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#Ballbusting #Grab #Squeeze #Pull #Rope #Castrationthreat #Verbal #Redhead #Mistress #Milf #Mistress #CFNM ela parece se divertir com o sofrimento dele

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Tenho um feeling bom pra direito de família, audiências e afins. Vamos ao meu PALPITE sobre o caso delicadíssimo envolvendo a ex-modelo Letícia Birkheuer, o empresário Alexandre Furmanovich e o filho menor, o qual deixo de expor nome, borro o seu rosto e modifico a voz do vídeo original. Letícia devia ser aquela mãe exigente, nervosa, que cobrava demais, talvez fruto da sua criação e carreira de modelo profissional. Já Alexandre Furmanovich, por sua vez, me parece fazer todas as vontades e desejos do adolescente e acha que pode tudo por ser rico. Um fiel representante da classe AA paulistana. O menor, obviamente, um joguinho manipulável na mão dos dois, que os utilizam para medir forças. Hoje com 14 anos, preferiu morar com o pai, que me parece não ter regras, ou regras mais flexíveis. Na casa do pai me parece poder tudo. Saliento que um adolescente de 14 anos JAMAIS teria o vocabulário e o linguajar expressado por ele. JAMAIS. Muitos na internet dizem que é sinal de maturidade, não é. Ele repete o que ouve e gravou o vídeo possivelmente orientado pelos advogados do pai, e muito possivelmente está, sim, sofrendo alienação parental. A postura impositiva do pai ao lado do menor no vídeo; os argumentos que o menor usa; o olhar dele vago tentando lembrar o que deve falar; tudo isso demonstra falta de espontaneidade e manipulação no depoimento. Três coisas me chamam especial atenção: * o estudo-social não ser refeito após os alegados 10 meses; * o direito de visita não ser respeitado, mesmo com multas chegando a 300 mil, e a mãe ter visto o filho UMA única vez em um ano e meio; * a guarda-compartilhada também não ser respeitada. Letícia demonstra verdade e muito sofrimento no que escreveu e gravou. Verdadeiramente não acho que ela se utiliza do menor para engajamento nas redes. Ela não exporia essa situação de sofrimento e de ‘derrota’ se não fosse desespero. Alexandre e o menor reclamam que a Letícia o expõe, mas não se constrangem em gravar vídeos se expondo. Poderiam ter falado por suas assessorias, poderiam ter escrito uma carta, poderiam nem ter falado nada e só dito no processo de modo sigiloso. Não! Por ironia do destino, o menor faz aniversário exatamente no dia 8 de Outubro, dia do meu aniversário. Imagino ser librianinho que deve ser comunicativo, amoroso e que certamente está sofrendo muito com tudo isso. Tudo muito delicado e triste! Desejo que a justiça determine o estudo-social e garanta o direito de visita dessa mãe, para que se escolha o melhor paradeiro para o menor, em atenção aos princípios da ‘proteção integral’ e da ‘prioridade absoluta’. E o ECA e a Constituição devem ser respeitados nesse e em qualquer caso, diferentemente dos alegados princípios da liberdade e da moralidade, que sequer se aplicam nesse caso, o Excelentíssimo Senhor Menor. Adolescente nenhum pode comer 12 picolés sequenciais ou ter acesso ilimitado ao celular, Vossa Excelência tome tento.

Jeje ✨🇧🇷

1,509,816 Aufrufe • vor 6 Monaten

Uma das coisas mais curiosas sobre o cérebro humano é que ele não foi projetado para diferenciar perfeitamente o que é real do que é repetidamente estimulado. Imagine um homem comum. Depois de um dia estressante, ele chega em casa. Está cansado, frustrado, preocupado com dinheiro, com a família e com o futuro. Ele pega o celular apenas para “relaxar”. Alguns minutos depois, está assistindo pornografia. Nada parece acontecer. Mas algo aconteceu. O cérebro acabou de receber uma descarga de prazer sem que ele precisasse desenvolver confiança, coragem, conexão emocional, vulnerabilidade ou capacidade de lidar com rejeição. Agora imagine repetir isso centenas de vezes. Milhares de vezes. A consequência mais perigosa da pornografia não é moral. É neurológica. Porque ela ensina o cérebro a desejar recompensas sem esforço. E toda vez que isso acontece, a realidade parece um pouco menos interessante. Conversas reais ficam mais cansativas. Relacionamentos reais ficam mais complexos. Pessoas reais parecem menos perfeitas. E é aí que surge um fenômeno silencioso da nossa geração: Nunca estivemos tão conectados digitalmente e, ao mesmo tempo, tão distantes emocionalmente. Existe uma história que se repete todos os dias. Um homem passa horas consumindo fantasias na tela. Depois conhece uma mulher incrível. Inteligente. Bonita. Interessada nele. Mas durante o encontro ele percebe algo estranho. Ela está ali. A conexão está ali. A oportunidade está ali. Mas a mente dele não consegue sentir a mesma intensidade que sente diante de estímulos artificiais. Não porque ela seja insuficiente. Mas porque o cérebro foi treinado a esperar níveis de estímulo que a vida real simplesmente não foi feita para entregar. E talvez essa seja a maior armadilha da pornografia: Ela não destrói apenas o prazer. Ela pode diminuir a capacidade de apreciar aquilo que é verdadeiro. A questão não é condenar ninguém. A questão é fazer uma pergunta honesta: Se algo está ocupando mais espaço na sua vida do que experiências humanas reais, você ainda está no controle? Ou apenas aprendeu a chamar dependência de hábito? As maiores prisões quase nunca têm grades. Elas têm conforto.

Dr. Catástrofe

23,853 Aufrufe • vor 1 Monat

Acho que a Paula Marisa não entende muito bem o conceito de "puxa-saco". É precisamente da própria natureza do "puxa-saco" puxar também o tapete. Pois o puxa-saco, é precisamente aquela pessoa que apoia alguém de forma forçada, com segundas intenções, esperando receber algo em troca. Quando não recebe o esperado, vira-se contra a pessoa. Alguém que apoia por real convicção, porque acredita e admira realmente o outro, é que nunca vai puxar o tapete. E esse nunca é um "puxa-saco". Por isso eu digo que quem está com o JB até agora, nunca vai deixar de lhe ser leal, acho que já passou todas as provações e tentações. Os puxa-sacos da direita, estão sempre inclusive em busca de novos sacos para puxar. Um dia estão com o Moro, no dia seguinte estão chamando o Weintraub de muso, depois saltam para o saco do Salles. E assim vivem de saco em saco, pulando de galho em galho, agitando a árvore das patacas. Um tempo atrás foi o do "Marçal", mas novos mitos e musos eles criam todos os dias. Se der ruim voltam para a posição inicial, para o barco do capitão com uma bandeirinha branca e a maior desfaçatez, e depois começam tudo de novo. E aquela Fernanda Salles posando com o capitão nas eleições para se eleger hein? Que linda... Querem "coesão". A piada do século. Se a quisessem jamais criticariam o Bolsonaro, o Mário Frias (que é claramente o "não citado"), o Tarcísio que juram ser inimigo do Bolsonaro (sabendo perfeitamente que estão mentindo), e enfim, vale criticar quem eles determinarem que vale... Afinal de contas: Eles são os "donos da direita", que já militavam desde que o mundo é mundo! Tipo o farçal! Mas nós é que "viemos do PT". Eu mantenho-me leal ao mesmo, por questão de inteligência, e de valores. Se estivesse contra o JB diria isso de forma clara, não ficaria sendo dissimulado. Não é compatível com a minha natureza, mesmo que eu me esforce muito. Quem ataca Jair Messias Bolsonaro, é um divisor da diireita que sabota qualquer possibilidade de coesão. Isto é 100% verdadeiro, na medida em que é 100% verdadeiro que ele é a única personalidade que demonstrou ser capaz de unir a direita, e de longe a mais consensual. Tudo o resto que possam dizer é pó de bosta verbal. E "aliado que tá na trincheira" disparando contra o nosso próprio capitão quero que se exploda o mais rápido possível, é pior do que inimigo. Só gera drama, desconforto, trabalho, muita dor de cabeça, e enfraquece o movimento. Aliás a Paula Marisa, crédito lhe seja dado, foi das primeiras a disparar o rótulo de "traidor" no Nando Moura, que segundo muitos "estava na nossa trincheira". Só gostava de entender qual a grande diferença entre aquele NM (do inicio) que falava em "princípios e valores" e certa "galerinha" de hoje em dia. Eu vejo zero diferença no discurso. E conheço o discurso do NM de cor e salteado. Quanto ao "direita duguinista" "paga" "gente do STF" "brifados do centrão", já ouvimos tudo isso com os patatis e os patatás, não vamos nem nos rebaixar a contestar, vamos deixar no campo da fofoca/comédia, que é onde ela pertence. VOCÊS ESTÃO DIVIDINDO A DIREITA! E não vão nunca levar a melhor. Porque ao contrário do que vocês imaginam, não foram vocês que "levantaram o Bolsonaro", nem vão "levantar" mais ninguém no lugar dele. Foi Deus quem o levantou, não foram vocês. "Ain que fanático!" Chama o que quiser: é a verdade.

André (3mbaixada da Resistência)

60,888 Aufrufe • vor 1 Jahr

Sara, na verdade, acredito que precisamos contextualizar isso que vocês estão propagando por aí como verdade e motivo de cancelamento. Um dia antes do GL começar uma conta gringa publicou um vídeo da Shelly adolescente, em uma audição, falando sobre a família dela e a mesma explicou que o pai é israelita e a mãe tailandesa. Agora adulta e com maturidade e discernimento ela veio e esclareceu que apesar de ter descendência israelita, ela é filha de mãe solteira nascida e criada na Tailândia e por isso se identifica como TAILANDESA e nada mais do que isso. Durante o GL houve nova tentativa de cancelamento das atrizes onde ficavam falando mal das personagens (personagens fictícias que nem existem??) e procurando namorados e mesmo assim falharam neste quesito. (Mais uma coisa: vida privada de atriz não nos diz respeito) E então surgiram com essa informação de que a Shelly segue a Gal Gadot - atriz conhecida pelo papel de Mulher Maravilha e Rainha Má em Branca de Neve, filmes conhecidos internacionalmente e de clamour público inerente ao meio político. Provavelmente, se olhar alguns amigos e conhecidos, vai perceber que muitos assistiram alguns filme dessa atriz. Isso os faz sionistas também? E além desse do fato follow da Shelly, apareceram com esse print e agora gostaríamos de questionar a veracidade dele: 1° - Por favor me expliquem como esse print de curtida no Instagram não mostra a data do post sendo que todos os post do instagram mostram data?? 🧐 2° - Como o número de enviados deste print consta o número total de 50.2K e este que acabei de tirar mostra apenas 240? 3° - Por que no print mostra as contas das pessoas que curtiram o post e neste que eu tirei não mostra nenhuma pessoa apenas o número total de likes? (Caso queira, deixarei um vídeo gravado do post original e um print mostrando a diferença) 4° - Por que a pessoa que tirou o print tirou da última foto apenas e justo a que mostra um casal de civis adultos sendo que, a primeira e a segunda fotos, são de crianças inocentes e que não tem culpa alguma em uma guerra? 5° - Por que estão julgando ela como sionista ou que ela está defendendo o lado de uma guerra sendo que esse post apenas diz algo como “por favor ajudem a compartilhar as fotos de pessoas inocentes" (civis são inocentes e crianças mais inocentes ainda) que foram sequestradas, estupradas e estão desaparecidas a encontrar seus entes familiares??? O que ser um pouco humano e tentar localizar uma criança ou um bebê de meses, o filho(a) e esposo(a) de alguém tem de envolvimento com tomar partido de um lado da guerra? Vocês apenas compartilham as coisas e seguem a manada ou se deram ao trabalho de verificar se esse print realmente é verídico? De ler a mensagem que este post tentava passar! E mesmo se esse print for verídico (não parece nem um pouco) por quê alguém que iria ajudar a encontrar crianças perdidas e civis teria sua atitude considerada como tomar partido de um lado de uma guerra??? Quando foi que paramos de ter interpretação? 🧐 #RollerCoasterTheSeries #รักขบวนนี้หัวใจเกือบวาย #Shellypundao #Motionmindsentertainment #Shellybenda #Pundao

Baby Karan, jurídico Runaway. 👻

51,268 Aufrufe • vor 8 Monaten

👽🤔OVNI? - O que era para ser um domingo cuidando dos animais na chácara virou o que Mayk Leão, de 31 anos, acredita ter sido um contato de outro planeta. 🗓️No último domingo (31), da varanda de casa, ele filmou e publicou luzes atípicas que flagrou na propriedade onde vive, na zona rural de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. A sequência de stories dele no Instagram rapidamente viralizou e o g1 foi até o local para entender o contexto das gravações. "Deu uma sensação de muita impotência, mas ao mesmo tempo de 'uou, o que tá acontecendo na minha casa?' Hoje eu to bem mais calmo, mas não tô conseguindo dormir bem ainda, já tô há dois dias sem dormir. Primeiro, por tantas pessoas entrando em contato e também pelo medo de dormir. Minha mente tá muito... Com os sons que eu escutei, o barulho daquela comunicação que eu escutei na mata. Os estalos. Parece que isso está na minha cabeça. É como se eu tivesse recebido algo, não escutado. Algo que veio." Mayk contou ao g1 que suas publicações receberam respostas de pessoas do mundo todo. Segundo ele, há ufólogos (pesquisadores dedicados a investigar OVNIs) se colocando à disposição para irem até a propriedade e analisarem o caso e as imagens gravadas. 🔎A investigadora de Fenômenos Aéreos Anômalos Elaine Wartha Motta afirma que as imagens mostram um fenômeno luminoso, mas que ainda é preciso descartar todas as outras hipóteses possíveis para o caso, como fenômenos meteorológicos e passagem de aeronaves. Ela integra a equipe da MUFON Brasil, uma das maiores e mais antigas organizações civis sem fins lucrativos do mundo dedicadas à investigação de fenômenos como o narrado por Mayk Veja mais sobre essa história no #g1. #ovni #extraterrestre #paraná #g1local

g1

278,042 Aufrufe • vor 1 Monat

ZUMBI ELEITORAL Inércia e teto: o fim de um longo ciclo. Leia com calma, fique mais otimista e compartilhe com aquele amigo que está cansado desse filme de terror. A imagem do zumbi não é etarismo. Funciona apenas como metáfora de um ciclo político que continua andando mesmo depois de ter perdido vitalidade. Em 2026, a discussão tende a deixar de ser apenas sobre disputa eleitoral e passar a ser sobre encerramento de arranjos que entregam menos do que prometem e custam mais caro do que podemos pagar. O que está vindo é estrutural e não é aposta de curto prazo. REELEIÇÃO: o vírus da continuidade Quando a reeleição entrou no sistema, ela mudou o comportamento de todos ao redor. A lógica deixou de ser governar e fazer o bem. Passou a ser governar já disputando a próxima, com o incentivo permanente de manter maioria, manter máquina, manter narrativa, manter amigos, manter regalias. Lula deveria se envergonhar querendo um quarto mandato. Sua política virou um organismo com infecção crônica. Não morre, mas também não melhora. A democracia e cobertor curto Toda democracia administra tensões entre proteção social, liberdade econômica e crescimento. É sempre assim, e não dá para ter tudo ao mesmo tempo. Quando a sociedade percebe excesso de controle e custo alto, pede ar, pede mudança. Quando percebe abandonoou risco social, pede amparo. O pêndulo vai e volta, não por ideologia, mas por exaustão prática. O mundo vive esse filme pós pandemia Nos Estados Unidos, a alternância natural entre partidos sempre ajuda a organizar esse atrito, mesmo quando a polarização aumenta. Na Argentina a ascensão de Javier Milei foi lida por muitos como reação a um Estado considerado caro e ineficiente. Em partes da Europa e da América Latina, cresce esse impulso, cobrança por entrega e ceticismo com promessas que dependem apenas de expansão estatal. O mundo está mudando e todos estão percebendo. O Brasil entra no cemitério do ciclo O Brasil vive isso desde 1994, um ciclo longo em que estabilização, inclusão social e coalizões caras organizaram a política desde então. Esse surgiu e foi ficando pesado, mais pesado, caro e previsível no pior sentido. Como um zumbi lento. Anda, fala, ocupa espaço, mas não responde ao que o eleitor mais cobra hoje: resultado mensurável, moral e confiança. 1994 e a primeira ressurreição A estabilização monetária reorganizou o país e mudou a pauta. A pergunta inevitável que ganhou força naquela época é DESIGUALDADE. A política social se tornou eixo central e passou a ser o território onde coalizões se legitimaram. O Estado virou a ferramenta preferida de construção de consenso através de bondades. Uma mãezona gastadora. 1995 a 2010: o corpo ganha massa Entre 1995 e 2002, Fernando Henrique Cardoso governou com coalizão ampla, estruturando base social e consolidando programas que depois se tornam permanentes. Não foi Lula que inventou os programas sociais que existem até hoje. Entre 2003 e 2010, Luiz Inácio Lula da Silva se aproveita disso, amplia a escala, o orçamento e a visibilidade dessas políticas, e adiciona novas frentes. Inclusão e proteção viram prioridade estável inegociável. O Estado cresce e, junto dele, cresce a carga de sustentar essa máquina pesada. 2014: cheirinho de decomposição no ar Em 2014, o modelo dá sinais claros de esgotamento. Corrupção sistêmica, recessão, confiança em queda e deterioração fiscal começam a corroer o pacto. O eleitor passa a associar parte do arranjo a custo alto, baixa eficiência e pouca previsibilidade. É o momento em que o monstro ficou visível, teve a cabeça cortada. Entre zumbis e vampiros, o Estado andou, mas ainda não convenceu. 2018 e o surto Em 2018, o eleitor procura ruptura. Jair Bolsonaro vence como resposta errada a essa demanda. A guerra cultural domina o ambiente e, em vários momentos, a agenda estrutural perde espaço para um conflito chato, bobo e permanente. O ciclo não é substituído por um novo, por meros detalhes e erros infantis. Além disso, naquela época surgiu outro surto, a covid, e tudo, a partir dali, se complicou. O movimento natural é interrompido por barulho e disputa simbólica. A máquina continua ali, só que agora em convulsão. 2022 e a volta do velho roteiro: a sobrevida do lulismo Em 2022, o país vai para um segundo turno dominado por rejeições. Lula retorna com coalizão ampla. A pacificação não se consolida, por óbvio. Para o eleitor, o governo parece retomar métodos já conhecidos e ultrapassados, com negociação constante e Estado pesado como eixo. O ciclo volta a andar, mas com a mesma expressão vazia. Não é novidade. É persistência chata. Aquele vilão do filme de terror, que aparece lento, insistente e aterrorizante perseguindo as vítimas. 2023 em diante começa o contrapeso De 2023 em diante, o Congresso Nacional se inclina para o centro direita. É nitido. A pauta de responsabilidade fiscal, eficiência administrativa e liberdade para empreender ganha mais espaço, inclusive fora dos círculos especializados. O eleitor do meio passa a discutir custo, moral, previsibilidade e entrega com mais nitidez. Isso muda o ambiente, mesmo sem mudar o governo. 2024 e a capilaridade muda de mãos As eleições municipais reforçam a leitura de avanço de forças de centro e centro direita em parte relevante do território. A esquerda perde presença local em muitos lugares, o que impacta rede, narrativa e capacidade de mobilização. Não define 2026 ainda, mas altera infraestrutura política e desenho de alianças. 2026 e o funeral do arranjo É aqui que a metáfora ganha sentido. 2026 tende a ser lida como fechamento de ciclo. O eleitor não quer apenas trocar o condutor. Quer reduzir o peso do veículo. O tal impulso é por previsibilidade, moral, cultural, Estado mais enxuto e governabilidade menos baseada em improviso e expansão permanente. A crise institucional pode acelerar essa marcha Quando instituições parecem frágeis (como é o caso), o desejo de mudança costuma crescer. Não por virtude do novo, mas por saturação do velho. A crise no Judiciário, a tensão entre poderes e o desgaste do ambiente político funcionam como catalisadores. Em vez de frear, o eleitor tende a apertar o acelerador da troca. Lula vai tentar se desgrudar disso, mas não vai conseguir. Ele e o Supremo são sócios em linha de pensamento e o eleitor sabe disso. STF e instinto de sobrevivência O Supremo Tribunal Federal não opera como bloco ideológico estável de esquerda ou direita, como muitos pensam. Em ano eleitoral, o vetor mais previsível é autopreservação institucional. A Corte tende a preferir um processo com menos risco de contestação, menos tensão pós urna e menos chance de crise existencial também. Isso empurra o sistema para nomes percebidos como moderados, competitivos e menos disruptivos. Imagina bem se o STF iria gostar de ver subindo a rampa um Lula 4? Diante de tudo que está acontecendo, até o supremo sente medo da opinião pública, acredite. Por que Lula pode não ser o centro da disputa A hipótese é objetiva. Lula tende a só entrar para ganhar. Se os números não indicarem competitividade e se o ambiente exigir previsibilidade e redução de risco, a própria coalizão pragmática pode buscar alternativa. Idade pesa como variável real em uma campanha longa. Há também o desgaste acumulado, concorrentes bem mais jovens, o teto imposto pela rejeição e o interesse em preservar legado de 3 mandatos. Em política, coalizão de conveniência dura enquanto a conveniência dura. Não há um aditivo do sistema com o Lula para 2026 e ele sabe disso. O fator externo endurece o jogo Um cenário internacional mais duro, associado à postura de Donald Trump, tende a aumentar cobrança por pragmatismo, alinhamento, interesses e coordenação mútua. Estados Unidos querem o hemisfério para eles, essa é a verdade. Não decide voto brasileiro, mas altera contexto e pressiona por previsibilidade geopolítica na região. A eleição passa a exigir mais do que retórica. A negociação de Terras Raras pelo tarifaço vai parecer jogo de criança, pela pressão que ainda pode vir. Acompanhe isso de perto e terá surpresas. Governadores e reta final Se houver convergência de lideranças estaduais em torno de um bloco contra o incumbente, o segundo turno tende a se organizar por voto útil e rejeição, como em outros momentos. Por tanto, a reta final, nesse desenho, costuma ser menos sobre carisma e mais sobre coalizão contra o mandatário atual. E coalizão novamente, mas neste momento, se faz na geração de políticos mais bem aprovada da história. São os governadores do Sul e do Sudeste. Quase todos ligados à direita e sem nenhum alinhamento com Lula. Março e abril como termômetro Sem depender de urna, há janelas importantes em que o país se revela. Março e abril de 2026, logo após o carnaval, tendem a ser um período em que a agenda se concentra e o humor do eleitor fica mais legível. É quando expectativas econômicas do ano se assentam e quando sinais de viabilidade se tornam mais difíceis de esconder. Fique atento em tudo que acontecer nesse período. É uma prévia das eleições. A ironia disso tudo O ciclo iniciado com a estabilização e consolidado com a lógica da continuidade pode terminar no mesmo ponto sensível que o sustentou: O FIM DA REELEIÇÃO. Guarde isso. O candidato que se comprometer com isso conquistará a opinião pública. Mas não basta prometer, como muitos fizeram. Tem que lançar uma PEC já em 2026, mostrar sua força e aprovar no Parlamento. Se a reeleição foi o vírus que estendeu a vida do arranjo, sua revisão pode virar a moeda de previsibilidade pedida pelo sistema. A metáfora do zumbi é essa. Ninguém precisa de quatro mandatos para mostrar o que é capaz de fazer. Até os mais idiotas sabem disso. Não é sobre um personagem apenas. É sobre um corpo político que continuou se movendo por inércia, mesmo depois de ter perdido a capacidade de convencer. Essa lógica ajuda a entender por que, em 2026, Lula pode deixar de ser funcional para setores que o apoiaram em 2022 por conveniência. A coalizão que sustenta o governo é pragmática. Quando a conveniência muda, o alinhamento muda. Há também um teto claro de crescimento imposto pela rejeição e a dificuldade de ampliar base no eleitor do meio. O desgaste institucional atual empurra na mesma direção. A opinião pública dá sinais de exaustão com a repetição do mesmo enredo e cresce a demanda por responsabilização visível. Em ambiente assim, o sistema tende a procurar um culpado claro, alguém para ser lançado à arena. O resultado provável é uma disputa por repasse de custo político. Cada lado tenta empurrar o ônus para o outro, até que alguém vire o boi de piranha do ciclo. Parlamento, judiciário e executivo não vão passar ilesos. Alguém será sacrificado. Eles já estão se empurrando. Essa conta não fica sem dono por muito tempo. Se essa leitura se confirmar, 2026 dificilmente passa sem mudança estrutural relevante. Esse ciclo vai buscar fechamento, por rearranjo de alianças, por mudança de regra ou por troca do eixo que hoje sustenta a governabilidade.

Roberto Reis

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O Caldeirão de La Plata: O Flamengo não joga só contra 11 pela Libertadores A partida desta semana na Argentina é mais do que um jogo. É uma batalha em um dos palcos mais historicamente hostis da América do Sul. O adversário não será apenas o Estudiantes, mas todo o ambiente que eles sabem criar como poucos. A recente e correta anulação do cartão vermelho de Plata pela CONMEBOL, após a revisão confirmar o erro do árbitro no jogo de ida, está sendo cinicamente distorcida. A imprensa e a torcida local ignoram o erro que os beneficiou em campo e usam a anulação para pintar um cenário de "favorecimento", criando um perigoso clima de guerra para o jogo de volta. As declarações de Filipe Luís no pós jogo servem como combustível para a imprensa e torcida Argentina. Entendam, todos os subterfúgios possíveis serão usando, é parte da formação do atleta argentino operar no nível emocional dos adversários e juízes. A máxima de nós contra o gigante brasileiro serve como um ingrediente a mais. Apenas isso não ganha jogo, mas ajuda. Isso não é uma tática nova. É o DNA do Estudiantes na Libertadores. A "Mística Copeira" e a Violência (1969): A final do Mundial de Clubes contra o Milan ficou marcada pela violência extrema dos jogadores do Estudiantes. O goleiro Poletti foi banido do esporte e o zagueiro Aguirre Suárez foi preso após o jogo pelas agressões brutais, em um dos episódios mais vergonhosos da história do futebol. Pergunte a um torcedor local se isso é motivo de orgulho ou vergonha? A Batalha de La Plata (1983): A final da Libertadores contra o Grêmio foi um exemplo de intimidação e violência. O jogo foi tão brutal que ficou conhecido como a "Batalha de La Plata". O Grêmio precisou de muito mais do que bom futebol para vencer e ser campeão. O Legado de Bilardo: Carlos Bilardo, ídolo e técnico do Estudiantes, é famoso pela filosofia do "vale-tudo" para vencer. Sua famosa história, que requer comprovação, mas o simples fato dele ter comentado já me parece suficiente, de oferecer água com sonífero a jogadores brasileiros e o uso de alfinetes para espetar adversários simbolizam a mentalidade que o clube por vezes abraçou. O que o Flamengo vai enfrentar em La Plata? Narrativa de Injustiça: Eles usarão a anulação do cartão para justificar um ambiente de "nós contra o sistema". Cada decisão do árbitro será recebida com uma pressão ensurdecedora das arquibancadas. Intimidação Sistemática: A hostilidade não se limitará ao campo. Ela começa na chegada ao aeroporto, continua no hotel e atinge o ápice no trajeto e dentro do estádio. É uma estratégia calculada para desestabilizar. O Jogo da "Catimba": Em campo, podemos esperar um jogo travado, com provocações constantes e um teste ao limite emocional dos nossos jogadores. Eles sabem que um time irritado é um time que erra. Filipe Luís testado. Será cobrado do técnico, ex-jogador, a transferência de experiência nesses tipos de jogo para a sua função como treinador. Não se trata de um processo simples, e o que veremos na Argentina será o maior desafio ao treinador, não por aquilo que virá do campo, porque a libertadores não é apenas o que está no campo, é o que está em volta dele. Trata-se de um processo contínuo de teste emocional. Tudo será usado, o treinador já está sendo chamado de chorão, soberbo porque voltou os seus comentários a péssima arbitragem. O flamengo tem um mix interessante de atletas experientes com alguns que nunca participaram desse torneio, e o treinador, foco máximo desse processo, precisa manter todos os jogadores em um nível emocional elevando, coisa que perdem com frequência, vemos habitualmente jogadores muito pilhados, ou desligados, apesar de ser clara a evolução e emocionalmente o time estar MUITO mais maduro do que alguns meses atrás. Não é a questão de entrar ligado, ou desligado, ou pilhado, é ter a medida certa entre foco, concentração, e não passar do ponto. Times passivos perdem tanto quanto times muito pilhados, o tom tem que ser dado pela comissão técnica. Sua função é preparar o time e eventualmente blindá-lo. No campo dá Flamengo, no combo: campo + extra-campo + torcida + arbitragem+imprensa, vai precisar de todos os detalhes. Aposto, ainda, no Flamengo. tem um vídeo no canal sobre isso - E aí o que está rolando nas terras Porteñas, 👇 #CRF #Flamengo #Libertadores #PelaCopa #ContraTudoEContraTodos

FABRICIO CHICCA | MUNDO NA BOLA | ex-STADIA

34,236 Aufrufe • vor 9 Monaten

40 fatos sobre o Campeonato Brasileiro de 1980 que você precisa saber... Sim, Brasileirão de 1980!!! O fato 26 é impossível de ser repetido hoje em dia 👀 1- É um ano desafiador. A melhor geração da história do clube sofre enorme pressão por um título nacional. O Brasileiro de 1980 é obrigação! 2- Além do ótimo time, o grande trunfo é Zico em sua melhor forma física e técnica. O Galo está voando. 3- Sob a batuta de Coutinho, a base do time é Zico, Júnior, Raul, Leandro, Rondinelli, Carpegiani, Júlio César, Andrade, Tita e Adílio. Juntam-se ao grupo o ponta Carlos Henrique, o capita Carlos Alberto e Marinho, vindo do Londrina. 4- O Fla sofre alguns reveses históricos durante a campanha, como a derrota em casa para o fraco Botafogo-PB. (Vídeo 1) 5- Nunes chega no fim da 1ª fase, vindo do Monterrey-MEX. Estreia contra o bom time da Ponte Preta. 6- A 2ª fase é formada por 4 grupos com 4 clubes. Depois de golear o ótimo time do Palmeiras por 6 a 2, a torcida fica mais confiante. (Vídeo 2) 7- O time também sai fortalecido. Começa a ser mais apontado como favorito ao título ao lado de Inter, São Paulo, Atlético-MG e alguns outros de boa campanha. O reflexo no retrovisor surge para quem não fecha com o certo. 8- Na 3ª fase, o vencedor de cada grupo garante vaga na fase semifinal. Dá Flamengo x Coritiba. 10- Engana-se quem acha que seria fácil. O Coritiba não está ali por acaso. Embora o jogo de ida, 2 a 0 Mengo, no Paraná, tenha sido relativamente fácil, o jogo da volta é uma pedreiraça! (Vídeo 3) 11- No Rio, aos 18 minutos da etapa inicial, um mau sinal: Zico sai de campo machucado - sofre uma distensão muscular. 12- Em seguida, Vílson Tadei abre o placar para o Coxa. Aos 31', Aladim realiza o pedido da torcida alviverde e faz o 2 a 0. 13- Ato contínuo ao tento adversário, Uri Geller também sai de campo machucado campo. Tudo parece caminhar para uma jornada deveras complicada... 14- Fé no Mengo! Aos 34', e meio que do nada, João Danado coloca na frente e solta um petardo de fora da área! O Mais Querido desconta e reacende a chama. 15- Três minutos depois, Tita mata no peito e a bola sobra pra Nunes, que logo ficaria conhecido como o Artilheiro das Decisões, empatar. Ufa, ufa... Mas tem mais. 16- Não perca o fôlego. Já aos 39', a virada veio. Carlos Alberto passa por quatro e solta a bomba no ângulo de Moreira. Antológico!!! Na etapa final, Anselmo amplia com outro gol memorável e Luís Freire, do Coritiba, dá números finais ao placar do Maraca após linda jogada de Tadei e Escurinho. 4 a 3 e o Flamengão na final. Delírio para os 87 mil torcedores (na contagem oficial) no Mário Filho. Que venha o Atlético-MG! 17- Zico não joga o primeiro jogo da finalíssima. Júlio César também é desfalque. 18- Em meio ao início da primeira final de Brasileiro, o Flamengo se enrola com o fim do contrato de Zico. O tempo urge. É necessário renovar de qualquer jeito. 19- A torcida rubro-negra viaja em massa para BH, mas a nota triste da "invasão" são os ataques covardes da PM mineira e da torcida atleticana. 20- O Galo encara o jogo como uma rinha também. Palhinha comete um dos ataques documentados mais covardes de um atleta de futebol contra outro. Rondinelli sai desacordado e com o maxilar quebrado direto para a mesa de operação. O Deus da Raça até hoje sofre com as consequências do golpe, como a surdez parcial do ouvido esquerdo. O árbitro Romualdo Arppi Filho deixa a violência do time da casa comer solta até o fim. 21- Sem Rondi, Júnior bobeia na saída de bola e Reinaldo faz o único gol da partida. 22- No vestiário, Raul, último a sair de campo, se surpreende ao ver todos os jogadores celebrando o resultado, como se a derrota não tivesse acabado de ocorrer. 23- O arqueiro indaga a Júnior. "Você acha que a gente vai perder pra eles lá no Maraca, Véio?", responde o Capacete. 24- O assunto durante a semana, claro, é a dúvida se Zico jogará ou não. O contrato tá renovado. A incerteza agora é clínica. 25- E a dúvida só é respondida minutos antes do início do jogo. O doutor libera e Zico joga mesmo não estando 100%. 🤯26- O público naquele domingo é de mais de 154 mil pessoas. Tem noção? É muita gente!! E fora do Maracanã, mais 30 milhões de flamenguistas acompanham a decisão ao vivo pela TV. (Vídeo 4) 27- Começa a decisão. Aos 7', Andrade faz ótima antecipação, toca pra Zico, que lança genialmente Nunes no ponto futuro. O camisa 9 não desperdiça. 1x0 Mengão. 28- Mas Reinaldo, jogando também no sacrifício, empata para o Atlético logo após o reinício do duelo. O atacante atleticano era mortal até "meia-bomba". 29- E qualquer porcentagem de Zico desequilibra ainda mais. Aos 44, bate-rebate de Júnior que tenta duas vezes o chute. A bola para no pé do Camisa 10 da Gávea que aciona seu já conhecido poder de pensar na velocidade da luz. O Galo de Quintino pega meio de virada e... gol!. Nível hard de dificuldade, parceiro! 2 a 1. 30- O CAM tem time para encarar o CRF de igual para igual, diz a fina flor da crônica brasileira. A volta do intervalo mostra a teoria na prática. Os mineiros pressionam os representantes da Nação no seu imenso reduto. Reinaldo, manquitolando, consegue empatar aos 21'. Silêncio ensurdecedor no Maracanã. 31- O empate dá o título aos visitantes. A cera atleticana aparece e começa a dar o tom da partida. O saci Reinaldo passa a cair de forma absurdamente recorrente. 32- A cera de Reinaldo torna o clima insuportável. O atacante se recusa a ser atendido fora do gramado. Em dado momento, José de Assis Aragão, cansado de ser ofendido, expulsa o astro alvinegro. 35- Daí, os mineiros invadem o gramado. Do presidente ao massagista. Os comunicadores atuais chamariam isto de um "grande caô". Será que o tradicional antijogo mineiro levará a melhor sobre o bonito futebol arte carioca? 36- Um sergipano parece ter a resposta. Ela vem após o lançamento de Andrade, aos 37'. Nunes domina pela esquerda, parte para cima de Silvestre e cruza. O zagueiro corta. A bola volta para Nunes, ele finge o centro novamente, mas dá um corte seco pro fundo e acelera. João Leite se agiganta, mas o Danado toca por cima🤌. Tome! Uma choque de mil megatons urra sonoro das arquibancada. Nunes se ajoelha com os braços abertos para o céu, faz o sinal da cruz. Os jogadores logo chegam para abraçá-lo. O maior clube brasileiro finalmente se sagraria campeão brasileiro. 37- Após o apito final, João Batista Nunes de Oliveira, o Nunes, o João Danado, começa a ser chamado de O Artilheiro das Decisões. 38- E na comemoração o centroavante desabafa: "Eles (a imprensa mineira) me chamam até de maconheiro. A resposta é no campo e não na violência. Fizemos três gols e essa é a minha resposta. Futebol se ganha no campo, com humildade, acima de tudo coragem, sangue, raça e muita vibração". 39- E anos depois conta: "O terceiro gol, o da vitória, nunca mais vai sair da minha mente, e enquanto existir o Flamengo vão sempre lembrar dele". 40- Zico dá um depoimento marcante: "Desde a minha contusão contra o Coritiba, eu não durmo direito. Acordo assustado, sonhando com lances, ouço o povo gritando. Eu me vejo correndo para comemorar um gol. É uma semana de angústia. Mas ganhamos. É o título do coração e da coragem. E do amor por essa torcida, que me faz chorar."

Diogo Almeidaᴹᴿᴺ

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Então... #FROM nunca foi apenas sobre escapar da cidade. Sempre foi sobre um jogo. Menino de Branco vs. Homem de Amarelo! Esses dois têm jogado xadrez com a vida das pessoas. Toda vez que este lugar concede alguma coisa — conhecimento, comida, sobrevivência, respostas — algo é tomado em troca. Sempre. A troca não é opcional. Ela é a regra que governa todas as transações desse sistema. A magia funciona da mesma forma. O ovo que Sophia usou para trazer Roger de volta já continha uma vida em desenvolvimento. O sangue é a prova disso, e foi ele que forneceu a troca. Uma vida foi dada, uma vida foi tirada, uma vida foi devolvida. É o jogo do bem contra o mal. Uma prova disso é que o "ex-Menino de Branco", agora adolescente, sabia desde o começo que Sophia era o Velho de Amarelo. Então, por que ele não contou nada para o Victor? Porque ele precisa seguir as regras do jogo. Cada ciclo desse jogo de entidades deixa uma estrutura para trás A igreja de pedra provavelmente é de 1700. A Casa da Colônia corresponde a 1864. O abrigo corresponde a 1931. As casas da cidade correspondem a 1978. Por isso a cidade é toda remendada, com uma mistura de casas novas e antigas. O motel não terminou de ser adicionado à cidade porque Victor está vivo e seu ciclo ainda não foi concluído. Por isso temos apenas a placa do motel. O ciclo do Victor ainda está em aberto. Este lugar não é estruturado como uma história Ele é estruturado como um jogo. Não metaforicamente, mas literalmente. As regras pelas quais ele funciona, os papéis que cada personagem desempenha, a forma como tudo é reiniciado quando falha, os números espalhados pela série... tudo segue a lógica de um jogo com uma precisão que eu não acredito ser acidental. Livros e referências dentro do sistema Comecemos pelos livros que Ethan trouxe para a cidade: The Adventures of the Grand Gulagog e The Flight of the Chromenockle. Ambos são livros infantis de fantasia, os favoritos de Ethan, e ambos contêm locais e mecânicas que refletem diretamente a estrutura desse lugar. O Lago das Lágrimas existe tanto no Chromenockle quanto na cidade. O Story Walker, personagem que visita capítulos da história que já aconteceram, é mencionado e definido no Grand Gulagog antes mesmo de Julie descobrir que consegue fazer exatamente isso. A Caverna do Dragão Solitário, que Ethan comparou diretamente ao depósito do restaurante, contém o mapa que o Chromenockle precisa encontrar para achar o caminho de casa. E todos os personagens encontraram alguma coisa naquele depósito que acabou levando a novas respostas. Ethan chegou a esse lugar com o manual de instruções nas mãos, escrito em uma linguagem que uma criança consegue entender, porque esse jogo sempre foi centrado nisso. A entidade e o controle do sistema A entidade em FROM conhece perfeitamente o mundo exterior e o avanço tecnológico exterior. Tanto que a Câmera fotográfica mostra perfeitamente a casa do Boyd no episódio que ele está com Elgin. Porem lá dentro as leis dessas tecnologias não são iguais a fora da cidade. E Pelo que todos perceberam a entidade controla perfeitamente essas tecnologias. Ela se comunica por radio, por telefone quando bem entende. As luzes e fios de energia não precisam de energia normal pois é a própria entidade que controla as leis do lugar. O preço do conhecimento Tudo em FROM tem consequências. Toda ação destrava uma nova fase, uma nova resposta ou uma nova regra. Para obter respostas é preciso destravar coisas, pagar um preço, seja com sangue ou com uma vida. "O conhecimento tem um preço." Isso foi esfregado na nossa cara o tempo todo. Cada uma dessas respostas teria um custo, exatamente o que os moradores anteriores estavam fazendo quando criaram as lanças e os talismãs de pedra: aprendendo as regras a um preço enorme e deixando esse conhecimento para o próximo ciclo. Um exemplo é quando eles cavaram o buraco, encontraram os túneis e descobriram que os fios de energia não levam a lugar algum. De repente, a casa desabou sem motivo aparente. Esse foi o preço pago pelas respostas. A importância das regras ou rituais As regras do jogo são tão importantes que, até para matar um monstro, você precisa seguir um rito específico. Cada monstro possui um contra-ataque específico. Nada além dele funciona. As lanças não funcionam contra as cigarras. Não funcionam contra as criaturas da noite. Não funcionam contra o Homem de Amarelo. Mensagens e sinais do sistema Outra prova de que essas entidades estão jogando é que o Menino de Branco fala: "Você vai perder desta vez. Eles acharam os ossos." Isso significa que encontrar os ossos destravou algo positivo para o lado do bem. Então Sophia responde: "É, mas eles derrubaram a árvore." Isso significa que derrubar a árvore destravou algo positivo para o lado do mal. Por exemplo, bastou a árvore cair para que Sophia começasse a roubar os talismãs, antes conquistados por Boyd. Ela não podia fazer isso antes porque esses talismãs foram conquistados com sacrifício, tanto por Boyd quanto pelo preço que todos pagaram. Afinal, quando Boyd os encontrou, Abby passou a ser manipulada e saiu matando todo mundo, provando que encontrar os talismãs também trouxe um preço. Lembrem-se: nesse lugar, a troca não é uma escolha, é a regra. Ao derrubarem a árvore, Sophia destravou novas possibilidades nesse jogo. Os monstros não são apenas os moradores antigos do primeiro ritual Parece que, em cada ciclo, um dos moradores desse jogo entre as entidades se torna um monstro, e agora Fatima é um deles. Muitos se perguntavam por que os monstros parecem robóticos, como se algo os controlasse. Bem, se Fatima agora virou um deles, será que ela terá consciência própria ou será controlada por uma força maior? Será que agora Fatima se tornou um membro permanente do lado do mal e será controlada pelo jogador chamado Homem de Amarelo nesse jogo/ciclo? Informações recentes dos criadores de FROM 1 - A quinta temporada se chamará "END GAME" ("Fim de Jogo"). 2 - John Griffin, criador da série FROM, disse: "A maioria das respostas para os mistérios da série está no primeiro episódio da primeira temporada." 3 - Julie será a solução, e o eixo da viagem no tempo retornará com mais força na temporada final. 4 - A árvore caída no meio da estrada é sempre diferente em cada episódio. Teoria central: o que é FROM? Se a maioria das respostas realmente está no primeiro episódio, será que tudo tem relação com Ethan e Julie? Seria FROM apenas um RPG jogado entre irmãos? Seriam Ethan e Julie as representações do Menino de Branco e do Homem de Amarelo nesse jogo? Que tipo de jogo é esse? Eu não estou dizendo que aquilo seja um jogo eletrônico ou um mundo virtual. Talvez tudo esteja na cabeça de Ethan e Julie enquanto jogam. Ou, se não for isso, então eles estão presos em um ambiente cósmico totalmente controlado pelas duas entidades, que estão jogando esse xadrez com a vida deles. E destravando novas regras de acordo com suas ações. Aquele mundo, ou aquele lugar, é totalmente controlado por regras próprias como um jogo. O clima do lugar muda de acordo com o que os moradores fazem nesse jogo. O dia vira noite, e a noite vira dia de uma hora para outra. A chuva vai e vem quando bem entende e, de repente, começa a nevar. Cabras, vacas e galinhas surgem do nada apenas para que eles saiam para explorar o lugar, como se fossem recompensados. Conclusão Sabendo de tudo isso, podemos cravar que FROM se passa em um ambiente totalmente controlado por regras de um RPG ou regras de uma entidade. Pode ser um RPG jogado entre Ethan e Julie. Pode ser uma história contada por Ethan. Pode ser um jogo real entre duas entidades ancestrais que surgiram a partir do primeiro pacto. Pode ser um ambiente cósmico que sequestra pessoas reais para punir Jade e Tabitha eternamente por não terem seguido o sacrifício original e, por isso, o filho deles sobreviveu e sempre sobrevive no final do jogo ou ciclo.

Kimi Vaizard

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Por que a briga interna na direita enfraquece a oposição e ajuda a normalizar censura e perseguição política Quando se observa a direita brasileira hoje, a impressão é a de um movimento cada vez mais absorvido por disputas internas, rivalidades menores e brigas por espaço, enquanto a questão central do país segue em segundo plano. E isso é particularmente grave porque o problema fundamental do Brasil não é uma mera divergência entre grupos ou lideranças. O problema central é a existência de um regime de censura, perseguição política e exceção institucional que opera de maneira cada vez mais escancarada, enquanto boa parte dos que deveriam enfrentá-lo parece mais preocupada em administrar posições dentro da estrutura vigente. Esse é o ponto decisivo. Em 2014, numa entrevista que já soma quase 2 milhões de visualizações, o professor Olavo de Carvalho fez um diagnóstico preciso de por que o PT havia perdido o apoio popular. Aconteceu exatamente quando o partido deixou de ser percebido como uma força de refundação do Brasil e passou a ser visto como mais uma engrenagem da velha máquina de poder, absorvido pelo estamento burocrático, na expressão de Raymundo Faoro. Não que a alternativa proposta pelo PT fosse boa, basicamente eles queriam transformar o Brasil numa grande Cuba, como fez Chávez na Venezuela. Mas, uma parte significativa da população acreditava no caminho socialista, e deixou de apoiar o partido quando ele deu sinais de ser apenas mais um grupo que foi absorvido pelo establishment. Há sinais claros de que o mesmo processo está ocorrendo agora dentro do chamado bolsonarismo. A questão não é apenas moral. Ela é estratégica. Não faz sentido concentrar esforço numa eleição enquanto o principal líder da direita está em prisão domiciliar, quase morreu na cadeia, centenas de pessoas seguem presas, censuradas e perseguidas, e o regime de exceção continua operando sem qualquer constrangimento. Falar de eleição como se estivéssemos num ambiente democrático regular é aceitar como NORMAL aquilo que deveria ser tratado como escândalo político permanente. Sem enfrentar isso, a conversa eleitoral vira distração. Até porque numa canetada o candidato da direita pode ser tirado da disputa, ou até ser preso... E quando essa normalização convive com disputas mesquinhas dentro da própria direita, o quadro se torna ainda mais revelador. Porque então fica evidente que, para muitos, o objetivo já não é mudar o país. Na prática, o objetivo passa a ser manter posição, preservar influência, controlar verbas partidárias e impedir o surgimento de lideranças que ainda operem com verdadeira intenção de ruptura. Não há problema algum em que uma liderança tenha estrutura, receita ou base de apoio para sustentar sua atuação. Tem muita gente gerando receita com influência na internet, e isso em si não é errado. O problema começa quando os meios deixam de servir a uma finalidade maior e passam a ser o próprio fim. Nesse ponto, a degeneração é inevitável. Basta ver o que acontece quando o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, vai a um programa de TV e diz que "esse negócio de eleger senadores para fazer impeachment de ministro já não é mais o objetivo." Na prática, o que ele quer é uma base grande, centenas de milhões de reais em verbas partidárias que ele possa controlar, sem criar nenhum tipo de risco para si. Porque se falar mal de ministro, pode perder o cargo ou sofrer algo pior. Ou seja, você vê exatamente esse trabalho de domesticação da direita. O partido deixa de ser plataforma de transformação e se converte em aparelho de contenção. A liderança deixa de operar para alterar o regime e passa a operar para SOBREVIVER dentro dele, sem tensionar, sem afrontar aquilo que de fato precisa ser enfrentado. É assim que um movimento é domesticado. Boa parte dessas brigas aponta justamente nessa direção: não para a construção de uma alternativa real ao sistema, mas para o isolamento de lideranças mais combativas e para a recondução do debate à velha e pequena política partidária. Em vez de concentrar a atenção popular na censura, nos presos políticos, na perseguição institucionalizada, desloca-se tudo para conflitos internos, vaidades e acomodações. No fundo, trata-se de um processo de absorção pelo establishment, pelo próprio estamento burocrático. A velha estrutura brasileira tem uma enorme capacidade de neutralizar ameaças reais não apenas pela repressão direta, mas pela cooptação. Ela assimila, domestica, redistribui incentivos e transforma impulsos de mudança em mecanismos de autoconservação. O que está em jogo é saber se ainda existe, dentro desse campo, uma disposição real de enfrentar o regime de exceção, desmontar os mecanismos de censura e perseguição e recolocar o país numa trilha minimamente normal de liberdade política. Sem isso, tudo o mais é secundário. Uma direita que abandona esse objetivo e passa a disputar apenas o controle interno do próprio movimento se transforma exatamente naquilo que dizia combater: mais um núcleo de poder adaptado à lógica da velha política, interessado em conservar vantagens, não em refundar o país. E quando isso acontece, o sistema não precisa nem vencer. Basta esperar.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

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O Brasil vive hoje um jogo político que ninguém mais finge não enxergar. Todo mundo vê o tabuleiro, todo mundo vê o juiz apitando para um lado só, todo mundo vê as regras sendo mudadas no meio da partida, mas ninguém levanta da mesa. E Tiago Pavinatto escancara exatamente isso: não existe candidato, não existe direita, não existe regra, não existe sequer processo. Existe um país tentando jogar dama enquanto o adversário joga xadrez com as peças já posicionadas três lances à frente. Pavinatto expõe a ferida que todos evitam tocar. O Brasil não tem direita porque a direita teme admitir que perdeu o direito de existir. E quando ele diz que “não tem favorito”, “não tem candidato”, ele está apenas descrevendo a obviedade: não tem jogo. O que há é o teatro que se ensaia publicamente enquanto as decisões reais são tomadas em gabinetes que não respondem ao povo. E é aí que vem o ponto mais grave, o ponto que ninguém tem coragem de falar em voz alta: o dia cinco de março. A data que está literalmente escrita na lei eleitoral como limite para a criação de qualquer resolução que vá reger o processo de uma eleição nacional. Cinco de março. Escrito. Claro. Objetivo. Inegociável. Mas mesmo assim ignorado com a serenidade de quem tem a caneta e não precisa justificar nada. A resolução que regeu o segundo turno não foi de cinco de março. Foi de vinte de outubro. Sete meses depois. Sete. Meses. Depois. Não tem interpretação possível. Não tem hermenêutica sofisticada. Não tem “razões técnicas”. Tem apenas o fato: a regra foi quebrada, o jogo foi reescrito, e ninguém pagou o preço. Vinte de outubro não vem antes de cinco de março em nenhum calendário, em nenhuma constituição, em nenhum planeta habitável. Mas vem antes no mundo paralelo onde algumas instituições brasileiras operam. E quando isso passa como normal, o recado é simples: vocês podem votar, mas quem decide o que vale não são vocês. A lei vira sugestão. A regra vira ornamento. E a democracia vira performance. É isso que Pavinatto chama de eleição fraudada. Não pela urna em si, mas pelas dezenas de etapas anteriores onde o processo já estava contaminado. A fraude não nasce no voto, nasce na moldura. É como pintar uma paisagem em cima de uma parede podre: parece bonita até a tinta começar a descascar. E enquanto tudo isso acontece, a direita se comporta como se fosse possível disputar um jogo cujas regras mudam a cada rodada. Querem falar de 2026 como se houvesse disputa limpa, quando o próprio processo foi sequestrado. Jogam com juiz comprado, impedem jogadores, cassam técnicos, mudam o placar no intervalo e ainda pedem para o público acreditar que é esporte. Por isso Pavinatto diz que não há direita. Porque a direita que existe finge não ver. Finge não ouvir. Finge não entender que está entrando em campo para perder. Porque a regra já foi escrita. A partida já está decidida. E o único que ousou enfrentar isso — o único que realmente atrapalhou o mecanismo — está preso, doente, isolado, calado por ordem de quem domina o jogo. E agora eu pergunto: onde estão todos os políticos que hoje ocupam seus cargos graças a Bolsonaro? Onde está a mobilização pela liberdade dele? Onde estão os discursos, as marchas, os vídeos, as notas oficiais? Onde está a coragem? Onde está a lealdade? O homem que ergueu metade dessa gente pelo braço hoje é tratado como inconveniente, como pedra no sapato, como alguém a ser enterrado para que outros possam disputar o espólio eleitoral que ele construiu com sangue, suor e cicatriz. E o silêncio sobre a anistia é ainda mais vergonhoso. Anistia ampla, geral e irrestrita não é pauta. É obrigação moral. É o único ato capaz de mostrar ao mundo que o Brasil ainda tem algum traço de decência institucional. Mas a classe política prefere agir como se 8 de janeiro fosse capítulo encerrado, como se milhares de perseguidos fossem notas de rodapé. Preferem varrer o tema para debaixo do tapete, porque defender inocentes dá trabalho. Já disputar herança política é mais confortável. Mas é preciso repetir o óbvio: libertem Bolsonaro. Libertem os presos políticos. Libertem este país do cinismo institucional que o devora. Porque enquanto o Brasil tolerar que um senhor doente de setenta anos seja tratado como ameaça existencial ao Estado, não haverá eleição limpa, não haverá democracia funcional, não haverá futuro digno. E se ninguém mais tem coragem de dizer, então que fique claro: não existe jogo quando a regra não vale para todos. Não existe disputa quando a caneta decide o vencedor. Não existe país quando a lei é reescrita ao sabor de conveniências. E não existe direita enquanto ela continuar fingindo que está participando de uma competição que já foi fraudada na largada. Cinco de março não é uma data. É a lápide do processo eleitoral brasileiro. E fingir que isso não existe é compactuar com o sequestro da democracia. Sem anistia não existe reconciliação. Sem liberdade não existe política. Sem Bolsonaro livre não existe 2026. SOLTA O BOLSONARO. O resto é teatro. O resto é covardia. O resto é mentira institucionalizada. E eu quero ver quem terá coragem de admitir isso publicamente.

・ Ice ・

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