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A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda. Provérbios 16:18. Cara, esse trecho é, para mim, até agora, um dos piores trechos desse podcast. Mas vamos lá, vamos desmentir ponto a ponto. Em nenhum momento, Ana Campagnolo, Carlos Bolsonaro impôs nada a ninguém. Em...

51,565 views • 3 months ago •via X (Twitter)

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Eduardo Bolsonaro foi direto e sem rodeios. Deixou claro que Ana Campagnolo errou ao transformar um assunto interno do partido em espetáculo público. Segundo ele, quem está dentro de um projeto político liderado por Jair Bolsonaro precisa respeitar hierarquia e comando. Isso não é censura, é coerência. Ele lembrou que dentro de qualquer estrutura política existe liderança e disciplina, e que o que Jair fala deve ser seguido. Eduardo foi cirúrgico ao expor o teatro de vaidades que vem corroendo a direita. Disse que há pessoas travestidas de conservadoras que se promovem às custas do nome Bolsonaro. Relembrou que Carlos sempre esteve no campo de batalha, que foi ele quem montou a estrutura digital de 2018, que abriu mão de se candidatar para eleger o pai e sustentar o movimento. E agora tentam diminuí-lo como se fosse um intruso em Santa Catarina. Ele não poupou críticas a influenciadores que surfam na onda bolsonarista enquanto trabalham para sabotar por dentro. Chamou de oportunistas os que querem fazer do debate uma vitrine de ego e não um projeto coletivo. Reforçou que essa desordem pública só serve aos inimigos, porque a esquerda nunca se divide em praça pública. Eduardo citou o próprio pai como exemplo. Jair Bolsonaro sempre defendeu hierarquia e lealdade, e indicou Carlos para o Senado em Santa Catarina. Questionar isso, segundo ele, é enfraquecer o líder, é repetir o erro dos que traíram depois de crescer à sombra dele. O recado final foi certeiro. Chega de disputa interna, chega de estrelismo. O bolsonarismo não é palco de ego, é trincheira. Quem não entende hierarquia política, quem usa o nome de Bolsonaro para se promover e depois morde a mão que o alimentou, está do lado errado da história. Eduardo encerrou lembrando Olavo de Carvalho: a política não é uma luta de ideias, é uma luta de grupos. Ou se apoia o líder, ou se destrói o movimento. O bolsonarismo não precisa de críticos internos, precisa de soldados.

・ Ice ・  Ⅹ ・

24,579 views • 8 months ago

O mau-caratismo. O que a gente pode perceber aí são várias coisas, né? O mau-caratismo, o cinismo, a desonestidade intelectual. E eu não estou nem falando da Michelle. Não estou nem vou tocar no nome da Michelle, nem quero saber da Michelle Bolsonaro, não me interessa. O que me interessa agora, no momento, claro que ela tem participação, e muita participação, grandiosíssima, em todo esse turbilhão que está acontecendo em nosso meio. Mas você vê o cinismo do Nikolas, o mau-caratismo do Nikolas Ferreira, a desonestidade intelectual. O cara fez coisas que, na minha visão, são absurdas, compartilhar perfil. E não é a primeira vez. O que o Eduardo está falando é certíssimo, não é a primeira vez que o Nikolas Ferreira dá palco para perfis que falavam e falam mal do Jair Bolsonaro e agora falam e continuam falando mal do Jair Bolsonaro e do Flávio Bolsonaro. Não é a primeira vez que Nikolas usa suas redes sociais para dar palco para esse povo. E o Eduardo Bolsonaro simplesmente alertou mais uma vez aquilo que já sabíamos. O papel do Flávio é excelente, ele quer pacificar, ele quer, ele tem uma eleição para vencer, isso é normal, isso é política. Mas isso não quer dizer que nós, apoiadores, vamos passar pano para essa canalhice do Nikolas Ferreira. Não vamos passar pano para essa canalhice. Esse cara, esse cara é um ser abjeto, é um ser canalha, cínico, que usa a palavra de Deus, que usa a religião como arma, como escudo, para se valer de alguma coisa e para poder implicar as suas sandices. E o pior são as pessoas normalizando isso tudo. Não, eu não vou normalizar. Respeito, sim, o Flávio Bolsonaro, vou votar nele, assim como a minha família vai votar nele. Acho que o momento é, sim, de uma união, mas nós não podemos nos unir com pessoas que estão nitidamente aliadas com o inimigo, que confabulam e acham graça com o inimigo. Não posso fazer isso, eu não posso, não posso e não vou fazer. Então, infelizmente, vou, sim, mostrar e bater de frente com esse Nikolas Ferreira e toda essa corja de desafetos que querem colocar em primeiro lugar questões pessoais e não do Brasil, e que hoje falam mal do Jair Bolsonaro, que é um dos maiores líderes da direita e que, se não fosse Jair Bolsonaro, Nikolas nem existiria. Se não fosse o Eduardo Bolsonaro estendendo a mão, Nikolas nem existiria. Então, não, não vou passar pano e vou dar porrada, sim, e vai ser porrada seca.

Clarke de Souza

36,405 views • 3 months ago

Cleitinho, eu estava te esperando. Você sempre se retrata, não é? Também não gosto de cortes fora de contexto ou de trechos pinçados maldosamente, como fazem muitos lulistas e petistas com Bolsonaro e os bolsonaristas. Não acredito que o corte que rodou foi com essa intenção, mas vamos vê-lo novamente junto com outros trechos da sua entrevista. Quem sabe ao final, você entenda que não é Jesus Cristo. A sua ânsia em se defender sobre falar de ser grato a Bolsonaro fez você se justificar por nada. Na entrevista, você mesmo disse que seria grato a ele pelo resto da vida, então nesse caso não precisaria se retratar e emendar com: “quis dizer que continuarei pagando.” E já que estamos falando da entrevista, quando perguntaram se você seria candidato ao governo do estado, você respondeu que iria sozinho novamente, como foi candidato a senador sozinho. Onde foi parar Bolsonaro aí ? Aqui você mostra a sua ingratidão ou seria um lapso de memória? No seu vídeo da retratação você diz: “ … minha gratidão será para o resto da vida com “vocês” (apoiadores de Bolsonaro). Na entrevista, o contrário: “Eu tenho gratidão por Bolsonaro, não é com a família, com os filhos, NÃO É COM OS APOIADORES NÃO. Você é bipolar ? Quando perguntaram se você não é de nenhum lado, se não é bolsonarista nem lulista, você respondeu: “Eu sou Jesus Cristo.” Jesus Cristo não descerá dos céus pra te dar votos, tanto é que você veio se retratar com a BASE BOLSONARISTA, porque sabe que seus votos saem daqui e NÃO DOS PETISTAS. O problema de pessoas como você é não sustentar que a verdade de hoje PODE não mais ser a mesma do passado e ficar nesse escorregão de palavras. Gratidão e lealdade, senão forem para ser verdadeiras, é melhor que sejam cortadas. Por último, você apoiou o picareta do Marçal, mas não apoiaria Eduardo, e falar de Michelle pro Senado é o atalho perfeito pra não ter que dizer em alto e bom som que também não a apoiaria.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

242,222 views • 8 months ago

As discussões entre Nikolas e Eduardo têm um ponto importante… Mas tem uma coisa que ninguém está falando. Ter milhões de seguidores não te faz líder. Te dá alcance. Mas liderança… exige maturidade. Exige saber o peso do que você fala. E principalmente… do que você deixa de falar. Tudo começou lá no X. Um comentário com tom de deboche. Uma resposta atravessada. E pronto… virou discussão. Mas o problema não é a risada. É o que isso revela. Hoje, muita gente confunde influência com liderança. Influência mobiliza. Mas liderança direciona. E são coisas completamente diferentes. União também não é concordar com tudo. Isso não é união. Isso é conveniência. O verdadeiro líder é aquele que, mesmo discordando, sabe colocar o projeto — e a sociedade — acima do próprio ego. E é aí que a diferença aparece. Porque quando o cenário esquenta, fica claro quem quer construir… e quem só quer ter razão. O episódio do Flávio mostrou uma coisa: Quando há direcionamento, a base responde. Rápido. Forte. Mas isso não pode acontecer só em crise. Não pode ser reação. Tem que ser postura. Tem que ser constância. Se existe um projeto maior, ele precisa estar acima das disputas internas. Porque divisão enfraquece. E vaidade destrói qualquer movimento. No fim, não é sobre Nikolas. Não é sobre Eduardo. É sobre quem está pronto para liderar de verdade. E liderança de verdade não grita mais alto… Ela sustenta mais peso. Menos ego. Mais responsabilidade. Porque quem quer liderar um país… precisa, antes de tudo, saber liderar a si mesmo.

Paulo Mansur

65,064 views • 3 months ago