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BOLSONARO É O ÚNICO QUE PODE ACABAR COM A DIVISÃO DA DIREITA A voz de comando de Bolsonaro seriam a única coisa que poderia acabar com a divisão da direita. Sim, ele não pode se manifestar publicamente, mas poderia dar um pito em toda sua família que fica em...

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O mau-caratismo. O que a gente pode perceber aí são várias coisas, né? O mau-caratismo, o cinismo, a desonestidade intelectual. E eu não estou nem falando da Michelle. Não estou nem vou tocar no nome da Michelle, nem quero saber da Michelle Bolsonaro, não me interessa. O que me interessa agora, no momento, claro que ela tem participação, e muita participação, grandiosíssima, em todo esse turbilhão que está acontecendo em nosso meio. Mas você vê o cinismo do Nikolas, o mau-caratismo do Nikolas Ferreira, a desonestidade intelectual. O cara fez coisas que, na minha visão, são absurdas, compartilhar perfil. E não é a primeira vez. O que o Eduardo está falando é certíssimo, não é a primeira vez que o Nikolas Ferreira dá palco para perfis que falavam e falam mal do Jair Bolsonaro e agora falam e continuam falando mal do Jair Bolsonaro e do Flávio Bolsonaro. Não é a primeira vez que Nikolas usa suas redes sociais para dar palco para esse povo. E o Eduardo Bolsonaro simplesmente alertou mais uma vez aquilo que já sabíamos. O papel do Flávio é excelente, ele quer pacificar, ele quer, ele tem uma eleição para vencer, isso é normal, isso é política. Mas isso não quer dizer que nós, apoiadores, vamos passar pano para essa canalhice do Nikolas Ferreira. Não vamos passar pano para essa canalhice. Esse cara, esse cara é um ser abjeto, é um ser canalha, cínico, que usa a palavra de Deus, que usa a religião como arma, como escudo, para se valer de alguma coisa e para poder implicar as suas sandices. E o pior são as pessoas normalizando isso tudo. Não, eu não vou normalizar. Respeito, sim, o Flávio Bolsonaro, vou votar nele, assim como a minha família vai votar nele. Acho que o momento é, sim, de uma união, mas nós não podemos nos unir com pessoas que estão nitidamente aliadas com o inimigo, que confabulam e acham graça com o inimigo. Não posso fazer isso, eu não posso, não posso e não vou fazer. Então, infelizmente, vou, sim, mostrar e bater de frente com esse Nikolas Ferreira e toda essa corja de desafetos que querem colocar em primeiro lugar questões pessoais e não do Brasil, e que hoje falam mal do Jair Bolsonaro, que é um dos maiores líderes da direita e que, se não fosse Jair Bolsonaro, Nikolas nem existiria. Se não fosse o Eduardo Bolsonaro estendendo a mão, Nikolas nem existiria. Então, não, não vou passar pano e vou dar porrada, sim, e vai ser porrada seca.

Clarke de Souza

36,405 次观看 • 2 个月前

BOLSONARO — O HOMEM QUE SANGRA PELO BRASIL Bolsonaro é um homem livre. Livre como o vento que sopra sobre a terra que tanto ama. Um homem que se curva apenas diante de Deus — jamais diante de tiranos, jamais diante da mentira. Sua vida não lhe pertence, pertence a um propósito maior: a redenção de um povo que foi por séculos enganado, explorado e silenciado. Ser Bolsonaro é mais do que apoiar um político. É compartilhar de uma fé, de um fogo interior, de uma missão. É carregar no peito a dor e a esperança do povo. É saber que a verdadeira liberdade exige coragem, e que o homem justo prefere a dor à mentira, o sacrifício à covardia. Jair Bolsonaro é, antes de tudo, um símbolo. Um reflexo do homem comum — do seu João da roça, do seu Pedro pedreiro, da dona Maria que cria os filhos sozinha — que luta, cai, sangra, mas jamais se rende. É a semente jogada na terra seca que brota mesmo sem chuva. É a árvore que, mesmo açoitada por ventos e tempestades, permanece firme e volta a dar frutos. Bolsonaro é a imagem viva da resiliência brasileira. Não se enganem: não é por sua eloquência, nem por estratégias políticas que ele é amado. É por sua alma. Por sua entrega total. Pelo sacrifício que ele oferece todos os dias — não por poder, mas por amor ao Brasil. O amor de Bolsonaro transcende os valores humanos. É o amor de quem renuncia a si mesmo por algo maior. É o amor de quem caminha com feridas abertas, mas o coração em paz, porque sabe que está do lado certo da História. Há algo de divino em sua jornada. Como o mártir que suporta o escárnio, como o servo fiel que carrega o peso da cruz com os olhos voltados ao alto. Seu sangue já foi derramado — física, emocional e espiritualmente — mas ele continua. Ele não foi poupado da dor, porque sua missão exige resistência, sacrifício e fé. Hoje, quando o sistema o ataca, quando a injustiça o humilha, quando tentam calá-lo, na verdade tentam calar a alma do povo brasileiro. Mas não vão conseguir. Porque a força que move Bolsonaro é maior do que eles podem compreender. Ele é um com o povo. Ele é o espelho da nossa luta. Ele sangra por nós. E nós lutamos por ele. No fundo, somos todos Jair Bolsonaro. Porque também carregamos em nós a centelha da liberdade, o amor à pátria, a fé inabalável. Ele está entre nós e o abismo. E já sacrificou tudo para que o Brasil não caísse. Eu, você, todos nós que sonhamos com um Brasil digno para nossos filhos, com justiça, fé e liberdade — somos Bolsonaro. Que Deus o fortaleça, como fortaleceu os justos nas grandes provações. Que o povo desperte para o que está em jogo. Porque a verdade é simples e clara: Eles não querem apenas derrubar Bolsonaro. Eles querem apagar o Brasil que renasceu com ele. Mas homens livres não se ajoelham diante do medo. Homens livres só se ajoelham diante de Deus. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

MarioFrias

255,315 次观看 • 11 个月前

Eduardo Bolsonaro apresenta Flávio no CPAC e dá um passo decisivo no cenário internacional No palco do CPAC, nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro Eduardo Bolsonaro🇧🇷 não aparece apenas como anfitrião. Ele assume uma posição muito mais clara e simbólica. Sua presença já não é a de um coadjuvante, mas a de alguém que se consolida como um fiel escudeiro, um elo direto entre o movimento conservador brasileiro e o ambiente político internacional. O gesto de apresentar Flávio Bolsonaro carrega mais do que formalidade. Representa um movimento estratégico que mostra maturidade, alinhamento e, principalmente, projeção global. Eduardo conduz o momento com segurança, como quem entende o peso daquele espaço. Ele não apenas introduz o irmão, ele sustenta uma narrativa de continuidade, de resistência e de expansão. Fica evidente que há uma construção em curso. O Brasil deixa de ser apenas um tema interno e passa a ser apresentado como parte de um debate maior, que envolve valores, poder e influência no cenário mundial. Quando Flávio Flávio Bolsonaro assume a palavra, o discurso ganha tom pessoal. Ele fala do pai, Jair Bolsonaro, com a carga de quem viveu de perto cada momento. Não é uma fala distante, é direta, quase íntima, carregada de convicção. A comparação com Donald Trump surge como ponte natural, conectando experiências e criando identificação imediata com o público presente. O Brasil é colocado no centro da discussão. Um país grande demais para ser ignorado, com recursos estratégicos e influência suficiente para impactar decisões globais. A mensagem é clara. O que acontece no Brasil não é um evento isolado, é parte de algo maior, algo que pode alterar o equilíbrio entre nações. Ao mencionar o atual governo, Luiz Inácio Lula da Silva, o contraste se intensifica. Não se trata apenas de política interna, mas de caminhos distintos para o país. De um lado, uma visão alinhada ao Ocidente e aos valores conservadores. Do outro, um direcionamento que, segundo o discurso, afasta o Brasil desse eixo. Mas o ponto mais forte não está no passado nem na crítica. Está no futuro. Flávio assume abertamente a intenção de disputar a presidência, como alguém que recebeu uma missão. Ele fala de apoio crescente, de uma base que se fortalece, de um movimento que ganha corpo. Há confiança, mas também senso de responsabilidade. E, enquanto isso, a figura de Eduardo se destaca de forma silenciosa, porém decisiva. Ele articula, conecta, abre portas e posiciona o Brasil em um espaço onde poucos políticos brasileiros conseguem transitar com naturalidade. Sua atuação no ambiente internacional deixa de ser pontual e passa a ser estratégica. O grande passo foi dado. Ele se firma como peça fundamental dessa engrenagem, como ponte entre o Brasil e o mundo conservador. O encerramento une política, fé e identidade. Mais do que um discurso, o que se viu foi um alinhamento claro de forças, uma demonstração de organização e de intenção. O movimento deixou o campo nacional. Agora, ele fala para o mundo.

・ Ice ・  Ⅹ ・

24,334 次观看 • 3 个月前