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Ana Sayfaya Dön

🚨🚫ALERTA DE ANTISSEMITISMO Integrante do podcast “Broxada Sinistra” é acusado de proferir falas com teor nazista e antissemita, internautas questionam silêncio seletivo do Ministério Público Uma nova polêmica movimentou as redes nesta semana. Um integrante do podcast Broxada Sinistra, projeto conhecido por seu humor agressivo e “informações duvidosas”, foi...

5,246,957 görüntüleme • 8 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Um vídeo divulgado nas redes sociais pelo piloto de jatos executivos Mauro Mattosinho, filiado ao PSOL, expôs mais um bastidor do poder no Brasil; o uso de aeronaves privadas como corredores informais de dinheiro, influência e silêncio institucional. No vídeo, Mattosinho afirma que foi pago por meses para pilotar um jato executivo, mas diz ter descoberto algo muito maior: “uma janela para a corrupção do sistema”. Segundo ele, os voos não se limitavam ao transporte aéreo, mas atendiam a encontros políticos sensíveis, agendas fora do registro oficial e operações cercadas por sigilo. De acordo com o relato, ele foi contratado em novembro de 2023 por uma empresa de táxi aéreo em rápida expansão. A operação, segundo o piloto, era centralizada por um gestor responsável por articular aeronaves, passageiros e relações institucionais. O jato que Mattosinho pilotava, um Gulfstream G150, estaria ligado a empresários do setor de combustíveis hoje citados em investigações da Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro e ligação com o PCC. Entre janeiro e maio de 2024, os voos teriam se intensificado, especialmente para Brasília. Um dos episódios mais graves narrados envolve a entrega de uma sacola com dinheiro em espécie antes de um voo que, segundo conversas ouvidas pelo piloto, teria como destino um senador da República. Em outros casos, reuniões políticas teriam ocorrido à noite, com retornos apenas de madrugada. Mattosinho também afirma ter comandado um voo com o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, com destino final a um resort já citado pela imprensa em reportagens que conectam interesses empresariais, fundos privados e o Banco Master. Em 2025, o piloto prestou depoimento formal à Polícia Federal, relatando suspeitas de corrupção envolvendo o PCC, empresários e agentes políticos, reforçando que suas declarações não se limitam a um vídeo nas redes sociais. Ele afirma ainda que pagamentos em dinheiro vivo eram recorrentes, ironicamente chamados de “cargas perigosas”. Diante desse conjunto de relatos, a pergunta que permanece é institucional: quem irá investigar tudo isso de forma independente, profunda e transparente?

Karina Michelin

29,358 görüntüleme • 6 ay önce

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 görüntüleme • 7 ay önce

A radicalização política nos EUA atingiu um novo patamar de violência explícita. Em um protesto em Denver ( Colorado), manifestantes foram filmados exigindo a execução pública do presidente Donald Trump e Elon Musk. Não se trata mais de oposição ou resistência — o discurso agora é de extermínio. O video revela um ambiente de incoerências descontrolada. Uma manifestante expressa temor pelo futuro de crianças trans, mas, ao ser questionada sobre quais leis as ameaçam, admite não saber. Outro denuncia Trump por “destruir a economia” e “ignorar a Rússia”, mencionando ainda que sua irmã perdeu o emprego após cortes no financiamento da USAID para imigrantes. Um cartaz estampava a acusação: “Elon Musk é um nazista.” Quando confrontada, a manifestante respondeu: “Todos sabemos exatamente o que ele fez.” O repórter insistiu: “Musk pediu à Alemanha que fortalecesse a liberdade de expressão. Isso é ser nazista?” Sem hesitar, a mulher respondeu: “Sem dúvida.” Nada mais bizarro e distópico. Esse é o retrato de um “protesto pacífico” na era do radicalismo progressista. Agora imagine a reação da “grande mídia” se, em uma manifestação semelhante, multidões clamassem pela decapitação de Biden, Harris, Obama, Clinton ou Soros. A resposta seria imediata, as manchetes denunciariam uma ameaça à democracia e especialistas exigiriam repressão severa. Mas quando a violência verbal mira Trump e Musk, o silêncio da mídia é ensurdecedor. Os comunoglobalistas não querem diálogo, querem um campo de batalha. Eles estão prontos para incendiar o país em nome da “democracia”, torcendo para que o caos lhes dê o poder absoluto. O discurso de ódio já não precisa de códigos ou metáforas — agora se grita por execuções em plena luz do dia, com o respaldo da hipocrisia midiática. Mais protestos contra Trump e Musk estão sendo organizados com um objetivo claro: incendiar o país e aprofundar o caos. O que começou como oposição política já se transformou em um movimento de radicalização aberta, onde a violência verbal e o desejo de aniquilar o inimigo substituíram qualquer resquício de debate democrático.

Karina Michelin

51,882 görüntüleme • 1 yıl önce