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🚨🚨🧨💣🇧🇷⛓‍💥🔥 ALLAN DOS SANTOS EXPÕE PROVAS IRREFUTÁVEIS QUE LIGAM E COMPROMETEM LULA-STF/TSE-DIRCEU-PCC/CV-HAMAS/HEZBOLAH-ITAMARATI-MÍDIA TRADICIONAL ESTATAL E TERRORISTAS... "POR ISSO O TRUMP SANCIONOU O BRASIL!!!" PRECISA DESENHAR NAÇÃO BRASILEIRA DE INCAUTOS, ANESTESIADOS, OMISSOS E ACOMODADOS MIL??? AS VIDAS DE CADA UM DE NÓS E FAMILIARES, FORAM COLOCADAS NAS ALÇAS DE MIRAS...

48,339 Aufrufe • vor 1 Jahr •via X (Twitter)

9 Kommentare

Profilbild von Cristiane Dias Bahia
Cristiane Dias Bahiavor 1 Jahr

A culpa é do Lula DEFENDA O BRASIL DO PT! DEFENDA O BRASIL DO PT! DEFENDA O BRASIL DO PT! DEFENDA O BRASIL DO PT!

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marcia therezinhamacvor 1 Jahr

DEFENDA O BRASIL DO DIRCEU

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Rosilene Costa Nascimentovor 1 Jahr

DEFENDA O BRASIL DO PT

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Ricardovor 1 Jahr

@chrcolorado DEFENDA O BRASIL DO PT

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Helder Paivavor 1 Jahr

#DefendaoBrasildoPT

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marcopeixoto 🇧🇷vor 1 Jahr

DEFENDA O BRASIL DO PT

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Valéria Lacerdavor 1 Jahr

Defenda o Brasil do PT

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Janete Marques🇧🇷vor 1 Jahr

Ta mas Donald Trump sabe q o povo brasileiro não tem culpa disso,mas é quem vai sofrer com isso !

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leonardo melovor 1 Jahr

Não adianta gritar o povo tá morto

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Essa declaração de Tarcísio de Freitas é torpe e causa arrepios a qualquer pessoa que há um pingo de pensamento crítico e moral. O país está afundado em uma era autoritária e totalitária sem precedentes. Essas eleições regionais estão servindo como um tubo de ensaio para aquilo que será o “novo normal”, os senhores que ocupam as instituições, ou seja, os senhores do sistema, estão afiando suas foices para dar o golpe final de misericórdia na sociedade civil brasileira. As eleições tornaram-se um teatro macabro, as máscaras de todos os envolvidos caíram, não resta mais nada a não ser repetir o mantra: Não existe mais eleições no Brasil. Tanto a “direita” quanto a esquerda através de seus conchavos políticos corroboraram para a tirania, instalando um Estado de polícia, hostil, persecutório e cruel. Eles estão atuando pelo poder enquanto o povo está sendo levado para o abate. Não é o povo que deve fidelidade ao seu político, mas sim o político que deve fidelidade ao seu povo - sinto dizer que a grande maioria desses políticos trocaram o povo, a constituição, o devido processo legal, a moral, a ética e a própria nação pelo plano de poder. O povo só é visto como “capital político” para ser negociado entre o conglomerado de meia dúzia de partidos políticos liderados por seus caciques, que fingem ser opositores para fingir democracia. Estamos em um estado de exceção, ninguém assumirá um cargo importante e decisivo neste país, se o sistema não permitir. O sistema já não mais se esconde e se mostra cada vez mais perverso. Enquanto assistimos a derrota do povo repetimos o mantra: Não existe mais eleições no Brasil…

Karina Michelin

152,062 Aufrufe • vor 1 Jahr

Contra o Comunismo Ontem e Hoje Em abril de 2015, enquanto o Brasil seguia anestesiado pela falsa normalidade institucional, um grupo sentou diante de uma câmera para fazer o que era proibido: falar a verdade inteira. Ali estavam Olavo de Carvalho,Olavo de Carvalho Jair Messias Bolsonaro, Jair M. Bolsonaro Allan dos Santos,Allan Dos Santos Eduardo Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro🇧🇷 Paulo Eduardo Martins Paulo Eduardo Martins e Bene Barbosa. Bene Barbosa Cada um de um campo diferente, mas todos enxergando o mesmo problema. O Brasil não estava discutindo política. Estava sendo moldado por um sistema que não admite contestação. Falou-se de comunismo não como espantalho, mas como método. Ocupação cultural, controle da linguagem, captura da imprensa e uso da democracia como instrumento transitório. Falou-se de eleições sem transparência, de instituições blindadas e de um cidadão transformado em figurante. Naquele momento chamaram de paranoia. De radicalismo. De exagero. Hoje, muitas dessas palavras viraram crimes sem tipificação clara. O que era alerta virou prova retroativa. O Terça Livre não nasceu para informar. Nasceu para romper o cerco. E por isso seus participantes foram perseguidos, censurados, exilados ou demonizados. Não por erro. Por acerto. Aquele hangout não foi um programa de internet. Foi um marco. Foi o dia em que ideias proibidas deixaram de pedir autorização. E é exatamente por isso que tentam apagar essa história. Allan Dos Santos , , Revista Timeline

・ Ice ・  Ⅹ ・

143,319 Aufrufe • vor 6 Monaten

🇺🇸🇻🇪🇨🇳Lara Logan explica que o escritório de máquinas de votação eletrônica Smartmaric, na Venezuela, é capaz de fraudar eleições nos Estados Unidos e em 70 outros países. “Temos uma nação que determina os resultados de eleições em mais de 70 países no mundo, incluindo o seu, aliás, em todos os níveis — seja no controle da Câmara, do Senado, e não apenas da Casa Branca. Eles estão colocando em seus cargos as pessoas que desejam, não necessariamente as pessoas escolhidas pelo povo americano, porque conseguem influenciar os resultados de nossas eleições em todos os níveis." "E eles podem fazer isso em mais de 70 países no mundo." "Vejam um país que não é governado por um governo de verdade, mas sim pela organização criminosa mais poderosa do mundo, que não se importa com convenções internacionais, direito internacional e assim por diante, e que tem parcerias com todos os nossos adversários, não apenas com organizações terroristas, organizações terroristas islâmicas, Não apenas adversários estrangeiros, certo? Não apenas outros cartéis criminosos, mas todos eles juntos." "Então, esse consórcio de inimigos, seja o PCC, os norte-coreanos ou os iranianos, está em parceria com os venezuelanos. Eles conseguem escolher líderes, sabe, da América Latina à América do Sul, aliás, e também da Europa, países como a Espanha, que estão completamente sob seu controle." "Eles conseguem subornar autoridades americanas, infiltrar-se no governo, do Conselho de Segurança Nacional à Casa Branca, completamente infiltrado, controlado pela inteligência cubana, uma das organizações de inteligência mais sofisticadas do mundo." "Como você vai impedir o avanço da China quando tem um país como esse que também usa a guerra às drogas para matar centenas de milhares de americanos, mais americanos morrendo de overdose do que nunca na história desta nação?"

Conservatism And Elegance 🇺🇲

25,310 Aufrufe • vor 6 Monaten

LULA MENTE NA ONU Lula fala em “sanções arbitrárias” e “ingerência estrangeira”, mas esquece que as medidas do governo Trump não foram contra o povo brasileiro, e sim contra quem rasga a Constituição. Os EUA têm soberania para decidir com quem fazem negócios e aplicam a sua própria lei — a Global Magnitsky — contra violadores de direitos humanos. Se Moraes e seus aliados foram sancionados, é porque o mundo enxerga no Judiciário brasileiro práticas autoritárias, e não porque Trump “atacou o Brasil”. Ao citar a “extrema-direita subserviente”, Lula tenta atacar Eduardo Bolsonaro, que sempre defendeu a aproximação do Brasil com os EUA, Israel e diversos outros países do mundo, fortalecendo nossas alianças estratégicas. Isso não é submissão, é soberania ativa — exatamente o contrário do que o petismo fez ao ajoelhar-se diante de ditaduras como Cuba, Venezuela e Nicarágua. Lula tenta transformar em “crime” o trabalho diplomático legítimo de um deputado que representa milhões de brasileiros. E quando fala da condenação de Jair Bolsonaro, Lula pinta um retrato de “processo exemplar”, mas ignora que todo o julgamento foi conduzido por um ministro já sancionado pelos EUA por graves violações de direitos humanos. Como falar em “amplo direito de defesa” quando as testemunhas foram cerceadas e a sentença já estava escrita antes do julgamento começar? O que vimos não foi justiça, mas vingança política. Bolsonaro não é um criminoso — é um perseguido político que continua a inspirar milhões de patriotas.

Gil Diniz

65,294 Aufrufe • vor 10 Monaten

O Navio de Teseu Sobre o paradoxo de Teseu e a dissolução do eu Dizem que no porto de Atenas havia um navio. Não um navio qualquer: era o navio de Teseu, aquele que havia navegado até Creta e derrotado o Minotauro. Os atenienses o preservaram por séculos, como relíquia e testemunho. Mas o mar, e o tempo, apodreceram a madeira. E cada prancha deteriorada foi substituída por outra. E depois outra. E outra ainda, até que não sobrou nenhuma tábua original. A pergunta, então, que o filósofo deixou flutuar no ar foi: aquele navio ainda era o navio de Teseu? Plutarco nos legou o paradoxo, mas a pergunta pertence a todos os séculos. Porque não se trata, em rigor, de carpintaria naval. Trata-se de nós. Do estranho esforço que fazemos, a cada manhã, de reconhecer no espelho um rosto que julgamos contínuo, quando, na verdade, é uma sequência de rostos, superpostos, em que cada versão apaga e reescreve a anterior. A biologia, que não se importa com nossa angústia, informa-nos que o corpo humano renova a maior parte de suas células ao longo dos anos. Que a pele que carrego hoje não é a mesma que aprendi a chamar de minha. Que as moléculas que compõem este pensamento que agora formulo já foram, antes, água de rio, terra, ar respirado por alguém que já morreu. E a neurociência diz que o cérebro é plástico, ou seja, que o pensamento é um constante rascunho. E no entanto, insistimos em dizer “eu”, como se houvesse uma entidade estável por trás dessa sílaba breve. Insistimos em lembrar, sabendo que a memória não é um arquivo, mas uma ficção que se reescreve a cada evocação. Insistimos em sermos os mesmos, mesmo quando o que somos desmente essa pretensão a cada decisão que tomamos, a cada amor que começa ou termina, a cada mudança que fazemos, seja física ou psicológica. Talvez o erro esteja na pergunta. Perguntar se somos os mesmos pressupõe que a identidade é uma coisa, um objeto, uma substância, uma tábua de navio que ou persiste ou apodrece. Mas e se a identidade for um verbo? E se o “eu” não for aquilo que permanece, mas aquilo que continua, que se move, que se narra, que tece fios entre o que foi e o que será, construindo a ilusão, ou talvez a realidade, de uma trajetória? Dizem que somos feitos de memória e de linguagem, e a linguagem, sabemos desde Ferdinand de Saussure, é arbitrária e convencional. Os nomes que damos às coisas não são as coisas. O nome que damos a nós mesmos não é o que somos: é apenas o título provisório de uma obra em curso. Somos também feitos de relações, de tudo aquilo que os outros viram em nós antes que nós mesmos enxergássemos. Somos os traumas que nos moldaram sem que os convidássemos. Somos as alegrias que nos abriram onde estávamos fechados. Somos as perguntas que ainda não respondemos, e talvez sejamos sobretudo isso, esse movimento de perguntar que não cessa. O labirinto que Teseu percorreu com o fio de Ariadne era exterior: corredores de pedra, o Minotauro no centro, a saída no horizonte. Já o labirinto que cada um de nós percorre é feito de outra matéria, de tempo e de significado, de esquecimento e de desejo. E não há fio que nos guie senão a narrativa que construímos sobre nós mesmos. Uma narrativa que muda. Que é, ela própria, um navio cujas tábuas são trocadas. E aqui reside, talvez, a libertação estranha que o paradoxo oferece: se não somos uma estrutura fixa, então as versões de nós que fracassaram, que erraram, que se perderam, não são sentenças definitivas. São capítulos. São tábuas que apodreceram e foram substituídas. A culpa que carregamos de uma versão antiga de nós mesmos, aquela pessoa que fomos antes de saber o que sabemos agora, é a culpa de um navio por uma tempestade que já passou. O navio de Teseu continua navegando. A identidade não é o que persiste imutável; é o que persiste em movimento. Somos o processo de sermos. E talvez isso seja suficiente, talvez seja até mais do que suficiente, para atravessar o mar. Somos, enfim, o navio de Teseu.

JAMES WEBB

14,710 Aufrufe • vor 3 Monaten

O Supremo Tribunal Federal do Brasil acabou de proibir o X e anunciou uma multa de R$50.000,00/dia para aqueles que usarem uma VPN para evitá-lo. Não descarte o que está acontecendo porque é o Brasil. Não é um caso isolado. É o início do futuro totalitário que George Orwell previu prescientemente em "1984". _____ Ontem, as pessoas criticaram minha afirmação de que o Brasil é agora, efetivamente, uma ditadura. Afinal, elas apontaram, o país tem eleições livres e justas e um equilíbrio de poderes. Tem um judiciário e um Senado independentes, cujo presidente pode fazer o impeachment de juízes da Suprema Corte. E o governo não está perseguindo, encarcerando e torturando dissidentes políticos. Mas o Brasil não é uma democracia. É uma nação governada por dois homens, o Juiz da Suprema Corte Alexandre de Moraes, que controla o Presidente do Senado do Brasil abusando de seus poderes, e o Presidente Lula, que endossou as ações de Moraes esta manhã. De acordo com especialistas jurídicos brasileiros, as exigências de censura de Moraes a X, sua intimação a X na quarta-feira e seu congelamento das contas bancárias da Starlink ontem são todos atos descaradamente ilegais e inconstitucionais. E o governo Lula intensificou a perseguição a dissidentes políticos, incluindo a prisão sem julgamento de um assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, e as repressões à liberdade sempre começam pequenas. E há alguns minutos, Moraes ordenou a suspensão do X no Brasil e disse que qualquer um que tentar burlar o banimento por meio de uma VPN será multado em R$50.000,00 por dia. Os defensores de Lula observam corretamente que as eleições locais ainda estão marcadas para 6 de outubro e que há três grandes alternativas de mídia social para X. O Brasil tem sido uma democracia robusta em nível local desde os tempos coloniais. Mas proibir a operação de X no Brasil antes das eleições é uma interferência eleitoral tão severa que impediria uma eleição livre e justa, e houve censura significativa nas eleições presidenciais de 2022 que beneficiou Lula, incluindo a censura de um documentário preciso sobre seu oponente, Jair Bolsonaro, e a censura da cobertura da mídia criticando Lula por seus laços com governos socialistas. O governo brasileiro financia diretamente a mídia jornalística, que é esmagadoramente tendenciosa em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT) do governo. O governo Lula aumentou o financiamento para a maior empresa de mídia, a Globo, em 60%, e sua cobertura é a mais pró-governo. Quanto às três principais alternativas de mídia social, uma delas, o Facebook, está cumprindo as exigências de censura do governo, outra, o Rumble, já havia fugido do Brasil no ano passado para escapar da censura, e o futuro do Telegram está em sérias dúvidas, dada a prisão e o processo de seu fundador e CEO pelo governo francês. O Twitter Files—Brazil revelou que um promotor do governo disse que o Google, Facebook, Uber, WhatsApp e Instagram todos cumpriram. O Google até enviou ao Congresso muitos gigabytes de dados de vídeos deletados no YouTube. Além disso, as declarações de Lula esta manhã foram abertamente ditatoriais. Lula disse a uma estação de rádio que o dono do X, Elon Musk, “não pode sair por aí insultando presidentes, insultando representantes, insultando o Senado, insultando a Câmara, insultando o Supremo Tribunal Federal. Quem ele pensa que é?” Mas Lula e Moraes não estão prestes a fechar o X porque Elon Musk insultou alguém. Nem Moraes nem ninguém sequer acusou Musk desse suposto crime. Assim, Lula deixou clara sua verdadeira motivação: evitar que as pessoas digam coisas negativas sobre ele e seus aliados. Essa é a motivação de Cesar, um tirano e um ditador, não um presidente. Assim, Lula também se junta a Moraes na criação de leis conforme ele avança. Como Glenn Greenwald e outros repórteres mostraram em uma exposição de várias partes para a Folha de São Paulo, Moraes rotineiramente quebra leis para perseguir os inimigos políticos de Lula e aqueles que falam negativamente de Moraes e seus aliados. Um repórter da CNN ontem até reconheceu isso. "Por que sempre os perfis da direita são alvos de censura e proibições?", ele perguntou. Embora o que Lula e Moraes estejam fazendo possa parecer grosseiro e juvenil, o totalitarismo geralmente é assim. O totalitarismo não é apenas repressivo; também é idiota. Um psicólogo polonês que escreveu um livro inovador sobre totalitarismo descreveu o novo presidente de sua universidade, um apparatchik do Partido Comunista nomeado pelo Partido, como um idiota. Ele não era apenas autoritário. Ele era de baixo intelecto. Isso porque o totalitarismo substitui a hierarquia meritocrática por uma autoritária baseada na lealdade ao Partido. Para muitos, o totalitarismo evoca imagens de tanques e câmaras de tortura, mas nunca começa assim. Para George Orwell e muitos outros pensadores, o totalitarismo é mais sutil e banal. Ele temia que o totalitarismo futuro emergisse de burocracias governamentais, não apenas de golpes e revoluções. Em 1984 , Orwell caracterizou o totalitarismo como um regime de controle absoluto. É esse controle absoluto que Lula e Moraes agora buscam. De fato, Orwell foi inspirado a escrever 1984 em parte pelo alerta emitido por James Burnham em seu livro de 1941, The Managerial Revolution, que alertou sobre a natureza totalitária da classe profissional-gerencial e a aliança entre os negócios e o que hoje é chamado de estado profundo. O totalitarismo que está surgindo hoje ao redor do mundo é muito mais perigoso porque convenceu as elites e uma porcentagem significativa de eleitores em todos os países de que a censura é necessária para salvar a democracia. Tanques e tortura não são necessários se o governo puder controlar o ambiente de informação. Se os partidos governantes puderem decidir o que as pessoas podem ou não dizer e ouvir, então não há necessidade de fraudar eleições ou derrubar o governo. E agora vemos um ataque mais aberto à liberdade e à democracia no Brasil. Lula e Moraes estão atacando uma imprensa livre e justa. Eles minaram o judiciário independente. Eles estão inventando leis e aplicando outras arbitrariamente. E eles próprios estão violando a Constituição e várias outras leis. O que exatamente está acontecendo aqui? Por que isso está acontecendo? E o que pode ser feito? A primeira razão aparente para Lula e Moraes atacarem X é porque a liberdade de expressão mina sua legitimidade. O público é livre para criticá-los em X de maneiras que a grande mídia geralmente não permite. O governo brasileiro financia diretamente a mídia tradicional. Todas as mídias no Brasil, até mesmo podcasters independentes, temem o governo. Eles temem ter os subsídios dos contribuintes negados ou serem processados. A mídia tradicional também tem um interesse financeiro direto na censura das mídias sociais. As mídias sociais competem por publicidade, leitores e legitimidade com a mídia de notícias tradicional. A mídia de notícias tem exigido mais censura dos governos às plataformas de mídia social por mais de uma década, e essas demandas se intensificaram após as eleições de Trump em 2016 e de Jair Bolsonaro no Brasil em 2018, que a mídia atribuiu à “desinformação” e à “influência estrangeira” para deslegitimar esses candidatos. Uma proposta de “Lei de Notícias Falsas” foi uma tentativa do Partido dos Trabalhadores e da mídia de notícias de censurar a mídia social e extorquir dinheiro de empresas de mídia social para mídias tradicionais e outras controladas pelo estado. Os governos do Canadá e da Austrália tentaram fazer a mesma coisa. Por fim, o governo dos EUA e o financiamento de George Soros estão por trás de grande parte do Complexo Industrial da Censura no Brasil. A Open Society Foundations de Soros doou impressionantes 31,3 milhões de dólares para ONGs pró-censura em 2023. Um representante do FBI aconselhou o governo brasileiro a censurar “desinformação” para evitar “interferência estrangeira”. A fundação de Soros tem financiado por anos “verificadores de fatos”, “jornalistas” e “organizações não governamentais”, muitas das quais também são apoiadas pelo governo dos EUA, para atiçar a histeria nacional sobre “desinformação”, exigir mais censura e justificar os abusos de poder de Moraes. E a embaixada dos EUA se recusou a criticar o governo brasileiro esta manhã. Por que o Brasil se tornou uma ditadura? Porque era o que era necessário para o Partido dos Trabalhadores de Lula, a mídia tradicional e o governo dos EUA manterem o controle. O que acontece depois? Há pelo menos duas possibilidades. Uma é que estamos entrando na realidade prevista por George Orwell em 1984. A outra é que estamos vivenciando uma repetição digital da imprensa. Se os governos do mundo estrangularem ou eliminarem o X e o Telegram, ainda haverá mídia alternativa e até plataformas de mídia social, mas elas não terão o alcance do X hoje e do Facebook antes de 2017. O Rumble ainda existe, mas teve que sair do Brasil no ano passado. O conteúdo de notícias alternativas independentes se tornou viral no Facebook em 2016, mas não o faz mais porque Mark Zuckerberg o estrangulou para encerrar o boicote de anunciantes de 2020 contra sua empresa. Se o X e o Telegram seguirem o caminho do Rumble ou do Facebook, então teremos entrado em uma nova era das trevas. Outra possibilidade é que a Internet, em geral, e plataformas de mídia social como X sejam como a imprensa. No início, a Igreja Católica se beneficiou da imprensa, assim como a mídia de notícias legada se beneficiou do Twitter. Com o tempo, as imprensas escaparam do controle da Igreja, resultando na Reforma Protestante, na revolução científica e na ascensão de democracias liberais na Europa. Embora os governos possam tentar controlar a Internet, eles não terão sucesso, graças a tecnologias como VPNs e Internet via satélite, como o Starlink de Elon Musk. Falar a favor da liberdade de expressão e contra a censura é essencial para tornar o cenário da imprensa uma realidade. Os brasileiros estão protestando em São Paulo em 7 de setembro. Parece que os brasileiros estão fartos de Moraes, mas ele ainda tem o apoio de Lula, a mídia ainda está principalmente do lado da censura, e o presidente do Senado não encontrou coragem para superar o que quer que Moraes tenha sobre ele. No mínimo, os eventos dos últimos três dias deixam claro que Lula e Moraes são ditadores e o Brasil não é mais uma democracia. O mundo precisa mudar a forma como o vemos. Não pode haver eleições livres e justas sem liberdade de expressão. O judiciário não é independente, mas está trabalhando de mãos dadas com o presidente. E o poder ditatorial combinado dos poderes executivo e judiciário impediu o presidente do Senado de usar seus poderes para fazer o que ele deve fazer para salvar a liberdade de expressão, a democracia e o estado de direito no Brasil, que é o impeachment do juiz do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes.

Michael Shellenberger

783,547 Aufrufe • vor 1 Jahr

Há momentos na política em que um simples gesto, uma declaração direta e sem rodeios, vale mais do que mil análises. Foi exatamente isso que aconteceu quando Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, verbalizou algo que boa parte da classe política insiste em fingir que não entende: lealdade não é moeda de troca, é fundamento. E no bolsonarismo, mais do que em qualquer outro movimento político contemporâneo, o voto não pertence ao político, pertence ao Bolsonaro. Quando Castro diz que “foi eleito no partido de Jair Bolsonaro” e que por “palavra, fidelidade e honra” não pode seguir outro projeto que não seja o do ex-presidente, ele não está apenas demonstrando alinhamento. Ele está afirmando uma verdade que muitos tentam esconder para fabricar uma autonomia política que nunca existiu. E isso vale para governadores, senadores, deputados e vereadores: quase todos estão onde estão porque Bolsonaro apontou o dedo. Não é exagero. É a realidade factual. Tarcísio, Zema, Jorginho, Cláudio Castro, todos se elegeram surfando a mesma onda: a onda de confiança construída por Jair Bolsonaro ao longo de anos de enfrentamento ao sistema. A lealdade, portanto, não é uma exigência moral abstrata, é reconhecimento histórico. Cada voto recebido por essa classe política foi um voto concedido pela transferência direta de capital político do bolsonarismo. E aqui entra o segundo ponto: A política tradicional tenta vender a narrativa de que “quem tem mandato tem poder”. No bolsonarismo, o eixo é o oposto: quem tem a confiança do povo é Bolsonaro onde aos mandatários são depositários temporários dessa confiança. A declaração de Castro expõe esse nervo: Ele sabe que não existe projeto pessoal sem Bolsonaro. Ele sabe que não existe carreira sólida para quem tenta “voar sozinho”, ignorando a origem do próprio mandato. Ele sabe que a quebra da lealdade é um suicídio político mascarado de “autonomia estratégica”. Enquanto isso, parte da classe política, especialmente a que circula entre Brasília e os bastidores, age como se Bolsonaro fosse apenas “um cabo eleitoral forte” e ignoram toda a perseguição política e a opressão judicial que o Presidente sente na pele cada dia mais. É mentira. Bolsonaro é o dono do voto. O eleitor que elegeu essa geração de políticos não votou em “gestores”, “técnicos”, “moderados” ou “articuladores”. Votou no projeto de país encarnado por Jair Bolsonaro. E essa verdade incomoda. Incomoda porque limita carreirismo. Incomoda porque impede traições disfarçadas de pragmatismo. Incomoda porque exige coragem, algo que nem todos têm. Por isso a fala de Castro é algo a se comentar: Ele lembrou, em voz alta, aquilo que muitos tentam fingir que não escutaram. E Allan dos Santos, ao comentar o vídeo, reforçou o ponto central: há um preso político no Brasil, Jair Bolsonaro, chegando a 100 dias de prisão domiciliar, sem crime, sem foro, sem devido processo legal. É Allan quem coloca o dedo na ferida e diz o óbvio que muitos evitam dizer: não deveria haver outro assunto prioritário que não seja “libertem Jair Messias Bolsonaro”. Mais do que isso: Allan ressalta a falta de percepção de parte da política, que parece anestesiada sobre o tamanho da aberração jurídica que está em curso. E no fim, o ponto permanece: lealdade não é servilismo, é integridade. As milhões de pessoas que votaram nesses quadros políticos não buscaram carreiras individuais. Buscaram um projeto de país. E esse projeto tem nome. E esse nome tem dono. O voto bolsonarista é de Bolsonaro. Quem tenta negar isso não está apenas cometendo um erro político. Está cuspindo no prato que o elegeu e subestimando o povo que o colocou lá.

Pâm 🌸

36,028 Aufrufe • vor 8 Monaten

🔴 Rio de Janeiro está um terror , um caos será instalado de vez no Brasil se nada for feito pelas autoridades . O PT PCC CV e PSOL estão unidos, destruindo o Brasil . Pessoas inocentes estão morrendo todos os dias nas mãos do narcotráfico e de políticos de esquerda coniventes com tudo isso . Estes são os criminosos do Lula. “Moradores da região afirmam que as vítimas não tinham envolvimento com a criminalidade e estavam apenas participando de uma atividade comunitária quando foram atacadas. Eu concordo que, pela legislação brasileira e por parte da doutrina internacional tradicional, o terrorismo costuma estar associado a motivação política, religiosa, ideológica ou xenofóbica. Mas a pergunta que precisa ser feita é outra: A motivação é o único elemento relevante ou os métodos utilizados também importam? Porque ninguém discute que o PCC busca dinheiro. Mas também é verdade que o PCC: * domina territórios; * impõe toque de recolher; * expulsa moradores; * recruta adolescentes; * executa pessoas em tribunais do crime; * ataca policiais; * promove rebeliões coordenadas; * espalha medo coletivo para controlar comunidades. Então eu pergunto: se uma organização utiliza métodos de terror para controlar uma população inteira, a discussão deve ficar limitada apenas à motivação dela? Esse é justamente o debate que vários países passaram a fazer nos últimos anos. O terrorismo clássico tinha motivação ideológica. Mas surgiram organizações híbridas que misturam: crime organizado, controle territorial, intimidação coletiva, poder armado, e atuação transnacional. Por isso alguns países passaram a falar em: narcoterrorismo, criminalidade insurgente ou organizações criminosas de caráter terrorista. Então talvez a pergunta não seja: ‘O PCC é igual ao Estado Islâmico?’ Porque claramente não é. A pergunta correta é: os métodos utilizados pelo PCC geram na população os mesmos efeitos de medo, submissão e perda de controle estatal que encontramos em organizações terroristas? Porque se o resultado é uma população aterrorizada, bairros dominados e um Estado incapaz de exercer plenamente sua autoridade, talvez o debate não seja apenas semântico. Talvez o debate seja se as ferramentas jurídicas atuais ainda são suficientes para enfrentar um fenômeno criminoso que já não se comporta como uma quadrilha comum.” Capitão Alden O povo está encurralado ? O que fazer ?

Katia Matos

189,171 Aufrufe • vor 2 Monaten

Ao ver esse corte do Kim Paim com a postagem da reunião onde Bolsonaro fala sobre a necessidade de todos se posicionarem em defesa do grupo, sinto um misto de tristeza e revolta. É desolador perceber que, quase sempre, Bolsonaro é o único a comprar brigas pelo grupo, enquanto, na hora de defendê-lo, muitos dos que dependem diretamente dele se esquivam, fingem que não é com eles ou simplesmente se calam covardemente. Foi assim durante todo o governo, com a maioria dos ministros e políticos, e continua sendo assim até hoje. Basta assistir ao vídeo para perceber que Bolsonaro está pedindo o mínimo, o óbvio, e, ainda assim, muitos fingem não ouvir. É muito fácil se eleger às custas de Bolsonaro, mas quando ele é atacado 24 horas por dia, a maioria prefere fazer a egípcia, fingindo que não está vendo. Que os eleitores comecem a reparar no silêncio vergonhoso de seus deputados e senadores, que só chegaram ao poder graças a Bolsonaro, mas agora se escondem – ou pior, desfilam de braços dados com inimigos políticos que sempre tentaram destruir Bolsonaro e tudo o que ele representa. E o mais revoltante: como pode alguém se eleger à sombra de Bolsonaro, sabendo que ele está nessa luta há décadas, e depois se aliar a oportunistas que até o final de 2022 estavam contra Bolsonaro e contra eles próprios, ou que simplesmente pregavam voto nulo? É de uma ingratidão e deslealdade que beira a traição. Fica aqui um aviso: o povo não é trouxa. Estamos vendo. Muitos não falam, mas enxergam claramente o que está acontecendo e não estão nada satisfeitos. Hoje, vocês acham que não precisam do eleitorado bolsonarista, mas quando 2026 chegar e as urnas falarem, não adianta reclamar, muito menos chorar. Eu, assim como muitos, não darei meu voto a quem está se omitindo agora.

Petropolis Conservador 🇧🇷

29,440 Aufrufe • vor 1 Jahr