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Ana Sayfaya Dön

Abuso de poder não é exceção, é sintoma. Policiais do Bope são denunciados por invadir casas de moradores e agir como se estivessem acima da lei: dormiram, usaram banheiros e consumiram alimentos sem qualquer autorização. Quando quem deveria proteger ultrapassa todos os limites, o que fica é a sensação...

29,685 görüntüleme • 4 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Allan dos Santos fala ao mundo em entrevista a Steve Bannon Essa entrevista não é sobre um nome, é sobre o que está sendo feito com o Brasil diante do mundo. Quando Allan dos Santos fala para uma audiência internacional, o que aparece não é um debate jurídico, é a exposição de um método. Jair Bolsonaro não é tratado como réu, é tratado como obstáculo. Não se busca justiça, busca-se eliminação simbólica, política e física. Isso não é Estado de Direito, é engenharia de poder. O Brasil deixa de ser um assunto interno e passa a ser peça estratégica. Amazônia, recursos, território, influência regional. Quem controla o Brasil influencia a América Latina inteira. É por isso que o reposicionamento do país importa, por isso o afastamento dos Estados Unidos e a aproximação com a China não são acidente, são escolha. E toda escolha exige remover quem atrapalha o projeto. Quando o Judiciário deixa de ser limite e passa a ser instrumento, a toga vira arma. Quando organizações criminosas deixam de ser tratadas como ameaça real, o Estado já está contaminado. Quando empresas condenadas por corrupção são reabilitadas por decisões convenientes, o sistema deixa de disfarçar. O que está em jogo não é uma eleição. É soberania. É alinhamento civilizacional. É decidir se o Brasil será uma nação autônoma ou um território funcional a interesses ideológicos, econômicos e criminosos. E quando essa denúncia começa a ecoar fora do país, é sinal claro de que o problema já ultrapassou nossas fronteiras. Não é teoria. É alerta. Créditos: Allan Dos Santos , Revista Timeline

・ Ice ・  Ⅹ ・

17,154 görüntüleme • 7 ay önce

Resgatando o passado. E aqui não é narrativa, é registro de um momento que muita gente prefere esquecer. Março de 2018 Em um vídeo gravado em meio a uma onda de assassinatos de policiais no Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro fez uma defesa direta de quem estava sendo abatido enquanto o restante do sistema assistia em silêncio. Não era discurso de gabinete, era posicionamento diante de uma realidade brutal. Ele expôs o que estava acontecendo sem maquiagem. Policiais sendo mortos dentro e fora de serviço, famílias destruídas e uma sensação crescente de abandono. O problema não era pontual, era estrutural. Um sistema que não protege quem protege a sociedade. O ponto central foi claro. Segurança pública não funciona quando quem está na linha de frente está desamparado. Quando a lei é fraca, quando o criminoso encontra brechas e quando o policial vira alvo fácil, o resultado é inevitável. A balança deixa de ser justa. A defesa foi objetiva. Mais respaldo para a polícia, leis mais duras e uma mudança real na forma como o Estado encara a segurança pública. Não como estatística, mas como prioridade. No fim, o recado que ficou continua atual. Quando quem combate o crime perde espaço, o crime avança. E quando isso acontece, não é só o policial que perde. É a sociedade inteira. Porque quando alguém mantém a mesma linha por anos, não é estratégia. É convicção. E convicção, quando chega ao poder máximo, deixa de ser discurso. Vira direção. Flávio Bolsonaro - Presidente 2026

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,103 görüntüleme • 3 ay önce

Essa frase não é inocente. É baixa. E é baixa porque se esconde atrás de um tom supostamente analítico para fazer um rebaixamento simbólico calculado. "O Lula mesmo, há oito anos, estava preso [...] hoje é presidente da república. Então, ASSIM COMO, também Bolsonaro, agora está preso e quem sabe: pode também virar o presidente da república, né?! Pelo visto brasileiro gosta de um ex-presidiário". Quando se diz que Lula esteve preso e hoje é presidente e em seguida se acrescenta “assim como Bolsonaro”, o que se faz não é uma constatação histórica neutra. É um enquadramento. Não se comparam crimes, dizem. Mas se igualam trajetórias. Não se misturam contextos, dizem. Mas se coloca tudo no mesmo pacote narrativo. O efeito é imediato e proposital. Bolsonaro deixa de ser vítima de perseguição e passa a ser tratado como mais um personagem do folclore nacional do ex presidiário reciclável. Isso não é leitura fria do cenário. É normalização da injustiça. Bolsonaro não está preso porque o sistema falhou. Está preso porque enfrentou o sistema. Lula voltou apesar do sistema. Bolsonaro está sendo esmagado por ele. Tratar essas duas realidades como equivalentes é desonestidade intelectual travestida de pragmatismo político. E quando se arremata com a frase de que o brasileiro gosta de ex presidiário, o desprezo fica completo. O problema deixa de ser o Judiciário, a perseguição seletiva, o jogo de poder e passa a ser o povo. Como se tudo fosse fruto de uma tara cultural, não de engenharia política, narrativa judicial e manipulação contínua. É a terceirização da culpa em sua forma mais confortável. Essa fala não fortalece Bolsonaro. Ela o dilui. Não denuncia o sistema. Ensina a conviver com ele. Não aponta a injustiça. A transforma em precedente. É o tipo de discurso que não se queima com ninguém. Agradável ao establishment, palatável ao centro, seguro para quem quer parecer maduro, institucional e viável. Enquanto isso, o símbolo é amortecido. O perseguido é normalizado. A exceção vira estatística. Isso não é defesa. É acomodação. Não é coragem. É conveniência. Colocar Bolsonaro nessa moldura não é protegê-lo. É torná-lo administrável. É dizer, em outras palavras, que tudo está dentro do jogo, que basta esperar o tempo passar, que a injustiça pode ser digerida como estratégia. E quando a injustiça vira estratégia, quem ganha não é o perseguido. Ganha quem espera a vez sem precisar enfrentar nada.

・ Ice ・  Ⅹ ・

35,940 görüntüleme • 8 ay önce

O Brasil atravessou uma linha perigosa. Aquela em que a falta de humanidade deixa de ser exceção e vira método. Quando um homem aparece ferido, sangrando, precisando de atendimento médico, e a reação de parte da mídia é o silêncio cínico ou a relativização burocrática, algo essencial já apodreceu. Não se trata de política. Não se trata de direita ou esquerda. Trata-se de um ser humano em sofrimento e de um sistema que escolheu fingir que não vê. A dor não virou pauta. Virou inconveniente. Se fosse um criminoso útil, desses que a engrenagem protege, o protocolo seria automático. Atendimento imediato. Cuidado. Direitos garantidos. Mas quando o alvo é Jair Bolsonaro, a regra muda. A exceção vira norma. A crueldade vira procedimento. E não é só ele. É a família inteira submetida a esse espetáculo de desgaste psicológico. Mulher, filhos, uma filha jovem assistindo à desumanização pública do pai. Isso não é justiça. Isso é punição simbólica, calculada para humilhar, para quebrar, para servir de exemplo. O mais grave é a naturalização disso. Um ministro que decide quem investiga, quem acusa, quem julga e agora, aparentemente, quem merece atendimento médico. A soberania da medicina substituída pela vontade de um homem. Isso não é rigor institucional. É requinte de crueldade. A imprensa, que deveria ser freio, virou correia de transmissão. Silencia quando convém. Noticia quando já não dá mais para esconder. E ainda tenta enquadrar o absurdo como algo normal, administrativo, rotineiro. Não é. Qualquer sistema minimamente civilizado entende que saúde não é favor. É direito. Não depende de simpatia política nem de alinhamento ideológico. Negar isso é cruzar o limite entre Estado de Direito e perseguição. O que se vê não é apenas abuso. É um recado. Calar, prender, condenar e destruir simbolicamente o maior líder político de um campo inteiro. Não basta derrotar politicamente. É preciso apagar, desmoralizar, desumanizar. Ditaduras não começam com tanques na rua. Começam quando a sociedade aceita que um inimigo político possa sangrar sem socorro. Quando a exceção vira regra. Quando a crueldade vira virtude. E o mais assustador é que já nem tentam esconder.

・ Ice ・  Ⅹ ・

14,387 görüntüleme • 7 ay önce