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ASQUEROSO! O apresentador Ratinho cometeu TRANSFOBIA em seu programa de TV! Disse que a deputada Erika Hilton, que assumiu a Comissão de Direitos da Mulher, não é mulher, não tem útero, não menstrua. O vídeo nos causa NOJO e o apresentador tem que se explicar à Justiça! Toda solidariedade...

14,118 次观看 • 4 个月前 •via X (Twitter)

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A deputada federal Duda Salabert anunciou que pretende acionar o Ministério Público contra o apresentador Ratinho, após declarações feitas em seu programa nesta quarta-feira, 11 de março, sobre a deputada Erika Hilton. O comentário ocorreu após Erika Hilton ter sido indicada para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, fato que gerou forte repercussão política e nas redes sociais. Durante o comentário, Ratinho afirmou que Erika Hilton - que é uma mulher trans - "não é mulher" e que, na sua visão, "mulher tem que ter útero e menstruar". A fala provocou reação imediata de setores políticos e militantes da ala esquerdista, que classificaram a declaração como transfóbica e passaram a pressionar por medidas judiciais. No Brasil, decisões do STF passaram a enquadrar manifestações consideradas transfóbicas dentro da legislação que trata do racismo - um entendimento jurídico que ampliou significativamente o alcance penal desse tipo de discurso. Segundo críticos, essa interpretação tem produzido um efeito intimidatório sobre o debate público, no qual opiniões controversas ou visões baseadas em critérios biológicos passam a ser tratadas como potencial infração penal. Em episódios recentes, decisões judiciais determinaram medidas cautelares e investigações envolvendo pessoas que fizeram declarações sobre a identidade de gênero da deputada Erika Hilton. Defensores dessa judicialização afirmam que essas medidas são necessárias para combater discriminação contra pessoas trans. O episódio envolvendo Ratinho, Erika Hilton e Duda Salabert expõe a tensão crescente entre liberdade de expressão e responsabilização por discurso considerado discriminatório. A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher existe para formular políticas públicas e proteger os direitos das mulheres brasileiras. Segundo críticos da decisão, a indicação gerou um paradoxo: mulheres que discordam da nomeação relatam sentir-se constrangidas dentro de um espaço criado para defendê-las e agora se sentem intimidadas a expressar esse desconforto publicamente. Que paradoxo.

Karina Michelin

19,759 次观看 • 4 个月前