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A Falsidade do Engajamento nas Derrotas ⚽️ É nítido: certas pessoas, influencers e afins, esbravejam com força nas derrotas, mas somem ou são tímidos nos elogios às vitórias. Não se engane, torcida: o tempo revela quem nunca foi pelo Galo, mas pelo próprio ego, engajamento ou viés político. A...

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Números pra esclarecer essa questão: 🏟 Vamos fazer as contas porque parece que tem gente que ainda acha que vender cadeira cativa e estender contrato de camarote é “jogar dinheiro fora”. Peguem a calculadora, porque o óbvio precisa ser dito. Em 2024, o Galo teve um ticket médio de R$ 58,81 na Arena MRV com ingressos avulsos. Agora, segura essa: uma cadeira cativa vendida a R$ 70.000, com uso por 12 anos, e considerando os 33 jogos por ano que o Galo faz no estádio, dá um ticket médio por jogo de R$ 176,76 (70.000 ÷ (12 × 33)). Isso mesmo, quase TRÊS VEZES o valor do ingresso avulso. “Ah, mas e se for no preço mais baixo, de R$ 50.000?” Relaxa, ainda sai R$ 126,26 por jogo. E tem mais: mesmo jogando a inflação na equação (porque sim, o dinheiro não cresce em árvore), o valor presente dessa grana antecipada que o clube embolsa agora supera, o que ele arrecadaria vendendo ingressos avulsos ano a ano, ajustados ou não. Me digam onde está a “perda de receita” que alguns insistem em choramingar por aí? 🤔 Na verdade, o ticket médio sobe, o clube ganha uma bufunfa adiantada. Parece ruim pra você? Porque pra mim parece bom. 💸 E os camarotes, hein? Antecipar a renovação é tipo aquele gol de placa que o Galo marca nos acréscimos: garante fluxo de caixa agora e ainda fideliza quem já tá no bolo. A média de público na Arena MRV tá batendo quase 35.000, contra uma capacidade de 44.892. Isso é mais que a média histórica do Galo nas últimas décadas, então vender mais cadeiras não vai “roubar” espaço da bilheteria — vai é trazer receita extra e segurar essa galera fiel no longo prazo. É tipo um plano de assinatura, só que pra quem tem bom gosto e ama o Galo. 🏟️ A verdade é que a moda agora é problematizar tudo que o clube faz. Deixa o Galo trabalhar, porque os números não mentem. Vender cadeiras e renovar camarotes é estratégia de quem pensa no hoje e no amanhã. 🐔 #GaloForteVingador #ArenaMRV #MatemáticaÉVida Imagem: Galo

Fred FC

16,540 Aufrufe • vor 1 Jahr

A música “Everybody Wants to Rule the World”, do Tears for Fears, soa leve, quase inocente. Mas carrega uma verdade incômoda: o poder seduz, corrompe e, quase sempre, transforma homens em reféns de si mesmos. É um retrato atemporal, e, olhando para o Brasil de hoje, parece mais atual do que nunca. Vivemos um tempo em que muitos querem governar, poucos querem servir e raríssimos resistem à tentação de se apaixonar pelo próprio poder. A política virou palco, vaidade, cálculo frio. E nesse cenário, a frase “todo mundo quer governar o mundo” deixa de ser apenas uma constatação e passa a ser um aviso. O que vemos hoje é mais do que disputa política. É uma tentativa clara de reescrever a memória. Apagar, desconstruir e substituir. Não apenas ideias, mas símbolos. Porque ideias podem ser debatidas, mas símbolos mobilizam, despertam e permanecem. E é justamente por isso que a figura de Jair Bolsonaro incomoda tanto. Não porque foi perfeito, nenhum homem é, mas porque representou algo raro: alguém que, ao chegar ao topo, não se moldou completamente ao sistema que deveria dominar. Em um ambiente onde o poder costuma domesticar, ele tensionou. Onde muitos se adaptam, ele confrontou. Onde tantos se encantam com os privilégios, ele manteve, aos olhos de seus apoiadores, uma relação mais direta com o povo e com a ideia de país. E isso, em política, é imperdoável. A música fala que nada dura para sempre. E é verdade. Mas há algo que resiste ao tempo: a memória coletiva. Por isso, o esforço não é apenas derrotar politicamente, é fazer esquecer. É diluir, relativizar, reduzir a uma nota de rodapé aquilo que, para muitos, foi um ponto de ruptura. Como na canção, há um jogo silencioso acontecendo. Não é só sobre governar o mundo, é sobre controlar a narrativa, definir quem foi herói e quem deve ser esquecido. Mas a história não pertence aos que gritam mais alto no presente. Pertence aos que deixam marcas reais. E talvez a grande lição, tanto da música quanto do momento que vivemos, seja essa: o poder passa, a vaidade se dissolve, mas aquilo que é percebido como verdade pelo povo permanece, mesmo quando tentam apagar.

MarioFrias

11,856 Aufrufe • vor 5 Monaten

Os sete pecados capitais sempre foram tratados pela tradição cristã como inclinações humanas que afastam o indivíduo da virtude. Não são detalhes morais, são fundamentos. Por isso chama atenção quando alguém que se apresenta como cristão exemplar parece praticar de forma recorrente quase todos eles. No caso de Nando Moura, a contradição é pública e recorrente. A soberba aparece na forma como se coloca acima de todos, tratando discordâncias como burrice ou maldade. A ira não é episódica, é método: gritos, xingamentos e agressividade viraram linguagem padrão. A inveja surge disfarçada de moralismo seletivo, sempre direcionada a quem discorda ou ameaça sua posição. A avareza não está apenas no apego ao dinheiro, mas na necessidade constante de exibir bens, carros e status como validação pessoal. A gula pode não ser alimentar, mas é visível na compulsão por atenção, likes e conflito. A preguiça moral se revela na recusa em rever erros ou pedir desculpas. E a luxúria, entendida aqui como descontrole de impulsos, aparece na incapacidade de medir palavras e consequências. Tudo isso seria apenas hipocrisia comum da internet, não fosse o detalhe central: o discurso cristão usado como escudo. Fé, quando vira instrumento de ataque e autopromoção, perde o sentido. Cristianismo não é gritar mais alto, humilhar adversários ou ostentar sucesso material como prova de virtude. É exatamente o oposto. E há ainda um ponto fora dos pecados capitais, mas não menos grave: a mentira. Mentir de forma recorrente, distorcer falas, criar narrativas convenientes. Isso não está nos sete pecados, mas nos Dez Mandamentos. E ali não há margem para interpretação.

Miguel 𓃠

17,045 Aufrufe • vor 7 Monaten

O Santos que não abre o olho nao, pra ver… Ontem o Vitoria ganhou do Mirassol e empurrou o Inter pra zona de rebaixamento. O Santos voltou a ser o porteiro. E porque eu disse que tem que abrir o olho? Porque o Santos tem exatamente a mesma quantidade de pontos e de vitórias que o Inter. Os próximos critérios de desempate são o SG e depois gols feitos. O Santos tem sg de -11 e o Inter -12. O Santos tem 50 gols feitos e o Inter 53! Ou seja, se na próxima rodada os dois fizerem a mesma quantidade de gols mas o Santos tomar um gol a mais, volta pra zona! Eu sei que exigir criterio de arbitragem parece pedir muito, mas principalmente nessa reta final de campeonato o Santos tem sim que pressionar a cbf! O penalti de ontem dado para o Vitoria fui “menos” penalti que o Guilherme sofreu e não foi dado. Com aquele gol seria uma diferença de 2 para o sg de inter! Foram 3 vezes que o VAR falou com o arbitro de campo! No do guilherme, na mão de Neymar Jr (esse é interpretativo- às vezes dão , às vezes não!) e o do Barreal que estava impedido pelo Zé Rafael. Dos 3, um foi claríssimo! Nessa reta final cada detalhe conta, então principalmente presidente Marcelo Teixeira e Alexandre Mattos têm que controlar isso na unha! A parte tecnica, tatica e afins a gente fala mto e isso é com o Vojvoda e sua comissão. Mas essa outra parte cabe aos dirigentes zelarem para que o Santos não seja prejudicado. (Ou minimamente prejudicado já que a arbitragem é horrorosa!)

Carol Bernardi

225,614 Aufrufe • vor 9 Monaten

A gente tem que se fuder com mais um mandato do lula? Sério mesmo… então, segundo o Maquiador da Michelle, a gente tem que aguentar — ou melhor, se ferrar — com mais um governo do Lula? Aí você olha um corte dele falando isso… e no outro vídeo o cara ostentando, divulgando produto, vida tranquila. Não fez nada ilegal? Ok, não é esse o ponto. Mas e a preocupação com o Brasil? O cara nunca falou de política, não entende de política, nunca se posicionou… e agora aparece querendo dar análise, e ainda por cima uma análise totalmente fora da realidade. Aí eu te pergunto: quem realmente tá se ferrando com esse governo? É ele? Ou é o povo? Porque é muito fácil falar “deixa o Lula mais 4 anos” quando você tem dinheiro, conforto, pode pegar um avião e sair do país a qualquer momento se der ruim. Agora o brasileiro comum não pode. O Brasil tá com crise econômica, crise financeira, crise moral… e ainda uma crise institucional pesada. E o cara solta uma dessa como se fosse nada? Desculpa, mas isso não é preocupação com o país. Isso é distanciamento total da realidade. E tem mais: na hora de ganhar dinheiro, usar nome, usar imagem, usar influência… aí o Bolsonaro serve. Os filhos do Bolsonaro servem. Mas na hora de defender, de ter responsabilidade com o que fala… aí manda o povo “aguentar mais 4 anos”. Não faz sentido. E outra coisa: vocês acham mesmo que essa galera — empresários grandes, gente que ganha 30, 40 mil ou mais por mês — tá sofrendo com o governo? Ou quem tá pagando a conta é o povo? Vamos ser sinceros. Quem tá sofrendo é o brasileiro comum. Então essa história de “aguenta mais 4 anos” pra mim soa completamente desconectada da realidade. Pra mim, quem realmente demonstra preocupação em mudar esse cenário são as pessoas que estão no dia a dia, sentindo na pele — e quem está politicamente envolvido tentando mudar isso. Agora essa turma “cheirosa”, confortável, que pode sair do país a qualquer momento… falar que o povo tem que aguentar mais 4 anos? Sinceramente… não dá. Isso não é análise. É falta de noção do que o Brasil está vivendo hoje. A realidade dessa turma é outra!

Petropolis Conservador 🇧🇷

25,390 Aufrufe • vor 4 Monaten

hoje a torcida do Botafogo colocou Marlon Freitas e Luiz Henrique (escolhidos por voto popular) na bandeiras de ídolos históricos do clube ao lado de gênios como Garrincha, Nilton Santos, Didi, entre tantos outros. Justíssimo (votei neles) Mas algo que eu realmente não consigo entender é uma resistência da torcida (e de rivais) a isso. Ninguém tá comparando o futebol do Marlon Freitas, que eu acho um excelente jogador, com o futebol do Gerson. Ninguém tá comparando o Luiz Henrique, que pra mim é CRAQUE, com o Jairzinho. Mas os dois são ÍDOLOS INDISCUTÍVEIS do Botafogo e seriam em qualquer time do Brasil se tivessem o papel importantíssimo na campanha de 2024 e tivessem vencido o que venceram ano passado. São outros tempos, antigamente os MELHORES JOGADORES DO MUNDO jogavam aqui. Garrincha foi Bola de Ouro jogando pelo Botafogo, Nilton Santos foi um dos maiores (se não o maior) laterais da história, revolucionando a posição no futebol mundial pra sempre. Isso não acontece mais com os jogadores atuando no Brasil. O Fred é ídolo histórico do Fluminense, o Luan é ídolo histórico do Grêmio, o Sheik é ídolo histórico do Corinthians, o Ganso é ídolo histórico do Santos. Alguém coloca eles como melhores jogadores da história? Não, mas a importância desses caras pra títulos e momentos históricos dos clubes são indiscutíveis. Luiz Henrique foi o melhor jogador do Brasileirão e da Libertadores. E campeão das duas. Usando a 7. Em todas as entrevistas dos jogadores de 2024 eles falam da importância e liderança do Marlon Freitas. Uma das maiores voltas por cima de um jogador na história futebol brasileiro. Cravejaram seus nomes no Botafogo e merecem MUITO figurar na lista de ídolos eternos. E, aí é particular, pra mim, ainda cabiam mais pessoas lá. Alex Telles com uma identificação imediata e papel fundamental na melhora do time, Barboza encorporando o que é ser Botafogo e ostentando atuações inesquecíveis, Júnior Santos que tem a história mais bonita fora do campo no futebol brasileiro e foi o artilheiro da maior conquista da história do Glorioso fazendo o gol do título, Artur Jorge, que teve uma saída polêmica, mas em quesito de conquistas, foi sim o treinador mais vencedor que já passou por aqui, entre outros. Mas isso vai do sentimento de cada torcedor e não precisa ser uma verdade universal. Tá tudo bem. Não sou fã desse movimento de tentar ser virtuoso apegado ao passado e, com um saudosismo burro, sem querer, desmerecer o que os novos grandes jogadores que passam por nossos clubes fazem. Vamos celebrar esses caras! Eles merecem. E a gente também.

Pedro Certezas

293,180 Aufrufe • vor 1 Jahr

🚨 | Torcedores de Flamengo e Fluminense travam guerra fria em Laranjeiras Disputa por territórios através de adesivos ganha corpo Um cão marca território com a própria urina. Uma torcida faz o mesmo com cores, símbolos e provocações. Nas Laranjeiras, bairro historicamente ligado ao Fluminense, o que se vê é uma espécie de ringue urbano de representatividade, onde torcedores de Fla e Flu travam uma disputa silenciosa, porém explícita, para afirmar quem manda naquele pedaço da cidade. Muros, postes e placas viram trincheiras. Stickers, grafites e adesivos funcionam como assinaturas de guerra. Na última semana, tricolores perceberam que diversos elementos ligados ao clube, espalhados pelo bairro da Zona Sul, estavam sendo encobertos por adesivos de São Judas Tadeu, padroeiro do Flamengo, em vermelho e preto. Não era devoção religiosa, mas recado direto. Uma provocação rubro-negra clara. O objetivo é não deixar que as três cores que traduzem tradição e pertencimento se perpetuem em paz no território imortalizado na voz de Cássia Eller. Eram representantes do Flamengo dizendo “estamos aqui”, justamente onde o Fluminense sempre disse “esse lugar é nosso”. O conflito não é novo, embora raramente ganhe espaço no debate público. Trata-se de uma cultura urbana importada, mas já consolidada entre torcidas organizadas ao redor do mundo. No Rio, ela começa a ganhar contornos mais visíveis. Na Tijuca, na Zona Norte, a "treta" também se materializa em paredes e postes, numa disputa estética que reflete a rivalidade histórica entre os clubes. O futebol escapa do campo e ocupa o cotidiano. Como manda o roteiro clássico do Fla-Flu, houve resposta. No último sábado, torcedores do Fluminense passaram pelo bairro retirando os adesivos rubro-negros ou cobrindo-os com novas marcas tricolores, numa tentativa de retomar o controle simbólico das Laranjeiras. A tendência é que essa disputa ganhe novos capítulos à medida que o enredo se popularize em terras cariocas. Nem o clube nem a região administrativa têm qualquer participação nas ações, que partem exclusivamente de torcedores dispostos a alinhar a identidade do bairro às próprias paixões.

Paulo Brito

13,278 Aufrufe • vor 7 Monaten

O cinismo para preencher suas próprias teorias e ego é repugnante. Eu teria vergonha. O VAT demonstrou todo apoio aos grevistas da Pepsico e desafiou outros sindicatos a fazerem o mesmo, inclusive o sindicato dos comerciários aqui no Rio. Certamente não viu, pq aparentemente o seu foco não é resolver o problema, é achar problema em quem faz algo. O VAT não perdeu o fôlego, o VAT tem estratégia, se organiza com trabalhadores que são voluntários e trabalha muito nos bastidores para ter resultados. Não ficamos na internet procurando likes pra pagar de revolucionários. Estamos nas ruas constantemente, conquistando novos trabalhadores para que em um futuro bem próximo tenhamos força de convocar um ato maior do que esse que ocorreu no último dia 15/11 Ou será que você acha mesmo que lotamos as ruas do nada? Teve muito trabalho de base debaixo de sol e chuva, e não apenas através de críticas na internet sem colocar a mão na massa. Faça algo melhor e mude aquilo que você está vendo de errado. Estaremos te apoiando. Afinal, estamos pela luta e sua evolução prol classe trabalhadora, e não pelo trono de ser melhor em algo. Amanhã temos audiência pública no Congresso Nacional. Você viu? Divulgou? Ou está com fôlego apenas para criticar? Aceito críticas mas também tenho meus apontamentos. Nas últimas 24h representantes do VAT estavam presentes em duas greves diferentes, para apoiar os trabalhadores. E você, tem comparecido também? Espero que sim. Boa noite. #fimdaescala6x1

Rick Azevedo

18,813 Aufrufe • vor 1 Jahr