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BRASILEIRO VAI PARA O ESPAÇO COM A BLUE ORIGIN E SERA SPACE! O Space Orbit terá uma chance de ir ao espaço a bordo de um foguete de verdade com a séra e a Blue Origin e me tornar o 3º brasileiro a passar dos 100 quilômetros de altitude....

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ESTE É O PLANO MAIS INSANO DE ELON MUSK PARA A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL! A TeraFab será construída pela Tesla, SpaceX e xAI, para fazer buzilhões de chips de Inteligência Artificial, isto tudo para carros e taxis autônomos, além do Optimus, aquele robô que na melhor das hipóteses só vai roubar o seu trabalho e não te levar de arrasta enquanto você estiver dormindo. A ideia da Tesla é fazer 1 bilhão de Optimus em um futuro, e para isso vão ter que fazer os chips AI5 e AI6 em quantidades astronômicas, e a indústria hoje em dia não consegue chegar nem a 2% do que precisam para tornar isto uma realidade, ainda mais que a ideia é que o robozinho custe algo em torno de 50 mil dólares, e nem pensa o valor em real que você vai ter um ataque do coração. E do lado do espaço, os satélites de IA da SpaceX usariam o chip D3 da Tesla, com uma constelação que quer ter 1 milhão de unidades, para assim você poder dar bom dia para chat GPT e fazer memes de gatinhos lutando com sabres de luz. Cada satélite teria cerca de 150 metros de comprimento, principalmente por causa dos gigantescos painéis solares, que serão capazes de gerar 100 killowats de potência, o que daria para segurar 300 casas brasileiras com o nosso super tecnológico chuveiro elétrico. Além disso, usariam radiadores para jogar todo o calor gerado pelo processamento dos seus memes sem graça para o espaço profundo cozinhando a cabeça dos coitados dos ETs. E como toda apresentação do Musk tem uma maluquice extra, o quase trilionário quer fazer uma catapulta eletromagnética na Lua para lançar satélites sem precisar de foguetes, o que é espetacular. Mas claro que ele não falou que esta geringonça vai precisar ter pelo menos 1 quilômetro de comprimento e mais de 3 gigawatts por lançamento além de gerar 250G de força em cada satélite, porém isto são apenas detalhes irrelevantes. E será que o Elon Musk exagerou demais dessa vez ou vamos ver uma revolução na Inteligência Artificial? E aproveita enquanto a gente ainda não criou um robô que vai te buscar em casa por não ter deixado o like nesse vídeo!

Pedro Pallotta - Space Orbit

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Os segundo e o último golo do Sporting dizem muito sobre as intenções e os padrões ofensivos da equipa. No golo de Doumbia, a jogada nasce após uma recuperação de bola. Com Maxi mais baixo, forma-se uma linha de três com os dois centrais, enquanto Altimira e Silas se posicionam nas costas da primeira linha de pressão. No corredor direito, Zalazar baixa para explorar o espaço na largura da segunda linha de pressão, formando inicialmente dupla largura com Geny. Com a aproximação de Fotis, cria-se um triângulo na meia direita entre o grego, o uruguaio e o moçambicano. Essa dinâmica atrai três adversários para o mesmo espaço, libertando a linha defensiva e criando o contexto ideal para Doumbia atacar a profundidade em 1x1 com o central adversário. No golo de Nel, o princípio mantém-se. O Sporting constrói novamente a 3, desta vez com Fresneda mais baixo e Altimira nas costas da primeira linha de pressão. Destaca-se a liberdade de movimentos de Luís Guilherme, que baixa para explorar a lateral da primeira linha de pressão, arrastando consigo o extremo adversário da linha média de quatro. Esse movimento abre espaço entre o extremo e o médio do adversário, criando uma zona de progressão pelo corredor central. Com Altimira a baixar para junto dos centrais, forma-se momentaneamente uma linha de quatro, garantindo superioridade numérica (4x3) sobre a primeira linha de pressão, sendo que extremo adversário é obrigado a saltar para tentar acertar. Criou-se o espaço ideal para Fresneda receber com espaço de progressão. O arrastamento de Luís Guilherme mantém aberto o espaço entre o extremo e o médio adversários. O médio, obrigado a sair na cobertura, tentado limitar a ação de Fresneda, percorre uma distância demasiado longa e chega tarde ao duelo. Esse atraso aumenta ainda mais a distância entre a linha média e a linha defensiva, espaço imediatamente explorado por l Nel, que recebe entre linhas, combina com Flávio Gonçalves e finaliza. Nestes dois lances voltam a evidenciar-se vários princípios do modelo de Rui Borges: a paciência na circulação, a utilização frequente do passe para trás para provocar saltos de pressão e abrir espaços, a liberdade posicional para atrair adversários, a constante dupla largura no corredor direito e os movimentos complementares entre o ponta de lança e o segundo avançado (papel desempenhado por Doumbia). O Sporting continua a deixar excelentes indicadores. Siga para a Amadora.

Sporting Things

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