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A putinha casada louca de tesão levando leitada dentro... Com o corninho vendo tudo... 🤘🏻♠️😈 #EsposadeCorno #casadaliberada #esposaputinha #esposaexibida #cuckoldbr #EsposaHotwife #brasilcuckold #cornosbr

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Bom, o que eu quero é fuder, Mario Alberto. Eu quero fuder. Agora, você repara que eu não falei fazer amor, eu não falei transar, eu não falei fazer nheco-nheco, eu falei fuder. Fuder. Agora, eu não quero fuder só com você. Eu quero fuder com seu chefe, com meu personal trainer, eu quero fuder com o Malvinho do Salvador, eu quero fuder com o George Clooney, eu quero fuder com aquele menino que faz piadas na internet, eu quero fuder com o time da Nigéria, com o exército de Israel, e até com o Toinho, do porteiro. Quem sabe até com o seu irmão, Mario Alberto. Mas eu não quero um de cada vez. Eu quero todos ao mesmo tempo. Eu quero levar surra de piroca até semana que vem. Eu quero ficar com o queixo pra dentro, que nem Noel Rosa, sabe? De tanto levar saco aqui no queixo sem conseguir falar. Eu quero ficar tão larga que... Como é mesmo o nome daquele nadador? Aquele menino comprido, o... O Felps? Isso, o Felps. Eu quero ficar tão larga que o Felps vai enfiar o cotovelo assim, dobrado dentro de mim. Eu não vou nem sentir porque eu vou estar o quê? Estaseada, entendeu? E eu quero tudo de luz acesa. Porque eu quero ver aquele banho de sêmen. Sêmen é o caralho, né, Maraberto? É porra, né? Banho de porra mesmo, sabe? Bocaque. Coloca no Google que você vai saber o que é. Eu quero levantar que nem um boneco de cera, sabe? Pingando assim, derretendo. E depois eu vou querer um repeteco. Eu quero escalavrar a buceta. Eu quero levar a cutucada no colo do útero, entendeu? E depois eu vou querer dar o troco, passar recibo. Eu vou querer que me chamem de putinha, de vaca, de vadia, de cachorro e depois de putinha de novo. Enfim, pra terminar com tudo isso, eu vou esmerilhar a chapeleta de geral pra limpar a bagunça. E no dia seguinte eu vou acordar poída, assada, que nem um fantoche velho. É isso que eu quero, Maraberto. E você?

Jean

24,844 просмотров • 2 лет назад

“Deus estava comigo mesmo antes de eu estar com Ele” Vi esse depoimento da Luíza Possi, não a conheço, não sei a história toda, mas me identifiquei muito. Fui chamada de fanática e até de louca quando estava no Brasil. Muitos amigos se afastaram, e sob o olhar humano eu percorri um caminho totalmente solitário. Me chamaram de louca quando deixei para trás um nome estabelecido na profissão, para me “aventurar” nos EUA com uma filha de 11 anos, sem ter certeza alguma do futuro, “virou crente fanática e pirou”, foi o que ouvi. Me falaram que seria muito difícil exercer a minha profissão nos EUA, e que eu acabaria em subemprego. Nunca entenderam que eu nunca caminhei sozinha, que Deus sempre esteve ao meu lado, Ele era meu confidente, o meu amigo e também o autor e o avalista de todas as decisões. Eu o convidei para gerenciar toda a minha vida, para fazer morada em mim, a Ele entreguei tudo o que tenho, o que penso, o que sou, e em troca recebi algo de valor imensurável, a Sua presença. Ter Deus ao seu lado é ter a certeza da vitória, e ela pode não ser hoje, mas será amanhã. Deus não impede que você caia, mas ele te levanta depois das quedas. Todos o que me chamaram de fanática e de louca presenciam as minhas conquistas, um sucesso que não é meu, mas da presença de Deus na vida de uma pessoa. Essa força imensa que brota dentro de nós só tem uma explicação, Ele ! Deus está disponível à todos, sem exceção, basta que o convidem, e Deus já está com você mesmo antes de você estar com Ele. ✨

🇧🇷Claudia Aker🇧🇷🇺🇸2️⃣2️⃣

58,507 просмотров • 1 год назад

Quando o passado é resgatado com verdade, nenhuma mentira resiste. Dizem por aí que nunca houve contato, que tudo ficou restrito ao gabinete, à distância confortável de quem não pisa no chão real. Mas o passado, quando resgatado com honestidade, desmonta narrativas fáceis. Em fevereiro de 2017, Carlos Bolsonaro Carlos Bolsonaro esteve em Joaçaba, no meio-oeste de Santa Catarina, ao lado de Eduardo Bolsonaro Eduardo Bolsonaro🇧🇷 , dentro de um presídio regional, não para discurso, mas para observar de perto um modelo que rompe com o padrão falido do sistema prisional brasileiro. Ali, com o juiz Márcio Umberto Bragaglia, o foco não era ideologia vazia, era resultado concreto. O projeto era simples na essência e profundo na consequência. Leitura de clássicos, reflexão moral, responsabilidade individual. Nada de transferir culpa para abstrações convenientes. Shakespeare, Dante, Goethe não como luxo intelectual, mas como ferramenta de reconstrução interna. E o efeito não era retórico. Índices próximos de 90% de não reincidência entre os participantes. O contraste com o discurso dominante da época era evidente. Enquanto parte do sistema insistia em relativizar a responsabilidade do criminoso, ali se reafirmava o óbvio que muitos evitam dizer. A decisão é individual. O ato é individual. E sem esse reconhecimento, não existe mudança real. Mas o ponto central não é apenas o projeto. É a presença. É o fato de estar ali, ouvindo, vendo, questionando, dialogando com quem vive a realidade que muitos comentam de longe. Isso não é marketing, é método. O mesmo método de contato direto, sem intermediários, que anos depois se consolidaria como marca de Jair Bolsonaro Jair M. Bolsonaro . Então não, não se constrói uma trajetória apenas com fala. Se constrói com presença, com envolvimento e com a disposição de sair do conforto para entender o problema na raiz. O passado está aí. Não como memória seletiva, mas como registro. E quem olha com atenção percebe que certas histórias não começaram ontem. Santa Catarina será muito bem representada por esse “carioca” que juram que nunca pisou em SC. Podem continuar repetindo… a realidade não precisa pedir licença. Vendo Lenços.

・ Ice ・  Ⅹ ・

29,366 просмотров • 4 месяцев назад

🇯🇵 Por que no Japão a honestidade é lei, mas no Brasil tudo pode?🤡 Enquanto os japoneses garantem que o produto dentro da embalagem seja exatamente como na foto, aqui no Brasil as embalagens são verdadeiros contos de fadas. A foto engana, o rótulo esconde, e você acaba levando gato por lebre. 🤡 Exemplo clássico? #Margarina! Vendida como saudável, quando na verdade é um dos piores alimentos que você pode consumir, cheia de gorduras hidrogenadas e produtos químicos. Tudo isso patrocinado por narrativas compradas, atraves de influenciadores e pseudo profissionais da saúde. Mas calma, não é sobre demonizar tudo! De vez em quando, comer um industrializado é possível, mas o segredo para a saúde e o emagrecimento real está em cozinhar a sua própria comida. E aqui entra a Gastrologia, a ciência dos alimentos que ensina a cozinhar da forma correta, preservando os nutrientes e maximizando o sabor. Assim, você come bem, emagrece sem dieta, e transforma sua saúde sem terrorismo! 🛍️ Black Friday chegou! Todos os meus produtos estão com 85% de desconto e ACESSO VITALÍCIO para te ensinar a transformar sua cozinha e a sua vida. 👉 Comente “HONESTIDADE” aqui embaixo para receber o link exclusivo e garantir o desconto agora mesmo! 🚀 #chef #nutricao #nutrição #saúde #saude #emagrecimento #emagrecer #dieta #dietasaudavel #boaalimentação #dietasemsofrer #comidasaudavel #cozinhapratica #receitapratica #receitasfaceis #receitapratica #receitascaseiras #gastronomia #culinaria #cafe #cafeespecial #amocafe

Davi Laranjeira

205,493 просмотров • 1 год назад

Já que muitos se recusam, vou dizer aqui o óbvio: 1. O sistema nunca acreditou na vitória de Bolsonaro em 2018. Tentaram matá-lo e ele saiu fortalecido. 2. Nessa mesma eleição, Alckmin foi totalmente desmoralizado, amargando míseros 4,76% dos votos, o que o radicalizou e terminou de enterrar o PSDB. 3. Apesar de ter sido indicação de Temer, o verdadeiro padrinho político de Moraes foi Alckmin, que o nomeou secretário de segurança pública de São Paulo no final de 2014. 4. Vendo o fim do tucanato, pessoas como Gilmar Mendes deram uma guinada de 180 graus em sua opinião sobre a Lava-jato, que até então contava com seu apoio por ter destruído corretamente Lula e o PT. 5. Em 2020, surge a pandemia e o sistema decide que essa será a oportunidade de destruir Bolsonaro, amarrando suas mãos e dando início ao processo que retiraria Lula da cadeira para voltar ao poder em 2023. 6. Com Lula solto, o TSE coloca o dedo na balança e influencia as eleições para que o projeto não falhe. Eles não teriam tido todo o desgaste de soltar Lula com o absurdo argumento do CEP para deixar que Bolsonaro vencesse novamente em 2022. 7. Essa interferência foi tão escancarada, com um lado sendo claramente censurado enquanto o outro atuava livremente, que um sentimento legítimo de que a eleição havia sido roubada começou a tomar conta do imaginário popular, levando milhares de pessoas a passar meses em frente a quartéis e culminando no fatíco 8 de janeiro de 2023. 8. Como parte do plano de devolver o poder a Lula para futura reabilitação do teatro das tesouras, tornou-se imperativo criminalizar qualquer um que ousasse dizer o óbvio e contestar a condução e o resultado das eleições. 9. Como de nada adiantaria fazer tudo isso só pra ver Bolsonaro voltando em 2026, o ato final consiste em aniquilar sua carreira política e sua viabilidade como futuro concorrente, o que na prática significa trancafiá-lo para o resto de sua vida mesmo sem nada que justifique essas medidas (Fux é a prova). 10. No meio disso tudo, o sistema não contava com o estrondoso sucesso de Paulo Figueiredo (8) e Eduardo Bolsonaro🇧🇷 em conseguir apoio da administração Trump. Aquilo que no começo parecia papo de terraplanista, passando depois a motivo de chacota no alto escalão, foi se materializando a cada dia, culminando então com a impensável inclusão de Moras na lista da OFAC, uma tarifa de 50% causada por ele, e com o cancelamento de vistos de vários de seus pares e colaboradores. 11. Encurralado, restou a esse sistema jogar fora o pouco que restava de seu manto de legalidade e passar a agir como máfia, ameaçando jogar o ex-presidente sequestrado em um cativeiro muito pior caso o governo norte-americano não aceite recuar. Spoiler: o governo Trump não vai recuar, as sanções aos ministros vão piorar muito e mesmo isso não os fará parar, o Brasil todo pagará o preço e eles nos levarão rumo ao destino da Venezuela, ou seja, um rompimento completo com o mundo democrático que pode durar muitos e muitos anos. No futuro, essas pessoas estarão sendo caçadas como acontece agora com Maduro, sendo alvo de altas recompensas oferecidas por suas cabeças. O Brasil já terá virado uma sombra do que um dia poderia ter sido. Milhões irão embora e ficarão por aqui somente os que não possuem condições de sair e aqueles que vivem do Estado. Uma casta cada vez menor estará vivendo de forma nababesca enquanto 80% da população vive abaixo da linha da pobreza. Esse é o nosso futuro caso a elite empresarial e política do Brasil continue bancando esse projeto de poder.

John W. Peters

195,906 просмотров • 1 год назад

Por que os estrangeiros na China raramente veem a verdadeira decadência do país | A bolha dos expatriados em análise A China não é um país. É um cenário. O maior truque não é censurar. Censura é apenas o parafuso, não a máquina. O truque real é convencer estrangeiros de que estão vendo a China de verdade, quando na prática estão passeando dentro de uma vitrine cuidadosamente iluminada, com ar-condicionado ideológico e trilha sonora de prosperidade. Você vai a Xangai, entra no metrô limpo, vê prédio espelhado, Starbucks em cada esquina, shopping cheio, e sai com aquela frase pronta de turista político: “não vi nada disso”. Não viu porque não era para ver. Você visitou o showroom. A Disneylândia do Partido Comunista Chinês. A cidade que precisa parecer impecável não porque a vida é boa, mas porque a ilusão precisa ser convincente. É a cegueira anedótica em ação. Julgar um país continental por um bairro premium. É como visitar o salão de baile do Titanic, ouvir a banda tocando e concluir que o navio está ótimo enquanto a água já sobe pelo casco. O espetáculo continua, logo, tudo deve estar bem. A China real começa onde o estrangeiro quase nunca pisa. Começa no silêncio. Silêncio de quem não fala com estrangeiro não por falta de opinião, mas por autopreservação. Falar negativamente do país, mesmo em conversa privada, virou risco. O nacionalismo virou método de controle. O Estado virou onipresente. Então o cidadão sorri, concorda, elogia o metrô e balança a cabeça. Não é simpatia. É sobrevivência. Por baixo dessa polidez existe censura, ansiedade e medo. As pessoas não podem te dizer a verdade. Não sem risco. Não enquanto você carrega um passaporte estrangeiro no bolso. Jornalistas estrangeiros vivem isso diariamente. Fontes desaparecem. Amigos se calam. Pessoas pedem desculpa antes de cortar contato. O que parece “informação privilegiada” é apenas uma versão filtrada da realidade. Qualquer coisa além disso pode custar emprego, liberdade ou coisa pior. A bolha do expatriado ajuda a manter a ilusão. Escola internacional, bairro de luxo, coworking, café latte e Wi-Fi rápido. Todo mundo privilegiado, igualmente distante da realidade econômica que se deteriora fora do enquadramento. Você não vê fábricas quebrando no interior. Não ouve o desespero do pequeno empresário afogado em dívida. Não conversa com o jovem formado entregando comida porque os empregos sumiram. Você está julgando o país por Beverly Hills. Não é só errado. É risível. “Mas os shoppings estão cheios.” Estão mesmo? Ou estão cheios de vitrines, descontos agressivos, filas artificiais, gente passeando sem comprar e lojas sobrevivendo por milagre? Até isso faz parte do teatro. E nem Xangai está bem. O pós-lockdown foi uma bomba moral. Gente trancada, fome, brutalidade burocrática, animais mortos, prédios selados. Aquilo quebrou algo que não voltou. O otimismo evaporou. Expatriados saíram em massa. Negócios sobrevivem com medo da próxima chicotada estatal. Mesmo no coração financeiro da cidade, há lojas que nunca reabriram, marcas que saíram em silêncio, torres comerciais cheias de vazio. Não é colapso imediato. É apodrecimento lento, escondido atrás de LED, vidro e propaganda. Quem viveu décadas no país, viajou além das vitrines e conversou com quem não pode falar alto, sabe. Showrooms imobiliários vazios. Universitários desempregados com vergonha de voltar para casa. Pequenos donos de fábrica sussurrando que não conseguem pagar funcionários, mas têm medo de fechar por retaliação. Se você não viu isso como estrangeiro, não é porque não existe. É porque você não deveria ver. O truque mais eficiente do regime foi convencer o visitante de curto prazo de que ausência de crise visível significa normalidade. Funciona perfeitamente com turistas, cônjuges estrangeiros e expatriados protegidos por status e dinheiro. A China de hoje é um arranha-céu de vidro construído sobre fundação infestada de cupins. Por fora, brilho. Por dentro, rachaduras, silêncio e medo. Então, quando alguém disser que “esteve lá e estava tudo bem”, a resposta é simples e honesta: claro que estava. Era exatamente isso que queriam que você visse.

・ Ice ・  Ⅹ ・

14,678 просмотров • 8 месяцев назад

O caso de Arroio Grande não é um “conflito de narrativa”. É um retrato cru de como o Estado, quando perde o eixo, vira máquina de moer família. Pelo relato registrado, tudo começa com uma denúncia anônima de cárcere privado que, segundo a própria defesa, não se sustentou na verificação policial. E aí vem a virada que precisa escandalizar qualquer pessoa minimamente lúcida: quando a acusação principal cai, o foco muda. O problema passa a ser a caderneta de vacinação. E não estamos falando de pais “sumidos” ou “negligentes” no sentido clássico do termo. A defesa afirma que foram apresentados múltiplos atestados médicos contraindicando vacinas para as crianças, justamente por reações adversas já ocorridas, e que mesmo assim a insistência continuou. E aqui entra o ponto mais grave do ponto de vista institucional. A defesa descreve uma sequência em que o aparato público não age para recompor vínculo familiar. Ele age para esmagar. Segundo o relato, a retirada foi feita à noite, com oficiais de justiça, policiais militares e conselheiros tutelares, levando duas crianças que estariam dormindo para uma casa de passagem. O Estado não bateu na porta para ajudar. Bateu como operação. Depois, a defesa afirma que houve audiência dentro do acolhimento e que a participação do advogado foi indeferida naquele momento, deixando o casal em condição de fragilidade. Aí vem a cereja amarga: a advogada relata um ambiente de intimidação, com forte presença policial, e descreve procedimentos de revista considerados humilhantes e desnecessários. Isso não é detalhe. Isso é método. Se você desestabiliza psicologicamente, você cria reação. E quando a reação vem, você escreve no relatório que o pai é hostil. O que torna tudo ainda mais corrosivo é o silêncio imposto. A defesa chama de abusiva a decisão que tenta amarrar a boca de advogados e pais, impedindo que se fale do caso, mesmo sem exposição das crianças. Quando o sistema começa a tratar palavra como crime e transparência como ameaça, a pergunta muda. Já não é só “o que está acontecendo com essa família”. É “o que o Estado quer esconder”. A estratégia anunciada pela defesa inclui mandado de segurança e denúncias a órgãos de controle, além de questionamentos formais por prerrogativas profissionais. E tem outro ponto que não pode ser varrido para baixo do tapete: a defesa questiona condições do acolhimento, relata que os pais estariam há mais de 30 dias sem ver os filhos e descreve potencial prejuízo emocional às crianças. No meio disso tudo, existe um componente que exige ser tratado com seriedade, não com histeria de rede social. Vacinação infantil é tema sensível, médico e jurídico. O Estado tem dever de proteger a criança. Pais têm dever de cuidar. E quando há contraindicação médica, o devido processo e a prudência deveriam ser regra, não exceção. O que não pode é transformar o instituto de proteção em instrumento de punição, e a criança em troféu administrativo. Ao final desta publicação, deixarei links de estudos, pesquisas e manifestações técnicas de autoridades com reconhecido conhecimento na área da saúde que relatam possíveis danos e efeitos adversos associados à vacinação em crianças. Não se trata de opinião pessoal nem de histeria de rede social, mas de material documentado, analisado e debatido fora do circuito de slogans. Informação não é crime. Questionamento técnico não é negacionismo. É parte essencial de qualquer sociedade que ainda se pretende racional. Porque se as “únicas justificativas” clássicas para afastamento do lar envolvem maus-tratos, abuso ou abandono, como a defesa afirma, então o ônus de demonstrar necessidade, proporcionalidade e urgência é gigantesco. Se isso não estiver muito bem amarrado, o que sobra é um Estado que perdeu a mão e resolveu compensar no grito. E é aqui que entra o chamado público que precisa ecoar no Rio Grande do Sul. Parlamentar não existe para postar frase bonita e sumir quando o caso é desconfortável. Parlamentar existe para fiscalizar, requisitar informações, cobrar alvarás, questionar procedimentos, acompanhar acolhimento, exigir transparência sem expor menores. Arroio Grande não pode virar laboratório de abuso institucional. Criança não pode virar justificativa para atropelar direito. E justiça não pode ser sinônimo de silêncio imposto. Se esse caso não for revisto com rigor, o recado para qualquer família fica assustador: hoje é “por vacina”. Amanhã pode ser por qualquer coisa. E quando o Estado aprende que pode entrar às 10 da noite e sair carregando seus filhos, o nome disso não é proteção. É poder sem freio. LINKS de estudos e questionamentos: Parabéns à Revista Oeste e a todos os envolvidos nesta entrevista. Para aqueles que ainda não sabem do caso, o vídeo pode dar luz. Osmar Terra Zucco Mauricio Marcon Marcel van Hattem Sanderson Giovani Cherini Deputado Delegado Zucco

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,575 просмотров • 8 месяцев назад

Mais um escândalo, Lindbergh Farias chama o deputado Alfredo Gaspar de “estuprador” durante a leitura final do relatório da CPMI do INSS, comissão que já havia sido enterrada pelo consórcio PT-STF. O que aconteceu no Parlamento é a fotografia perfeita do Brasil que esse sistema apodrecido construiu. A CPMI do INSS, que deveria servir para expor, investigar e punir os responsáveis por um escândalo brutal contra aposentados e pensionistas, foi primeiro sepultada pelo consórcio PT-STF e agora está sendo desmoralizada, humilhada e transformada em palco de degradação moral pelos próprios agentes do PT dentro do Congresso. Durante a leitura final do relatório, Lindbergh Farias chamou Alfredo Gaspar de “estuprador”, num ataque abjeto, repugnante e revelador do nível de sordidez a que essa gente chegou. Não satisfeitos em trabalhar para destruir a comissão por fora, agora atuam para avacalhá-la por dentro. E Paulo Pimenta também faz parte desse show de horrores, dessa operação de deboche, cinismo e blindagem política. Vale ressaltar que o deputado Alfredo Gaspar está em seu primeiro mandato e fez muito mais pelo Brasil do que o PT em 20 anos no poder. É isso que o PT faz com o Brasil - corrompe as instituições, degrada o debate público, asfixia investigações incômodas e depois transforma tudo em circo, insulto e lama. Não basta enterrar a verdade, é preciso zombar dela em praça pública. O que estamos vendo não é apenas uma baixaria parlamentar, é a evidência do nível decadente de moralidade em que o Brasil foi jogado. Um país em que uma comissão sobre fraudes contra aposentados termina soterrada pelo Supremo e achincalhada por parlamentares petistas durante a leitura final do relatório é um país moralmente morto, institucionalmente falido e politicamente sequestrado. Isso é o PT. Isso é o Brasil que eles ajudaram a construir.

Karina Michelin

16,178 просмотров • 6 месяцев назад

gente vamos falar um negócio que n da mais de ignorar? pra ser fã da luisa hoje tem q ter paciência de santo, quando finalmente vem uma semana mais ou menos com uns virais bons, ela vai lá e entrega de bandeja motivo pra hate. pra que explicar conceito de era que ninguém pediu????? é tudo extremamente largado, desde 2024 esse descaso, sequência de decisões ruins, nada se sustenta, nada evolui, e sempre que parece que vai melhorar ela mesma puxa pra baixo, chega a ser cansativo acompanhar e por isso vários fãs estão sumindo, não é birra com equipe e sim carinho pela artista que vimos crescer e estamos vendo cair a Sony Music Brasil então é outro descaso, teve música que caiu no gosto do povo e não foram capazes de colocar nem na hot hits, zero impulso, nada… (fora outras músicas do bp com potencial que nunca vão ser descobertas), então assim, esperar alguma coisa dali é se iludir muito pq já ficou claro que largaram de mão.. vai ser a nova pabllo que hita a cada 10 primaveras e vive de museu (coisa que nunca precisamos nos preocupar a imagem? só piora, ela insiste nessa persona cool que adotou em 2023 quando andava com a conka… não soa mais natural e muito menos legal, só reforça TUDO que falam dela e ninguém dentro da equipe percebe ou tem coragem de falar que ta um poço de chatice! dava pra entender ate 2024 mas tipo… agora a questão da mynd é revoltante também, ela vive sendo linchada pois dizem que ela tem as páginas nas mãos.. realidade? as páginas não ajudam com merda nenhuma e nem mesmo essa agência porque pro tamanho que ela tem, o suporte é inexistente, não existe estratégia, não tem controle de imagem e muito menos posicionamento, parece que deixaram a carreira dela solta e dane-se não exige esforço p enxergar, luisa nao cabe mais na mynd e os profissionais que atuam com ela nao agregam mais. nao é mais vista com famosos como anteriormente, nao fecha mais publicidades do tamanho dela e perdeu total a comunicação com o público, perdeu o engajamento e ta perdidinha.. isso vem desgastando os fãs que estão passando por essa situação desde 2025 pedindo um rebranding com urgência e a equipe nao acata detalhe desanimador é que ninguém ao redor confronta, só acham legal (ou fingem?), blindam ela e distorcem críticas entregando tudo mastigado como se fosse ataque, sendo que muita coisa vem de quem consome e quer ver ela bem!! não dá mais pra tratar como fase, é um problema estrutural gigante na carreira, precisa de mudança urgente e de gente que saiba trabalhar imagem e comunicação, porque do jeito que tá é #lexa o mais frustrante é que apesar de todo essse hatetrain (com ctz um dos maiores do país há anos consecutivos pois nada é feito) é que o público não virou as costas, ainda existe uma GRANDE abertura clara pra abraçar ela como já foi um dia, oq impede hj é o próprio caminho que ela trilha, chega num ponto que vira vergonha alheia as exposições que afastam quem quer apoiar e tudo isso escancara a falta de uma equipe que puxe pra realidade, que segure quando precisa, porque talento e espaço ela ainda tem, o que falta é alguém impedir ela de continuar sabotando a própria imagem.

guizinho

30,892 просмотров • 4 месяцев назад