正在加载视频...

视频加载失败

A mulher de Tarcísio deixou escapar, “sem querer”, que o plano dela e do marido é a faixa presidencial. Sabe quem curtiu o comentário? A mesma pessoa que publicou o vídeo nos Stories do Instagram. Quando apontei isso, chamaram-me de tudo que é pérfido. Sempre que alguém tenta levar...

294,127 次观看 • 5 个月前 •via X (Twitter)

0 条评论

暂无评论

原始帖子的评论将显示在这里

相关视频

O governador Cláudio Castro publicou nesta quinta-feira, 30 de outubro, um vídeo mostrando a carreata de viaturas que acompanharam os corpos dos policiais mortos na megaoperação desta semana - a mais letal da história do Rio. No post, ele homenageou os agentes que tombaram em serviço: “nenhuma palavra é suficiente diante da perda de quem dedicou a vida a proteger a nossa”. E é exatamente isso: enquanto muitos vivem debatendo nas redes, tem gente que sai de casa sem saber se volta - para defender uma sociedade que muitas vezes os julga mais do que agradece. O Rio está em guerra, e fingir que não está só interessa a um lado: o lado do crime. A população civil precisa ser protegida. Quem paga impostos, quem trabalha, quem cria filhos honestamente não pode viver refém do fuzil apontado na esquina, do toque de recolher imposto por facções, do domínio territorial que mata direitos e esmaga vidas. O Brasil precisa decidir de que lado está: do Estado Democrático de Direito - ou do narco que tenta substituí-lo. Porque quando o crime toma território, impõe regras, cobra “taxa”, executa e silencia - isso não é “problema social”, isso é guerra contra o Estado e contra o cidadão. O reconhecimento aos agentes que arriscam a vida não pode ser negociado. Eles merecem apoio, estrutura, respeito e a certeza de que o país sabe o valor do trabalho que fazem. Extinguir o narcotráfico não é slogan, é uma necessidade nacional. Sem recuperar território, autoridade e soberania, o Brasil não volta a ser governado pelo voto, mas pelo medo. Aos que tombaram, honra e memória. Aos que seguem na linha de frente, respeito. Aos que criticam de longe, do ar-condicionado, apontando o dedo sem nunca ter visto um fuzil levantado contra si, fica o recado - segurança pública não é teoria, é vida real. E vidas estão sendo perdidas - de policiais e de civis - porque o crime decidiu que poderia mandar mais que o Estado. A sociedade precisa escolher. Ou apoia quem protege, ou aceita ser governada por quem mata.

Karina Michelin

17,237 次观看 • 8 个月前

1 - O vídeo é o recorte do evento com as falas do Tarcísio usadas para cortes no seu Instagram E os momentos que foram omitidos. 2- O 1º print é a frase da esposa com a curtida de Tarcísio. 3 - O 2º print são as curtidas da Michelle e o compartilhamento do vídeo de Tarcísio no seu Stories. 1* - Aconteceu uma invocação explícita para “presidente”. A pergunta foi direta. Tarcísio não nega, não reafirma Bolsonaro ou o seu escolhido, sorri, disfarça e silencia. Seja neutralidade por causa do ambiente ou ambiguidade calculada, ambas as posturas destoam quando a pergunta confronta indiretamente um amigo. 2* - Gramaticalmente a frase da esposa se dirige ao marido, não o nomeia como CEO. Não é preciso “assassinar” a vírgula que chama o vocativo (Tarcísio) para inflar desconfianças sobre a não postura do governador. Quem lê a frase como se ela dissesse que o marido é o novo CEO do Brasil, mostra uma leitura equivocada, descontextualizada ou intencionalmente distorcida. Somos melhores do que isso. 3* - A Michelle n faz ressalvas, não reafirma a decisão de Bolsonaro, não reafirma Flávio, não neutraliza a leitura e não bloqueia (se é que é) a narrativa de Tarcísio como presidente. Ao não fazer nada disso, ela permite que o seu gesto seja lido como sinal político, ainda que não verbalizado. Está claro que existem dois lados. Um, puxa para o Tarcísio, outro, puxa para Flávio. Nada do que foi descrito acima é aleatório. Também não são ataques, mas significam algo. O problema não é jogar o jogo político. O problema é fingir que o jogo não está sendo jogado e quem está com quem. Saindo do jogo político, e aqui é onde a coisa complica. Se eu sou a esposa e o companheirismo existe, eu fecho como um escudo do meu companheiro. Se eu sou amiga, idem. Bolsonaro seria fácil meu amigo pessoal, mesmo não sendo, é alguém que valorizo e me importo muito, por isso as posturas de Michelle e Tarcísio ultrapassam o jogo político e confrontam totalmente a minha postura como pessoa. Fechar os olhos pra isso seria como eu bater a porta na minha própria cara.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

49,400 次观看 • 5 个月前