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Antropoceno Pós-Lamento: Estrelas Cruzadas — Qingxiao Poder de Ressonância >> Espada do Coração A maestria de Qingxiao reside na "Espada do Coração". Ela molda o próprio pensamento em intenção de espada, dividindo-o num instante em dez mil lâminas voadoras que respondem à sua vontade. Onde a luz da espada...

25,992 次观看 • 3 天前 •via X (Twitter)

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“E se Deus existir, mas não for algo que a mente humana foi feita para compreender?” Essa é a pergunta inquietante que parece estar no coração de Portrait of God (2022), um curta de terror que conquistou milhões de espectadores ao transformar uma ideia profundamente filosófica e religiosa em uma experiência perturbadora. A história acompanha Mia, uma jovem que prepara uma apresentação sobre uma misteriosa pintura conhecida como “Retrato de Deus”. Conforme ela se aprofunda na investigação da obra, passa a confrontar algo que desafia não apenas sua fé, mas também sua própria percepção da realidade. O terror do filme não está em sustos fáceis ou criaturas grotescas. Ele surge da possibilidade de que o divino exista, mas seja tão vasto e incompreensível que a mente humana simplesmente não consiga processá-lo. É justamente essa premissa que tornou o curta tão comentado entre os fãs de horror. Em vez de retratar Deus como uma figura familiar ou reconfortante, o filme flerta com uma ideia muito mais desconcertante: a de que a verdadeira natureza do criador pode estar muito além de qualquer conceito, imagem ou linguagem que os seres humanos sejam capazes de conceber. O impacto foi tão grande que a obra chamou a atenção de dois dos maiores nomes do cinema de terror contemporâneo. Em 2025, foi anunciado que Portrait of God ganhará uma adaptação para os cinemas produzida por Jordan Peele, diretor de Corra! e Nós, e por Sam Raimi, criador da franquia The Evil Dead e diretor da trilogia clássica de Homem-Aranha. A adaptação expandirá a mitologia do curta, embora os detalhes da trama ainda sejam mantidos em segredo. Se o longa conseguir preservar a mesma atmosfera de mistério e inquietação que tornou o curta tão marcante, poderá se tornar uma das obras de horror religioso mais interessantes dos próximos anos. Afinal, poucas ideias são tão assustadoras quanto encarar a possibilidade de que a resposta para a pergunta mais antiga da humanidade esteja muito além daquilo que somos capazes de compreender.

JAMES WEBB

114,900 次观看 • 1 个月前

💥 A transmissão ao vivo da TV Globo foi palco de um momento impagável. Um pernambucano, em uma reportagem sobre o Dia dos Pais, revelou seu “presente” para o Lula: um par de algemas. O repórter reagiu com surpresa, mas o recado foi dado com clareza. O vídeo, que já viralizou, mostra o humor ácido do povo brasileiro. 🔻 O Presente de Dia dos Pais e a Voz do Povo Pernambucano A cena, que já se tornou um meme viral, é a prova de que a política está presente em todos os lugares, mesmo em uma reportagem sobre o Dia dos Pais. Um pernambucano, abordado pela equipe do NE1, da TV Globo, aproveitou o espaço para expressar sua opinião sobre o presidente Lula. Ele afirmou que havia comprado um presente para o "super pai", mas, em vez de um mimo comum, retirou um par de algemas, afirmando que seriam para o presidente. A atitude do repórter, que reagiu com uma risada, mas logo em seguida garantiu que todas as opiniões eram bem-vindas, mostra a tensão entre a liberdade de expressão e a necessidade de manter a imparcialidade na TV. O episódio, que viralizou nas redes sociais, é um retrato do humor ácido do povo pernambucano e da insatisfação política que permeia a sociedade. 🔻 A Ironia do Poder e o Humor como Protesto O pernambucano que presenteou Lula com algemas não estava apenas fazendo uma piada. Ele estava expressando o sentimento de uma parte da população que se sente traída, enganada e indignada. Ele transformou um momento leve, como o Dia dos Pais, em um ato de protesto. O que ele fez, em sua simplicidade e irreverência, tem o poder de um míssil. A reação do repórter da Globo, que riu, mas logo se recompôs, mostra o dilema da grande mídia: como lidar com a voz da rua quando ela não se encaixa na narrativa? A atitude do pernambucano é o retrato de um povo que usa o humor como uma arma potente. Ele, sem gastar um centavo, deu a Lula o presente que a maioria gostaria de dar: o presente do desprezo. O resultado, neste caso, é que a mensagem chegou ao destino.

Thomas | Analista Político · Copywriter · IA

15,112 次观看 • 11 个月前

Em meio ao discurso hipócrita da CPI das Bets, imagens reveladas pelo Metrópoles expõem uma cena no mínimo constrangedora: a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora da comissão que investiga o setor de apostas online, fazendo compras em uma loja de luxo nos Estados Unidos, acompanhada de Silvio Assis, lobista conhecido nos bastidores de Brasília e acusado de extorquir empresários do próprio setor investigado pela CPI. O encontro ocorreu durante o recesso parlamentar e foi registrado dentro de uma unidade da grife Louis Vuitton, em Orlando. Procurada, a assessoria da senadora confirmou a presença do lobista, mas se limitou a afirmar que Soraya estava nos EUA com a família - sem explicar por que circulava ao lado de um personagem diretamente ligado aos interesses sob escrutínio da comissão que ela mesma relata. Silvio Assis além de atuar como lobista no mercado de apostas online, ele já foi alvo de investigações da Polícia Federal, é citado em denúncias de achacamento de empresários e também apareceu em apurações envolvendo suspeitas de pedido de propina em negociações de vacinas durante a pandemia de Covid-19. Trata-se, portanto, de alguém que carrega um histórico incompatível com qualquer proximidade informal com a relatora de uma CPI sensível. O caso se agrava quando se recorda que parentes diretos do lobista já ocuparam cargos no gabinete da senadora, informação revelada anteriormente pela imprensa. O conjunto dos fatos são inevitáveis sobre a independência, a isenção e a credibilidade da CPI das Bets - uma comissão que deveria esclarecer relações promíscuas, anda de mãos dadas fora do país com o investigado, em lojas de luxo. Esse é o retrato da política Parlamento e nas CPIs, encenam combates morais enquanto, nos bastidores, seguem de mãos dadas com aquilo que dizem enfrentar. Soraya posa de paladina da moral em discursos públicos, mas, longe dos holofotes, a conivência fala mais alto. Quem trai a função pública não pode permanecer na política. Essas figuras precisam ser definitivamente afastadas do poder - não por retórica, mas por responsabilidade institucional.

Karina Michelin

45,770 次观看 • 6 个月前

A morte de Vanessa Lara de Oliveira Silva, de apenas 23 anos, interrompeu sonhos, planos e uma trajetória que estava sendo construída com esforço e esperança. Estudante do 7º período de Psicologia na Faculdade Católica de Pará de Minas (FAPAM), ela saiu para uma entrevista de emprego e não voltou para casa. Vanessa estava desaparecida desde o dia 9. Na tarde do dia 10, foi encontrada sem vida em uma pista de caminhada no centro de Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo as informações divulgadas, ela havia sido vista pela última vez na agência do Sistema Nacional de Emprego (SINE), onde compareceu para participar de uma entrevista de trabalho. Imagens de câmeras internas registraram a jovem por volta das 14h, vestindo blusa branca, calça jeans e carregando uma mochila colorida nas costas, sinais simples de uma rotina comum, de quem estava buscando oportunidades e construindo o próprio futuro. Diante da tragédia, a FAPAM suspendeu as aulas do curso de Psicologia em solidariedade à família, aos amigos e colegas. As turmas do 7º período permaneceram sem aulas também no dia seguinte, em respeito ao luto que tomou conta da comunidade acadêmica. Mais do que números e datas, o caso expõe uma dor coletiva. Vanessa não era apenas uma vítima em uma estatística. Era filha, irmã, amiga, estudante, uma jovem que acreditava na profissão que escolheu e que, ironicamente, se preparava para cuidar da saúde mental de outras pessoas. Enquanto a família busca respostas, a cidade e a universidade enfrentam o silêncio pesado que fica quando uma vida é interrompida de forma tão brutal. Que a memória de Vanessa não seja reduzida ao crime que a vitimou, mas lembrada também pelos sonhos que carregava, assim como aquela mochila nas costas, cheia de planos para o futuro.

Beta Bastos

56,207 次观看 • 5 个月前

A Suprema Corte de Cassação da Itália acaba de impor uma das mais duras derrotas internacionais já sofridas pela Justiça brasileira. Em uma sentença histórica, a mais alta corte criminal do país anulou a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli e determinou sua libertação imediata, concluindo que havia elementos concretos capazes de comprometer a imparcialidade do processo que levou à sua condenação no Brasil. Os magistrados italianos concluíram que Alexandre de Moraes acumulou funções incompatíveis com as garantias fundamentais exigidas em um Estado de Direito. A decisão descreve uma situação em que o mesmo magistrado aparece simultaneamente como pessoa atingida pelos fatos investigados, responsável por medidas cautelares, participante das decisões de mérito, emissor de ordens de prisão e agente envolvido em etapas posteriores da execução processual. Para a Corte italiana, essa sobreposição de funções é suficiente para gerar dúvidas objetivamente justificadas sobre a imparcialidade do julgador. Os juízes afirmam que houve uma “macroscópica violação do direito de defesa” e que a ausência das garantias de imparcialidade comprometeu o núcleo essencial do devido processo legal. Em outro trecho contundente, a Corte conclui que ocorreu a violação de uma garantia constitucional fundamental e irrenunciável, tornando inviável a entrega de Carla Zambelli ao Estado brasileiro. A Corte não analisou a inocência ou a culpa da ex-deputada nem revisou o mérito das acusações. O que decidiu foi algo igualmente grave - o processo apresentado pelo Brasil não oferecia garantias suficientes para justificar uma extradição internacional. O significado histórico da decisão é inequívoco. Uma Suprema Corte europeia rejeitou formalmente uma extradição ao Brasil por entender que garantias fundamentais de imparcialidade judicial foram comprometidas. A discussão sobre os limites do poder exercido por Alexandre de Moraes acaba de deixar de ser um debate exclusivamente brasileiro. Agora, tornou-se também uma questão examinada por uma das mais importantes cortes de justiça da Europa, graças ao trabalho dos advogados italianos Pieremilio Sammarco e Angelo Alessandro Sammarco.

Karina Michelin

66,609 次观看 • 1 个月前