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#Carnavalnog1 - Último carro da Camisa e Branco tem problema, para, e integrantes têm de empurrá-lo para que ele siga na avenida. Falha prejudicou a evolução e abriu um vão entre as alas, fazendo com que a escola estourasse em um minuto o tempo-limite. Escola deve iniciar a apuração...

41,671 просмотров • 5 месяцев назад •via X (Twitter)

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Rio Grande do Sul - Um monitor de uma escola em Torres, no Litoral Norte do RS, é investigado pela Polícia Civil por suspeita de assediar uma aluna por meio de mensagens de texto. O homem, de 60 anos, foi afastado de suas funções após a mãe da criança descobrir as conversas na quarta-feira (11) e procurar as autoridades. O caso veio à tona quando a mãe, ao monitorar o celular da filha, encontrou mensagens de um número desconhecido. No conteúdo, o monitor se referia à menina como "jabuticabinha", afirmava que iria "abraçá-la bem forte", demonstrava ciúmes de um colega dela e pedia para que as conversas fossem apagadas "pra mãe não ver e ficar braba". Em depoimento, a mãe da criança relatou o momento da descoberta. "Ela mandou um áudio e falou: 'eu sou fruta agora pra tá me chamando de jabuticabinha?'. E ele falou: 'É uma fruta muito gostosinha, docinha'", contou a mulher. "E aí eu comecei a correr as mensagens e vi que tinha partes que ele disse que era para ela apagar", completou. Após a denúncia, a mãe procurou a direção da escola na quinta-feira (12). Segundo a secretária de Educação de Torres, Rosa Lumertz, o monitor foi imediatamente afastado de suas funções. A Polícia Civil investiga o caso como assédio com o fim de praticar ato sexual com a criança. Na manhã desta sexta-feira (13), agentes cumpriram mandados e recolheram um celular e um computador na casa do suspeito. De acordo com a polícia, ele teria apagado as mensagens trocadas com a menina antes de entregar o telefone, que foi enviado para perícia para tentativa de recuperação do conteúdo. ➡️O monitor prestou depoimento na delegacia e foi liberado. Questionado sobre o motivo de o investigado não ter sido preso, o delegado Marcos Veloso explicou que as provas atuais são insuficientes para configurar um crime. Veja mais no #g1. #mãe #criança #escola #denúncia #riograndedosul
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Rio Grande do Sul - Um monitor de uma escola em Torres, no Litoral Norte do RS, é investigado pela Polícia Civil por suspeita de assediar uma aluna por meio de mensagens de texto. O homem, de 60 anos, foi afastado de suas funções após a mãe da criança descobrir as conversas na quarta-feira (11) e procurar as autoridades. O caso veio à tona quando a mãe, ao monitorar o celular da filha, encontrou mensagens de um número desconhecido. No conteúdo, o monitor se referia à menina como "jabuticabinha", afirmava que iria "abraçá-la bem forte", demonstrava ciúmes de um colega dela e pedia para que as conversas fossem apagadas "pra mãe não ver e ficar braba". Em depoimento, a mãe da criança relatou o momento da descoberta. "Ela mandou um áudio e falou: 'eu sou fruta agora pra tá me chamando de jabuticabinha?'. E ele falou: 'É uma fruta muito gostosinha, docinha'", contou a mulher. "E aí eu comecei a correr as mensagens e vi que tinha partes que ele disse que era para ela apagar", completou. Após a denúncia, a mãe procurou a direção da escola na quinta-feira (12). Segundo a secretária de Educação de Torres, Rosa Lumertz, o monitor foi imediatamente afastado de suas funções. A Polícia Civil investiga o caso como assédio com o fim de praticar ato sexual com a criança. Na manhã desta sexta-feira (13), agentes cumpriram mandados e recolheram um celular e um computador na casa do suspeito. De acordo com a polícia, ele teria apagado as mensagens trocadas com a menina antes de entregar o telefone, que foi enviado para perícia para tentativa de recuperação do conteúdo. ➡️O monitor prestou depoimento na delegacia e foi liberado. Questionado sobre o motivo de o investigado não ter sido preso, o delegado Marcos Veloso explicou que as provas atuais são insuficientes para configurar um crime. Veja mais no #g1. #mãe #criança #escola #denúncia #riograndedosul

g1

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🐾Novos moradores - O Animália Park, na Grande São Paulo, ganhou novos moradores — e eles já estão roubando a cena. Um filhote de girafa e um de canguru-vermelho nasceram recentemente no local, em Cotia, e as imagens dos pequenos são daquelas que fazem qualquer um parar para assistir. O complexo do Animália Park é dividido em duas áreas: o zoológico, que abriga várias espécies da fauna brasileira — como o lobo-guará e as ariranhas —, e o parque de diversões, com 17 brinquedos cobertos para quem quiser esticar o passeio. 🦒 A filhote de girafa nasceu no dia 23 de fevereiro e já chegou ao mundo impressionando: com cerca de 1,8 metro de altura. O nascimento chama atenção por um detalhe pouco conhecido. Como o parto acontece com a mãe em pé, o filhote cai no momento em que nasce — e é justamente esse impacto que ajuda a estimular a respiração. 🦘Já o filhote de canguru-vermelho, que nasceu em 15 de janeiro de 2026, tem uma história bem diferente. Depois de uma gestação de cerca de 33 dias, ele nasceu com apenas 2 centímetros e fez sozinho o caminho até a bolsa da mãe, onde segue se desenvolvendo protegido. Por lá, ele deve permanecer por até oito meses. Mesmo depois de sair, ainda volta para o marsúpio para se alimentar e se abrigar. Enquanto isso, aparece de vez em quando, em espiadas rápidas para o lado de fora. Veja mais sobre os dois filhotes no #g1. #filhote #girafa #canguru #sãopaulo

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