正在加载视频...

视频加载失败

🎥 “A Vale tem usado o termo ‘extravasamento’, e isso é mentira!” Afirmou, a deputada Duda Salabert. O Governo de Minas Gerais multou a Vale em R$ 1,7 milhão após o vazamento de água ocorrido no dia 25. Veja o vídeo da deputada Duda Salabert, que foi ao local...

16,306 次观看 • 6 个月前 •via X (Twitter)

0 条评论

暂无评论

原始帖子的评论将显示在这里

相关视频

Nos últimos meses, publicamos diversas reportagens em A Investigação sobre as engrenagens da mineração ilegal em Minas Gerais. Elas eram o pano de fundo e o contexto para esta reportagem sobre a tragédia de Brumadinho, que matou 272 pessoas em 25 de janeiro de 2019. A Vale sempre afirmou que foi um acidente. Os documentos reunidos para esta reportagem mostram outra história. As investigações da Polícia Federal e das CPIs já haviam demonstrado que os laudos que atestavam a estabilidade da barragem foram fraudados. Mas a fraude só ganha sentido quando se examina o negócio da New Steel. Em 11 de dezembro de 2018, a Vale anunciou a compra da New Steel por cerca de R$ 2 bilhões. No mesmo dia, obteve autorização para explorar os rejeitos da própria B1 — o material que a barragem continha. A licença só foi possível porque a estrutura estava classificada como estável. Quarenta e cinco dias depois, a barragem colapsou. A Vale sabia do risco. Mesmo assim, não retirou os funcionários. A Polícia Federal concluiu que o gatilho do rompimento foi uma perfuração feita pela própria empresa, no mesmo dia, para coletar amostras do material que pretendia vender. A Investigação teve acesso a um acordo secreto assinado pela Vale em julho de 2017, que revela que o interesse em explorar os rejeitos da B1 existia muito antes do desastre. A CPI de Brumadinho solicitou todos os contratos relacionados aos rejeitos da barragem, mas esse acordo nunca foi entregue. Entre as empresas que assinaram o acordo estavam justamente as contratadas pela Vale para realizar a limpeza dos rejeitos após o rompimento. Essas mesmas empresas apareceriam anos depois em investigações sobre mineração ilegal na Serra do Curral. Três anos após a compra, ao incorporar a New Steel, a Vale registrou seu valor em menos de R$ 80 milhões — cerca de 4% do que havia pago. Há ainda uma contradição formal: em 2018, diante do Cade, a Vale afirmou que o valor da New Steel se justificava pela “rentabilidade futura dos rejeitos”. Em 2022, diante da CVM, declarou que rejeitos “não são ativo de nenhuma natureza”. Sete anos depois, nenhum dos responsáveis centrais pelo rompimento de Brumadinho está preso. A Vale voltou a registrar lucros bilionários, enquanto as famílias das vítimas ainda aguardam na Justiça as compensações prometidas. Leia a reportagem completa em A Investigação:

David Ágape

13,633 次观看 • 2 个月前