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Ubá, na Zona da Mata mineira, ainda enterra seus mortos - 62 vidas perdidas, milhares de desabrigados - e a tragédia vira palco político. Na chegada de Lula à cidade, neste sábado, 28 de fevereiro, ruas foram fechadas, aparato de segurança reforçado e protocolo presidencial ativado. Mas o que chamou atenção foram os gritos da população. Vídeos mostram moradores chamando o presidente de “vagabundo” e “ladrão” enquanto o comboio passava - e não era militância organizada, mas sim o povo revoltado. Enquanto isso, o deputado Nikolas Ferreira esteve em sua região desde o início da tragédia, mobilizou milhões em arrecadações, arregaçou as mangas e ajudou de fato a população, destinando recursos para ajudar na reconstrução. Mas, virou alvo da esquerda radical. A deputada Erika Hilton do PSOL, acionou a Procuradoria-Geral da República contra Nikolas, alegando que ele teria atrapalhado os trabalhos de resgate e reconstrução por estar gravando videos, o que na verdade é a atividade que faz parte das atribuições de um deputado - vistoriar as operações. Curioso é o contraste. Quando Lula chega, fecha ruas e paralisa a cidade já devastada, a militância se cala. Quando um deputado da oposição mobiliza recursos próprios e visibilidade para a tragédia, vira alvo institucional. Ubá expôs algo maior que a enchente; a seletividade moral. Se a ação parte do governo, é solidariedade institucional. Se parte da oposição, é oportunismo. Lula continua cercado somente por assessores e políticos, cada vez mais distante do povo - do povo real, que enfrenta fila, imposto e abandono. O resultado se vê nas ruas, nos gritos e na rejeição crescente.

Karina Michelin

45,349 次观看 • 3 个月前