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ADEUS AOS PISOS DA SAÚDE, EDUCAÇÃO E PREVIDÊNCIA? Vou explicar brevemente os fundamentos da polêmica em torno do suposto vazamento de informações de uma reunião entre o Ministro da Fazenda e agentes do mercado, incluindo o CEO do Santander (seria tão bom se ele se reunisse com professores também)....

69,111 Aufrufe • vor 2 Jahren •via X (Twitter)

10 Kommentare

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Mariella Pittarivor 2 Jahren

Por qual razão o Santander precisa se intrometer no orçamento da União? Com qual propriedade eles se atrevem a interferir na soberania brasileira quando ninguém ousa questionar a taxa de juros desavergonhada praticada no Brasil? Por que não o fazem na Espanha?

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David Deccachevor 2 Jahren

E são muito bem recebidos pelo Ministro para fazerem essa pressão.

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Moisés Teles 🌹vor 2 Jahren

Sabe o que o déficit zero trará de bom? Absolutamente NADA Desagrada aos eleitores de esquerda Não conquista um único voto da direita A população não tem a mínima noção do que significa Mas agrada aos banqueiros que, efetivamente, MANDAM NESSA JOÇA Parabéns aos envolvidos

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Enzo Continivor 2 Jahren

Quem diria q os detentores do poder querem continuar com suas regalias. PT governista é só mais um player das ideologias liberais. Abriu mão de pautas essenciais para o povo faz tempo, não tem mais capacidade de propor mudanças estruturais. E pelo jeito nem se quer reformas.

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L. E. Melinvor 2 Jahren

Tenho uma 3ª possibilidade para a disjuntiva que você apresentou. O imposto intergalático sobre grandes fortunas será sancionado pelo Papa e cobrado na moeda dos BRICS (assim que for criada) e vai gerar um superávit suficiente p/mantermos os pisos de gastos com educação e saúde.

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David Deccachevor 2 Jahren

Eu juro que um economista, de forma menos explícita, disse algo nesta linha, em uma Comissão na Câmara dos Deputados recentemente.

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Bruno Resckvor 2 Jahren

Haddad colocou fogo no país em 2013 e abriu a caixa de Pandora do fascismo. Cabeça de planilha entregou a prefeitura de SP com superávit e conseguiu a façanha de perder para Dória. agora está colocando fogo no país novamente!

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Personavor 2 Jahren

Que será deste país?!

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Discípulo Palestrino 🐽💚🤍vor 2 Jahren

Vai ser a previdência @deccache . Eles vão aloprar novamente a aposentadoria

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Renan Giápvor 2 Jahren

Pra cima dos fascistas, Lulinha antifascista!

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Taxação BBB: enquanto a oposição protege super-ricos, nós seguimos defendendo o povo! A oposição ao povo na Câmara dos Deputados fez uma escolha clara: proteger os BBBs (bilionários, bancos e bets) e deixar o povo pobre em segundo plano. “Não foi descuido, foi escolha”, afirma o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A escolha foi defender os mais ricos e tirar direitos dos que mais precisam. A escolha foi “sabotar o equilíbrio fiscal e o povo para tentar prejudicar o governo Lula, que trabalha todos os dias para proteger a economia e os direitos dos trabalhadores”. A Medida Provisória 1303 buscava garantir investimentos em saúde, educação e previdência, cobrando uma contribuição justa dos super-ricos que hoje quase nada pagam. Era uma medida simples e correta: proteger os direitos de quem ganha menos, cobrando a justa parte de quem ganha muito. Mesmo diante da derrota da MP, Haddad reafirmou o compromisso do governo Lula com o povo. “Os direitos do povo são inegociáveis e o futuro do país não será sacrificado num tabuleiro de interesses menores.” Mas o lobby dos privilegiados venceu. E, como disse o ministro, “para verdadeiramente garantir direitos e combater as desigualdades, é preciso também enfrentar privilégios”. O recado é claro e continua o mesmo: “incluir o pobre no orçamento e o rico no imposto de renda”. A MP dos bilionários, bancos e bets pode ter caído, mas o governo segue de pé, como sempre, ao lado do povo brasileiro, defendendo seus direitos e enfrentando todo e qualquer privilégio que os ameace.

PT Brasil

82,251 Aufrufe • vor 11 Monaten

A proposta de Renan Santos⬛️🟨⬜️ publicada hoje no Brazil Journal é uma das mais honestas e estruturais que apareceram nesta eleição. Pontos positivos mais fortes: 1. Diagnóstico correto Ele parte do ponto que quase ninguém quer admitir: o problema fiscal do Brasil é político. Quem manda de verdade não é a Faria Lima. São as oligarquias do Norte e Nordeste, que controlam a maior parte do Senado e boa fatia da Câmara, e vivem de clientelismo e emendas. Enquanto esse arranjo existir, qualquer ajuste será cosmético. 2. PEC do Equilíbrio Fiscal Desindexa Previdência e BPC do salário mínimo, desvincula os pisos de saúde e educação da receita, revisa o abono salarial e corta renúncias fiscais. Estimativa: R$ 1,1 trilhão de economia em cinco anos. É o tipo de medida que a maioria dos candidatos evita falar em público. 3. Mudança radical no sistema de emendas Em vez de a emenda ser uma fatia da receita, ela passa a ser um percentual do gasto discricionário abaixo do teto. Ou seja: quanto mais o Congresso cortar, mais sobra para emenda. Isso alinha o interesse do parlamentar com o interesse do país. É a proposta mais inteligente de reforma de incentivos que apareceu até agora. 4. Frentes Cidadãs no lugar do assistencialismo puro Troca o Bolsa Família como fim em si mesmo por um modelo em que o beneficiário trabalha em projetos de zeladoria e infraestrutura urbana, recebe e se reintegra à economia formal. Meta clara: até 2030 nenhum estado ter mais dependentes do governo do que trabalhadores formais. Impacto potencial.. Se implementada com disciplina, essa agenda consegue três coisas ao mesmo tempo: 1) Estabilizar a trajetória da dívida 2) Abrir espaço fiscal real para investimento em infraestrutura e desfavelização 3) Quebrar o ciclo de compra de apoio político via emenda É uma proposta que ataca a raiz, não o sintoma. O que os outros estão fazendo? Lula: Mantém o arcabouço atual, defende o crescimento como solução principal e critica as emendas, mas sem mexer nas indexações e vinculações que explodem a despesa. Continua priorizando a expansão de programas sociais. Flávio Bolsonaro: Fala em “tesouraço” e corte de cerca de 1,5% do PIB, mas preserva e até reforça o Bolsa Família. Não apresenta uma proposta clara e pública de desindexação da Previdência nem de mudança estrutural no sistema de emendas. O discurso econômico ainda é secundário em relação à polarização. Zema e Caiado: São os mais próximos de uma agenda liberal clássica (privatizações, redução do Estado, ajuste fiscal). Zema é o mais radical em privatizar. Caiado também fala em corte de emendas e ajuste duro. Porém, nenhum deles foi tão explícito e detalhado quanto Renan na mudança dos incentivos políticos do Congresso e na substituição estrutural do assistencialismo. Senhores... A maioria dos candidatos ainda trata o ajuste fiscal como um problema técnico ou contábil. Renan trata como um problema de poder. E por isso a proposta dele incomoda mais, e tem mais chance de mudar alguma coisa de verdade.

Ualifi Araújo

119,573 Aufrufe • vor 1 Monat