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🚨 BAIXARIA E DESESPERO NO SENADO! 🚨 ​O PT atingiu o fundo do poço. Sem argumentos técnicos para barrar o relatório de Alfredo Gaspar, Lindbergh Farias apelou para a tática mais suja: acusação falsa de estupro em plena sessão. 🤮 ​O objetivo? Desviar o foco da manobra vergonhosa de...

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Mais um escândalo, Lindbergh Farias chama o deputado Alfredo Gaspar de “estuprador” durante a leitura final do relatório da CPMI do INSS, comissão que já havia sido enterrada pelo consórcio PT-STF. O que aconteceu no Parlamento é a fotografia perfeita do Brasil que esse sistema apodrecido construiu. A CPMI do INSS, que deveria servir para expor, investigar e punir os responsáveis por um escândalo brutal contra aposentados e pensionistas, foi primeiro sepultada pelo consórcio PT-STF e agora está sendo desmoralizada, humilhada e transformada em palco de degradação moral pelos próprios agentes do PT dentro do Congresso. Durante a leitura final do relatório, Lindbergh Farias chamou Alfredo Gaspar de “estuprador”, num ataque abjeto, repugnante e revelador do nível de sordidez a que essa gente chegou. Não satisfeitos em trabalhar para destruir a comissão por fora, agora atuam para avacalhá-la por dentro. E Paulo Pimenta também faz parte desse show de horrores, dessa operação de deboche, cinismo e blindagem política. Vale ressaltar que o deputado Alfredo Gaspar está em seu primeiro mandato e fez muito mais pelo Brasil do que o PT em 20 anos no poder. É isso que o PT faz com o Brasil - corrompe as instituições, degrada o debate público, asfixia investigações incômodas e depois transforma tudo em circo, insulto e lama. Não basta enterrar a verdade, é preciso zombar dela em praça pública. O que estamos vendo não é apenas uma baixaria parlamentar, é a evidência do nível decadente de moralidade em que o Brasil foi jogado. Um país em que uma comissão sobre fraudes contra aposentados termina soterrada pelo Supremo e achincalhada por parlamentares petistas durante a leitura final do relatório é um país moralmente morto, institucionalmente falido e politicamente sequestrado. Isso é o PT. Isso é o Brasil que eles ajudaram a construir.

Karina Michelin

16,178 Aufrufe • vor 6 Monaten

Em uma coletiva de imprensa organizada pelos dois agentes do caos, o senador Lindbergh Farias e a senadora Soraya Thronicke, no dia da leitura do relatório de mais de 4 mil páginas das investigações sobre o INSS - o roubo de aposentados, pensionistas e vulneráveis -que eles ajudaram a enterrar, trouxeram acusações levianas e extremamente graves contra o deputado Alfredo Gaspar, relator da comissão: estupro de vulnerável, pedofilia, trabalho escravo e a existência de uma filha de 8 anos fruto desses supostos crimes. Logo no início da coletiva, com o microfone aberto, Soraya já repassava o roteiro, e depois Lindbergh partiu para a ação, com alegações de diálogos, gravações e até comunicação à Polícia Federal. A gravidade da fala é sem precedentes e gerou impacto imediato, não apenas político, mas humano. O método é maquiavélico: primeiro, a CPMI é esvaziada e enterrada, deixando milhões de aposentados sem resposta; depois, surge Lindbergh dizendo que estariam “protegendo uma família vítima de estupro, pedofilia e trabalho escravo” - uma sequência de incoerências que destrói a narrativa. E aqui vem o ponto mais grave: a mulher apontada como “filha” do deputado - que, segundo Lindbergh, teria 8 anos - veio a público e desmontou tudo. Lorileine da Silva afirmou que não é filha de Alfredo Gaspar, mas de seu primo, Maurício Breda; há exame de DNA; não houve estupro, mas relação consensual; e ela sequer conhece o parlamentar. Ou seja, o núcleo da acusação simplesmente não existe! Não foi “excesso retórico”, mas a imputação pública de crimes gravíssimos sem base e sem provas. O país assiste, estarrecido, a mais uma das cenas mais deploráveis da política. Vergonha!

Karina Michelin

76,672 Aufrufe • vor 6 Monaten

No dia 27 de março, em plena reta final da CPMI do INSS, Lindbergh Farias e Soraya Thronicke levaram à Polícia Federal uma acusação maquiavélica contra o relator da comissão, o deputado Alfredo Gaspar - suspeita de estupro de vulnerável. Lindbergh chegou a chamar Gaspar de “estuprador” durante a sessão. Gaspar negou na hora a acusação, acionou STF, PGR e Polícia Federal contra os parlamentares e tomou uma iniciativa incomum para quem estava sendo acusado: apresentou-se voluntariamente à perícia oficial de Alagoas para coleta de material genético e produção antecipada de prova de DNA. Agora, quatro meses depois, o caso sofre uma reviravolta. Após Gaspar ser anunciado como vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro, Lindbergh procurou integrantes do PL para tentar um acordo. Segundo Sóstenes Cavalcante, que confirmou a conversa à CNN, o petista faria uma retratação e Gaspar retiraria os processos contra ele. O detalhe mais grave aparece nas mensagens divulgadas sobre a negociação. Ao discutir o texto da possível retratação, Lindbergh escreve: “Tenho q dizer q não tem prova”. Sóstenes responde: “Essa frase resolve tudo”. O mesmo parlamentar que levou a acusação de estupro à Polícia Federal agora reconhece, na construção de sua própria retratação, que precisa dizer que NÃO HÁ PROVA. Alfredo Gaspar recusou o acordo. E, justamente, quer ir até o fim. Estamos falando da imputação pública de um dos crimes mais repugnantes previstos na legislação brasileira. Se uma acusação dessa magnitude foi usada como arma política sem elementos que a sustentassem, não basta uma retratação negociada nos bastidores, Lindbergh e Soraya devem explicações públicas. E Alfredo Gaspar tem todo o direito de exigir que a Justiça esclareça até o fim quem fez o quê, com quais provas e com qual responsabilidade. Porque reputação não se devolve com uma simples nota de rodapé depois que o estrago já foi feito - ainda mais quando atinge um nome tão respeitado.

Karina Michelin

257,828 Aufrufe • vor 1 Monat