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coisas que odeio e amo em sinners: ODEIO - seu entendimento de raça e da arte africana como uma herança espiritual e determinada pelo destino - o jeito como ele trata isso digno de hamilton, steven universe ou flawless - os vampiros serem irlandeses

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Milão vive uma noite histórica nesta sexta-feira, 6 de fevereiro, com a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, realizada no Estádio San Siro. Diante de dezenas de milhares de espectadores e de uma audiência global, a Itália optou por um gesto claro e simbólico - colocar no centro do espetáculo a beleza, a arte e a cultura italiana, reafirmando seu papel como berço da civilização ocidental. O evento combinou tecnologia, música e tradição para apresentar ao mundo uma narrativa que vai além do esporte. A cerimônia destacou a herança cultural italiana como eixo condutor, valorizando a estética, a história e a linguagem universal da arte como elementos de identidade nacional e projeção internacional. No palco, apresentações de grandes nomes da música deram dimensão global ao espetáculo. A italiana Laura Pausini emocionou cantando o hino nacional italiano, Maria Carey cantou Nel blu, dipinto di blu - uma canção de Domenico Modugno - performances que simbolizaram o diálogo entre culturas e a vocação universal dos Jogos Olímpicos. A tradição artística italiana foi representada pelo corpo de balé do Teatro alla Scala, que levou ao gramado do San Siro - transformado em gelo - a excelência de uma das mais prestigiadas instituições culturais do mundo, reforçando o compromisso da Itália em apresentar sua herança artística como patrimônio da humanidade. A cerimônia de abertura contou com a presença de autoridades de todo o mundo, entre elas o vice-presidente dos Estados Unidos, J. D. Vance, reforçando o peso diplomático e geopolítico do evento e o papel dos Jogos como espaço de convergência entre nações. Com Milão como vitrine urbana e as montanhas alpinas como palco das competições, os Jogos de Inverno Milão-Cortina 2026 começam sob o signo da estética, da memória histórica e da ambição italiana de unir esporte, cultura e civilização em uma mesma narrativa global. Embora os Jogos Olímpicos de Inverno sejam uma criação moderna - iniciados apenas em 1924, em Chamonix, na França - a chama olímpica carrega uma herança civilizacional com mais de três mil anos.

Karina Michelin

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