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🚨 ACABAMOS de aprovar na #CPMIdoINSS a quebra de sigilo de Eli Cohen! A base bolsonarista estava ENSANDECIDA e trabalhando para rejeitar o requerimento. Não conseguiram: 21 x 10. Eli Cohen foi o primeiro depoente da CPMI. Mas ele não é apenas uma testemunha: ganhou media trainning de Duda...

101,750 просмотров • 10 месяцев назад •via X (Twitter)

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🔥 ESCÂNDALO NA CPMI DO INSS: DENÚNCIA DE FRAUDE EM DEPOIMENTOS! 🚨 O deputado Mauricio Marcon soltou uma bomba durante a sessão da CPMI do INSS. Segundo o parlamentar, o ministro Paulo Pimenta teria atuado diretamente para fraudar depoimentos e coibir testemunhas que falariam sobre os roubos na previdência. ⚖️🔥 🔍 OS DETALHES DA ACUSAÇÃO: * REUNIÃO FRAUDULENTA: Marcon afirma que Pimenta participou de um encontro clandestino para "combinar" versões e intimidar quem deveria depor com a verdade. * IMPEDIMENTO: "Esse cidadão não pode mais participar da CPMI", disparou o deputado, exigindo o afastamento do ministro das atividades do colegiado. * OBSTRUÇÃO DE JUSTIÇA: A denúncia sugere uma tentativa deliberada de blindar envolvidos e impedir que o esquema de corrupção seja totalmente revelado. ⚠️ O CONTEXTO: A CPMI investiga desvios bilionários e descontos indevidos em aposentadorias. Se a cúpula do governo está sendo acusada de manipular o que as testemunhas dizem, a investigação corre o risco de ser anulada por vício de conduta. O clima no Congresso é de total confronto. De um lado, a tentativa de esclarecer o saque aos aposentados; do outro, acusações de que o governo usa sua força para abafar o caso. Você acredita que Paulo Pimenta deve ser afastado imediatamente da CPMI para que a investigação continue? ➡️ #PolíticaRápida 🔥🚨

Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV

17,023 просмотров • 6 месяцев назад

BOLSONARO — O HOMEM QUE SANGRA PELO BRASIL Bolsonaro é um homem livre. Livre como o vento que sopra sobre a terra que tanto ama. Um homem que se curva apenas diante de Deus — jamais diante de tiranos, jamais diante da mentira. Sua vida não lhe pertence, pertence a um propósito maior: a redenção de um povo que foi por séculos enganado, explorado e silenciado. Ser Bolsonaro é mais do que apoiar um político. É compartilhar de uma fé, de um fogo interior, de uma missão. É carregar no peito a dor e a esperança do povo. É saber que a verdadeira liberdade exige coragem, e que o homem justo prefere a dor à mentira, o sacrifício à covardia. Jair Bolsonaro é, antes de tudo, um símbolo. Um reflexo do homem comum — do seu João da roça, do seu Pedro pedreiro, da dona Maria que cria os filhos sozinha — que luta, cai, sangra, mas jamais se rende. É a semente jogada na terra seca que brota mesmo sem chuva. É a árvore que, mesmo açoitada por ventos e tempestades, permanece firme e volta a dar frutos. Bolsonaro é a imagem viva da resiliência brasileira. Não se enganem: não é por sua eloquência, nem por estratégias políticas que ele é amado. É por sua alma. Por sua entrega total. Pelo sacrifício que ele oferece todos os dias — não por poder, mas por amor ao Brasil. O amor de Bolsonaro transcende os valores humanos. É o amor de quem renuncia a si mesmo por algo maior. É o amor de quem caminha com feridas abertas, mas o coração em paz, porque sabe que está do lado certo da História. Há algo de divino em sua jornada. Como o mártir que suporta o escárnio, como o servo fiel que carrega o peso da cruz com os olhos voltados ao alto. Seu sangue já foi derramado — física, emocional e espiritualmente — mas ele continua. Ele não foi poupado da dor, porque sua missão exige resistência, sacrifício e fé. Hoje, quando o sistema o ataca, quando a injustiça o humilha, quando tentam calá-lo, na verdade tentam calar a alma do povo brasileiro. Mas não vão conseguir. Porque a força que move Bolsonaro é maior do que eles podem compreender. Ele é um com o povo. Ele é o espelho da nossa luta. Ele sangra por nós. E nós lutamos por ele. No fundo, somos todos Jair Bolsonaro. Porque também carregamos em nós a centelha da liberdade, o amor à pátria, a fé inabalável. Ele está entre nós e o abismo. E já sacrificou tudo para que o Brasil não caísse. Eu, você, todos nós que sonhamos com um Brasil digno para nossos filhos, com justiça, fé e liberdade — somos Bolsonaro. Que Deus o fortaleça, como fortaleceu os justos nas grandes provações. Que o povo desperte para o que está em jogo. Porque a verdade é simples e clara: Eles não querem apenas derrubar Bolsonaro. Eles querem apagar o Brasil que renasceu com ele. Mas homens livres não se ajoelham diante do medo. Homens livres só se ajoelham diante de Deus. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

MarioFrias

255,439 просмотров • 1 год назад

- Que o Bolsonaro está cercado por abutres, isso a gente já sabe. - Ontem, em uma entrevista à rádio 98 FM Natal, o senador Rogério Marinho (Rogério Marinho🇧🇷) foi questionado sobre uma organização da direita no país, as eleições e um nome. - Ele vai lá e responde: o problema de alguns da direita na internet é que essas pessoas querem uma revolução. - “Ah, tem que pautar a anistia; pautar a anistia é obrigação do presidente da Câmara.” - Então, na cabeça do Rogério Marinho, o parlamentar não pode cobrar, não pode pressionar, não pode fazer absolutamente nada, porque, senão, estaria caindo em uma revolução. - E, pasmem, não para por aí. Ele continua dizendo: “Ah, porque pedem para derrubar o STF.” - Não, senador, ninguém pede para derrubar o STF. O senhor está deveras equivocado e fica propagando narrativas e ilações mentirosas. - Nós, os pagadores de impostos, pagadores das suas regalias como senador, queremos que vocês, e, especialmente, você, vistam a cueca e falem como homens que são, ou melhor, aumentem a dosagem de testosterona no sangue para tomar coragem e ser a oposição que o Brasil e os conservadores querem e merecem. - Agora não me venha com esse papo furado de dizer que conservador, ou melhor, nós aqui na rede estamos querendo revolução. Eu acho que o senhor não sabe o que é ser um conservador. Eu até recomendo que leia Roger Scruton, O que é ser um conservador, para melhorar seu argumento e oratória. - Desculpa de amarelão é comer barro! - Na verdade, o único revolucionário e que tem uma mente revolucionária é o senhor, que já foi do PSDB e foi deputado federal pelo PSB. Agora quer vir com esse discurso meia-boca. Vá trabalhar mais pela anistia e contra o Alexandre de Moraes.

Clarke de Souza

40,846 просмотров • 8 месяцев назад

O ministro Gilmar Mendes não apenas votou, fez algo politicamente muito mais grave; ele verbalizou, em rede nacional e sem qualquer pudor, o caminho jurídico que pode ser usado para implodir investigações sensíveis no país - do INSS ao Banco Master, e de tudo o que ainda possa respingar nos andares de cima. Durante o julgamento desta quinta-feira, 26 de março, em que o STF enterrou a prorrogação da CPMI do INSS por 7 votos a 2, o decano não se limitou a divergir, ele deu um sermão. E, no meio do sermão, entregou a fórmula já vista na época da lava jato - quebra de sigilo sem fundamentação individualizada, uso abusivo de dados, exposição pública de informações protegidas, desvio de finalidade, humilhação de convocados. Foi um catálogo de nulidades, roteiro pronto, um manual de demolição processual. O problema não é apenas a CPMI do INSS ter sido derrotada. O problema é que quando uma investigação começa a se aproximar demais de zonas sensíveis do poder, o debate deixa de ser sobre o fato investigado e passa a ser sobre o vício do investigador. O foco sai do escândalo e migra para o procedimento e o mérito perde lugar para a nulidade. Foi exatamente essa lógica que marcou, por anos, o enterro de grandes operações no Brasil. aPor isso o vídeo de Gilmar tem tanto peso. Ele remete ao ambiente da Lava Jato; não porque os casos sejam idênticos, mas porque o mecanismo é reconhecível. Primeiro tolera-se o avanço investigativo. Depois, quando passa a ameaçar estruturas maiores, invoca-se o devido processo, expõem-se abusos e a discussão é rearranjada para o terreno da invalidação - o investigado vira vítima e o investigador criminoso. Foi isso que se desenhou no plenário. Mendonça e Fux insistiram na continuidade diante de um “roubo de bilhões”, mas a maioria mandou o recado que a prorrogação não é automática e as CPIs não podem funcionar como terra sem lei. No fim, quem saiu julgado não foi só a CPMI do INSS, foi o próprio Congresso - derrotado, esvaziado e incapaz de sustentar sua própria função investigativa. E o mais grave; o roteiro final para anular as investigações já foi dito em voz alta.

Karina Michelin

40,944 просмотров • 4 месяцев назад