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Ana Sayfaya Dön

🚨🇺🇸 CAR@LHO, QUE LAPADA! 🔥🔥🔥 CNN: “Este é um imigrante sem documentos...” Miller: “Eles estavam aqui ILEGALMENTE?” CNN: “Quero que esta seja uma discussão de boa-fé...” Miller: “Quando você usa uma linguagem feita para ocultar a verdade, isso NÃO é boa-fé. Um ESTRANGEIRO ILEGAL é um ESTRANGEIRO ILEGAL. Eles...

4,915,485 görüntüleme • 4 gün önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

1984: O Aviso de George Orwell que o Mundo Não Quis Ouvir - Documentário Orwell não escreveu um romance. Ele escreveu um manual de reconhecimento de padrões. Um detector de mentiras do poder. Um aviso para gente adulta, não para plateia infantilizada por slogans. O truque do controle nunca começa com tanques. Começa com palavras. Começa quando a linguagem vira espuma e a verdade vira “versão”. Quando a mentira passa a ser “contexto”, a censura vira “cuidado”, a vigilância vira “proteção” e a coerção vira “bem comum”. Aí você acorda um dia e percebe que a realidade já não é algo que se descobre. É algo que se recebe pronto, embalado, carimbado e autorizado. Em 1984, o terror não é só a polícia na rua. É a polícia dentro da cabeça. É a autocensura como instinto. Você não fala porque “não pode”. Você não fala porque dá trabalho explicar. Porque você sabe que qualquer frase pode ser editada, cortada, invertida, transformada em prova do crime de pensar. O cidadão vira um funcionário do próprio silenciamento. E o sistema agradece. Sem algemas, sem barulho, sem escândalo. Só com o medo bem administrado. A manipulação mais sofisticada não é arrancar confissão. É fabricar consenso. É treinar pessoas para engolirem contradições com orgulho, como se fosse maturidade. Guerra é paz, liberdade é servidão, ignorância é força. Hoje isso aparece em versões moderninhas, cheias de selo moral e verniz acadêmico, mas a engrenagem é a mesma. Se você controla o vocabulário, você controla a possibilidade de pensar fora dele. Quando tiram as palavras, tiram as ideias. E quando tiram as ideias, tiram o futuro. E não, isso não é ficção antiga. É retrato do nosso tempo com roupa nova. A vigilância ganhou design, interface e termo de uso. A propaganda ganhou entretenimento. O ódio ganhou trend. A humilhação virou “educação pública”. E a verdade, coitada, virou um estorvo. Uma inconveniência. Um problema a ser gerenciado. O ponto não é dizer que estamos vivendo exatamente naquele mundo. O ponto é perceber a direção. Toda vez que alguém pede mais controle em troca de promessa de segurança, a porta abre um pouco. Toda vez que alguém exige silêncio em troca de “harmonia”, a porta abre mais. Toda vez que alguém redef ine palavras para que você não consiga discordar sem parecer um criminoso moral, a porta abre de vez. Por isso vale assistir, vale lembrar, vale insistir. Porque o totalitarismo moderno não quer só obediência. Ele quer devoção. Ele não quer que você cale a boca. Ele quer que você sorria enquanto cala. E a única coisa que impede esse tipo de inferno não é uma teoria bonita. É a recusa diária em aceitar o absurdo como normal. Orwell não pede que você vire herói. Ele pede que você não vire cúmplice.

・ Ice ・  Ⅹ ・

58,201 görüntüleme • 8 ay önce

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 görüntüleme • 8 ay önce

🚩 O Alvo não é a Camisa, é o que ela Representa! Eles não estão preocupados com "design moderno" ou "estética global". O buraco é muito mais embaixo. A jogada é clara: querem desidratar o patriotismo para isolar o que ele passou a representar. A estratégia é cirúrgica. Como não conseguiram proibir o povo de usar o verde e amarelo nas ruas, agora tentam esvaziar o símbolo. Querem trocar a nossa identidade por um produto genérico: •De "Brasil" para "Brasa": Para parecer um apelido de marca de energético, sem peso, sem história. •De Escudo para Logotipo: Colocando Michael Jordan na blusa? Sério? O que o basquete americano tem a ver com o suor de quem carregou as 5 estrelas no peito? O objetivo é óbvio: Eles querem desvincular a imagem da camisa de qualquer rastro do governo Bolsonaro. Estão tão obcecados em "limpar" a imagem do ex-presidente que estão dispostos a jogar a soberania e a tradição brasileira no lixo. Para eles, se o povo sente orgulho da bandeira e da camisa, isso é um "risco". Então, a solução deles é a higienização ideológica: transforma a Seleção em uma "franquia" de entretenimento, tira o verde e amarelo raiz, coloca uma estética de grife internacional e pronto... Temos uma nação sem rosto, sem cor e sem alma. Não se enganem: o que estão tentando fazer é cancelar o Brasil real para criar um "Brasil de laboratório" que caiba na agenda deles. Estão trocando o suor do povo pelo marketing progressista. Podem mudar o pano, podem mudar o nome, mas o sentimento de quem é patriota de verdade eles não conseguem "rebrandar".

Karly🇧🇷

25,081 görüntüleme • 5 ay önce

Quinze anos depois do assassinato de Eliza Samudio, o goleiro Bruno reaparece em um podcast dizendo que “segurou o B.O.” e que não sabe o que aconteceu com os restos mortais. A fala chama atenção não apenas pelo conteúdo, mas pelo tom, mais uma vez, ele se coloca como alguém que teria sido forçado a carregar uma culpa, quase como vítima das circunstâncias. É justamente aí que mora o problema. Não se trata de “dois lados da história”. Não se trata de uma versão contra outra. A Justiça brasileira condenou Bruno pelo assassinato de Eliza Samudio, um crime brutal que deixou uma mulher morta e uma família marcada para sempre. O centro dessa história não é a trajetória dele, nem sua tentativa de reconstrução de imagem. O centro é um feminicídio. Quando alguém condenado por um crime dessa gravidade ganha espaço para “explicar o seu lado”, o debate público corre o risco de deslocar o foco da vítima para o agressor. Eliza não está aqui para dar entrevista. Não pode contar sua versão. Não pode se defender. Não pode reconstruir a própria narrativa. É legítimo que a sociedade discuta justiça, ressocialização e cumprimento de pena. Mas é perigoso normalizar discursos que relativizam responsabilidades ou sugerem que o condenado foi apenas alguém que “segurou” algo maior do que ele. Feminicídio não é mal-entendido, não é excesso emocional, não é azar. É violência extrema contra uma mulher. E nesse caso, só há um lado incontornável, o de uma vida interrompida. Bruno é um feminicida, não uma celebridade.

Beta Bastos

179,049 görüntüleme • 6 ay önce

Neste vídeo, a Brasil Paralelo apresenta uma análise sobre um dos casos mais perturbadores da história recente: o Caso Jeffrey Epstein. Recentemente, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos liberou mais de três milhões de documentos que expõem detalhes inéditos sobre a rede de exploração, tráfico humano e as conexões de Epstein com figuras centrais da política, ciência e realeza mundial. Isso não é curiosidade mórbida. Isso é confronto com a realidade nua, dura e institucionalizada. O que esse material expõe não é um crime isolado nem um desvio pessoal. É um modelo de funcionamento. Um sistema onde poder, dinheiro e impunidade deixam de ser meios e passam a ser licença. Licença para ir além de qualquer limite humano sem medo de consequência. Quando documentos oficiais vêm a público, o choque não está nos detalhes sórdidos. O choque está na normalidade burocrática do horror. Tudo catalogado, registrado, trocado por e-mail, tratado como logística. Gente vira ativo. Dor vira item de agenda. Vida vira coisa administrável. O ponto central não é “quem aparece citado”. Isso é o que distrai o debate raso. O ponto é como isso pôde existir por tanto tempo dentro de estruturas que dizem zelar pela lei, pela ciência, pela ética e pela civilização. Nada disso sobrevive décadas sem proteção. Nada disso circula em jatos, ilhas, fundações e universidades sem cumplicidade. Nada disso permanece invisível sem uma rede silenciosa de conveniência. E é aqui que a coisa fica realmente insuportável. Porque quando o material vem à tona, a primeira reação não é justiça. É controle. Controle da narrativa, do dano, da leitura pública. Questiona-se o mensageiro, relativiza-se o conteúdo, pulveriza-se a atenção. Tudo para evitar o essencial: encarar o sistema que permitiu aquilo. Esse caso escancara algo que muita gente não quer admitir. O mal extremo não vive à margem da sociedade. Ele vive dentro dela. Assina contratos, frequenta eventos, financia causas nobres e posa como referência moral. Não estamos falando de fantasia, exagero ou delírio coletivo. Estamos falando de registros que entraram no circuito institucional porque alguém, em algum momento, foi obrigado a abrir o cofre. E quando o cofre abre, o cheiro não é de teoria. É de realidade apodrecida. Talvez o mais perturbador seja perceber que o choque dura pouco. Logo aparece quem diga para “seguir em frente”, “não generalizar”, “não politizar”. Como se o problema fosse o debate, não o que foi revelado. Isso não é sobre acreditar ou não. É sobre aceitar que existem camadas do poder onde a moral não entra. E que, quando entram documentos, o que se vê não é exceção. É padrão. Quem tenta reduzir isso a polêmica está apenas tentando salvar a própria tranquilidade. Porque olhar para esse abismo exige admitir que o mundo que nos vendem como civilizado convive, há muito tempo, com algo profundamente doente.

・ Ice ・  Ⅹ ・

32,894 görüntüleme • 7 ay önce