Video wird geladen...

Video konnte nicht geladen werden

Zur Startseite

🚨 André Mendonça, relator do caso Banco Master, já admitiu que se reuniu reservadamente com Daniel Vorcaro e agora determinou o afastamento do diretor-geral da PF em meio a uma crise que explode às vésperas da eleição. Alexandre de Moraes deve ser investigado? Sim. Todos os indícios devem ser...

16,904 Aufrufe • vor 3 Tagen •via X (Twitter)

0 Kommentare

Keine Kommentare verfügbar

Kommentare vom Original-Post werden hier angezeigt

Ähnliche Videos

Crise entre STF e PF - A decisão do ministro André Mendonça de afastar Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal é mais um capítulo da crise instalada no coração do Supremo por causa do caso Master. O afastamento provoca novas reações em Brasília e, se confirmado, acirra os ânimos. Como o blog revelou mais cedo, a Advocacia-Geral da União (AGU) vai recorrer da decisão. O grupo de Mendonça argumenta nos bastidores que Andrei estaria ajudando Alexandre de Moraes. Andrei nega. Aliados do diretor-geral, com quem o blog tem conversado, rebatem a acusação lembrando que foi justamente a PF, sob o comando dele, que prendeu Daniel Vorcaro. Esse é o principal argumento da defesa de Andrei. Mas a crise já deixou de ser há muito tempo só sobre Vorcaro ou sobre o caso Master. Hoje, é uma crise do próprio Supremo. Dentro do Supremo, há duas visões diferentes sobre a saída para essa crise, segundo apuração do blog. Um grupo defende uma solução “da porta para fora”: o afastamento de Moraes e, no limite, depois de uma eventual investigação, a saída dele da Corte. Essa investigação ainda não existe. Já o grupo de Moraes rechaça esse cenário e defende uma solução “da porta para dentro”, com o encerramento do inquérito das fake news e a anulação do relatório. O Supremo terá de responder a duas questões: o material vai ser anulado? E, se não for, haverá investigação? De quem? A resposta está nas mãos de Edson Fachin e do plenário. Segundo apuração do blog, a expectativa é que a sessão aconteça só na semana que vem. Veja mais no #g1. #notícias #andrémendonça #andreirodrigues #políciafederal

g1

82,001 Aufrufe • vor 3 Tagen

Crise no STF - A revista britânica "The Economist" repercutiu nesta quinta-feira (9) os últimos episódios da crise institucional do Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que o STF passou a ser uma "ameaça" à democracia. ➡️ Segundo a publicação, a crise institucional tem como centro as decisões de Alexandre de Moraes durante os julgamentos relacionados ao 8 de Janeiro, seu envolvimento com o caso Banco Master e a "disputa a céu aberto" com o também ministro André Mendonça. “Agora, com a eleição geral se aproximando, em 4 de outubro, os defensores da democracia se tornaram uma ameaça. O Supremo Tribunal Federal está no centro de um escândalo de corrupção repugnante e cada vez maior. No meio dele está o ministro que supervisionou o processo contra Bolsonaro, Alexandre de Moraes”, diz a publicação. A revista descreve a crise no Supremo como uma disfunção institucional que está minando a confiança nas instituições do país e aponta para o desgaste da Corte às vésperas das eleições de outubro. “Os erros processuais de Mendonça e as tentativas descaradas de Moraes de se proteger também poderiam fornecer justificativa jurídica para encerrar toda a investigação sobre o Banco Master”. A The Economist também destacou as relações entre Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, investigado por suspeitas de fraude e compra de influência. A revista se referiu ao banqueiro, preso desde março deste ano, como um “playboy” e o “maior fraudador da história do Brasil”. Veja mais no #g1. #notícias #stf #theeconomist #alexandredemoraes

g1

14,816 Aufrufe • vor 22 Stunden

Crise no STF - A crise no STF - Supremo Tribunal Federal escalou nesta quinta-feira (3). Dois dias depois de ser citado como destinatário de dezenas de mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, o ministro Alexandre de Moraes, em um ato de retaliação, pediu a abertura de uma investigação contra o colega André Mendonça. No documento, Moraes afirma que há fortes indícios de abuso de autoridade e crime de responsabilidade na condução dos inquéritos que apuram as fraudes do Banco Master e os descontos ilegais no INSS. O presidente da Corte, ministro Luiz Edson Fachin, se manifestou nesta quinta-feira (3): disse que quer ouvir Moraes e Mendonça em cinco dias úteis. A Transparência Internacional cobrou uma investigação imediata e independente. Já o decano do Supremo, Gilmar Mendes, defendeu que delegados da Polícia Federal sejam impedidos de trabalhar nos gabinetes dos ministros. A proposta foi feita durante uma conversa com o presidente do Supremo, ministro Luiz Edson Fachin. Gilmar Mendes defendeu que delegados da Polícia Federal sejam proibidos de atuar nos gabinetes dos ministros como servidores cedidos. A informação foi divulgada primeiro pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pela TV Globo. Atualmente, dois delegados da PF assessoram o ministro André Mendonça em casos como o do Banco Master e das fraudes no INSS. O ministro Alexandre de Moraes também é assessorado por dois delegados da PF. Segundo interlocutores, André Mendonça resiste à proposta de retirada dos delegados. Esse foi um dos motivos da tensão entre ele e o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que defende a saída dos delegados dos gabinetes. As 52 mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro para Alexandre de Moraes vieram a público na terça-feira (1º), quando o ministro relator André Mendonça retirou o sigilo. Nelas, segundo o relatório da Polícia Federal, Vorcaro pede conselhos e ajuda ao ministro para conter ações da PF e do Ministério Público Federal contra o Banco Master. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a nulidade da investigação. Segundo Gonet, que é citado no relatório em mensagens que mostram proximidade com Vorcaro, Mendonça não poderia ter determinado a produção do documento sem autorização do plenário do Supremo para investigar outro ministro da Corte. No Congresso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, já deixou claro que não pretende abrir o processo de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Veja mais no #g1. #notícias #stf #alexandredemoraes #andrémendonça

g1

112,143 Aufrufe • vor 7 Tagen

O 54º pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes bate à porta de Davi Alcolumbre. Nenhum dos 53 anteriores chegou ao plenário: é o presidente do Senado quem decide se a denúncia avança ou morre na gaveta - não faltam pedidos; sobra blindagem. Eleito em 2025 com 73 dos 81 votos, numa aliança que reuniu partidos do PT ao PL, Alcolumbre já demonstrou como usa esse poder. Em sua primeira passagem pela Presidência do Senado, arquivou de uma só vez 36 denúncias contra ministros do STF e duas contra o então procurador-geral Augusto Aras. Desde que voltou ao comando da Casa, nenhuma representação contra Alexandre de Moraes avançou. Agora, diante das revelações do caso Master, o roteiro se repete. Questionado sobre as mensagens que a Polícia Federal atribui a uma interlocução entre Moraes e Daniel Vorcaro, Alcolumbre respondeu: “Eu não achei nada, eu não devo achar nada”. Também reclamou da existência de 109 pedidos contra ministros do Supremo: “Isso não é normal”. Anormal, é o presidente da instituição constitucionalmente responsável por processar e julgar ministros do STF declarar que não deve avaliar documentos oficiais. O relatório da PF aponta que Vorcaro perguntou a Moraes se deveria deixar o país dois dias antes de ser preso e registra pedidos para que o ministro atuasse junto ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral Paulo Gonet. A postura de Alcolumbre se torna ainda mais constrangedora diante de mensagens anteriores da rede de Vorcaro. Em outubro de 2023, Fábio Faria, em troca de mensagens com Daniel, escreveu: “Davi e Pacheco fechado pra terça”, disse ter chamado Dias Toffoli e acrescentou: “Davi tá louco perguntando se as suíças vão vir”. A revista piauí identificou “Davi” como Alcolumbre; sua assessoria nunca respondeu sobre o encontro. Mas o diálogo mostra seu nome circulando nas articulações de Faria em torno de Vorcaro. Alcolumbre transformou a Presidência do Senado em escudo de Moraes. Ao bloquear os pedidos de impeachment, tornou-se cúmplice político da crise institucional - se não cumprir seu dever, também deve ser afastado.

Karina Michelin

13,329 Aufrufe • vor 9 Tagen