teve cela gourmet, porta aberta, entrevistas, visitas políticas, romance, funcionário particular e tratamento de hotel. Collor, condenado por corrupção, recebeu prisão humanitária por decisão do mesmo ministro que hoje nega esse direito a Bolsonaro. Dois pesos, duas medidas, uma caneta só. Mas o trecho mais revelador não é sobre Bolsonaro. É sobre o Congresso ausente. Recesso, férias, silêncio. Enquanto o país vive um terremoto moral envolvendo Banco Master, STF, PCC, INSS, família presidencial, CPI engavetada e uma teia que já não dá para fingir que é coincidência. Não é mistura. É sistema. É tudo a mesma coisa. O aplauso daquela noite não foi espontâneo. Foi pedagógico. Ensinou aos futuros operadores do Direito que a lei é flexível quando o poder manda. Que a Constituição pode ser chutada se o aplauso vier depois. Que o Estado de Direito é negociável. E é isso que assusta. Não Bolsonaro preso. Não o barulho da cela. O que assusta é o som das palmas. Porque aquele ruído não se apaga com abafador. Ele ecoa por gerações. Créditos: Silvio Navarro

・ Ice ・  Ⅹ ・

17,520 次观看 • 7 个月前

Poliana Rocha agora tenta apagar o que ela mesma disse. Após transformar em anedota televisiva a história de ter levado um adolescente pobre da Bahia para sua casa em Goiânia, tratá-lo como “irmão temporário” do filho e depois simplesmente “devolvê-lo”, ela grava um vídeo afirmando que foi mal interpretada e ameaça processar quem a “caluniou”. Mas não há calúnia quando as palavras saíram da própria boca. O que chocou a sociedade não foi invenção da internet, foi o relato cru de uma mulher que se orgulhou em público de transformar a vida de um adolescente em experiência passageira, como se fosse um objeto descartável. Dizer que “não contou a história toda” não muda o fato central: retirar um menor de idade de sua família, sem respaldo legal, para brincar com seu filho e devolvê-lo quando perdeu a “utilidade”, é grave. Pior ainda é tratar essa situação como entretenimento de programa de auditório. O problema não é a “interpretação” das pessoas, mas a prática em si e o modo banalizado com que ela foi exposta. Crianças e adolescentes não são bonecos que a elite pode usar para suprir carências afetivas e, quando cansar, devolver para a realidade dura da pobreza. Quem deveria estar pedindo desculpas é Poliana ao jovem, à sua família e à sociedade. E mais, deveria refletir sobre o que significa privilégio e responsabilidade, em vez de se colocar como vítima de “mal-entendidos”. Porque, no fim das contas, a verdadeira violência não está nos comentários das redes, mas no que ela própria fez questão de narrar. Nos comentários está o vídeo para quem ainda não assistiu.

Beta Bastos

202,233 次观看 • 11 个月前