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“A Preta é uma pessoa que vivia além da sua própria existência, de sempre tocar o outro de uma certa forma, seja representando, seja ajudando. Ela mudou o protocolo do diagnóstico de um câncer. Diminuiu em 10 anos o protocolo recomendado, que era 50 anos e agora é 40.” #SaiaJusta

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Reparem bem na fala dessa mulher, dessa humorista da Rede Globo. Ela não quer só que o filho seja gay. Ela quer que o filho seja gay e promíscuo. Chuca é aquela operação em que se tira as fezes do ânus para fazer sexo anal. O banheirão é uma prática de sexo explícito dentro de banheiros públicos com vários homens. Ela relaciona a homossexualidade à promiscuidade.Isso sim é homofobia. Isso sim é rebaixamento de uma condição sexual a uma condição animalesca. A gente sabe que, quer seja para homossexuais, para heterossexuais, para bissexuais, a sexualidade , para quem é maduro, é uma ponte do desejo para possibilidade de afeto, de amor, não simplesmente de submeter-se como objeto pornográfico ao desejo de outrem ou ao desejo concupiscente de si mesmo. Ou seja, ela está sendo homofóbica. Ela está jogando a homofobia para o próprio filho e está jogando a objetificação sexual relacionada à promiscuidade, à pornografia , a falta de contemplação do outro ser humano , que simplesmente se torna o objeto de sua vulgaridade sexual. Ela está objetificando sexualmente o próprio filho . Essa é a mulher que mandava nudes para o Marcius Mellen e o acusou de assédio sexual depois. Ou seja, ela calcula o preço da sua promiscuidade, da sua vulgarização do sexo, do próprio filho e do próprio corpo. Ela faz disso um tipo de humor , um humor sem graça, chulo, que objetifica a própria alma do ser humano, que usa do próprio filho para fazer do filho um instrumento de promiscuidade relacionado a uma condição sexual. E se esse é o tipo de gente que faz o humor na Rede Globo, esse tipo de humor, sim, negro e chulo, que é baixo, que é réptil. Ela não deve ser presa. Uma mulher dessas simplesmente não merece ser ouvida. E ela fala para milhões de pessoas que tem a cabeça vazia, que induz o vazio a milhões de pessoas .
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Reparem bem na fala dessa mulher, dessa humorista da Rede Globo. Ela não quer só que o filho seja gay. Ela quer que o filho seja gay e promíscuo. Chuca é aquela operação em que se tira as fezes do ânus para fazer sexo anal. O banheirão é uma prática de sexo explícito dentro de banheiros públicos com vários homens. Ela relaciona a homossexualidade à promiscuidade.Isso sim é homofobia. Isso sim é rebaixamento de uma condição sexual a uma condição animalesca. A gente sabe que, quer seja para homossexuais, para heterossexuais, para bissexuais, a sexualidade , para quem é maduro, é uma ponte do desejo para possibilidade de afeto, de amor, não simplesmente de submeter-se como objeto pornográfico ao desejo de outrem ou ao desejo concupiscente de si mesmo. Ou seja, ela está sendo homofóbica. Ela está jogando a homofobia para o próprio filho e está jogando a objetificação sexual relacionada à promiscuidade, à pornografia , a falta de contemplação do outro ser humano , que simplesmente se torna o objeto de sua vulgaridade sexual. Ela está objetificando sexualmente o próprio filho . Essa é a mulher que mandava nudes para o Marcius Mellen e o acusou de assédio sexual depois. Ou seja, ela calcula o preço da sua promiscuidade, da sua vulgarização do sexo, do próprio filho e do próprio corpo. Ela faz disso um tipo de humor , um humor sem graça, chulo, que objetifica a própria alma do ser humano, que usa do próprio filho para fazer do filho um instrumento de promiscuidade relacionado a uma condição sexual. E se esse é o tipo de gente que faz o humor na Rede Globo, esse tipo de humor, sim, negro e chulo, que é baixo, que é réptil. Ela não deve ser presa. Uma mulher dessas simplesmente não merece ser ouvida. E ela fala para milhões de pessoas que tem a cabeça vazia, que induz o vazio a milhões de pessoas .

Adrilles Jorge

160,971 Aufrufe • vor 1 Jahr

Vivemos uma era de desconstrução. O que antes era admirado, agora é destruído. O que antes era reverenciado, agora é ridicularizado. A beleza, um conceito que atravessou civilizações e guiou a arte, a moda, a arquitetura e a própria existência humana, está sendo atacada por aqueles que a desprezam. E o mais trágico: o próprio ser humano tornou-se a arma dessa guerra contra o belo. O que antes era um esforço coletivo para refinar, elevar e enaltecer o espírito humano, hoje se transformou em uma cruzada para nivelar tudo por baixo, para apagar qualquer resquício de excelência. Na arte, celebram-se os borrões grotescos em detrimento da técnica e do talento. Na moda, corpos artificiais, deformações estéticas e o ridículo tomam o lugar da harmonia e da sofisticação. Na sociedade, a feiura é erguida como um novo padrão, enquanto a beleza é vista como opressiva, elitista e ultrapassada. O desfile de outono de 2025 do estilista Duran Lantink, realizado em Paris neste final de semana, foi um exemplo gritante dessa tendência, encerrando sua coleção “Duranimal” com um modelo ostentando seios protéticos exagerados, um espetáculo feito para chocar e gerar discussões. O culto ao grotesco se traveste de liberdade criativa, mas não passa de um ataque direto à ordem natural das coisas. O ser humano sempre buscou a beleza porque ela representa harmonia, equilíbrio e, de certa forma, transcendência. Mas em um mundo onde tudo deve ser subvertido, onde a desconstrução virou dogma e a mediocridade foi alçada ao trono, é natural que a beleza seja vista como uma ameaça. A moda dita os costumes e o comportamento do ser humano, nfluenciando a forma como nos percebemos e nos expressamos. Hoje ela se tornou uma arma obsessiva em destruir o belo, porque a beleza inspira, enquanto a feiura subjuga. A beleza liberta, enquanto a feiura escraviza. Um mundo onde o belo é massacrado e o disforme é celebrado não é um mundo livre — é um mundo de espíritos perdidos, que já nem lembram o que perderam. A moda, que antes era uma exaltação do sublime, agora nos apresenta a decomposição dos corpos, da mente e da alma.

Karina Michelin

37,574 Aufrufe • vor 1 Jahr