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Boa noite meus queridos, queridas e queridx(bom dia, boa tarde!!) Mais uma animaçãozinha, só q da HOPPY! Hehehe Mostrando sua real velocidade ksksks (Foi uma pergunta de um inscrito! Espero que gostem!) (Animação n completa!) #SmilingCritters #HoppyHopscotch #PoppyPlaytime3

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🐍🚧 // Uma cena completamente fora do comum está chamando a atenção de motoristas. No meio da estrada, uma mulher aparece vestida como uma serpente, deitada no asfalto e levantando a cabeça repetidamente. Ela afirma que se identifica como uma cobra e diz que passa boa parte do dia ali, exatamente daquela forma. Situações como essa acabam provocando um debate curioso e até polêmico. Hoje em dia, muitas pessoas defendem que cada indivíduo tem o direito de se expressar e viver sua identidade da maneira que desejar. A liberdade pessoal é um valor importante em sociedades democráticas. Mas surge uma pergunta inevitável: quando essa liberdade começa a interferir na vida ou na segurança de outras pessoas? Uma estrada é um espaço público, criado justamente para circulação de veículos. Quando alguém ocupa esse espaço de forma inesperada, pode causar acidentes, confusão no trânsito ou colocar outras pessoas em risco. Esse tipo de situação faz muita gente refletir sobre os limites entre expressão pessoal e responsabilidade social. Afinal, viver como quiser é um direito… mas garantir a segurança coletiva também é essencial. 💡 Dica extra: se encontrar algo estranho ou perigoso no trânsito, reduza a velocidade e mantenha distância. Situações inesperadas podem provocar acidentes quando motoristas reagem de forma brusca. ➡️ Créditos: @elimperiodigital.of 📹 vídeo: Reprodução #curiosidades #transito #vidapraticacriativa

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“E se Deus existir, mas não for algo que a mente humana foi feita para compreender?” Essa é a pergunta inquietante que parece estar no coração de Portrait of God (2022), um curta de terror que conquistou milhões de espectadores ao transformar uma ideia profundamente filosófica e religiosa em uma experiência perturbadora. A história acompanha Mia, uma jovem que prepara uma apresentação sobre uma misteriosa pintura conhecida como “Retrato de Deus”. Conforme ela se aprofunda na investigação da obra, passa a confrontar algo que desafia não apenas sua fé, mas também sua própria percepção da realidade. O terror do filme não está em sustos fáceis ou criaturas grotescas. Ele surge da possibilidade de que o divino exista, mas seja tão vasto e incompreensível que a mente humana simplesmente não consiga processá-lo. É justamente essa premissa que tornou o curta tão comentado entre os fãs de horror. Em vez de retratar Deus como uma figura familiar ou reconfortante, o filme flerta com uma ideia muito mais desconcertante: a de que a verdadeira natureza do criador pode estar muito além de qualquer conceito, imagem ou linguagem que os seres humanos sejam capazes de conceber. O impacto foi tão grande que a obra chamou a atenção de dois dos maiores nomes do cinema de terror contemporâneo. Em 2025, foi anunciado que Portrait of God ganhará uma adaptação para os cinemas produzida por Jordan Peele, diretor de Corra! e Nós, e por Sam Raimi, criador da franquia The Evil Dead e diretor da trilogia clássica de Homem-Aranha. A adaptação expandirá a mitologia do curta, embora os detalhes da trama ainda sejam mantidos em segredo. Se o longa conseguir preservar a mesma atmosfera de mistério e inquietação que tornou o curta tão marcante, poderá se tornar uma das obras de horror religioso mais interessantes dos próximos anos. Afinal, poucas ideias são tão assustadoras quanto encarar a possibilidade de que a resposta para a pergunta mais antiga da humanidade esteja muito além daquilo que somos capazes de compreender.

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Quando um reator nuclear é ligado pela primeira vez, um brilho azul intenso, quase hipnótico, aparece na água que circunda o núcleo do reator. Essa luz não é fogo nem calor; é radiação Cherenkov, um fenômeno físico que ocorre quando partículas carregadas, como elétrons de alta energia produzidos durante a fissão nuclear, viajam através de um meio transparente mais rápido do que a luz consegue se propagar nesse mesmo meio. Embora nada possa ultrapassar a velocidade da luz no vácuo, a luz viaja mais lentamente em materiais como a água. Quando uma partícula carregada ultrapassa essa velocidade reduzida, ela emite uma onda eletromagnética coerente, semelhante a um choque, frequentemente descrita como um análogo óptico de um estrondo sônico. Essa radiação produz o brilho azul característico. A cor surge porque a radiação Cherenkov é mais forte em comprimentos de onda mais curtos, que são dominados pela luz azul e ultravioleta. O fenômeno foi observado experimentalmente pela primeira vez em 1934 e posteriormente explicado teoricamente, trabalho que rendeu o Prêmio Nobel de Física em 1958. Sua explicação confirmou como a relatividade e o eletromagnetismo operam nos meios materiais. Hoje, essa luz azul profunda serve tanto como um alerta quanto como uma ferramenta científica. Ela sinaliza a presença de radiação ionizante intensa, além de ser utilizada em detectores de partículas, reatores nucleares e observatórios de neutrinos. Ela proporciona uma rara manifestação visível de processos subatômicos que, de outra forma, permaneceriam ocultos à percepção humana direta.

Sacani (Space Today) - AKA Gordão Foguetes

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