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A man only truly fulfills his purpose when he passes his seed forward. BREED HIM UP O homem somente cumpre o seu dever como homem quando ele passa a sua semente pra frente. LEITA DENTRO #bbbh #bareback #nocondoms #noloadsrefused #gaysex #pig #breeding

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BOLSONARO — O HOMEM QUE SANGRA PELO BRASIL Bolsonaro é um homem livre. Livre como o vento que sopra sobre a terra que tanto ama. Um homem que se curva apenas diante de Deus — jamais diante de tiranos, jamais diante da mentira. Sua vida não lhe pertence, pertence a um propósito maior: a redenção de um povo que foi por séculos enganado, explorado e silenciado. Ser Bolsonaro é mais do que apoiar um político. É compartilhar de uma fé, de um fogo interior, de uma missão. É carregar no peito a dor e a esperança do povo. É saber que a verdadeira liberdade exige coragem, e que o homem justo prefere a dor à mentira, o sacrifício à covardia. Jair Bolsonaro é, antes de tudo, um símbolo. Um reflexo do homem comum — do seu João da roça, do seu Pedro pedreiro, da dona Maria que cria os filhos sozinha — que luta, cai, sangra, mas jamais se rende. É a semente jogada na terra seca que brota mesmo sem chuva. É a árvore que, mesmo açoitada por ventos e tempestades, permanece firme e volta a dar frutos. Bolsonaro é a imagem viva da resiliência brasileira. Não se enganem: não é por sua eloquência, nem por estratégias políticas que ele é amado. É por sua alma. Por sua entrega total. Pelo sacrifício que ele oferece todos os dias — não por poder, mas por amor ao Brasil. O amor de Bolsonaro transcende os valores humanos. É o amor de quem renuncia a si mesmo por algo maior. É o amor de quem caminha com feridas abertas, mas o coração em paz, porque sabe que está do lado certo da História. Há algo de divino em sua jornada. Como o mártir que suporta o escárnio, como o servo fiel que carrega o peso da cruz com os olhos voltados ao alto. Seu sangue já foi derramado — física, emocional e espiritualmente — mas ele continua. Ele não foi poupado da dor, porque sua missão exige resistência, sacrifício e fé. Hoje, quando o sistema o ataca, quando a injustiça o humilha, quando tentam calá-lo, na verdade tentam calar a alma do povo brasileiro. Mas não vão conseguir. Porque a força que move Bolsonaro é maior do que eles podem compreender. Ele é um com o povo. Ele é o espelho da nossa luta. Ele sangra por nós. E nós lutamos por ele. No fundo, somos todos Jair Bolsonaro. Porque também carregamos em nós a centelha da liberdade, o amor à pátria, a fé inabalável. Ele está entre nós e o abismo. E já sacrificou tudo para que o Brasil não caísse. Eu, você, todos nós que sonhamos com um Brasil digno para nossos filhos, com justiça, fé e liberdade — somos Bolsonaro. Que Deus o fortaleça, como fortaleceu os justos nas grandes provações. Que o povo desperte para o que está em jogo. Porque a verdade é simples e clara: Eles não querem apenas derrubar Bolsonaro. Eles querem apagar o Brasil que renasceu com ele. Mas homens livres não se ajoelham diante do medo. Homens livres só se ajoelham diante de Deus. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

MarioFrias

255,315 次观看 • 1 年前

Na moral, quando vejo um vídeo desse, é um misto de sentimentos que toma conta da gente. Ele poderia comprar o Judiciário. Ele poderia comprar toda a imprensa brasileira. Ele poderia fazer acordos milionários com instituições internacionais e, hoje, ser bajulado por todas elas. Ele poderia andar de jatinho, mas sempre preferiu avião comercial. Ele poderia ignorar o povão. Poderia fazer cálculos de engajamento, mas sempre preferiu escolher o povo. Ele poderia fazer apenas discursos no teleprompter, mas preferia correr o risco de errar e transmitir o sentimento da alma dele. Ele poderia vender a alma e, hoje, estar no poder e ser milionário. Mas escolheu seguir seus ideais, seguir sempre a verdade e resgatar uma nação. Hoje, o Judiciário não sabe como esconder o nome dele. Hoje, a imprensa não sabe como esconder o nome dele, porque é o nome dele que rende engajamento e publicidade, falando bem ou falando mal. E muitos políticos que hoje só têm o nome que têm por causa dele, atualmente fazem cálculos políticos para não perder isso ou aquilo. Esse homem nunca teve essa dúvida, porque ele tem um amor: ama o povo, ama o Brasil de verdade. Jair M. Bolsonaro , tu é foda, meu velho. O Brasil te ama, e creio, com todas as minhas forças, que o seu nome, o seu legado e a sua história vão eleger o seu filho primogênito. E o mundo verá o senhor subindo a rampa daquele Palácio que representa o poder. Vamos em frente meu amigo Flávio Bolsonaro , o Brasil de verdade está ao seu lado. 🌵🇧🇷💪🏽✈️

FiorinoCarioca

98,786 次观看 • 5 天前

Sempre tive certa relutância em aceitar o apelido 'mito' que cravaram no Bolsonaro. Sempre me pareceu pomposo demais, irreal demais para qualquer governante. Hoje, assombrado com a força desse homem perseguido, preso e doente, que ainda assim consegue mobilizar e mudar os rumos políticos do país com uma autoridade inquestionável, estou reconsiderando. Bolsonaro é mesmo um mito, trouxe em seu bolso e em sua caneta bic algo esquecido pelos brasileiros: Os valores morais, a crença de que os corruptos podem ser banidos da vida pública. Quando, desafiando a chantagem do centrão, indicou Flavio Bolsonaro como seu candidato à presidência, o gesto parecia ter tudo pra dar errado. Indicação do próprio filho, mais divisão na direita já fragmentada, e a colocação de lado de figuras com mais empatia a nível nacional, como Michelle Bolsonaro ou Eduardo, e até mesmo Tarcísio, aposta certa do centrão e do sistema -esses eram apenas alguns pontos observados. Entretanto, em algumas horas, a situação adquiriu uma configuração espantosa: Flavio Bolsonaro adquiriu uma posição fortíssima dentro do cenário político e o apoio tácito de quase toda a direita brasileira. A previsão de mais rachaduras no conservadorismo foi pro espaço. O apoio mais importante -por força da palavra de Bolsonaro- foi o do próprio Tarcísio de Freitas, que com dignidade e coerência reafirmou sua lealdade a Bolsonaro -dita e repetida por ele em todos esses anos- renunciando à própria candidatura e se comprometendo a apoiar a de Flavio. O caminho será árduo e o resultado improvável: o sistema podre não pode nem ouvir o sobrenome Bolsonaro, e vai movimentar sua máquina corrupta para perseguir, prender, impedir campanhas como sempre, destruir reputações e no final, se nada funcionar, fraudar as urnas. Mas não importa. A luta continua e a resistência fica mais forte. E, ao contrário do que se podia imaginar, mais unida. Hoje, Bolsonaro está preso. Mas a hora da queda desse sistema e dessa ditadura chegará, como chegou agora a hora do chavismo na Venezuela, depois de mais de duas décadas. E quando chegar, só o que restará de pé será a palavra de um homem, palavra que guiará este país: A palavra de Jair Messias Bolsonaro, o mito.

Marco Angeli

69,959 次观看 • 7 个月前

Quando a ativista esquerdista pró-Palestina decide testar suas próprias convicções... Adivinha o que acontece? Jamey Carney, americana de 43 anos que morava em Killarney, na Irlanda, era ativista conhecida da esquerda pró-Palestina, não se limitou a postar bandeiras e frases de efeito. Ela trouxe o projeto pra casa: arrumou um imigrante muçulmano em busca de asilo como namorado. Arranjou um Ahmed para chamar de seu. Ahmed Al-Saqar. Ia aos protestos com ele, lotava as redes de fotos dos dois é legendas exaltando o caráter do rapaz que ela conhecia há poucos meses, muito mais novo do que ela. E, para mim, o pior de tudo: deixava o sujeito dormir em sua casa para o coitadinho não precisar voltar para o abrigo, colocando a própria filha de 13 anos em perigo constante. Algo que qualquer pessoa com bom senso, que não se deixa alienar completamente por narrativas bitoladas da imprensa esquerdista, jamais faria. O resultado foi o que qualquer pessoa com dois neurônios funcionais já previa: O homem a espancou brutalmente na cabeça até matá-la e fugiu. Essa é a empatia delusional das mulheres brancas do Ocidente em sua forma mais pura, elas insistem em abraçar e proteger quem despreza seus valores, sua cultura e sua segurança. A Irlanda, assim como o resto da Europa, seguem repetindo o mesmo erro, que na verdade não é um erro, é método da esquerda para importar votos e se perpetuar no poder. Enquanto isso, as vítimas reais são as que pagam o preço dessa ilusão

Não Esqueço

134,641 次观看 • 23 天前

A PANCADA QUE NINGUÉM VÊ Carlos Bolsonaro: “Se a senhora soubesse a quantidade de pancada que a gente toma...” Leda Nagle: “Você é brabo pra caramba.” Carlos: “Se a senhora soubesse a quantidade de pancada que a gente toma pela quantidade de resposta que eu faço, acho que a senhora acharia que eu sou um anjo.” Naquele momento, a frase parecia apenas a resposta bem-humorada de alguém conhecido pela agressividade nas redes sociais. Hoje, depois de tudo o que aconteceu, ela soa quase como uma advertência. Carlos não se apresenta como santo. Reconhece que erra, que passa dos limites, que recebe puxões de orelha do pai e dos amigos. Confessa que algumas respostas lhe trazem culpa, enquanto outras lhe dão alívio. Isso não é o retrato de um monstro digital. É o retrato de um homem tentando reagir enquanto apanha de uma estrutura política, institucional e midiática que pode atacá-lo todos os dias, mas se escandaliza quando ele responde uma única vez. Anos depois, a câmera já não mostra apenas o personagem combativo da internet. Mostra um filho deixando a Papuda após visitar o pai preso. Carlos relata as crises crônicas de soluço de Jair Bolsonaro, o risco de broncoaspiração, as comorbidades e a angústia de abandonar o próprio pai para enfrentar mais uma noite sozinho. Nesse instante, desaparece o político. Fica apenas o filho. Um filho que sai sem poder levar o pai consigo, sem conseguir aliviar sua dor e sem saber o que poderá encontrar na visita seguinte. É possível discordar de Bolsonaro. É possível rejeitar seu governo, suas palavras e suas escolhas. Mas garantias constitucionais não foram escritas apenas para proteger aqueles de quem gostamos. Direitos fundamentais só possuem algum valor quando também alcançam o adversário. Caso contrário, não são direitos. São privilégios concedidos pelo poder. Depois vem Flávio Bolsonaro. Ele relata que outras cartas do pai já haviam sido divulgadas anteriormente. Cartas sobre Michelle, sobre política e até sobre questões familiares. Nada teria provocado reação semelhante. Mas quando Jair Bolsonaro escreve uma carta reconhecendo Flávio como seu pré-candidato, seu porta-voz e pedindo união para derrotar o PT, a palavra de um pai transforma-se imediatamente em ameaça. A justificativa oficial foi o descumprimento das restrições de comunicação impostas a Bolsonaro. O efeito político, porém, é impossível de ignorar: Flávio ficou proibido de visitar o próprio pai por 90 dias, período que atravessa praticamente toda a campanha eleitoral. Não se interrompe apenas uma conversa familiar. Interrompe-se a comunicação entre o principal líder da direita brasileira e aquele que pretende representar seu projeto político nas urnas. Flávio fala como filho, como pré-candidato e também como advogado que afirma ter sido afastado do próprio cliente. Enquanto isso, familiares precisam pedir autorização para visitar, irmãos aguardam decisões e até a convivência com netas passa pelo filtro de uma autoridade judicial. A punição já não parece atingir somente o condenado. Ela avança sobre o abraço dos filhos, sobre a palavra escrita, sobre a defesa, sobre a circulação política e sobre qualquer mensagem capaz de atravessar os muros do isolamento. É assim que o poder deixa de combater apenas um homem e começa a disciplinar todos aqueles que permanecem ao redor dele. O Sistema não teme uma oposição domesticada. Não teme quem pede licença para discordar. Não teme o adversário que aceita desaparecer em silêncio. O que ele teme é uma família que continua falando. Teme Carlos transformando pancada em resposta. Teme Flávio transformando isolamento em denúncia. Teme Eduardo levando o conflito para além das fronteiras. E teme, acima de tudo, que Jair Bolsonaro, mesmo preso, doente, isolado e impedido de falar diretamente ao país, continue ocupando o centro da eleição. Porque há silêncios que apagam homens. Mas existem silêncios tão violentamente impostos que acabam revelando o medo de quem os ordenou. Então fica a pergunta que o Brasil precisa ter coragem de fazer: POR QUE A FAMÍLIA BOLSONARO INCOMODA TANTO O SISTEMA? Porque, quando o poder precisa vigiar a palavra de um pai, impedir o abraço dos filhos e transformar uma simples carta em ameaça nacional, ele já não está demonstrando força. Está confessando medo. Senador por Santa Catarina : Carlos Bolsonaro Senador Por São Paulo : André do Prado Deputado Federal por Santa Catarina : Jair Renan Bolsonaro Deputado Federal por São Paulo : Gil Diniz Presidente do Brasil 2026 : Flávio Bolsonaro

・ Ice ・  Ⅹ ・

22,572 次观看 • 11 天前

Yagmur somente falando o que vínhamos falando desde o começo. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 "O Kerem Bürsin está terminando o relacionamento. Vocês sabem por que ele está terminando, gente? Isso é uma suposição, um boato. Querido Kerem, estou apenas repassando os boatos que recebi. Ele se sentiu usado nessa relação. Como forma de promoção (marketing). Lembra que nós estávamos fazendo uma análise sobre esse assunto? Acertamos em cheio. Tipo, a Selin postava *stories* tomando café na casa do Kerem, postava o jardim, postava a televisão. O Kerem ficava incomodado quando via essas coisas. *(Homem comenta: "E eu achava que ela e o Kerem... tipo, que eles combinavam e faziam juntos." / Yagmur responde: "Não.")* Sim, ele até concordava, mas já deu, né. Um post, dois posts, ok. O seu nome junto com o do Kerem bombou nas fofocas. Começaram a falar muito mais de você (Selin). A questão é que influenciadores não são atores nem nada do tipo. Atores são reconhecidos pelo seu trabalho, pela sua arte. Então eles não precisam de PR (Relações Públicas) nem de nada. Mas os influenciadores... os influenciadores precisam arrumar briga com a família Polat. A Özlem Öz precisa ter filho. Tem gente que posta foto da criança antes mesmo de dar o resguardo de 40 dias. Sei lá, fecham uma publicidade, fazem alguma outra coisa. Eles sempre precisam de alguma coisa o tempo todo. Precisam de conteúdo. E a Selin precisa de um relacionamento." Só que nesse caso quem meteu o Kerem nesse maldito falso relacionamento do a sua própria agência. Simples! Depois de minutos Yagmur apaga o vídeo. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 Será porque, né? Melisinha não deve ter gostado dela ter exposto.

ju.hank.aya

10,520 次观看 • 2 个月前

O que o Silvio Santos deu ao Brasil???????? Graças ao Silvio Santos, minha geração já adulta pode ver na TV que famílias Negras podiam ser funcionais, e não disfuncionais, como a Globo década após década tentou vender. Eu aposto que quando ele comprou Cosby show, Arnold, Um maluco no pedaço, e etc, alguém chegou nele e disse "chefe isso ai não vai dar certo, na TV maior Negros tem que ser traficantes ou escravos, o Brasil não está pronto pra ver uma família onde todos são Negros e vivem em paz, aonde o pai se não vai embora, ou fica pra bater na mãe alcoólatra". E Silvio não só trouxe esse monte de seriados Negros, como rodou por décadas. Uma geração inteira se inspirou em Philip Banks, Michael Kaio, Julius, Cosby, Sr Drumont, a como ser um pai melhor, inclusive no seriado Um maluco no pedaço, tem a famosa cena em que o pai do Will volta e depois vai embora e geral no Brasil chorou junto com o Will, e geral também aprendeu com Philip Banks como ser um homem de verdade. Eu aposto que quando ele deu a ideia de trazer os transformistas e os tratar como gente, como artistas, alguém chegou nele e disse, "chefe isso não vai dar certo, a TV maior só coloca gay na tele pra ser chacota em programa de humor, a sociedade não está pronta pra ver que eles são gente e sua arte não é putaria" Silvio Santos fez isso em um tempo que ninguém teria coragem e até hoje em pleno 2024, na TV plim plim, gays são retratados como afetados e Negros são tratados como escória. Silvio Santos não era herdeiro, Silvio veio de baixo e no seu pior momento, quando tomou um chapéu no Pan-Americano, não deixou nenhum funcionário segurar o BO pra ele, como qualquer herdeiro faria. Quando falo de herdeiro, estou falando de famílias que vêm geração por geração sugando o sangue dos brasileiros, seja no serviço público, seja em empresas que prestam serviço ao estado. Tem que explicar pra a galera que não consegue andar e chupar sorvete ao mesmo tempo. Repare que quem está falando mal do Silvio é só gente que nada empreendeu na vida, que não consegue de manhã produzir uma caixa de geladinho e voltar pra casa sem nenhum num dia de sol.

Canal do Negão

352,256 次观看 • 1 年前

“Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez” (William Shakespeare) Sei que muitos estão com medo. Sei que os desafios que se apresentam diante de nossa nação são imensos e perigosos. Sei que sacrifício e dor serão tributos cobrados no altar da liberdade, mas, também, sei que não são nos momentos fáceis ou de prazer que o caráter e a convicção de um homem são testados, mas sim naqueles momentos em que a vida propõe um desafio, em que o abismo está diante de nós, que devemos responder sem medo. Sei que a atmosfera de medo é característica de um Estado de Exceção, onde o regime totalitário avança impiedosamente sobre as vidas humanas. Mas faço um apelo aos meus irmãos, brasileiros, não sucumbam ao desespero. Lembrem-se: “Um homem não cede quando o universo se volta contra ele; ele cede quando seu próprio coração se volta contra ele. Nós nos rendemos, não quando as circunstâncias são miseráveis, nas quando somos miseráveis.” (Chesterton) Sempre tive como truísmo elementar que a vida era um milagre extravagante de Deus, mas que estava igualmente repleta de extraordinários perigos. A superabundância da vida moderna criou a ilusão de segurança e tranquilidade. Isso é irreal, a vida é luta e suor, não prazer e segurança. Passamos tanto tempo distraídos com nossas pequenas satisfações e conquistas materiais que esquecemos todos os extraordinários desafios da vida. O verdadeiro triunfo não está no conformismo de uma vida repleta de satisfação, mas sim na coragem de lutar incansavelmente, mesmo quando tudo parece perdido. Não serei hipócrita. Teremos tempos difíceis pela frente. Os desafios serão imensos e muitos sofrerão. Todos nós teremos uma árdua e penosa batalha pela liberdade. Mas um homem não pode sucumbir perante o desespero e o medo, não! Hoje, meus irmãos, sinto ecoar no meu coração e na minha alma as palavras de Thomas Jefferson: “A árvore da liberdade deve ser regada de quando em quando com o sangue dos patriotas e dos tiranos. É o seu adubo natural.” Eu renunciai a toda uma vida no Brasil para ter os meios de ação que me permitam lutar contra o regime sanguinário que está jogando velhinhas na prisão e matando pais de família nos calabouços de tortura política dos tiranos que tomaram o país. Fiz um compromisso com Deus, de que estaria disposto a abdicar de tudo para me insurgir contra essa nefasta tirania. Convoco, meus irmãos, todos os homens de honra e coragem a ombrear comigo nessa batalha. Não cederemos. Não há espaço para complacência ou para covardia. Chegou a hora verdadeira, que separará os homens dos covardes. Só há um acordo possível, a soltura de todos os presos políticos, o fim de toda perseguição e a saída do mais desprezível tirano que já passou por nossa república, Alexandre de Moraes. Não haverá meio termo. Não haverá concessões. Estou disposto a ir até as últimas consequências em nome desse ideal que chamamos de liberdade. Se não salvarmos o Brasil, ao menos o vingaremos! Que Deus nos proteja.

Eduardo Bolsonaro🇧🇷

550,547 次观看 • 1 年前

François Lemoyne - L'Apothéose d'Hercule - Dublagem em IA do francês para o português - A Apoteose de Hércules, juntamente com outras cenas semelhantes de figuras elevadas aos céus, era um tema comumente retratado na arte barroca, usado para ciclos decorativos e, em particular, para pinturas de tetos. A morte e subsequente elevação de Heracles aos céus por desejo de Zeus é narrada por Ovídio em 'As Metamorfoses'. Segundo o texto, os demais deuses aprovaram a decisão de Zeus enquanto Heracles se deitava na pira funerária, momento em que Zeus decretou: “Heracles, que conquista tudo, conquistará o fogo que você vê aí: só a parte humana, que ele deve a sua mãe, sentirá o poder de Vulcano. O que ele deriva de mim é imortal, está além do alcance da morte e não pode ser superado por nenhuma chama. Quando essa parte tiver cumprido seu tempo na terra, eu a receberei nos reinos do céu, confiante de que minha ação será uma fonte de alegria para todos os deuses”. Assim, quando Heracles “depois de abandonar sua forma mortal, a melhor parte dele tornou-se vigorosa e ele começou a parecer maior do que antes, uma figura majestosa de augusta dignidade. Então o pai onipresente o arrastou através das nuvens vazias em sua carruagem de quatro cavalos”. Na composição de Giandomenico os cavalos são substituídos por centauros, bestas míticas com cabeça e torso de homem e corpo de cavalo, simbolizando uma forma inferior da natureza humana. Dentro de um formato oval, Giandomenico localizou a carruagem triunfal à esquerda do eixo vertical da composição. Nela está Heracles, símbolo de valor e força física, com o corpo coberto pela pele do leão de Neméia e segurando sua clava. Uma figura feminina alada coloca uma coroa em sua cabeça enquanto outras mulheres seguem atrás da comitiva triunfal. Entre as figuras que acompanham Heracles ao seu destino celestial, Giandomenico individualizou deuses como Hermes com seu elmo alado e caduceu, flutuando à esquerda, e o Tempo, representado por um velho ao lado de um guerreiro de armadura. O resto da comitiva é constituído por uma multidão de figuras com instrumentos musicais, conduzindo e sustentando as nuvens sobre as quais Heracles avança, ou simplesmente acompanhando-o. A maior parte deste esboço preliminar é pintada com tons claros e cremosos, com tons mais saturados, como vermelho e azul, usados ​​​​para detalhes como cortinas.

𖣐Æsirius𓅀

76,993 次观看 • 2 年前

PORTA DA ESPERANÇA E A PUREZA QUE SE PERDEU NO BRASIL Veja esse trecho do programa do SBT (de março de 1986) e você entenderá. Naquele dia Silvio Santos recebeu Jurandir, um homem bem pobre que, após uma tragédia, assumiu a criação de sua sobrinha doente, que perdeu o pai. Jurandir era bastante humilde, trabalhava como empregado doméstico e passava muita dificuldade pra cuidar da sobrinha Giselle, filha de sua irmã (seu cunhado faleceu após um derrame cerebral). Com o acidente do pai, a menina (que já tinha epilepsia) ficou traumatizada e parou de andar e falar por dois anos. Então, o tio fez três promessas para Deus: quando ela fosse curada, levaria a menina em uma procissão, faria uma festa para crianças e arrumaria uma roupa de anjinho para a menina ser batizada (e depois entregar o traje para Nossa Senhora Aparecida). Só que o rapaz era tão pobre que não conseguia comprar a roupinha de anjo e por isso procurou o programa do SBT. O final da história está aí no vídeo. Mas meu ponto é o seguinte: há 38 anos, o sujeito (que inclusive aparentava ser homossexual) fez o seu dever de homem de verdade, assumiu a criação da sobrinha e passou a dedicar sua vida a ela, sem jamais perder a fé em Deus. Seu grande sonho não era um carro, uma casa ou nada disso. Quando teve a oportunidade de ir pra TV ganhar algo, seu desejo foi apenas uma roupinha de anjo para a menininha cumprir a promessa e agradecer pelo milagre divino de restaurar sua vida. E isso não era exceção na Porta da Esperança, que foi ao ar entre 1984 e 1996 e sempre era encerrada com uma mensagem de Jesus. Pelo contrário, situações puras e banais nesse estilo eram comuns entre as pessoas que procuravam Silvio Santos. Você consegue imaginar uma situação dessa atualmente? Algo assim na TV, nas redes sociais? A pureza desse senhor, tendo a chance de pedir qualquer coisa e querendo apenas uma roupinha para sua sobrinha (agora filha) agradecer a Deus? É óbvio que ainda existem pessoas boas, gente deste tipo, claro. Mas infelizmente eu não consigo mais visualizar algo assim hoje em dia. Jamais nessa sociedade contaminada pela destruição de valores morais e princípios cristãos isso aconteceria. E, se fosse exibido, viraria meme, os militantes de Twitter debochariam do senhor Jurandir e de seu sonho. Quem viveu os anos 80, 90 (ou antes, mais ainda) lembra como o Brasil era algo diferente, muito melhor, com uma sociedade unida e não contaminada pelo pensamento revolucionário, pela teoria crítica marxista, pela vontade de destruir a tudo e todos. Eu sou nostálgico, gosto de ver coisas antigas, mas sempre fico triste quando comparo a sociedade na qual cresci e a que vivo hoje, perto dos 40 anos. Por isso, tento fazer minha parte e sempre incentivo que todos aqui também façam isso. Que a gente consiga um dia ter mais exemplos desse aí, mais brasileiros como o Jurandir, cujo grande sonho na vida era ser digno de agradecer a Deus pela vida.

Paulo

401,903 次观看 • 2 年前

Aquela reunião ministerial não foi desabafo. Foi manifesto. Ali estava Jair Bolsonaro em estado puro, sem filtro de marketing, sem edição simpática, sem roteiro para agradar editorial. Ele falou exatamente o que sempre defendeu: liberdade acima de conveniência, união do povo contra estruturas que se perpetuam no poder e resistência a um sistema que, segundo ele, nunca aceitou ser confrontado. Bolsonaro nunca vendeu neutralidade. Sempre falou em liberdade como valor central, não como slogan. Liberdade de expressão, liberdade de ir e vir, liberdade econômica, liberdade de defesa. Para ele, um povo armado é símbolo de autonomia. Um povo que fala é povo vivo. Um povo que se une é povo difícil de dobrar. E hoje o vemos preso pelo mesmo sistema que ele denunciava. A ironia histórica é brutal. O homem que dizia enfrentar engrenagens ocultas agora está sob custódia dessas engrenagens. Para seus apoiadores, não é coincidência. É confirmação. Mais duro ainda é assistir ao silêncio de muitos que ele elevou ao debate público. Pessoas que ele puxou pelas mãos, que ganharam palco, mandato, visibilidade e protagonismo sob sua liderança. Muitos agora optam pelo cálculo, pela distância estratégica, pelo silêncio conveniente. O líder é atacado. E os beneficiados se calam. A política tem memória curta, mas o povo não é obrigado a ter. Bolsonaro sempre falou em união. União verdadeira, não união de conveniência eleitoral. União que permanece quando o custo sobe. No fim, a reunião que tentaram usar contra ele virou prova para quem acredita. Ele nunca mudou o discurso para caber no sistema. Preferiu enfrentar o sistema. E está pagando o preço disso. Liberdade não é palavra leve. Quem a defende de verdade quase sempre incomoda. E quem incomoda o sistema raramente recebe aplausos dele. E eu deixo uma pergunta que precisa atravessar o coração antes de chegar à razão: se Bolsonaro estivesse livre hoje, vendo o que estão fazendo com ele, vendo o que acontece com cada um que ousou se posicionar, vendo inclusive o silêncio daqueles que ele ergueu, protegeu e levou nos braços para a vida pública… ele estaria calado? Ou estaria na linha de frente, enfrentando, falando, se expondo, como sempre fez? Ele nunca escolheu o caminho confortável. Nunca se escondeu quando a pressão aumentava. Nunca pediu silêncio quando a liberdade estava em risco. E talvez seja exatamente por isso que tantos o seguem até hoje. Porque ele ensinou que liberdade não é discurso de campanha, é compromisso de vida. Que cada um de nós olhe para dentro e responda se está honrando aquilo que sempre disse defender. Porque quando um líder é atingido por lutar por princípios, o silêncio dos que ficaram livres pesa mais do que qualquer sentença. Libertem já Bolsonaro Jair M. Bolsonaro e todos os presos políticos. Anistia ampla, geral e irrestrita a todos.

・ Ice ・  Ⅹ ・

11,000 次观看 • 5 个月前

A ÚLTIMA GRANDE ENTREVISTA ANTES DO CERCO Vista hoje, a entrevista concedida por Jair Bolsonaro ao Poder360 não parece apenas uma conversa jornalística. Parece o registro político de um homem que já percebia o fechamento gradual das portas ao seu redor. Durante mais de uma hora, Bolsonaro não fala como alguém preparando sua aposentadoria. Fala como acusado, líder político e candidato que se recusa a entregar antecipadamente o próprio lugar na história. O eixo central da entrevista é sua defesa no processo sobre a suposta tentativa de golpe. Bolsonaro insiste que nunca agiu fora da Constituição, contesta a associação entre sua conduta e o 8 de janeiro e repete que estava nos Estados Unidos durante as depredações. Questiona a ausência de armas, tropas, tanques ou qualquer tomada efetiva do poder e sustenta que reuniões e discussões administrativas foram transformadas em conspiração. Sua argumentação não é construída apenas com linguagem jurídica. Bolsonaro usa o absurdo para demonstrar o que considera absurdo. Compara a acusação à obrigação de provar que não matou um marciano e ironiza que só faltaria responsabilizá-lo por “engravidar a baleia”. O humor, porém, não esconde o peso da situação. Por trás das frases está um homem de 70 anos falando repetidamente sobre condenação, prisão, saúde e liberdade. Outro ponto profundo é sua crítica ao próprio desenho do julgamento. Bolsonaro questiona a concentração das funções de investigador, vítima, relator e julgador dentro do mesmo ambiente institucional. Ao mencionar Alexandre de Moraes, a Primeira Turma do STF e a impossibilidade de recorrer a uma instância superior, ele tenta deslocar o debate da pergunta “houve golpe?” para outra ainda mais incômoda: existe devido processo quando o destino do réu parece decidido antes da sentença? A entrevista também revela que o tarifaço americano nunca foi, para Bolsonaro, uma questão exclusivamente comercial. Ele interpreta a pressão de Donald Trump como parte de um conflito maior envolvendo liberdade de expressão, decisões contra empresas americanas, aproximação de Lula com regimes autoritários, enfraquecimento do dólar e expansão chinesa. Bolsonaro afirma ser contrário às tarifas, mas considera que o governo Lula criou a crise ao provocar os Estados Unidos e destruir os canais de interlocução. Apresenta-se como alguém capaz de conversar com Trump e negociar uma saída, lembrando que teria evitado tarifas sobre o aço brasileiro durante seu governo. É nesse momento que a entrevista ganha dimensão geopolítica. Bolsonaro fala sobre os acordos assinados entre Brasil e China, terras raras, Amazônia, compra de propriedades rurais e dependência estratégica. Define a aquisição estrangeira de terras como uma “invasão silenciosa” e enxerga o Brasil sendo empurrado para um bloco econômico e político contrário ao Ocidente. Mas o trecho mais revelador talvez seja aquele sobre 2026. Bolsonaro afirma que continuará tentando registrar sua candidatura e se recusa a escolher antecipadamente um sucessor. Cita Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Michelle Bolsonaro e outros nomes, mas deixa claro que a decisão final permaneceria em suas mãos até o último momento possível. Ao mesmo tempo, apresenta um projeto que vai além da Presidência. Sua verdadeira estratégia seria conquistar o Congresso, especialmente o Senado. Bolsonaro projetava eleger cerca de 120 deputados federais e 20 senadores pelo PL, formando uma maioria capaz de barrar indicações ao STF, fiscalizar os demais Poderes e restaurar o equilíbrio constitucional. Quando afirma que, com metade do Senado, poderia exercer mais poder que o presidente da República, ele revela ter compreendido uma lição tardia de seu próprio governo: sem força parlamentar, a Presidência pode ocupar o Palácio, mas não controla o destino institucional do país. A defesa da anistia aparece dentro dessa mesma lógica. Bolsonaro rejeita apresentá-la como benefício pessoal e insiste que ela deve alcançar os condenados do 8 de janeiro. Para ele, não se trata apenas de libertar indivíduos, mas de corrigir aquilo que considera uma ruptura na proporcionalidade das penas e na própria aplicação da Justiça. Há contradições na entrevista. Bolsonaro diz não cogitar prisão, mas fala dela repetidamente. Afirma ser contrário ao tarifaço, mas compreende a pressão exercida por Trump. Recusa-se a escolher um sucessor, enquanto avalia cuidadosamente todos os nomes disponíveis. Essas contradições não tornam a entrevista menor. Tornam-na humana. Revelam um líder tentando demonstrar confiança enquanto calcula todas as possibilidades de um futuro que já não controlava completamente. Três dias depois da gravação, a Polícia Federal faria buscas em sua residência. Bolsonaro receberia uma tornozeleira eletrônica, perderia o acesso às redes sociais e seria proibido de falar com Eduardo e de manter contato com autoridades estrangeiras. Por isso, aquela conversa adquiriu um significado que não possuía quando foi transmitida. Tornou-se o último grande retrato de Bolsonaro ainda falando livremente, organizando sua defesa, desenhando 2026 e alertando que o processo não terminaria nele. A frase que resume toda a entrevista não é sobre Trump, Lula ou eleições. É sobre o futuro: “Hoje sou eu. Amanhã será outra pessoa. Eles não vão parar por aí.” Não era apenas uma defesa pessoal. Era um aviso.

・ Ice ・  Ⅹ ・

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Durante uma transmissão da Brasil Sem Medo, Silvio Grimaldo descreveu as manifestações em frente aos quartéis — exaltando o slogan “Ladrão não sobe a rampa” e chamando o movimento de “sem líderes”. Segundo ele, “todo mundo é líder”. Uma fala simbólica, qual evidencia como o sentimento popular se organizava de forma espontânea, sem comando político. Mas ao mesmo tempo, uma fala que nutria o sentimento de esperança de seus telespectadores. Silvio contou que era parado nas ruas por manifestantes pedindo “informações de Brasília” e disse que políticos estavam “com medo de ser identificados como líderes e serem tungados pelo TSE”. A crítica mais direta veio quando mencionou parlamentares que viajaram aos EUA “para buscar ajuda pela liberdade” — ironizando: “Se o seu candidato foi pra Flórida em novembro, só tem um motivo: Black Friday. Pede pra ele trazer um pisca-pisca.” Nessa live que não sabemos por qual razão, foi privada no Youtube e não está mais disponível ao público, porem neste episódio é claro o tom de enfrentamento ao STF, especialmente a Alexandre de Moraes, citado como símbolo de repressão — e a esperança depositada nas Forças Armadas como “última instituição ainda com credibilidade popular”. Este é o link em questão: ( Live intitulada: "No meio meio do caminho tinha um povo" Um dos companheiros de Silvio chegou a dizer que o povo só sairia dali preso por Moraes, é, meio que aconteceu isso posteriormente com o 8/1. É curioso ver a turma do Grimaldismo Cultural hoje não batalhar pela Anistia e sequer fazer um movimento de rua dentro da tese: "não parar, não retroceder" para ajudar aqueles que estão presos pelo 8/1. Mas usam da prisão dos inocentes para atacar o Bolsonaro e sua família. Relembrar algumas coisas é importante.

Pâm 🌸

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☢️ Reflexão da Cooperativa: o Montenegro, coitado, tem o cargo; o Passos, esse, tem a autoridade espectral, que é muito mais barata e infinitamente mais eficaz. Um despacha dossiers, o outro levanta uma sobrancelha e faz estremecer meio aparelho laranjinha, e em simultâneo, deixa a cangalhada do PREC em estado de impotência intelectual. Há lá coisa mais humilhante para um primeiro-ministro do que perceber que o verdadeiro chefe entra sempre depois, não para governar, mas para explicar como se devia ter governado? Passos fala, diz coisas em poucas linhas. Fala como quem corrige. É assim que temos o antigo primeiro-ministro de novo primeiro-ministro, e ao mesmo tempo líder da oposição, tudo em pouco paleio, tudo sem passar pela caixa, tudo in your face do atual titular do cargo. ⚠️Epá, camaradas, há em Luís Montenegro qualquer coisa de administração de condomínio. Um talento quase místico para a moderação, para a cautela, para o meio-termo, para o vamos ver, para o não vale a pena dramatizar, para aquela arte tipicamente portuguesa de fingir decisão à espera que o problema decida ir embora. No fundo, o Montenegro não quer governar à direita; quer ser considerado razoável pela esquerda, aceitável pelo centro, e tolerável pelos comentadores e razoavelmente fotografável pela imprensa. Sonha com o impossível erótico da política nacional, ou seja, ser amado por quem nunca o há-de amar, e tolerado por quem o despreza desde que nasceu. Ora Passos estraga-lhe a fantasia. Aparece e lembra, com uma brutalidade calma que um Governo de direita não é uma comissão de boas maneiras para tranquilizar o PS. Que ganhar eleições não serve para gerir o país como se se estivesse numa união de facto com os derrotados nas eleições. Que andar a rondar o centro, a cheirar o centro, a lamber o centro, a pedir ao centro, não é estratégia, é fraqueza. É aqui que a coisa fica absolutamente deliciosa. Passos não fala de fora. Se falasse de fora, era apenas mais um, desses que o regime guarda em formol para as noites eleitorais. Mas não. Passos fala de dentro. Da mesma família, da mesma cor, da mesma cozinha. Cagam há anos na mesma sanita. Não é o inimigo a disparar da colina; é o tio da herdade a entrar na sala e a perguntar, à frente de todos, quem foi o génio que decidiu servir a sopa fria. Silêncio. E ninguém lhe responde. Não respondem porque percebem duas coisas: 1⃣ Primeiro, que ele tem razão em demasiado do que diz; 2⃣ Segundo, que isso é precisamente o mais insuportável. Daí a aflição de Montenegro. Não é bem irritação. É medo político em estado puro, mas daquele medo envernizado que usa palavras institucionais para não cheirar a suor. Quando Passos fala, não está só a criticar o Governo. Está a fazer uma coisa muito mais ofensiva, está a revelar a sua anatomia. Está a mostrar que, por baixo da pose presidencial, dos fatos bem talhados e da conversa de adulto na sala, mora ali um PSD tentado pelo amaciamento, pela convivência ornamental com o PS, pela governação com rodinhas laterais, pelo namoro com o aplauso dos mesmos que ainda ontem o chamavam campónio e troglodita. E isso dói. Dói porque é verdade. Foi por isso que a resposta de Montenegro teve aquele cheirinho a desespero engomado. Antecipar eleições internas para se legitimar. Repare-se bem na beleza da coisa. Um homem é primeiro-ministro, lidera o partido, ocupa o aparelho, dispõe da máquina, da agenda, do palco, enfim, de tudo, e mesmo assim sente a necessidade de ir a correr a votos dentro de casa porque o ex-chefe disse meia dúzia de verdades num auditório. Isto não é força, isto é cagufa de quem já borrou a cueca. É tentar virar do avesso e procurar maior conforto. A proeza do Passos Coelho? Ocupar ao mesmo tempo o lugar do rei e o do bobo que diz a verdade ao rei. É ele que puxa o Governo para a direita quando este começa a escorregar para a cómoda mornidão do centrão, e é ele que lhe faz oposição quando percebe que o ímpeto reformista foi substituído pelo vício nacional do remendo. É esta a humilhação suprema do Montenegro, não ser combatido pela oposição, mas ser permanentemente emendado pela memória viva do que a sua governação receia ser. Passos não lhe rouba apenas espaço. Rouba-lhe o gesto. Rouba-lhe a bitola. Rouba-lhe a coragem por contraste. Sempre que fala, lembra ao país que governar não é esta arte sonsa de flutuar entre o teleponto, a cautela e a esperança pueril de que o PS se contente apenas em esperar pacientemenente pela sua vez para voltar a ser governo. ➡️ É por isto que Montenegro fica reduzido àquilo que hoje realmente parece ser, o homem que ocupa a cadeira enquanto o outro, sem cadeira nenhuma, continua a ocupar a sala. Estou a adorar. o dono da cooperativa

dono da c🅾️🅾️perativa ™

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☢️ Reflexão da Cooperativa: nesta, vai ser difícil dizer que a culpa é do Passos. Porquê? Porque ele avisou em fevereiro deste ano que a nomeação de Luís Neves era uma imprudência. Muitos, ou até quase todos, trataram a intervenção de PPC como mais uma birrinha política. Um exagero. Um preciosismo constitucional. Uma implicância de quem já não manda mas quer marcar a agenda política. Afinal, diziam, se o homem é competente, qual é o problema? E agora camaradas, já perceberam o problema? O princípio. A realidade voltou a bater de frente e a dar razão ao Pedro. A democracia não vive apenas de boas gentes e competência, que escasseiam, é verdade. Vive de boas regras. E as boas regras existem precisamente para os dias em que as pessoas falham ou nos enganam. ➡️➡️Quando quem dirige a nossa polícia criminal passa diretamente para o governo, deixa de existir a fronteira que nunca deveria ficar esbatida. Não porque se presuma corrupção. Não porque se suspeite de má fé. Mas porque o poder democrático não pode depender da boa vontade de ninguém. Depende de distâncias. De travões. De separação de poderes. De instituições que se controlam umas às outras em vez de se confundirem. E foi exatamente isso que Passos Coelho disse.⬅️⬅️ E hoje, independentemente do desfecho judicial do caso do atrelado (e o resto, incluindo o tanque apiscinado, ou se preferirem, a piscina mascarada de tanque) a discussão voltou precisamente ao mesmo sítio. Não é por existir uma condenação, não existe. Não é porque esteja provado qualquer crime, não está. É porque bastou surgir uma situação desta gravidade para o país inteiro perceber porque é que aquelas fronteiras existiam. Afinal isto não era só uma formalidade. Era uma proteção. Protegiam o próprio ministro. Protegiam a polícia. Protegiam a investigação. Protegiam a confiança dos cidadãos. Quando um bem apreendido numa megaoperação antidroga aparece nas instalações de um empresário amigo do antigo diretor da PJ, hoje ministro, a pergunta deixa de ser apenas sobre o que aconteceu? A pergunta passa a ser como é que chegámos ao ponto de isto poder sequer acontecer sem destruir a confiança nas instituições? A da PJ, estaria sempre, perante um ato negligente, Luis Neves, enquanto responsável da PJ, também, mas agora, na posição de MAI, que garantias temos de que o tema vai ser tratado adequadamente, com independência, sem receio, sem desvios. O que pode o MAI, que tutela a PJ, fazer perante um caso do qual ele foi protagonista? Percebem a gravidade da coisa? Adiante. É aqui que a política portuguesa revela o seu pior vício. A arrogância de achar que as regras são obstáculos para os outros. Que os avisos são só exageros. Que os princípios só servem para as aulas de direito constitucional e seus derivados. É sempre assim. As democracias não implodem de um dia para o outro. Vão-se desgastando aos bocadinhos. Um precedente aqui. Uma exceção acolá. Um "não faz mal" hoje. Um "o gajo é bom pá" amanhã. Até que ninguém consegue explicar onde acaba o Estado e começam as relações pessoais. ⚠️Depois, um dia, chega o ingrediente que nunca falha numa mudança de regime; uma crise. Uma quebra da qualidade de vida. A sensação de que quem manda já não responde perante ninguém. É nessa altura que o cidadão já não quer reformar o sistema e passa simplesmente a querer substituí-lo. As revoluções raramente começam por causa de um atrelado. Começam quando milhares de pequenos atrelados vão convencendo um povo de que as regras já só existem para quem não manda. A maior irresponsabilidade de uma democracia nunca vem dos seus inimigos. Vem dos seus próprios protagonistas quando, por conveniência ou excesso de confiança, começam a destratar os princípios. Protagonistas que abrem fissuras nas paredes não podem depois pedir ao povo que admire o edifício quando ele está a estalar por todos os lados. Pedro, tu tens sempre tanta razão. Até eu começo a achar que a culpa é tua, a culpa de não voltares quando o povo exige que o faças.🥸 o dono da cooperativa 🎶🎵Passos, vai em frente, tens aqui a tua gente🎶🎵 Nota: não que eu tenha qualquer tipo de relevância, não tenho, nem nunca estive envolvido na política. Se Pedro Passos Coelho voltasse, era dos primeiros a juntar-me à causa.

dono da c🅾️🅾️perativa ™

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‘Só saio do Palmeiras quando a senhora sair’ 🎙️ JP Sampaio, no Charla Podcast ———————————— “Eu tive reuniões. Eu falo que a gente não é os jogadores para ser assediado, não. A gente é pai de família, sabe onde o calo aperta. E eu falo isso pros meus também, colaboradores, né? Tive reuniões e ouço todo mundo, até porque depois eu preciso ter relação no mundo do futebol, né? Até para discutir o futebol. Tive reuniões com o BAP, conheci o BAP, e assim, uns caras muito inteligentes. Mas quando eu saí de casa, a única coisa que meu pai falou foi: “Não desonre o meu nome.” E para mim, palavra é mais do que qualquer dinheiro, de que qualquer contrato. E um ano antes, vocês vão lembrar, o Corinthians me fez uma oferta também muito boa, para ir pro profissional. E naquela época ficou aquele zum-zum-zum no Palmeiras, torcida... Eu peguei na mão da presidente e falei assim: “Presidente, fique tranquila. Eu só saio do Palmeiras no dia que a senhora sair.” — “Ô, João, você tem um acordo com ela?” — “Não, João, todo homem tem seu preço.” Aí eu falei: “Mas caba da peste tem ainda igual a mim. Então fique tranquila que não é dinheiro. Se fosse por dinheiro, eu já tinha saído do Palmeiras. Tô aqui pegando em sua mão que eu não saio do Palmeiras antes da senhora sair, que é dezembro de 27.” Ouvi, como ouço muita gente, e falei isso pra BAP: “BAP, vou continuar com a minha palavra.” Aí ele: “Não, mas tá bom. É admirável, mas ok. Saiba que você tem isso na mão, se quiser.” Mas eu falo que também sou feliz demais no Palmeiras, reconhecido em todas as áreas, tá? Sou reconhecido em todas as áreas. Mas o Palmeiras, ele é viciante. E assim, você olhar, passar na rua igual a gente estava naquele dia ali, a torcida, JP... é pra massa.” #TodosSomosUm #NósPorNós

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