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ATENÇÃO!! A Embraer acaba de testar com sucesso o primeiro CARRO VOADOR DO BRASIL!! Tecnologia BRASILEIRA!! China e Rússia já têm empresas iniciando a produção em massa e a Embraer pode começar o mesmo!! OS BRICS ESTÃO VENCENDO

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Enquanto o governo Lula acusa Estados Unidos e Argentina de tentarem interferir na política brasileira e transforma qualquer gesto vindo do Ocidente em uma suposta ameaça à soberania nacional, um episódio geopolítico ocorreu praticamente sem debate público. A menos de 60 dias da eleição presidencial, o assessor especial de Lula para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, recebeu, nesta terça-feira, 4 de agosto, em Brasília, Nikolai Patrushev, um dos homens mais poderosos da Rússia e principal assessor de segurança de Vladimir Putin. Patrushev integra o núcleo estratégico do Kremlin e, há décadas, ocupa posição central na política de segurança e defesa russa. Segundo informações oficiais, a pauta incluiu cooperação naval, segurança marítima, defesa e outros temas estratégicos. O momento da reunião chama atenção. O Brasil atravessa sua pior crise diplomática com Washington em décadas. Nos últimos meses, o governo Lula protagonizou sucessivos atritos diplomáticos com os Estados Unidos e, ao mesmo tempo, aprofundou o diálogo com parceiros como Rússia e China, mantendo relações próximas com Venezuela, Cuba e Nicarágua e ampliando a interlocução com o Irã. Quando autoridades ou representantes ligados aos Estados Unidos manifestam interesse em temas envolvendo o Brasil, o discurso oficial frequentemente enfatiza a soberania e a rejeição a interferências externas. Já quando envolve autoridades da Rússia ou da China, o governo a apresenta como cooperação internacional. É justamente esse contraste que torna a visita de Patrushev politicamente relevante. Em plena campanha presidencial, um dos principais assessores de Putin participa de reuniões reservadas em Brasília para discutir defesa e segurança marítima. É aqui que a população brasileira deveria pedir explicações: quando vêm os Estados Unidos, fala-se em soberania e ingerência; quando vêm os aliados desses regimes autoritários, prevalecem o silêncio e a “diplomacia discreta”. Cada vez fica mais evidente qual é a política externa que o governo Lula escolheu projetar para o Brasil e para a região: a revolucionária.

Karina Michelin

37,336 次观看 • 9 天前