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A Universidade de SP e o Instituto Butantan desenvolvem uma pesquisa promissora sobre três tipos de câncer. Um paciente que luta contra a doença há 13 anos, que estava com o organismo tomado de tumores, deixou o hospital sem nenhum tumor ativo: #JH

33,078 views • 3 years ago •via X (Twitter)

10 Comments

Luciana Silva's profile picture
Luciana Silva3 years ago

Orgulho mil da ciência brasileira, tenho uma prima pesquisadora tbm na área e sei o quanto lutam em busca da cura da câncer

Wendel's profile picture
Wendel3 years ago

Glória a DEUS 🙌🏽📖🙏🏽

Alexandre Monteiro's profile picture
Alexandre Monteiro3 years ago

Que fato maravilhoso!

Pa Carols's profile picture
Pa Carols3 years ago

Viva a ciência ✊🏽

lulu🌸's profile picture
lulu🌸3 years ago

Este método está disponível para pacientes do SUS? Como e onde podemos marcar esta consulta vulgo procedimento?

leocilane santos's profile picture
leocilane santos3 years ago

Notícia incrível!!! 🙏🏽🙏🏽🙏🏽🙏🏽

Themis Carvalho's profile picture
Themis Carvalho3 years ago

Glória a Deus e à ciência

Lidia's profile picture
Lidia3 years ago

lola

ROSANGELA's profile picture
ROSANGELA3 years ago

🙏🙏 amém

Patricia Stafuzza Bach's profile picture
Patricia Stafuzza Bach3 years ago

Olá. Como faço para entrar em contato. Parente meu precisa... obrigada.

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g1 20 anos - Em 2006, um homem descobriu um câncer de pele agressivo. Foi operado e, depois disso, não havia mais nada a fazer. Nenhum comprimido, nenhuma infusão. Era tudo que a medicina tinha a oferecer para ele. Em 2026, foi a vez da mulher dele descobrir um câncer de pele agressivo, um tipo raro. Ela foi operada, fez radioterapia e começou a receber um tratamento que simplesmente não existia quando o marido ficou doente. Entre um caso e o outro, a biologia dos tumores continuou exatamente a mesma. O que mudou foi a medicina. Nesse intervalo, a oncologia trocou de pergunta. Deixou de perguntar apenas em que órgão o tumor nasceu e passou a perguntar o que ele fez com o sistema imunológico do paciente — e como desfazer isso. A resposta a essa segunda pergunta, a imunoterapia, transformou doenças que eram sentença de morte em condições crônicas, rendeu o Nobel de Medicina de 2018 e criou um problema que nenhum sistema de saúde do mundo resolveu: o preço. Quando o g1 foi lançado, o cardápio da oncologia era basicamente esse: cirurgia, radioterapia e quimioterapia respondiam por quase tudo "Para escolher o tratamento de um paciente com câncer de pulmão metastático, eu precisava saber apenas se o tumor era de pequenas células ou não", diz Helano Carioca Freitas, líder do Centro de Referência de Tumores de Pulmão e Tórax do A.C.Camargo Cancer Center. Era só isso. A sobrevida mediana ficava em torno de dez meses, e 15% dos pacientes chegavam a dois anos. Hoje, o oncologista pede o perfil molecular do tumor e encontra, em cerca de metade dos casos, uma mutação que funciona como motor da doença e para a qual já existe um remédio desenhado sob medida. Em alguns casos de câncer de pulmão, onde a imunoterapia funciona, a chance de um paciente sobreviver pelo menos cinco anos passou de 4% para 33%. #g1 #g120anos #g1saúde #tiktoknotícias

g1

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