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Apresentei um PDL para sustar os efeitos do decreto de Lula que amplia o poder de Janja! É muito absurdo! Ela está sendo tratada como se tivesse cargo, como se tivesse sido eleita.

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Janja da Silva confirmou, nesta segunda-feira, 19 de maio, que discutiu com Xi Jinping a regulamentação das redes sociais e deixou claro: “Não há protocolo que me faça calar”. O problema é que sua fala não visa garantir liberdade, mas justificar controle. O grito por “regulamentação urgente” não é sobre proteger ninguém — é sobre silenciar todos. Janja da Silva se comporta como autoridade legítima, como se tivesse mandato popular para legislar com a língua. Mas não recebeu um voto sequer. Fala como chefe de Estado, age como militante da censura e é tratada como embaixadora do novo autoritarismo. Se reúne com Xi Jinping para tratar de redes sociais e volta ao Brasil como se trouxesse um manual pronto para calar a população - sempre em nome das “crianças”. Essa história de usar crianças para justificar a destruição da liberdade é a desculpa mais pueril e desonesta do século. A proteção da infância não é dever exclusivo do Estado, muito menos de uma figura sem cargo. É um direito das famílias - que hoje assistem ao avanço de um regime que se apropria dos filhos e criminaliza os pais. Sob o verniz de empoderamento feminino, Janja replica os métodos do regime chinês: censura como política de Estado. Sua cruzada contra o discurso livre usa o pretexto emocional da proteção às crianças, quando na verdade avança sobre o direito das famílias e da sociedade de pensar, criticar, questionar e discordar. Se Janja diz que não irá se calar, o povo também não deve se calar. Especialmente quando a liberdade está sendo estrangulada em nome de um poder que ninguém elegeu.

Karina Michelin

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