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A 𝒎 𝒊 𝒏 𝒔 𝒉 𝒚 é o tipo de mulher que domina sua mente 😈🔥 Branquinha de sardas, olhar provocante e um corpo de outro mundo. Entre lingeries sensuais, boquetes caprichados e vídeos dando o cuzinho, ela entrega tudo: sexo real e closes que deixam qualquer um...

28,525 views • 10 months ago •via X (Twitter)

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Reparem bem na fala dessa mulher, dessa humorista da Rede Globo. Ela não quer só que o filho seja gay. Ela quer que o filho seja gay e promíscuo. Chuca é aquela operação em que se tira as fezes do ânus para fazer sexo anal. O banheirão é uma prática de sexo explícito dentro de banheiros públicos com vários homens. Ela relaciona a homossexualidade à promiscuidade.Isso sim é homofobia. Isso sim é rebaixamento de uma condição sexual a uma condição animalesca. A gente sabe que, quer seja para homossexuais, para heterossexuais, para bissexuais, a sexualidade , para quem é maduro, é uma ponte do desejo para possibilidade de afeto, de amor, não simplesmente de submeter-se como objeto pornográfico ao desejo de outrem ou ao desejo concupiscente de si mesmo. Ou seja, ela está sendo homofóbica. Ela está jogando a homofobia para o próprio filho e está jogando a objetificação sexual relacionada à promiscuidade, à pornografia , a falta de contemplação do outro ser humano , que simplesmente se torna o objeto de sua vulgaridade sexual. Ela está objetificando sexualmente o próprio filho . Essa é a mulher que mandava nudes para o Marcius Mellen e o acusou de assédio sexual depois. Ou seja, ela calcula o preço da sua promiscuidade, da sua vulgarização do sexo, do próprio filho e do próprio corpo. Ela faz disso um tipo de humor , um humor sem graça, chulo, que objetifica a própria alma do ser humano, que usa do próprio filho para fazer do filho um instrumento de promiscuidade relacionado a uma condição sexual. E se esse é o tipo de gente que faz o humor na Rede Globo, esse tipo de humor, sim, negro e chulo, que é baixo, que é réptil. Ela não deve ser presa. Uma mulher dessas simplesmente não merece ser ouvida. E ela fala para milhões de pessoas que tem a cabeça vazia, que induz o vazio a milhões de pessoas .
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Reparem bem na fala dessa mulher, dessa humorista da Rede Globo. Ela não quer só que o filho seja gay. Ela quer que o filho seja gay e promíscuo. Chuca é aquela operação em que se tira as fezes do ânus para fazer sexo anal. O banheirão é uma prática de sexo explícito dentro de banheiros públicos com vários homens. Ela relaciona a homossexualidade à promiscuidade.Isso sim é homofobia. Isso sim é rebaixamento de uma condição sexual a uma condição animalesca. A gente sabe que, quer seja para homossexuais, para heterossexuais, para bissexuais, a sexualidade , para quem é maduro, é uma ponte do desejo para possibilidade de afeto, de amor, não simplesmente de submeter-se como objeto pornográfico ao desejo de outrem ou ao desejo concupiscente de si mesmo. Ou seja, ela está sendo homofóbica. Ela está jogando a homofobia para o próprio filho e está jogando a objetificação sexual relacionada à promiscuidade, à pornografia , a falta de contemplação do outro ser humano , que simplesmente se torna o objeto de sua vulgaridade sexual. Ela está objetificando sexualmente o próprio filho . Essa é a mulher que mandava nudes para o Marcius Mellen e o acusou de assédio sexual depois. Ou seja, ela calcula o preço da sua promiscuidade, da sua vulgarização do sexo, do próprio filho e do próprio corpo. Ela faz disso um tipo de humor , um humor sem graça, chulo, que objetifica a própria alma do ser humano, que usa do próprio filho para fazer do filho um instrumento de promiscuidade relacionado a uma condição sexual. E se esse é o tipo de gente que faz o humor na Rede Globo, esse tipo de humor, sim, negro e chulo, que é baixo, que é réptil. Ela não deve ser presa. Uma mulher dessas simplesmente não merece ser ouvida. E ela fala para milhões de pessoas que tem a cabeça vazia, que induz o vazio a milhões de pessoas .

Adrilles Jorge

161,675 views • 1 year ago

ACORDA HOMENS!!!! A PL DA MISOGINIA NÃO TEM IDEOLOGIA! Renata Vieira, pré-candidata a deputada estadual pelo PL em Minas, virou o exemplo mais limpo que a gente podia ter do estrago que a lei da misoginia causa na vida de homem trabalhador. A assessoria dela soltou nota oficial ontem e o texto diz que o entregador do ifood soube da candidatura pelo Partido Liberal e começou com ofensas e insinuações políticas. Daí ela recusou a entrega e que quando tentou impedir que a mercadoria voltasse pro veículo, foi agredida fisicamente por ele, que usou superioridade física. Ela se defendeu. Sofreu lesões. Foi pro médico, fez exame de corpo de delito no IML. Polícia registrou BO. Investigação em andamento. A nota enquadra como agressão contra mulher + intolerância política e repudia violência de gênero. Tudo muito bem montado. O que a nota não menciona é que já circulava vídeo mostrando ela dando tapa e arremessando pedra no cara. Mesmo assim o protocolo rodou inteiro: IML, nota oficial, narrativa de vítima de agressão física e de posicionamento político que vira “violência contra mulher”. O mecanismo está aí, pronto. É exatamente isso que a lei da misoginia faz! Não precisa provar ódio de gênero de verdade. Basta a mulher ser mulher, o homem ser homem e existir um atrito físico. O resto o sistema completa sozinho. Corpo de delito, nota de assessoria, enquadramento como vítima. O homem vira réu em potencial com risco de processo agravado. Vida profissional, família, conta bancária... tudo em jogo. E o detalhe que não some: Renata não é de esquerda. Não é militante feminista. Disputa cargo pelo PL. Mesmo assim, quando a história esquentou, ela acionou o mesmo script que qualquer outra usaria. Eu sou a mulher agredida. Olhem pra mim. Sem a filmagem que alguém fez, o entregador estaria preso ou com processo rolando agora. Porque o sistema não costuma esperar o contraditório quando a história que chega primeiro é “homem agrediu mulher”. O vídeo salvou ele. A maioria dos caras não tem câmera filmando quando discute com mulher na rua, no trabalho ou em qualquer lugar. Esse é o tamanho do mal. A lei não protege ninguém de verdade. Ela cria uma blindagem automática pra um lado e uma espada permanente sobre a cabeça do outro. E não escolhe time. Come homem de direita, de esquerda, entregador, pedreiro, taxista, marido, irmão. Qualquer um. O trabalhador de BH é só o caso do dia. Amanhã pode ser qualquer um de nós. E quando a lei da misoginia passar de vez, o vídeo nem sempre vai existir. Aí o estrago fica ainda maior.

William Alves | Fala Will

231,562 views • 1 month ago

Francisco Rodrigues dos Santos: "De um lado, temos assassinos que estão a provocar um genocídio. Do outro, temos ativistas políticos. Não tenho dúvidas de que lado estou" 🤡 É chocante assistir à inversão moral que domina o debate sobre Israel. Um país democrático e soberano, brutalmente atacado por uma organização terrorista, é tratado como agressor por uma comunicação social que prefere ignorar os factos e proteger uma narrativa politicamente conveniente. O Hamas não é um movimento de resistência, é uma força jihadista que oprime o seu próprio povo, persegue opositores, usa civis como escudos humanos e tem como objectivo declarado a destruição de Israel. Foi esta organização que invadiu, assassinou, violou e raptou inocentes. E, ainda assim, há comentadores e jornalistas que falam de “proporcionalidade”, como se houvesse equivalência moral entre terroristas e um Estado que se defende. A “flotilha humanitária” é outro exemplo dessa farsa mediática. Nenhum dos barcos levava comida, medicamentos ou qualquer ajuda essencial. Levavam câmaras, bandeiras e um propósito político: provocar Israel e fabricar propaganda. Não era um gesto de humanismo, mas um espectáculo cuidadosamente encenado para manchar o nome de um país que luta pela sua sobrevivência. Mais grave do que a mentira é a cumplicidade. Grande parte da comunicação social e muitos comentadores transformaram-se em instigadores de ódio, disfarçados de defensores da paz. Espalham desinformação, omitem o terror do Hamas e reacendem preconceitos anti-judaicos que a História já devia ter sepultado. Israel tem o direito, e o dever, de se defender. Qualquer outra nação faria o mesmo. Mas, quando se trata de Israel, o mundo fecha os olhos ao terror e culpa quem resiste. Defender Israel não é partidarismo, é coerência moral. Porque aceitar a mentira, distorcer os factos e normalizar o ódio é, no fundo, dar vitória ao terrorismo. Enquanto este pateta se limita a ser um comentador de quinta, Nuno Melo cumpre as suas funções como Ministro da Defesa.

Cláudia Teixeira

23,369 views • 11 months ago