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🚨🚫ALERTA DE ANTISSEMITISMO Integrante do podcast “Broxada Sinistra” é acusado de proferir falas com teor nazista e antissemita, internautas questionam silêncio seletivo do Ministério Público Uma nova polêmica movimentou as redes nesta semana. Um integrante do podcast Broxada Sinistra, projeto conhecido por seu humor agressivo e “informações duvidosas”, foi...

5,280,595 次观看 • 10 个月前 •via X (Twitter)

17 条评论

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drizzy reyy jude10 个月前

Acusados por quem? Quem são esses internautas? Quem são esses usuários inconformados com a “injustiça” sofrida pelo monark? Todo mundo entendeu q o ataque era voltado ao estado genocida de Israel. Vcs estão tentando criar esse burburinho por conta própria

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@Amarall do grau10 个月前

Ces mandam o governo tomar no cu direto e agr mandar o governo de Israel tomar no cu é crime?

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Wendell Mendes10 个月前

governo de israel vai tomar no cu bando de filhos da puta

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El Moda 🇵🇸🇧🇷10 个月前

Nenhum antissemitismo aí. Nenhuma fala contra os judeus como povo, nem sequer a palavra judeu foi mencionada. Chora mais!

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Nobody 𓆏🏴‍☠️10 个月前

Kkkkkkk texto mais chatGPT que esse não existe

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Sociólogo de Butiquim10 个月前

Mimimi do caralho porra, se fuder vocês.

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nandin 🇵🇸10 个月前

kkkkkkkkkkkkkkkk mandar o governo de Israel tomar no cu é NAZISMO? eu fico de cara em ver como a capacidade cognitiva de voces ta cada vez inferior

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O niilista10 个月前

Agora não pode mais criticar governo? Vcs querem viver em uma ditadura

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Humberto Matos9 个月前

Antissemitismo merda nenhuma, seus canalhas

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Guxtaaavoo10 个月前

Tão banalizando o termo antissemitismo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Pedro☕_ (。_。)10 个月前

voces são bem burros né, "o governo de israel (...)" muito judeu inclusive dentro de israel é contra o governo. o governo n é o povo judeu. vc é o governo lula? ou vc é o governo bolsonaro? vc era o governo temer? mas n me surpreende voces serem muito burros pra n entender

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Thiago Süssekind9 个月前

“Ô governo de Israel, vai tomar no cu”. Esse é o episódio de antissemitismo? Ter xingado o governo Netanyahu? Ele ainda deixou bem claro que o xingamento é ao Governo.

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Gabriel Robert 🦊🇮🇹💙10 个月前

Pô, no mínimo vocês tão se fazendo de burro. Antissemitismo é, ao pé da letra, proferir discurso de ódio individual ou coletivamente ao POVO judeu. Ele criticou o GOVERNO de Israel, que convenhamos tem atos bem questionáveis.

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thelinuxlich10 个月前

agora mandar o governo de israel tomar no cu é nazismo?

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Mamaco10 个月前

Manda o governo de israel tomar no cu é crime? Vcs vivem xingando o governo ai e pode? Ué?

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olive 🐙 ✡︎10 个月前

Sou judia. Isso nao foi antissemitismo, mto menos nazismo. Criticar o governo israelense NAO é antissemita, até pq qualquer um com o mínimo de empatia faria isso. Além disso, jogar a carta do antissemitismo É de certa forma ser antissemita, pq banaliza completamente a causa REAL

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Orestes 🇧🇷10 个月前

E esse texto gerado por IA? kkkkkk

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Um vídeo divulgado nas redes sociais pelo piloto de jatos executivos Mauro Mattosinho, filiado ao PSOL, expôs mais um bastidor do poder no Brasil; o uso de aeronaves privadas como corredores informais de dinheiro, influência e silêncio institucional. No vídeo, Mattosinho afirma que foi pago por meses para pilotar um jato executivo, mas diz ter descoberto algo muito maior: “uma janela para a corrupção do sistema”. Segundo ele, os voos não se limitavam ao transporte aéreo, mas atendiam a encontros políticos sensíveis, agendas fora do registro oficial e operações cercadas por sigilo. De acordo com o relato, ele foi contratado em novembro de 2023 por uma empresa de táxi aéreo em rápida expansão. A operação, segundo o piloto, era centralizada por um gestor responsável por articular aeronaves, passageiros e relações institucionais. O jato que Mattosinho pilotava, um Gulfstream G150, estaria ligado a empresários do setor de combustíveis hoje citados em investigações da Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro e ligação com o PCC. Entre janeiro e maio de 2024, os voos teriam se intensificado, especialmente para Brasília. Um dos episódios mais graves narrados envolve a entrega de uma sacola com dinheiro em espécie antes de um voo que, segundo conversas ouvidas pelo piloto, teria como destino um senador da República. Em outros casos, reuniões políticas teriam ocorrido à noite, com retornos apenas de madrugada. Mattosinho também afirma ter comandado um voo com o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, com destino final a um resort já citado pela imprensa em reportagens que conectam interesses empresariais, fundos privados e o Banco Master. Em 2025, o piloto prestou depoimento formal à Polícia Federal, relatando suspeitas de corrupção envolvendo o PCC, empresários e agentes políticos, reforçando que suas declarações não se limitam a um vídeo nas redes sociais. Ele afirma ainda que pagamentos em dinheiro vivo eram recorrentes, ironicamente chamados de “cargas perigosas”. Diante desse conjunto de relatos, a pergunta que permanece é institucional: quem irá investigar tudo isso de forma independente, profunda e transparente?

Karina Michelin

29,365 次观看 • 7 个月前

A radicalização política nos EUA atingiu um novo patamar de violência explícita. Em um protesto em Denver ( Colorado), manifestantes foram filmados exigindo a execução pública do presidente Donald Trump e Elon Musk. Não se trata mais de oposição ou resistência — o discurso agora é de extermínio. O video revela um ambiente de incoerências descontrolada. Uma manifestante expressa temor pelo futuro de crianças trans, mas, ao ser questionada sobre quais leis as ameaçam, admite não saber. Outro denuncia Trump por “destruir a economia” e “ignorar a Rússia”, mencionando ainda que sua irmã perdeu o emprego após cortes no financiamento da USAID para imigrantes. Um cartaz estampava a acusação: “Elon Musk é um nazista.” Quando confrontada, a manifestante respondeu: “Todos sabemos exatamente o que ele fez.” O repórter insistiu: “Musk pediu à Alemanha que fortalecesse a liberdade de expressão. Isso é ser nazista?” Sem hesitar, a mulher respondeu: “Sem dúvida.” Nada mais bizarro e distópico. Esse é o retrato de um “protesto pacífico” na era do radicalismo progressista. Agora imagine a reação da “grande mídia” se, em uma manifestação semelhante, multidões clamassem pela decapitação de Biden, Harris, Obama, Clinton ou Soros. A resposta seria imediata, as manchetes denunciariam uma ameaça à democracia e especialistas exigiriam repressão severa. Mas quando a violência verbal mira Trump e Musk, o silêncio da mídia é ensurdecedor. Os comunoglobalistas não querem diálogo, querem um campo de batalha. Eles estão prontos para incendiar o país em nome da “democracia”, torcendo para que o caos lhes dê o poder absoluto. O discurso de ódio já não precisa de códigos ou metáforas — agora se grita por execuções em plena luz do dia, com o respaldo da hipocrisia midiática. Mais protestos contra Trump e Musk estão sendo organizados com um objetivo claro: incendiar o país e aprofundar o caos. O que começou como oposição política já se transformou em um movimento de radicalização aberta, onde a violência verbal e o desejo de aniquilar o inimigo substituíram qualquer resquício de debate democrático.

Karina Michelin

51,924 次观看 • 1 年前

O relato de Maria Clara Almeida Melo de Sá, de 21 anos, não é apenas um desabafo nas redes sociais. É o rompimento de um silêncio imposto por anos de culpa, medo e dor. Ao dizer que não podia mais “viver afogada na culpa de algo que não era culpa dela”, Maria Clara traduz uma experiência comum a muitas vítimas de violência sexual, a de carregar sozinhas o peso de um crime que nunca cometeram. Segundo sua denúncia, os abusos teriam começado quando ela tinha apenas cinco anos e teriam sido praticados pelo próprio avô, o ex-deputado estadual Paulo Melo, e pelo pai. O caso corre em segredo de Justiça, como determina a lei em situações de extrema sensibilidade, e está sendo apurado a partir de denúncia feita por ela à Ouvidoria da Mulher do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, com acompanhamento da Polícia Civil. Desde que tornou o caso público, Maria Clara passou a sofrer ataques, exposição indevida e tentativas de descredibilização, uma segunda violência que frequentemente recai sobre mulheres que denunciam abuso sexual, especialmente quando os acusados ocupam posições de poder. Ainda assim, ela afirma que a decisão de denunciar foi sua, tomada após anos de terapia para lidar com o trauma. “Eu levantei e fui sozinha. Foi uma escolha minha”, disse, reafirmando sua autonomia. Do outro lado, familiares negam as acusações, e o ex-parlamentar afirma ser vítima de perseguição política. Essas reações, embora façam parte do direito de defesa, revelam um padrão conhecido, o deslocamento do foco da denúncia para a reputação do acusado, enquanto a dor da vítima é colocada em dúvida ou relativizada. O que esse caso evidencia é que denunciar violência sexual não encerra o sofrimento, muitas vezes, o intensifica. Ainda assim, falar é um ato de coragem. Dar nome à violência, mesmo diante do descrédito, é uma forma de romper ciclos históricos de silêncio e impunidade. Ouvir Maria Clara com seriedade não é condenar ninguém previamente; é reconhecer que nenhuma denúncia nasce do nada, e que proteger vítimas é um compromisso básico de qualquer sociedade que se diga justa.
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O relato de Maria Clara Almeida Melo de Sá, de 21 anos, não é apenas um desabafo nas redes sociais. É o rompimento de um silêncio imposto por anos de culpa, medo e dor. Ao dizer que não podia mais “viver afogada na culpa de algo que não era culpa dela”, Maria Clara traduz uma experiência comum a muitas vítimas de violência sexual, a de carregar sozinhas o peso de um crime que nunca cometeram. Segundo sua denúncia, os abusos teriam começado quando ela tinha apenas cinco anos e teriam sido praticados pelo próprio avô, o ex-deputado estadual Paulo Melo, e pelo pai. O caso corre em segredo de Justiça, como determina a lei em situações de extrema sensibilidade, e está sendo apurado a partir de denúncia feita por ela à Ouvidoria da Mulher do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, com acompanhamento da Polícia Civil. Desde que tornou o caso público, Maria Clara passou a sofrer ataques, exposição indevida e tentativas de descredibilização, uma segunda violência que frequentemente recai sobre mulheres que denunciam abuso sexual, especialmente quando os acusados ocupam posições de poder. Ainda assim, ela afirma que a decisão de denunciar foi sua, tomada após anos de terapia para lidar com o trauma. “Eu levantei e fui sozinha. Foi uma escolha minha”, disse, reafirmando sua autonomia. Do outro lado, familiares negam as acusações, e o ex-parlamentar afirma ser vítima de perseguição política. Essas reações, embora façam parte do direito de defesa, revelam um padrão conhecido, o deslocamento do foco da denúncia para a reputação do acusado, enquanto a dor da vítima é colocada em dúvida ou relativizada. O que esse caso evidencia é que denunciar violência sexual não encerra o sofrimento, muitas vezes, o intensifica. Ainda assim, falar é um ato de coragem. Dar nome à violência, mesmo diante do descrédito, é uma forma de romper ciclos históricos de silêncio e impunidade. Ouvir Maria Clara com seriedade não é condenar ninguém previamente; é reconhecer que nenhuma denúncia nasce do nada, e que proteger vítimas é um compromisso básico de qualquer sociedade que se diga justa.

Beta Bastos

178,141 次观看 • 8 个月前