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🇧🇷Com o Florian é sempre intenso e delicioso assim... 🇺🇸 With Florian, it's always intense and hot... #fisting #asshole #dildos #footfisting #ballbusting #footfetiche #deepthroat

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Poucas alianças e muita guerra. A família Bolsonaro, e o próprio Jair, sempre funcionaram por meio do conflito. A família sempre brigou entre si e com os outros. Quem é próximo deles sabe. É um conflito intenso e permanente. Isso vem do Jair, que também brigou por onde passou. No Exército. No Congresso. Com jornalistas. Na Presidência, com governadores, ministros, ministros do STF, adversários e até aliados. É da natureza deles. Flávio tinha grandes missões quando lançou sua candidatura à Presidência. Primeiro, unir o bolsonarismo: base, coordenadores, Michelle, Tarcísio e Nikolas. Depois, unir a direita: Zema, Caiado e os demais candidatos no segundo turno. Por fim, unir o Brasil: mercado financeiro, Centrão e o sistema político como um todo. Ele ainda não passou da primeira etapa. Não vai desistir facilmente, mas seu tempo está curtíssimo e sua situação piora a cada dia. Depois da crise DarkHorse, esta é sua pior crise. A madrasta deu um presente para a esquerda. A família não soube lavar a roupa suja em casa. Foi fazê-lo publicamente justamente no momento mais importante da campanha: a recuperação da crise anterior. Veja: para uma família que sempre viveu em conflito, porque cresceu assim, o que está acontecendo agora é, pura e simplesmente, uma disputa de SUCESSÃO. Flávio Bolsonaro precisava ter resolvido isso lá atrás. Não importa do que tem razão, isso era dever de casa dele. Nas palavras do coordenador Rogério Marinho🇧🇷 , “a aliança com Michelle é seu principal e maior desafio como pré-candidato”. Michelle Bolsonaro , muito provavelmente, gravou o vídeo com a ciência de Jair Bolsonaro. É o tal conflito permanente que eles adoram. E Jair, que sempre viveu assim, agora deverá testar Flávio e Michelle nas pesquisas. É péssimo. É horrível nessa altura. Porque, mesmo que um vença, levará um bolsonarismo bem dividido. E como a esquerda vai se aproveitar disso? Advinha… Assista ao vídeo de um esquerdista explicando. É simples.

Roberto Reis

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Eduardo Bolsonaro Eduardo Bolsonaro🇧🇷 reage a pressões internas, expõe bastidores e deixa recado direto sobre voto. A entrevista de Eduardo Bolsonaro à Revista Timeline Revista Timeline e Allan dos Santos Allan Dos Santos não foi protocolar. Foi um desabafo com endereço certo, ainda que sem nomes. O tom é claro desde o início. Pressionado por cobranças sobre com quem deve falar, quem deve ouvir e quais vozes deve ignorar, Eduardo reage sem filtro. Diz que não vai parar de falar com ninguém, rejeita a tentativa de controle e escancara um incômodo crescente dentro do próprio campo político. Mas o ponto central não está na irritação. Está no recado. Eduardo desenha uma linha que separa arquibancada e campo. Quem está fora pode falar o que quiser. Quem está dentro, segundo ele, tem missão, responsabilidade e consequência. Não é sobre liberdade de opinião. É sobre estratégia. E é aí que entra o núcleo da fala. Ao defender Flávio Bolsonaro Flávio Bolsonaro , ele admite divergências, mas deixa claro que a prioridade não é o debate público interno, e sim o objetivo maior. Criticar em público, nesse contexto, não seria independência. Seria enfraquecimento. A mensagem ao eleitor vem sem rodeio. Quem veste a camisa e ataca o próprio time não deve receber voto. Simples assim. E no meio desse cenário surge a questão que ninguém responde. Quem são essas pessoas que tanto pressionam, que querem ditar quem Eduardo deve ouvir, com quem deve falar, quais vozes devem ser ignoradas e, no fim, em quem você deve votar? Porque elas existem. Estão próximas o suficiente para incomodar, influentes o bastante para gerar ruído e, curiosamente, invisíveis quando se pede transparência. No fim, a entrevista não é só sobre Eduardo. É sobre controle, influência e disputa interna por direção. E como sempre, o eleitor fica no meio do jogo, tentando separar conselho de interesse.

・ Ice ・  Ⅹ ・

53,276 Aufrufe • vor 4 Monaten

🇧🇷😎🗽⚽️🔟/ Ele passou a copa inteira no banco, entrou quando já era quase impossível e ainda assim honrou muitos de nós. (Ser brasileiro é lutar até o final de cabeça erguida). Na cena... O goleiro tentou entrar na mente dele, dizendo: "Eu vou te parar!" E abusando.... Neymar perguntou então: "onde você quer que eu faça o gol?" E FEZ! Não aceitou ser diminuído, mesmo que estivesse perdendo. Isso me fez pensar em quantas vezes passamos por situações parecidas. E também em que as vezes o que nos falta é olhar nos olhos das pessoas e falar: "AQUI NÃO!" Colocar limite naquilo que te fere e te diminui. Neymar respondeu como alguém que confiava naquilo que era capaz de fazer. E é isso...Sempre haverá pessoas dizendo que você não é capaz, que vai fracassar ou que não é suficiente. Sempre vai ter quem olhe somente seus erros e aponte tentando te fazer desistir. Tentando te prender ao passado. E o problema não é ouvir essas vozes. O problema é acreditar nelas. Quando sua identidade está firmada em Deus a opinião dos outros deixa de definir seus passos. Talvez hoje alguém tenha dito que você não vai conseguir. Talvez a vida esteja tentando convencer você a desistir. Mas não permita que a voz da provocação seja mais alta do que a voz da sua identidade. Independente do cenário... Continue. Porque, muitas vezes, a maior resposta não é aquilo que você diz ou aquele seu erro do passado. É aquilo que você faz AGORA! Se essa reflexão falou com você, compartilhe com alguém que precisa lembrar hoje que a opinião dos outros nunca pode ser maior do que o propósito que Deus colocou sobre a sua vida. 🔥🇧🇷👊

Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV

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🇺🇸 "Estou bravo com a ascensão da China, mas o que mais me deixa bravo é que a liderança americana deixou isso acontecer." A frase é de J.D. Vance, hoje vice-presidente dos EUA e cotado para suceder Trump. O discurso é de maio de 2024, no Senado americano, e voltou a viralizar nesta semana. Assista abaixo ao vídeo legendado. "Deixou acontecer". Como se a industrialização de um país de 1,4 bilhão de habitantes fosse um erro de despacho de Washington. Como se uma civilização de 5 mil anos estivesse esperando permissão dos EUA para se desenvolver. O que Vance chama de erro é a maior epopeia econômica da história da humanidade. A China foi sancionada, contida, tarifada e tecnologicamente estrangulada durante décadas. E mesmo assim tirou 800 milhões de pessoas da pobreza e virou a maior potência industrial do planeta. A frase de Vance é a falência moral do imperialismo americano em estado puro. Ele apenas disse em voz alta o que gerações de líderes americanos sempre pensaram em silêncio: que um quinto da humanidade deveria ter sido mantido na miséria, porque a miséria alheia era boa para os negócios americanos. E tem um detalhe que desmonta todo o choro: em 1980, a China tinha 2% do PIB global e os EUA, 25,5%. Em 2024, a China chegou a 17% e os EUA... subiram para 26,3%. A América não perdeu nada. O problema é que a elite americana embolsou tudo e deixou seu povo com saúde impagável e infraestrutura em ruínas. Vance está bravo porque a China ascendeu. Mas o que realmente o humilha é outra coisa: a América tentou impedir com todas as suas forças. E a China ascendeu assim mesmo.

O Cafezinho 🇧🇷

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🎙️O Renato Vicente não poder transmitir o jogo da seleção foi uma burrice tremenda, na minha visão. A LOUD 🇧🇷 sempre foi referência na criação de conteúdo e em ter streamers com relevância. Hoje ela tem um streamer que fala sobre futebol e é presidente do seu time na Kings League Brasil e resolve proibi-lo de transmitir. Vamos lembrar que o Renato salvou o conteúdo da LOUD no primeiro split, botando a cara para falar nas derrotas e vexames, além de entregar um conteúdo no formato de vlog muito melhor do que era feito pelo próprio time. Acredito que graças ao seu empenho, dedicação e a um movimento dos torcedores do time e sua comunidade, tivemos a grata surpresa dele virar presidente na Kings Cup. Mas aí o cara não bateu um pênalti na competição e agora não deixaram ele transmitir o jogo da seleção brasileira, porque para a organização não fazia sentido. Como não faz sentido? O público do Coringa não é o mesmo que o do Renato, são pessoas diferentes e ambos proporcionam um ambiente diferente em suas lives. Na minha cabeça, ter mais canais relacionados com a LOUD fazendo conteúdo é melhor, ou estou errado? Espero que a LOUD SPORTS CLUB reveja essa questão para o jogo de domingo e permita que ele transmita em seu canal, mesmo se estiver na cabine. Assim como o Gaules e o Kelvin transmitem ou como o Stag e o Luqueta transmitiram ontem. Não é uma divisão de público, é multiplicação.

Rei da Kings 🇧🇷

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