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🚨Billie Eilish interrompe sua apresentação de “TV” no trecho “While they’re overturning Roe v. Wade”. Esse trecho faz referência ao período em que a Suprema Corte dos Estados Unidos discutiu a reversão da decisão histórica que garantia o direito das mulheres ao aborto.

66,808 次观看 • 1 年前 •via X (Twitter)

10 条评论

mavi ᱬ⧗ 的头像
mavi ᱬ⧗1 年前

entreguem um rifle de precisão nas mãos dessa mulher e ela resolve o problema dos resultados da eleição fácil

Biel Mandu ★ 的头像
Biel Mandu ★1 年前

Grandona sem medo

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maria1 年前

mãe demais

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kau 🇦🇹1 年前

essa mulher é muito foda

heródoto 的头像
heródoto1 年前

ativista!!!

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g1 年前

coitada da nossa menina info

Suênia Delgado 🌻 的头像
Suênia Delgado 🌻1 年前

Ela tá putassa!!!!

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carlos1 年前

meu deus ela ta muito putaaaa

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shiv1 年前

GRANDONA

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sam ★ (BE4)1 年前

MAEE

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Em meio às celebrações pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos, o Papa Leão XIV aproveitou a data para fazer um apelo em defesa da vida humana, reafirmando a histórica posição da Igreja Católica contra o aborto e a eutanásia. Em uma mensagem enviada por ocasião do aniversário da Declaração de Independência americana, o pontífice destacou que o primeiro direito consagrado pelos fundadores da nação foi o direito à vida, afirmando que ninguém privado da vida pode desfrutar plenamente da liberdade ou buscar a felicidade. Para o papa, a própria vitalidade de um país está diretamente ligada ao valor que atribui à vida humana em todas as suas formas e condições. Questões ligadas ao aborto, ao suicídio assistido e à eutanásia seguem no centro do debate político e cultural americano, especialmente após a decisão da Suprema Corte, em 2022, que derrubou o precedente de Roe v. Wade e devolveu aos estados a competência para legislar sobre o aborto. Ao defender a dignidade inerente de cada pessoa humana, Leão XIV reiterou um dos princípios mais tradicionais da doutrina católica - a proteção da vida “desde o momento da concepção até a morte natural”. A expressão reafirma a oposição da Igreja ao aborto e à eutanásia. O papa também afirmou que as sociedades devem cultivar uma profunda reverência pela vida, capaz de inspirar leis que reconheçam e protejam esse dom precioso, lembrando que todos são “guardiões e administradores” daqueles que lhes foram confiados. Fundado em 1776 sob os ideais de liberdade, direitos individuais e busca pela felicidade, os Estados Unidos chegam aos seus 250 anos mergulhado em intensos debates sobre o significado desses princípios e sobre quais direitos são verdadeiramente fundamentais. Ao colocar o direito à vida no centro de seu discurso nesta sexta-feira, 3 de julho, o Papa Leão XIV transformou as celebrações do Dia da Independência dos Estados Unidos, 4 de julho, em um chamado moral e espiritual, defendendo que nenhuma sociedade pode preservar a liberdade se antes não estiver disposta a proteger a vida humana em todas as suas etapas.

Karina Michelin

10,724 次观看 • 1 个月前

Nesta segunda-feira, 20 de julho, durante a Convenção Nacional do PDT, realizada em Brasília para oficializar o apoio do partido à sua candidatura à reeleição, Lula afirmou que “não temos o direito de perder essas eleições”, declarou que “não temos o direito de permitir” que seus adversários voltem ao poder e chamou de “traidores” os brasileiros que viajaram aos Estados Unidos para defender medidas contra o governo brasileiro durante a crise diplomática entre os dois países. Horas antes dessa declaração, os Estados Unidos divulgaram um relatório sobre Cuba que menciona Lula, o PT, o Foro de São Paulo - organização fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 - e outras lideranças da esquerda radical latino-americana. Ao mesmo tempo, Daniel Ortega anunciava o fim das eleições na Nicarágua, enquanto Gustavo Petro declarava que não reconhecerá o resultado da eleição presidencial colombiana. É justamente nesse cenário que Lula abandona qualquer discurso de moderação e afirma que o Brasil “não tem o direito de perder essas eleições”. E vai além - diz que “não temos o direito de permitir” que seus adversários retornem ao poder, afirma que “antigamente traidor era enforcado” e chama de “traidores” brasileiros que buscaram apoio nos Estados Unidos. A disputa política deixa de ser tratada como uma competição democrática e passa a ser apresentada como uma batalha em que a derrota simplesmente não pode acontecer. Enquanto Lula faz esse discurso inflamado sobre “traidores” e afirma que o Brasil “não pode perder” as eleições, quem aparece ao seu lado no palco é Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência, que deixou o cargo em meio ao escândalo das fraudes bilionárias nos descontos indevidos de aposentados e pensionistas do INSS. Um governo que se apresenta como defensor da “moralidade”mantém ao seu lado um dos principais nomes associados ao maior escândalo da Previdência. Lula, o Foro de São Paulo e seus aliados mais radicais atravessam um dos momentos mais difíceis de sua história. Diante desse cenário, Lula parte para o tudo ou nada. Que a população brasileira desperte antes que seja tarde demais.

Karina Michelin

18,298 次观看 • 21 天前